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Q4365438 Português

Arte, cultura e patrimônio para quem?


Eu não sei você, mas nunca tive a honra de ser convidada a conhecer o terceiro andar do Palácio do Planalto. Mesmo se tivesse, não saberia identificar, no fino desenho talhado na madeira, que o relógio no corredor se tratava de uma rara peça de relojoaria de Martinot, com traçado de André-Charles Boulle. Se alguma pessoa mais versada nos sinuosos caminhos da mobília francesa me contasse tais detalhes, acrescentando, ainda, que se tratava de um presente de Luís XIV, rei da França, a D. João VI, rei de Portugal, que o trouxe para o Brasil com vinda da corte portuguesa, em 1808, minha resposta não poderia ser outra: e o que é que um símbolo do pacto colonial entre duas monarquias escravocratas faz adornando a capital da República?


Que nenhum curador de arte do Palácio do Planalto jamais tenha feito essa pergunta é um sintoma do traço que permanece entre as transições do poder pelas quais passou nosso país em mais de 500 anos de história: nunca houve ruptura da hegemonia branca nos espaços de poder e, por consequência, nos espaços que definem o que é arte, o que é cultura, o que é patrimônio. Antes que me acusem de fazer apologia da destruição de obras de valor "inestimável": não faço, absolutamente. Quero, apenas, chamar a atenção para a disputa de narrativa acerca dos símbolos de poder em uma democracia. O que se propõe é a democratização do acesso e da oportunidade de fruição, pela sociedade, da arte produzida e preservada historicamente pelas elites econômicas. 


Há uma longa distância entre celebrar e apreciar o valor da história e da técnica de uma obra de arte de 200 anos e elegê-la como mártir de um atentado violento à democracia brasileira, como têm feito alguns discursos que em muito se assemelham ao que poderiam defender, sem pudor, os monarquistas que ocuparam a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, nos últimos anos.


A leitura crítica do patrimônio cultural de origem colonial é um dos desafios impostos à política de educação patrimonial a ser fortalecida pelo Estado brasileiro a partir dos acontecimentos em 8 de janeiro. Quantas obras de artistas negros foram selecionadas pela curadoria de arte dos Palácios dos Três Poderes? Por que não convidar os artistas negros a representar os próprios sonhos e aspirações?


Dos escombros de mais uma grave afronta à democracia surge a oportunidade de avançar no compromisso simbólico firmado na passagem da faixa ao novo presidente, que a recebeu do povo brasileiro. O povo brasileiro quer subir a rampa, quer entrar no palácio e, ao entrar, quer se deparar também com representações de suas celebrações e corpos que sejam mais do que a interpretação erudita de uma beleza e de uma alegria exóticas, essencialistas. 


Di Cavalcanti começou a pintar aos 11 anos — a quantos jovens brasileiros é dada a mesma oportunidade? Quantos poderão acompanhar e aprender com o trabalho de restauro das obras destruídas? Quantos deles não serão brancos? Considerando a relevância do movimento modernista na renovação das diversas expressões artísticas brasileiras, que crítica se faz à exclusão de artistas negros de um movimento de vanguarda que se propôs construir uma nova identidade nacional? 


São perguntas incômodas para um momento de crise, mas que devem ser feitas, sob o risco de que a restauração do patrimônio cultural destruído por atos de terrorismo seja também a restauração de uma narrativa conhecida sobre o valor de uma arte excludente, elitista, cuja apreciação e fruição é para poucos privilegiados. É também nesse vácuo de participação social e de identificação entre os símbolos do poder e a vida vivida pela população, que o fascismo sabe tão bem manipular, que cresce o ódio que culminou nas cenas que nos abateram naquele triste domingo. 


O patrimônio cultural acautelado pelo Iphan é de todos, na letra na lei, mas é preciso, ainda, que seja para todos, não como imposição estética das elites ao povo que se pretende "educar", mas como construção coletiva, que não apague a memória dos vencidos e dos explorados em nome da conservação de bens "inestimáveis".


A vinda da família real portuguesa para o Brasil, além de trazer nos cofres mobília francesa, triplicou, em 13 anos, o número de africanos e afrodescendentes escravizados no país. Diante da necessidade de elencar prioridades de gastos do governo federal, talvez a restauração do relógio de Martinot possa aguardar o socorro ao Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, que, não por acaso, passou os últimos quatro anos — também — sob ataque de bolsonaristas extremistas e raivosos. 


(FERREIRA, Bruna da Silva. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opi-

niao/2023/02/5071292-artigo-arte-cultura-e-patrimonio-para-quem.html)

Acerca do trecho “O que se propõe é a democratização do acesso e da oportunidade de fruição, pela sociedade, da arte produzida e preservada historicamente pelas elites econômicas”, assinale a assertiva incorreta: 
Alternativas
Q4365437 Português

Arte, cultura e patrimônio para quem?


Eu não sei você, mas nunca tive a honra de ser convidada a conhecer o terceiro andar do Palácio do Planalto. Mesmo se tivesse, não saberia identificar, no fino desenho talhado na madeira, que o relógio no corredor se tratava de uma rara peça de relojoaria de Martinot, com traçado de André-Charles Boulle. Se alguma pessoa mais versada nos sinuosos caminhos da mobília francesa me contasse tais detalhes, acrescentando, ainda, que se tratava de um presente de Luís XIV, rei da França, a D. João VI, rei de Portugal, que o trouxe para o Brasil com vinda da corte portuguesa, em 1808, minha resposta não poderia ser outra: e o que é que um símbolo do pacto colonial entre duas monarquias escravocratas faz adornando a capital da República?


Que nenhum curador de arte do Palácio do Planalto jamais tenha feito essa pergunta é um sintoma do traço que permanece entre as transições do poder pelas quais passou nosso país em mais de 500 anos de história: nunca houve ruptura da hegemonia branca nos espaços de poder e, por consequência, nos espaços que definem o que é arte, o que é cultura, o que é patrimônio. Antes que me acusem de fazer apologia da destruição de obras de valor "inestimável": não faço, absolutamente. Quero, apenas, chamar a atenção para a disputa de narrativa acerca dos símbolos de poder em uma democracia. O que se propõe é a democratização do acesso e da oportunidade de fruição, pela sociedade, da arte produzida e preservada historicamente pelas elites econômicas. 


Há uma longa distância entre celebrar e apreciar o valor da história e da técnica de uma obra de arte de 200 anos e elegê-la como mártir de um atentado violento à democracia brasileira, como têm feito alguns discursos que em muito se assemelham ao que poderiam defender, sem pudor, os monarquistas que ocuparam a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, nos últimos anos.


A leitura crítica do patrimônio cultural de origem colonial é um dos desafios impostos à política de educação patrimonial a ser fortalecida pelo Estado brasileiro a partir dos acontecimentos em 8 de janeiro. Quantas obras de artistas negros foram selecionadas pela curadoria de arte dos Palácios dos Três Poderes? Por que não convidar os artistas negros a representar os próprios sonhos e aspirações?


Dos escombros de mais uma grave afronta à democracia surge a oportunidade de avançar no compromisso simbólico firmado na passagem da faixa ao novo presidente, que a recebeu do povo brasileiro. O povo brasileiro quer subir a rampa, quer entrar no palácio e, ao entrar, quer se deparar também com representações de suas celebrações e corpos que sejam mais do que a interpretação erudita de uma beleza e de uma alegria exóticas, essencialistas. 


Di Cavalcanti começou a pintar aos 11 anos — a quantos jovens brasileiros é dada a mesma oportunidade? Quantos poderão acompanhar e aprender com o trabalho de restauro das obras destruídas? Quantos deles não serão brancos? Considerando a relevância do movimento modernista na renovação das diversas expressões artísticas brasileiras, que crítica se faz à exclusão de artistas negros de um movimento de vanguarda que se propôs construir uma nova identidade nacional? 


São perguntas incômodas para um momento de crise, mas que devem ser feitas, sob o risco de que a restauração do patrimônio cultural destruído por atos de terrorismo seja também a restauração de uma narrativa conhecida sobre o valor de uma arte excludente, elitista, cuja apreciação e fruição é para poucos privilegiados. É também nesse vácuo de participação social e de identificação entre os símbolos do poder e a vida vivida pela população, que o fascismo sabe tão bem manipular, que cresce o ódio que culminou nas cenas que nos abateram naquele triste domingo. 


O patrimônio cultural acautelado pelo Iphan é de todos, na letra na lei, mas é preciso, ainda, que seja para todos, não como imposição estética das elites ao povo que se pretende "educar", mas como construção coletiva, que não apague a memória dos vencidos e dos explorados em nome da conservação de bens "inestimáveis".


A vinda da família real portuguesa para o Brasil, além de trazer nos cofres mobília francesa, triplicou, em 13 anos, o número de africanos e afrodescendentes escravizados no país. Diante da necessidade de elencar prioridades de gastos do governo federal, talvez a restauração do relógio de Martinot possa aguardar o socorro ao Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, que, não por acaso, passou os últimos quatro anos — também — sob ataque de bolsonaristas extremistas e raivosos. 


(FERREIRA, Bruna da Silva. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opi-

niao/2023/02/5071292-artigo-arte-cultura-e-patrimonio-para-quem.html)

Em relação às ideias do texto, a autora:
Alternativas
Q4365436 Português

Arte, cultura e patrimônio para quem?


Eu não sei você, mas nunca tive a honra de ser convidada a conhecer o terceiro andar do Palácio do Planalto. Mesmo se tivesse, não saberia identificar, no fino desenho talhado na madeira, que o relógio no corredor se tratava de uma rara peça de relojoaria de Martinot, com traçado de André-Charles Boulle. Se alguma pessoa mais versada nos sinuosos caminhos da mobília francesa me contasse tais detalhes, acrescentando, ainda, que se tratava de um presente de Luís XIV, rei da França, a D. João VI, rei de Portugal, que o trouxe para o Brasil com vinda da corte portuguesa, em 1808, minha resposta não poderia ser outra: e o que é que um símbolo do pacto colonial entre duas monarquias escravocratas faz adornando a capital da República?


Que nenhum curador de arte do Palácio do Planalto jamais tenha feito essa pergunta é um sintoma do traço que permanece entre as transições do poder pelas quais passou nosso país em mais de 500 anos de história: nunca houve ruptura da hegemonia branca nos espaços de poder e, por consequência, nos espaços que definem o que é arte, o que é cultura, o que é patrimônio. Antes que me acusem de fazer apologia da destruição de obras de valor "inestimável": não faço, absolutamente. Quero, apenas, chamar a atenção para a disputa de narrativa acerca dos símbolos de poder em uma democracia. O que se propõe é a democratização do acesso e da oportunidade de fruição, pela sociedade, da arte produzida e preservada historicamente pelas elites econômicas. 


Há uma longa distância entre celebrar e apreciar o valor da história e da técnica de uma obra de arte de 200 anos e elegê-la como mártir de um atentado violento à democracia brasileira, como têm feito alguns discursos que em muito se assemelham ao que poderiam defender, sem pudor, os monarquistas que ocuparam a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, nos últimos anos.


A leitura crítica do patrimônio cultural de origem colonial é um dos desafios impostos à política de educação patrimonial a ser fortalecida pelo Estado brasileiro a partir dos acontecimentos em 8 de janeiro. Quantas obras de artistas negros foram selecionadas pela curadoria de arte dos Palácios dos Três Poderes? Por que não convidar os artistas negros a representar os próprios sonhos e aspirações?


