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(Delizoicov; Angotti; Pernambuco, 2004.)
[...] Contrariando o ensino descontextualizado, a contextualização expressa-se no conhecimento presente na vida do aluno, que possibilita a resolução de problemas e a construção de uma visão de mundo mais complexa.
(Morin, 2000; 2005.)
Considerando as informações, a necessidade do ensino contextualizado em relação à construção de momentos na prática pedagógica favorece a:
I. Expressão do saber prévio dos participantes do processo educativo.
II. Constante busca pela dissociabilidade entre o fenômeno e seu contexto.
III. Organização das situações que proporcionem um ambiente democrático, em que todos ensinem e aprendam.
IV. Abordagem de objetos ou temas de situações em relação com o meio em que estão inseridos.
Está correto o que se afirma em
(Zeichner, 1998.)
Sobre a formação continuada do professor com enfoque prático-reflexivo e do ensino reflexivo, pode ser considerado como; analise as afirmativas a seguir.
I. A constatação da riqueza da experiência que reside na prática dos bons profissionais.
II. A aprovação de que o processo de aprender a ensinar se prolonga por toda a vida.
III. O reconhecimento de que a produção de conhecimentos depende tão somente dos conhecimentos produzidos pelas universidades.
IV. Uma reação contra o fato de os professores serem vistos como técnicos que se limitam a cumprir o que os outros determinam fora da sala de aula.
Está correto o que se afirma apenas em
(Libâneo, 1994.)
Considerando as informações e, ainda, que os métodos se classificam em individualizados, socioindividualizados e socializados e, por sua vez, cada método tem técnicas que lhes são mais ajustadas, uma técnica no método socioindividualizado se refere a:
“Cartas Chilenas” é uma obra escrita pelo poeta árcade Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810). Trata-se de uma das obras satíricas mais emblemáticas desse período. Por esse motivo, os textos que circulavam no final do século XVIII foram marcados pelo anonimato de seu autor. Durante muito tempo, foram analisadas as cartas para saber quem era o real escritor. A obra recebe esse nome, pois Critilo (pseudônimo do escritor) é morador da cidade de Santiago no Chile, que, na verdade, é Vila Rica, em Minas Gerais. Essa troca de nomes surge também em outros trechos, donde Espanha seria Portugal, e Salamanca, Coimbra.
(Disponível em: todamateria.com.br. Resumo das Cartas Chilenas – Toda Matéria.)
Luís da Cunha Menezes, referenciado na obra de Tomás como o “Fanfarrão Minésio”, governador de Minas até 1788, deixou insatisfeitos os principais líderes econômicos e políticos da região, como denunciou Tomás Antônio Gonzaga em sua obra “Cartas Chilenas”. Considerando que Gonzaga foi um dos mais destacados líderes dos conjurados, assim como seus companheiros inconfidentes, assinale a afirmativa correta.
Os impulsos para a aventura marítima não eram apenas comerciais. Há cinco séculos havia continentes mal ou inteiramente desconhecidos, oceanos inteiros ainda não atravessados. As chamadas regiões ignotas concentravam a imaginação dos povos europeus, que ali vislumbravam, conforme o caso, reinos fantásticos, habitantes monstruosos, a sede do paraíso terrestre. Em 1487, quando deixaram Portugal, encarregados em descobrir o caminho terrestre para as Índias, Afonso de Paiva e Pêro de Covilhã, exploradores portugueses, levaram instruções expressas de Dom João lll para localizar o reino do Preste João. Os sonhos associados à aventura marítima não devem ser encarados como fantasias desprezíveis, encobrindo o interesse material. Mas não há dúvida de que este último prevaleceu, sobretudo, quando os contornos do mundo foram sendo cada vez mais conhecidos e questões práticas da colonização entraram na ordem do dia.
(FAUSTO. B, 1995. p. 11. Adaptado.)
Em relação à ocupação da América pelos europeus, mais especificamente no caso dos lusitanos, a intensificação da presença de outros estrangeiros em terras portuguesas na América coincidiu com:
O dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues, em suas memoráveis crônicas futebolísticas, referiu-se inúmeras vezes ao complexo de inferioridade do brasileiro em relação às outras nacionalidades, particularmente aos naturais de países europeus. Segundo ele, o brasileiro sofria de “complexo de vira-latas”, ou era um “narciso às avessas", posto que cuspia em sua própria imagem. Na sua opinião, o complexo de vira- -latas só deixou de existir 3/4 ao menos no universo do futebol, 3/4 após a nossa primeira conquista de uma Copa do Mundo, na Suécia, em 1958.
(IANNI, Otávio, 1975.)
