Questões de Concurso Para prefeitura de araçariguama - sp

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Q3485453 Astronomia

Associe os corpos celestes presentes no Sistema Solar com suas descrições correspondentes.


1 - Asteroides

2 - Meteoroides

3 - Cometas

4 - Satélites naturais ou luas


( ) representam fragmentos rochosos de dimensões inferiores aos asteroides, perambulando pelo Sistema Solar. Quando adentram a atmosfera terrestre, inflamam-se, resultando no fenômeno conhecido como meteoro ou estrela cadente. Se atingem o solo, são denominados meteoritos.


( ) São astros que orbitam outros corpos do Universo, como os planetas e os asteroides. A Terra possui apenas um satélite natural, porém existem centenas no nosso Sistema Solar.


( ) são corpos de massa relativamente reduzida, compostos por rochas e gelo. Quando suas órbitas se aproximam do Sol, são iluminados e aquecidos, liberando poeira e gases, formando uma característica cauda.


( ) são massas rochosas que circundam o Sol e possuem tamanho inferior ao de um planeta. Uma quantidade significativa deles está agrupada em um cinturão localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter, havendo também outro cinturão além da órbita de Netuno.


A associação correta é, respectivamente:

Alternativas
Q3485452 Pedagogia
Considerando a abordagem construtivista proposta pela psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem, analise as opções a seguir e indique a alternativa que melhor reflete a influência na formação dos esquemas de conhecimento de um aluno.
Alternativas
Q3485451 Biologia
A unidade temática Vida e Evolução aborda questões relacionadas aos seres vivos, ecossistemas e a importância da preservação da biodiversidade. No ensino fundamental, os estudantes exploram a participação do ser humano nas cadeias alimentares e seu impacto no ambiente. Assinale a alternativa que NÃO faz parte do objeto de estudo da Ciências nesse estágio.
Alternativas
Q3485450 Química

A temática abordada sobre Matéria e Energia engloba a análise de materiais e suas metamorfoses, bem como a investigação das diversas fontes e modalidades de energia empregadas na vida cotidiana. Este estudo tem como objetivo principal a construção de saberes acerca da natureza da matéria, assim como as distintas aplicações e utilização da energia.


Assinale a alternativa que NÃO abrange o objeto de conhecimento pertinente a esta unidade temática.

Alternativas
Q3485436 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


 BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta:


I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado,


II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.

Alternativas
Q3485434 Português

Texto para responder à questão.


Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.


No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


 BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam.” Nesse contexto, as palavras “se”, “entre”, “mulheres” e “que” classificam-se gramaticalmente e respectivamente como: 
Alternativas
Q3485374 Artes Cênicas

No que diz respeito àstécnicas de manipulação de bonecos de luva (fantoches), analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a opção CORRETA:


I – A cabeça e as mãos podem ser esculpidas ou modeladas em diversos tipos de materiais.


II – No mamulengo, é incomum o uso de madeira e papel maché.


III – Outras variações de manipulação de luva são aquelas em que a mão do manipulador articula a boca do boneco, além dos dedoches e a técnica cruzada. 

Alternativas
Q3485373 Artes Cênicas
No que se refere à dramaturgia grega, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do autor da obra “As Vespas”, que representa uma sátira ao sistema ateniense de tribunais do júri:
Alternativas
Q3485372 Artes Cênicas
Há inúmeras peças teatrais brasileiras que são muito conhecidas e bem-sucedidas tanto no Brasil quanto em outros países. Com relação ao tema, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do autor da obra “O Santo e a Porca”:
Alternativas
Q3485371 Artes Cênicas
Gregos e romanos contribuíram significativamente para o surgimento e evolução do teatro, exercendo influência até mesmo em autores modernos. Sobre o tema, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome de um dramaturgo romano:
Alternativas
Q3485370 Artes Cênicas

No que diz respeito à encenação teatral, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:


I – Une diversas formas de arte, como artes plásticas, literatura, dentre outras.


II – Pode ser entendida como a manifestação cênica de um discurso, utilizando elementos visuais e sonoros.


III – Não mantém relação com a arquitetura teatral.

Alternativas
Q3485369 Artes Cênicas

Com relação à expressão corporal, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:


I – A linguagem corporal nada mais é do que uma forma de comunicação verbal.


II – A linguagem corporal é posterior ao nascimento da palavra.


III – A linguagem corporal não é importante apenas para as artes cênicas, sendo útil também para outras atividades.

Alternativas
Q3485368 Artes Cênicas
Como se sabe, a arte contribui para o processo de interação entre os alunos, gerando uma série de benefícios. Com relação aos aspectos positivos desse processo, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3485367 Artes Cênicas

No que se refere à leitura dramática e suas características, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:


I – Não é recomendada para peças complexas.


II – O foco na palavra escrita permite que obras literárias ricas em diálogos e monólogos sejam trazidas à vida de maneira envolvente e intensa.


III – É imprescindível a presença de cenários. 

Alternativas
Q3485366 Artes Cênicas

No que diz respeito à história do teatro no Brasil, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:


I – Em determinados momentos, a dramatização foi utilizada pelos jesuítas visando à catequização dos índios.


II – O século XVI representa a era de ouro do teatro nacional, sobretudo em razão do parnasianismo.


III – A chegada da família real impediu que o teatro se desenvolvesse no Brasil.

