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Augusto possui uma jornada de trabalho de 9 horas diárias e sempre registra seu ponto antes do início exato das atividades, especificamente de dois a três minutos antes e ainda demora para chegar no seu labor todos os dias, por utilizar transporte fornecido pelo empregador, 40 minutos. Diante desta história hipotética, é correto afirmar segundo a Consolidação da Leis Trabalhistas que:
I – A duração normal de trabalho para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 horas diárias, razão pela qual Augusto faz jus a horas extras.
II – A duração normal de trabalho para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 horas diárias, exceto se for fixado expressamente outro limite, que caso seja a situação de Augusto em seu labor, não fará jus a horas extras.
III – As variações de horário no registro de ponto de Augusto, de dois a três minutos, são computadas como jornada extraordinária.
IV – Caso Augusto atrase os mesmos dois ou três minutos que sempre adianta em sua chegada, terá descontado de sua remuneração.
V – O tempo gasto por Augusto até seu local de trabalho, com transporte fornecido pelo empregador não será computado na jornada de trabalho, por não ser tempo à disposição do empregador.
Um supermercado de renome foi invadido no segundo fim de semana de maio na cidade de Conchas, as investigações da polícia chegaram a possíveis três suspeitos, Marcos, Matheus e Lucas. O que se sabe até então é que a invasão foi cometida efetivamente por um ou mais dos suspeitos, vez que pode ter sido uma ação individual ou em conjunto. Também a polícia descobriu que:
1 – se Marcos é inocente, então Matheus é culpado;
2 – ou Lucas é culpado ou Matheus é culpado, mas não os dois;
3 – Lucas não é inocente.