O sentimento difuso de inferioridade existente na sociedade muitas vezes se expressa em estudos sobre o Brasil. Um dos exemplos conhecidos é o da literatura que sustenta que a política brasileira entre 1946 e 1964 se caracterizou pelo populismo. Esse fenômeno, o populismo, que caracterizou também outros países da América:
Há um duplo sentido na função social do professor. Em primeiro plano, considera-se fundamental o reconhecimento de seu papel com a valorização da carreira do magistério. Noutra perspectiva, nota-se a relevância do modo como o professor imprime ao seu trabalho, no espaço escolar, uma direção ética e política, ao se defrontar com a diversidade de saberes e de culturas. Essa direção deve ter como parâmetro uma ação que identifique e valorize as diferenças, que mantenha relações com a rede de construções sociais e históricas, considerando o saber trazido pelos alunos, dando espaço à capacidade criativa, buscando reconstruir com eles um quadro coletivo de referências que expresse a diversidade de marcas pessoais, culturais, éticas e políticas.
(Disponível em: uol.com.br. A Função Social do Professor – Brasil Escola.)
Atualmente a, sala de aula, bem, como espaços de investigação, produção e disseminação do conhecimento possibilitam ao professor conhecer, refletir e entender os processos individuais e dinâmicos da aprendizagem de seus alunos, suscitando sempre novos questionamentos, favorecendo, assim, a revisão das conclusões iniciais, a partir de novas observações e do trabalho com o conhecimento já produzido na área. Desse modo, a prática de um professor, mais especificamente de um professor de história:
Hebe de Bonafini, líder das Mães da Praça de Maio, morre aos 93 anos. A dona de casa empreendeu uma luta atrás dos dois filhos e uma nora desaparecidos durante a ditadura militar argentina e se tornou uma das mais emblemáticas ativistas pelos direitos humanos. A morte foi confirmada pela família e suas cinzas serão jogadas na Praça de Maio, onde se reunia todas as quintas-feiras com outras mães e avós que buscavam seus filhos e netos sequestrados pela ditadura.
(Líder das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini morre aos 93 anos. Tribuna on-line.)
Por inúmeras quintas-feiras, as Mães da Praça de Maio circularam a Pirâmide de Maio, monumento erguido em 1811 para celebrar a luta pela independência da Argentina. Como em quase todos os países da América do Sul, a Argentina viveu uma ditadura militar, que:
Contadores de histórias, mensageiros oficiais, guardiões de tradições milenares: todos esses termos caracterizam o papel dos Griots, que na África Antiga eram responsáveis por firmar transações comerciais entre impérios e comunidades e passar aos jovens ensinamentos culturais, sendo hoje em dia a prova viva da força da tradição oral entre os povos africanos. Nesse sentido, os Griots são os guardiões da palavra, responsáveis por transmitir os mitos, as técnicas e as tradições de geração para geração. Até os dias de hoje os Griots seguem em seu papel de guardiões da tradição, estando presentes em muitos lugares da África Ocidental, incluindo Mali; Gâmbia; Guiné; e, Senegal; e entre os povos Fula; Hausá; Woolog; Dagomba; e, entre os árabes da Mauritânia
(Disponível em: Griots: Os contadores de histórias da África Antiga. uol.com.br. Adaptado.)
O exemplo dos Griots traz à baila uma complexa e antiga discussão: a importância e a validade da história oral como fonte histórica. O historiador deve inicialmente compreender o modo de pensar de uma sociedade antes de interpretála. Ao se tratar de uma tradição oral, deve-se entender que nem todas as pessoas podem fazer ou narrar a tradição, havendo diferentes tipos de narradores. Há, também, outros cuidados importantes ao se trabalhar com a história oral, tais como:
A urbanização e o crescimento das cidades trouxeram mudanças consideráveis no comportamento feminino. As revistas tipicamente femininas ganharam espaço e intelectuais trocavam farpas sobre as pretensões femininas, vistas como intoleráveis para os homens da época. Assim, uma colaboradora da revista Feminina, em 1920, reivindicava a igualdade de formação para ambos os sexos e pedia atenção das leitoras “vítimas de preconceito”, que viviam fechadas no lar, arrastando uma “existência monótona, insípida, despida de ideais”, monetariamente algemadas aos maridos. Os homens viam como ameaças essas atitudes femininas: conjugaram-se esforços para disciplinar toda e qualquer iniciativa que pudesse ser interpretada como ameaçadora à ordem familiar, tida como o mais importante “suporte do Estado” e única instituição social capaz de represar as intimidadoras vagas da “modernidade”. “Rumo à cozinha! Eis o lema do momento” era a expressão masculina nos anos 1920.
(Freitas Neto, 2011. P. 909, 910. Adaptado.)