Alternativas
Q3485365 Artes Cênicas
O teatro grego tem sua origem incerta, havendo autores que situam seu surgimento por volta do século V a. C. É certo, todavia, que mantinha estreita relação com as festividades de uma determinada divindade. Sobre o tema, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome desse deus a quem tais rituais eram dirigidos:
Alternativas
Q3485358 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. São Programas de Transferência de Renda do Governo Estadual, Exceto:
Alternativas
Q3485350 Português
Caso de divórcio (III)


         Ele é um ex-seminarista. Sério, metódico e higiênico. Do tipo que dorme sem amassar o pijama. Dela, todos dizem: é uma santa. Nunca tiveram filhos, e explicam que é por um problema de bacia estreita. Dele, não dela, mas ninguém jamais pediu maiores explicações. Ele é técnico contábil, está muito bem de vida. Ela se dedica a obras benemerentes e a atividades paroquiais. Os dois fizeram cursilho. Certa vez, ele escreveu uma carta ao jornal sobre uma vaga questão de dogma da Igreja e assinou Leigo Alerta. Ela usa o cabelo puxado para trás e amarrado num coque que é uma declaração de princípios. Até que um dia...

          Um dia, por acaso, ligam o rádio no meio de uma transmissão de futebol. E ela ouve um nome: Dulcídio Wanderley Boschilia. Não ouve o resto da frase, não sabe quem é, mas fixa-se no nome como se o agarrasse com os dentes. Dulcídio Wanderley Boschilia. Estremece. Sente uma estranha sensação no peito, uma aflição. Como um sumidouro. Dulcídio Wanderley Boschilia. O que é que está me acontecendo, Deus? Levanta e vai na cozinha tomar água. Quando volta, o marido acabou de desligar o rádio e está tirando a gravata, sinal certo de que se prepara para dormir. Será que ele notou alguma coisa? Dulcídio Wanderley Boschilia. Não consegue dormir. Nunca mais será a mesma. Que fascínio tem aquele nome para mudar uma vida? E o mais estranho é que só de madrugada, o marido roncando como um urso, ela se dá conta que existe um homem que corresponde ao nome. Até então o nome fora uma assombração sem corpo na sua vigília, uma coisa etérea, uma abstração sonora.
         
         Poucas horas antes da missa das seis, a aflição ganha um corpo. Mas que corpo terá Dulcídio Wanderley Boschilia? De volta da missa ela pega o jornal e vira para a página de esportes. Procura uma fotografia. Será este aqui? Deixa ver. Zezinho. Não é este. Tadeu. Cacau. Sente-se ridícula. O massagista Banha. Preciso me controlar. E súbito, num canto da página, a notícia: o árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, que apitou o jogo de ontem, ficará na cidade até amanhã pela manhã, quando embarcará para São Paulo.

          A empregada aparece na sala para pedir instruções para o almoço e descobre a patroa, com o jornal amassado contra o peito, o olhar perdido, e uma expressão na boca que a empregada — se soubesse soletrar a palavra — chamaria de pura lascívia. No mesmo dia, temendo nem ela sabe bem o quê, a empregada pede dispensa, depois de 17 anos com a família.

          Na manhã do dia seguinte, em vez da missa, a mulher vai para o aeroporto. De cabelo solto. O marido fica dormindo. Atenta a todas as chamadas para embarque, a mulher procura em vão por alguém com cara de Dulcídio Wanderley Boschilia. Almoça um bauru com guaraná no balcão do aeroporto e fica até à noite. Só quando descobre que não há mais voos para São Paulo naquele dia é que vai para casa.

      — Onde é que você esteve? quis saber o marido, preocupado.

    — Não interessa. Ela tranca-se no quarto, e nos quatro dias seguintes só sai uma vez, para telefonar a um jornal. Pede o endereço de Dulcídio Wanderley Boschilia em São Paulo. Ninguém sabe.

       Ela deve escrever para a Federação Paulista de Futebol, o Departamento de Árbitros, por aí. Na noite do quarto dia ela declara para o marido:

      — Quero ir para São Paulo.

      — Está bem. Iremos.

     — Você, não. Eu. Quero viver. Quero viver!

     O marido salta com os dois pés no seu peito, como um Watusi, e a manda cambaleando para dentro do quarto. Fecha a porta. Até hoje, só a deixa sair para ir ao banheiro. Ela tem assustado várias pessoas da vizinhança com chamados furtivos, da janela, no meio da noite, e misteriosos bilhetes “para o Dulcídio, em São Paulo. Rápido, rápido!”


VERISSIMO, L. F. Ed Mort e outras histórias. Porto Alegre: L&PM Editores, 1985. 

No excerto “Ela tranca-se no quarto”, o agente da ação expressa pelo verbo é, ao mesmo tempo, o paciente. A voz verbal que corresponde a tal construção é a:

Alternativas
Q3485288 Geografia

Observe o mapa a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que indica onde está concentrada a maior parte da população brasileira.

Alternativas
Q3485287 Astronomia

"O centro de todas as coisas é a Terra."

- Aristóteles


"O céu é o lar dos planetas, estrelas e outros corpos celestes. A Terra está no centro do universo."

- Ptolomeu


"A Terra é imóvel e o centro do universo."

- Nicolau Copérnico (1473-1543)


Considerando o movimento aparente do Sol no céu, qual das seguintes afirmações é cientificamente correta? 

Alternativas
Respostas
441: D
442: A
443: D
444: C
445: A
446: E
447: E
448: C
449: C
450: E
451: D
452: C
453: E
454: B
455: A
456: C
457: X
458: C
459: D
460: E