Questões de Concurso
Para prefeitura de feira de santana - ba
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Texto para a questão
Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.
Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.
Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.
De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.
Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.
Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.
Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.
Texto para a questão
Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.
Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.
Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.
De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.
Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.
Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.
Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.
Texto para a questão
Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.
Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.
Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.
De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.
Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.
Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.
Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.
Uma loja virtual de equipamentos de segurança aplicou um desconto de 20% sobre o preço de tabela de um drone. Mesmo com o desconto, a loja obteve um lucro de 12% sobre o preço de custo do drone. Sabendo que o preço de custo do drone é R$ 1.500,00, temos que o preço de tabela original, ou seja, antes do desconto, é, em reais, igual a:
Um tanque contém 800 litros de uma solução concentrada de álcool e água na razão de 3:5, respectivamente (álcool para água). Para ajustar a concentração, 200 litros da solução são removidos do tanque. Em seguida, são adicionados 200 litros de água pura ao tanque. A nova razão de álcool para água na solução final dentro do tanque é igual a:
Um polígono regular possui a propriedade de que a medida de cada um de seus ângulos internos excede a medida de cada um de seus ângulos externos em 108°. Esse polígono chama-se:
Uma lixeira de escritório tem o formato de um prisma hexagonal regular com 30 cm de altura e a aresta da base medindo 12 cm. Para sua fabricação (considerando o fundo e as laterais, mas sem a tampa), a empresa analisa dois materiais:
Material A (Plástico Reciclado): Custo de R$ 0,018 por cm².
Material B (Aço Leve): Custo de R$ 0,025 por cm².
A diferença aproximada de custo de matéria-prima, em reais, entre uma lixeira feita de Material B e uma feita de Material A é igual a:
(Use √3 ≅ 1,7))
Um termômetro digital registrou a temperatura de −5 °C às 6h da manhã. Às 12h, a temperatura havia aumentado 12 °C. Às 18h, a temperatura caiu o dobro do aumento da manhã. A temperatura registrada às 18h é igual a:
Um agente de segurança decide fazer aplicações mensais de R$ 1.000,00 no dia primeiro de cada mês em um plano de previdência privada que rende 1% ao mês a juros compostos. Após aplicar por um período de 3 meses, temos que o montante acumulado ao final desse período, em reais, é igual a:
Um arquiteto está projetando uma sala retangular cuja área deve ser de 90m². Ele sabe que o comprimento da sala é 3 metros a mais que o dobro de sua largura.
A largura da sala, em metros, é igual a:
O nível de estabilidade de um sistema é dado pelo valor P, onde P é o resultado da expressão A - Bc, com A = 23 + √25, B é o menor número inteiro que satisfaz a inequação 2(x − 5) + 3 > 4x − 1 e C é o valor de y no sistema:

A partir dessas informações, temos que o valor de P é igual a:
Um investidor dividiu um capital em três partes. A primeira parte foi investida em um fundo que rendeu 10% sobre o valor aplicado. A segunda parte, que era o dobro da primeira, foi investida em outro fundo com rendimento de 5%. A terceira parte, que era R$ 500 a mais que a segunda, foi aplicada em um investimento de risco que não rendeu nada. Sabe-se que o rendimento total obtido foi de R$ 300,00.
A partir dessas informações, temos que o capital total investido, em reais, é igual a:
Uma cápsula de retorno espacial tem o formato de uma esfera. Sabe-se que a área da superfície dessa esfera é numericamente igual à quarta parte do seu volume. O raio dessa esfera é igual a:
Um grande reservatório cilíndrico de água, com diâmetro interno de 8 metros e altura de 10 metros, está atualmente cheio até 60% de sua capacidade. Devido a uma manutenção de emergência, 1/4 da água presente será drenada. Sabe-se que o processo de drenagem ocorre a uma taxa constante de 25 litros por segundo. Use π = 3.
O tempo, em minutos, que levará para drenar essa quantidade de água é igual a:
Uma empresa de engenharia planeja construir 400 metros de uma ponte em 20 dias, utilizando uma equipe de 10 engenheiros e 30 operários, trabalhando 8 horas por dia. Se, devido a condições climáticas adversas, a eficiência da equipe for reduzida em 20% e a jornada de trabalho diminuir para 6 horas por dia, temos que o total de metros da ponte que a mesma equipe (10 engenheiros e 30 operários) conseguirá construir em 25 dias é igual a:
Em uma análise de dados criminais, verificou-se que 60% dos crimes violentos são cometidos por indivíduos reincidentes, e desses reincidentes, 75% possuem menos de 30 anos. Se o total de crimes violentos registrados foi de 8.000, temos que o número de crimes violentos cometidos por reincidentes com 30 anos ou mais é igual a:
Um técnico de informática recebeu uma quantia para comprar equipamentos. Ele notou que o preço de um monitor é o dobro do preço de uma impressora. Se ele tivesse comprado um monitor e três impressoras, teria gastado exatamente R$ 1.500,00.
A partir dessas informações, temos que o preço do monitor, em reais, é igual a:
O poliedro gerado a partir de um cubo que tem todos os seus vértices cortados por seções planas é chamado de Cubo Truncado. Este poliedro é um dos 13 Sólidos de Arquimedes e possui 14 faces, sendo 6 faces que são octógonos regulares e 8 faces triangulares.
O total de arestas desse poliedro é igual a:

Disponível em: https://www.geogebra.org/m/a5juzy4w. Adaptado.