Nos dias atuais são comprovadas as inúmeras conquistas da mulher em diversos âmbitos; muitas práticas repressivas ou preconceituosas vão sendo estigmatizadas e consideradas repulsivas. Algumas mudanças saíram apenas das conjecturas e anseios e se tornaram leis. A realidade sobre tal questão especificamente:
A internet é caracterizada por alguns elementos que podem ser perigosos ao historiador: o número excessivo de informações em alguns casos; possibilidade de falsificação de discursos (plágios acadêmicos, inclusive); e, também o risco de uma fonte desaparecer do dia para a noite (sites podem ser apagados tanto por iniciativa dos próprios webmasters – criadores de páginas – ou mesmo por decisão judicial, passando, também, por ataque de hackers ou pane nos sistemas onde estão hospedados os arquivos das páginas.
(CALDEIRA e NETO, 2009, p. 3.)
Os questionamentos sobre as fontes históricas existem e continuarão a existir. Cabe ao historiador uma análise minuciosa da fonte utilizada, visando reduzir as chances de erro. Uma questão importante em referência ao tratamento de fontes digitais é compreender o alargamento da categoria de documento. Em relação às fontes históricas, assinale a afirmativa correta.
O historiador Eric Hobsbawm é um dos estudiosos do conceito de nação e de nacionalismo. Para ele, o conceito de nação ultrapassa o discurso político e, para ser compreendido, é necessário que se vejam as relações sociais, tecnológicas e culturais que permitem a criação de aspectos legitimadores de uma unidade política, social e cultural: “Como a maioria dos estudiosos rigorosos, não considero a ‘nação’ como uma entidade social originária ou imutável. A ‘nação’ pertence, exclusivamente, a um período particular e historicamente recente. A ‘questão nacional’ está situada na interseção da política, da tecnologia e da transformação social. As ações existem não apenas como funções de um tipo particular de Estado territorial ou da aspiração em assim se estabelecer, como também no contexto de um estágio particular de desenvolvimento econômico e tecnológico”.
(HOBSBAWM, E., 2002 p. 10-20. Adaptado.)
No caso da formação dos Estados Nacionais da América, tendo em vista os aspectos mais genéricos e algumas peculiaridades, assinale a afirmativa correta.
A década de 1990 marcou o auge do processo de privatização no Brasil. Entende-se por privatização o processo de transferência de órgãos ou empresas estatais (pertencentes ao Estado, portanto, públicos) para a iniciativa privada por meio da realização de vendas, que costumam ser instrumentalizadas a partir de leilões públicos. Diferentemente do que muitos imaginam, esse processo é considerado comum, ocorrendo de forma menos intensa no Brasil desde a década de 1980. No entanto, podemos dizer que o Brasil ingressou, de fato, na era das privatizações a partir dos anos 1990, com destaque para o Governo FHC. Ao todo, foram privatizadas mais de 100 empresas, que, até 2005, geraram uma receita de 95 bilhões de dólares, o que, corrigindo para valores de 2013, equivale a 143 bilhões de dólares.
(Privatização no Brasil: descomplicando um tema econômico polêmico! Politize!)
Na atualidade, em relação especificamente à questão das privatizações no Brasil, assinale a afirmativa correta.
As teorias de Piaget, Vygotsky e Wallon apresentam afinidades e divergências sobre determinados temas, mas comungam de uma visão interacionista de desenvolvimento humano e aprendizagem. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para Piaget, conhecimento é construído do individual para o social. Enquanto que para Vygotsky e Wallon, do social para o indivíduo.
( ) Para Wallon, os estágios de desenvolvimento são ordenados e universais; para Piaget, os estágios sofrem rupturas e retrocessos.
( ) Piaget privilegiava a maturação biológica como condição ao desenvolvimento cognitivo (aprendizagem); Vygotsky, a interação social; Wallon, a afetividade.
( ) Os três estudiosos tinham formação acadêmica em outras áreas que não a educação e deram contribuições valiosas à educação através das teorias psicogenéticas.
A sequência está correta em
Ao longo da história da educação, várias abordagens de ensino foram disseminadas. Cada abordagem sofreu influências de diferentes teóricos, realizando, assim, os seus posicionamentos didáticos. Considerando os comportamentalistas ou behavioristas, assim como os denominadores instrumentalistas e os positivistas lógicos, consideram a experiência ou a experimentação planejada como a base do conhecimento. Evidencia-se, pois, sua origem empirista, ou seja, a consideração de que o conhecimento é o resultado direto da experiência. Para os behavioristas, a aprendizagem pode ser defendida como uma mudança relativamente permanente em uma tendência comportamental e/ou na vida mental do indivíduo, resultante de uma prática reforçada.
(Rocha, 1980, p. 28.)
Considerando as informações anteriores, é o teórico desta abordagem: