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Q3516789 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Entre 1982 e 1987, missionários se aproximaram dos indígenas Zo’é que viviam isolados nas florestas do norte do Pará. Os Zo’é ficaram doentes em pouco tempo. Eles não tinham memória imunológica para combater os vírus e bactérias trazidos pelos missionários. Morreu tanta gente que os próprios missionários entraram em contato com a Funai para obter ajuda.

    

    Desde a saída dos missionários da tribo, em 1991, o povo Zo’é sobrevive na Amazônia. Hoje eles são classificados como “povo de recente contato”. Embora tenham alguma comunicação com pessoas de fora do grupo, eles mantêm suas formas tradicionais de organização social.

    

    Também há aqueles que não querem contato algum com não indígenas. Esses são chamados de “povos isolados” São pessoas que mantêm seu modo de vida tradicional, e sobre as quais temos informações limitadas. Eles se concentram principalmente na América do Sul e na Oceania.

    

    A maior parte dos povos isolados do mundo, porém, vive no Brasil. Segundo a Funai, existem 114 registros de povos isolados na Amazônia, sendo 29 confirmados, 25 em estudo e 60 com “informações em qualificação”. Esta última categoria se aplica, por exemplo, a povos que foram vistos uma ou outra vez pela comunidade de cidades próximas ao seu território.

    

    “Eles têm consciência de que existe uma sociedade ao redor deles. Eles sabem que existem outras pessoas. E eles optam por continuar isolados.” diz Priscilla Oliveira, antropóloga e pesquisadora da ONG Survival International.

    

    Não é por falta de informação. Muitos desses povos já tiveram algum contato com pessoas não indígenas no passado – e é justamente o trauma desse encontro que motiva o isolamento.


(Bela Lobato e Maria Clara Rossini. “Os últimos povos isolados:

como vivem os humanos não contatados”. https://super.abril.com.br/,

17.04.2025. Adaptado.)

Os Zo’é são um povo indígena que
Alternativas
Q3516788 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


              (Alexandre Beck. “Armandinho”.

                      Disponível em https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/

                                                         118237245724/tirinha-original)

Na fala do 2º quadro da tira “Pois o medo de lagartixas não tem fundamento... se você não é um mosquito, claro...”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q3516787 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


              (Alexandre Beck. “Armandinho”.

                      Disponível em https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/

                                                         118237245724/tirinha-original)

Assinale a alternativa em que os termos destacados estão empregados de acordo com o sentido da fala do 1⁠º quadro e com a norma-padrão de crase e de regência.
Alternativas
Q3516786 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
No último parágrafo do texto “– Manda!”, há humor porque o autor
Alternativas
Q3516785 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
Para o autor, uma desvantagem da vida campestre é:
Alternativas
Q3516784 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a seguinte expressão destacada:
Alternativas
Q3516783 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

    As pessoas que defendem o pastoral e a volta ao primitivo, ao enaltecer a vida rústica, nunca se lembram dos insetos. Sempre que ouço alguém descrever as delícias de um acampamento – ah, dormir no chão, fazer fogo com gravetos e ir ao banheiro atrás do arbusto – me espanto um pouco mais com a variedade humana. Somos todos da mesma espécie, mas o que encanta uns horroriza outros. Sou dos horrorizados com a privação deliberada. Muitas gerações contribuíram com seu sacrifício e seu engenho para que eu não precisasse fazer mais nada atrás do arbusto.
    E a verdade é que, mesmo para quem não tem os meus preconceitos, as delícias do primitivo nunca são exatamente como as descrevem. Aquela casinha à beira de uma praia escondida, onde a civilização ainda não chegou e tudo é bom e puro, não existe. E se existe, nunca é bem assim.
    – Um paraíso! Não há nem um armazém por perto.
    Quer dizer, não há acesso à aspirina, fósforos ou qualquer tipo de leitura salvo, talvez, metade de uma revista “Cigarra” de 1948, deixada pelos últimos ocupantes da casa quando foram carregados pelos mosquitos.
    – A gente dorme ouvindo o barulho do mar...
    E de animais terrestres e anfíbios tentando entrar na casa para morder o seu pé. E, se morder, você morre. O antibiótico mais próximo fica a 100 quilômetros e está com a data vencida. Não. Fico na cidade.
    Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados) e agorafobia (medo de espaços abertos) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos) e iatrofobia (medo de médicos), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses.
    Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva.
    Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma revista.
    – Desculpe, cavalheiro. Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
    – Não é possível! O que você faz durante a noite?
    – Tricô.
    Uma esperança!
    – Com manual?
    – Não.
    Danação.
    – Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
    – Bem... Tem uma carta da mamãe.
    – Manda!

(Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. 2001. Adaptado)
O autor do texto demonstra seu incômodo com duas situações diferentes. São elas:
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Q3516702 Noções de Primeiros Socorros
Em relação à classificação das urgências em níveis, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma situação clínica e a sua classificação do nível de urgência.
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Q3516701 Direito Sanitário
A Portaria GM nº 1.010, de 21 de maio de 2012, estabelece diretrizes para a Regulação do Sistema de Urgências e Emergências no Brasil, incluindo aspectos relativos à gestão e organização dos serviços de saúde. Sobre essa portaria, é correto afirmar que
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Q3516700 Saúde Pública
A Portaria GM nº 2.657, de 16 de dezembro de 2004, estabelece diretrizes para a organização e operação do Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no Brasil. Considerando as disposições dessa portaria, é correto afirmar que
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Q3516699 Enfermagem
Homem de 45 anos, pedreiro, refere dor no ombro esquerdo iniciada após um esforço físico intenso no trabalho (carregamento de sacos de cimento). A dor é de intensidade moderada (escala 5/10), localizada, sem irradiação, piora ao levantar o braço. Não há trauma, edema importante ou deformidades. Ele nega febre, náuseas, falta de ar ou outros sintomas sistêmicos. O antecedente é positivo para hipertensão controlada. Dados do SAMU no local: pressão arterial: 150 x 95 mmHg; frequência cardíaca: 78 bpm; oxímetro de pulso com SpO2 de 98%; afebril; bom estado geral, consciente e orientado; ombro com leve limitação funcional por dor, sem sinais inflamatórios importantes, sem crepitação ou deformidade. Em relação à classificação das urgências em níveis, o caso descrito é classificado como nível:
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Q3516698 Saúde Pública
Em relação ao SAMU, é correto afirmar:
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Q3516697 Telecomunicações
A disciplina na rede de radiocomunicação é primordial para manter a eficiência durante um atendimento de emergência. Assim, o operador de rádio deve
Alternativas
Q3516696 Telecomunicações
A estação usada para ampliar a cobertura do sinal de rádio, e que necessita que a antena esteja instalada em local alto, é denominada estação
Alternativas
Q3516695 Comunicação Social
A palavra C-A-R-R-O, conforme o alfabeto fonético da OTAN, é soletrada da seguinte forma:
Alternativas
Q3516693 Atendimento ao Público
Durante um atendimento telefônico, o atendente deve
Alternativas
Q3516692 Telecomunicações
Um sistema de radiocomunicação troncalizado permite que o operador 
Alternativas
Q3516691 Telecomunicações
A palavra P-R-I-O-R-I-D-A-D-E no alfabeto fonético da OTAN é soletrada da seguinte maneira:
Alternativas
Q3516690 Telecomunicações
A faixa de frequência de 148 MHz a 174 MHz é utilizada pelos serviços de utilidade pública. Essa faixa corresponde a frequências de:
Alternativas
Q3516689 Telecomunicações
Conforme o alfabeto fonético da OTAN, a palavra E-L-É-T-R-I-C-O é soletrada da seguinte forma:
Alternativas
Respostas
741: E
742: A
743: B
744: C
745: D
746: B
747: E
748: B
749: E
750: D
751: C
752: A
753: C
754: B
755: B
756: A
757: B
758: B
759: D
760: E