Questões de Concurso
Para prefeitura de araçariguama - sp
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Associe os corpos celestes presentes no Sistema Solar com suas descrições correspondentes.
1 - Asteroides
2 - Meteoroides
3 - Cometas
4 - Satélites naturais ou luas
( ) representam fragmentos rochosos de dimensões inferiores aos asteroides, perambulando pelo Sistema Solar. Quando adentram a atmosfera terrestre, inflamam-se, resultando no fenômeno conhecido como meteoro ou estrela cadente. Se atingem o solo, são denominados meteoritos.
( ) São astros que orbitam outros corpos do Universo, como os planetas e os asteroides. A Terra possui apenas um satélite natural, porém existem centenas no nosso Sistema Solar.
( ) são corpos de massa relativamente reduzida, compostos por rochas e gelo. Quando suas órbitas se aproximam do Sol, são iluminados e aquecidos, liberando poeira e gases, formando uma característica cauda.
( ) são massas rochosas que circundam o Sol e possuem tamanho inferior ao de um planeta. Uma quantidade significativa deles está agrupada em um cinturão localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter, havendo também outro cinturão além da órbita de Netuno.
A associação correta é, respectivamente:
A temática abordada sobre Matéria e Energia engloba a análise de materiais e suas metamorfoses, bem como a investigação das diversas fontes e modalidades de energia empregadas na vida cotidiana. Este estudo tem como objetivo principal a construção de saberes acerca da natureza da matéria, assim como as distintas aplicações e utilização da energia.
Assinale a alternativa que NÃO abrange o objeto de conhecimento pertinente a esta unidade temática.
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta:
I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado,
II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
No que diz respeito àstécnicas de manipulação de bonecos de luva (fantoches), analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a opção CORRETA:
I – A cabeça e as mãos podem ser esculpidas ou modeladas em diversos tipos de materiais.
II – No mamulengo, é incomum o uso de madeira e papel maché.
III – Outras variações de manipulação de luva são aquelas em que a mão do manipulador articula a boca do boneco, além dos dedoches e a técnica cruzada.
No que diz respeito à encenação teatral, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Une diversas formas de arte, como artes plásticas, literatura, dentre outras.
II – Pode ser entendida como a manifestação cênica de um discurso, utilizando elementos visuais e sonoros.
III – Não mantém relação com a arquitetura teatral.
Com relação à expressão corporal, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – A linguagem corporal nada mais é do que uma forma de comunicação verbal.
II – A linguagem corporal é posterior ao nascimento da palavra.
III – A linguagem corporal não é importante apenas para as artes cênicas, sendo útil também para outras atividades.
No que se refere à leitura dramática e suas características, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Não é recomendada para peças complexas.
II – O foco na palavra escrita permite que obras literárias ricas em diálogos e monólogos sejam trazidas à vida de maneira envolvente e intensa.
III – É imprescindível a presença de cenários.
No que diz respeito à história do teatro no Brasil, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:
I – Em determinados momentos, a dramatização foi utilizada pelos jesuítas visando à catequização dos índios.
II – O século XVI representa a era de ouro do teatro nacional, sobretudo em razão do parnasianismo.
III – A chegada da família real impediu que o teatro se desenvolvesse no Brasil.
No excerto “Ela tranca-se no quarto”, o agente da ação expressa pelo verbo é, ao mesmo tempo, o paciente. A voz verbal que corresponde a tal construção é a:
Observe o mapa a seguir:

Assinale a alternativa que indica onde está concentrada a maior parte da população brasileira.
"O centro de todas as coisas é a Terra."
- Aristóteles
"O céu é o lar dos planetas, estrelas e outros corpos celestes. A Terra está no centro do universo."
- Ptolomeu
"A Terra é imóvel e o centro do universo."
- Nicolau Copérnico (1473-1543)
Considerando o movimento aparente do Sol no céu, qual das seguintes afirmações é cientificamente correta?