Dos escombros de mais uma grave afronta à democracia surge a oportunidade de avançar no compromisso simbólico firmado na passagem da faixa ao novo presidente, que a recebeu do povo brasileiro. O povo brasileiro quer subir a rampa, quer entrar no palácio e, ao entrar, quer se deparar também com representações de suas celebrações e corpos que sejam mais do que a interpretação erudita de uma beleza e de uma alegria exóticas, essencialistas. 


Di Cavalcanti começou a pintar aos 11 anos — a quantos jovens brasileiros é dada a mesma oportunidade? Quantos poderão acompanhar e aprender com o trabalho de restauro das obras destruídas? Quantos deles não serão brancos? Considerando a relevância do movimento modernista na renovação das diversas expressões artísticas brasileiras, que crítica se faz à exclusão de artistas negros de um movimento de vanguarda que se propôs construir uma nova identidade nacional? 


São perguntas incômodas para um momento de crise, mas que devem ser feitas, sob o risco de que a restauração do patrimônio cultural destruído por atos de terrorismo seja também a restauração de uma narrativa conhecida sobre o valor de uma arte excludente, elitista, cuja apreciação e fruição é para poucos privilegiados. É também nesse vácuo de participação social e de identificação entre os símbolos do poder e a vida vivida pela população, que o fascismo sabe tão bem manipular, que cresce o ódio que culminou nas cenas que nos abateram naquele triste domingo. 


O patrimônio cultural acautelado pelo Iphan é de todos, na letra na lei, mas é preciso, ainda, que seja para todos, não como imposição estética das elites ao povo que se pretende "educar", mas como construção coletiva, que não apague a memória dos vencidos e dos explorados em nome da conservação de bens "inestimáveis".


A vinda da família real portuguesa para o Brasil, além de trazer nos cofres mobília francesa, triplicou, em 13 anos, o número de africanos e afrodescendentes escravizados no país. Diante da necessidade de elencar prioridades de gastos do governo federal, talvez a restauração do relógio de Martinot possa aguardar o socorro ao Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, que, não por acaso, passou os últimos quatro anos — também — sob ataque de bolsonaristas extremistas e raivosos. 


(FERREIRA, Bruna da Silva. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opi-

niao/2023/02/5071292-artigo-arte-cultura-e-patrimonio-para-quem.html)

O texto acima pode ser classificado, predominantemente, como: 
Alternativas
Q4365435 Português
Quanto ao processo de formação de palavras, assinale a assertiva correta 
Alternativas
Q4365434 Português
Assinale a assertiva em que a palavra é formada pelo processo de hibridismo:
Alternativas
Q4365433 Serviço Social
A Lei 12.435 de 6 de julho de 2011 altera a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da Assistência Social. De acordo com a referida lei de 2011, no que diz respeito ao papel da vigilância socioassistencial, é correto afirmar:  
Alternativas
Q4365432 Serviço Social
De acordo com os Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4365431 Direito Sanitário
A Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços corres pondentes. Das alternativas abaixo, assinale o único item que não corresponde a um disposto nesta lei:
Alternativas
Q4365430 Serviço Social
Para Ferrarez (2016) ao analisar a atual configuração do capital, observa-se a retomada de preceitos que sustentam o Estado Mínimo, que por sua vez resultam no aumento do assistencialismo e na redução de direitos e gastos sociais públicos. O Serviço Social, neste contexto, enquanto profissão inserida na divisão social e técnica do trabalho deve reconfigurar-se na busca de atender melhor as demandas vivenciadas por seu público alvo (o trabalhador e sua reprodução social) almejando uma _____________ baseada na garantia e defesa de direitos sociais, econômicos, políticos, culturais e da classe trabalhadora. 
Alternativas
Q4365429 Serviço Social
Segundo Feliciano (2018) pensar a relação do Serviço Social brasileiro com os movimentos de organização político social consiste em um mecanismo de resistência, uma vez que a centralidade está em ratificar e avigorar o:  
Alternativas
Q4365428 Serviço Social
A Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS estrutura a política de assistência social em todo o território nacional. Tal legislação assevera que a assistência social é organizada por dois tipos de proteção: a proteção social básica e a proteção social especial. Sobre a proteção básica é correto afirmar:  
Alternativas
Q4365427 Serviço Social
Para Albuquerque et al (2013) qualquer abordagem compreensiva do real preconiza um entendimento lógico da realidade e, neste contexto, as metodologias qualitativas facultam um grau relativo de inteligibilidade aos fenômenos: 
Alternativas
Q4365426 Serviço Social
Segundo Neto e Barros (2014) a pesquisa em Serviço Social está intrínseca ao processo histórico da profissão em seu processo de formulação, prática e:  
Alternativas
Q4365425 Ciência Política
Paiva (2016) afirma que os processos decisórios que envolvem a formulação e implementação de uma política pública são permeados por disputas de interesses e correlações de forças, e também são baseados em: 
Alternativas
Q4365424 Atualidades
Com a eleição e posse de Luiz Inácio Lula da Silva para exercer a presidência do da república de 2023 a 2026, mudanças significativas nas políticas públicas brasileiras já puderam ser evidenciadas. Alguns decretos foram revogados e outros foram criados pensando na população brasileira e na busca pela garantia dos direitos sociais e democracia. Lula empossou como ministra do meio ambiente a historiadora, professora, psicopedagoga e ambientalista Marina Silva. No qual um de seus planos de governo é:
Alternativas
Q4365423 Serviço Social
Para Medeiros (2013) podemos afirmar que o mundo mudou profundamente no século XIX, passando por mudanças através das lutas e resistências de homens e mulheres em busca de direitos coletivos e impulsionados pela ofensiva do capital que já impunha:  
Alternativas
Q4365422 Serviço Social
Segundo Maria Cristina Piana (2009) à categoria profissional do Serviço Social, fica o desafio de preparar profissionais aptos para lidar com as contradições do presente apresentadas pela ordem ____________ e pelo _____________ no conhecimento, e o compromisso com a qualidade na formação que, consequentemente, perpassa todo o trabalho profissional evitando que o Serviço Social fique burocrático, tecnicista, mercantil e sem vida.
Alternativas
Q4365421 Saúde Pública
De acordo com as prerrogativas da Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS – SUS/2001, no que se refere ao controle, avaliação e regulação da assistência à saúde, o fortalecimento das funções de controle e avaliação dos gestores do SUS deve se dar sob algumas dimensões: 
A - avaliação da organização do sistema e do modelo de gestão.
B - bloqueio dos prestadores de serviços.
C - qualidade da assistência e insatisfação dos usuários.
D - resultados e impacto sobre a saúde da população.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4365420 Saúde Pública
A Norma Operacional Básica do Sistema Único De Saúde – NOB-SUS/1996 aponta sobre programação pactuada, controle, auditoria e avaliação no âmbito da saúde. Sobre esses elementos, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4365419 Direito Sanitário
A Constituição Federativa do Brasil de 1988, em seu TÍTULO VIII – CAPÍTULO II – SEÇÃO II assevera o direito à saúde a todo cidadão que dela necessitar. Das alternativas abaixo, assinale a que corresponde a uma das diretrizes da rede regionalizada e hierarquizada e que constituem um sistema único, assegurando:
I - centralização, com direção especial em cada esfera de governo.
II - atendimento parcial e homogêneo, com prioridade para as atividades corretivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais.
III - participação da comunidade.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
21: C
22: D
23: B
24: B
25: A
26: C
27: B
28: A
29: D
30: B
31: C
32: A
33: D
34: B
35: C
36: A
37: D
38: B
39: A
40: C