Questões de Concurso
Para prefeitura de romelândia - sc
Foram encontradas 607 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Desprezando arredondamentos, o capital inicialmente aplicado foi de:
Considere o sistema linear

Após resolver o sistema, conclui-se corretamente que:
Considerando essas condições, o número de comissões distintas que podem ser formadas é:
Durante a elaboração de um levantamento estatístico sobre a produtividade de servidores, foram obtidos os seguintes resultados referentes ao número de atendimentos realizados em determinado período: 18, 20, 21, 22, 22, 24, 26, 27, 30, 40.
Ao analisar a distribuição desses dados, um pesquisador observou que um dos valores pode influenciar significativamente determinada medida de tendência central.
Nessas condições, é correto afirmar que:
Uma prefeitura pretende implantar um programa de monitoramento do consumo de água em prédios públicos.
Para isso, observou que o consumo médio mensal C(x), em metros cúbicos, pode ser estimado pela função C(x)=x2−12x+45 em que x representa o número de meses transcorridos desde o início da implantação do programa.
Com base nas propriedades dessa função quadrática, é correto afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Considere o seguinte trecho retirado do texto:
"A escola deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual."
Caso a oração seja corretamente reescrita na voz passiva analítica, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, obtém-se:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No último parágrafo, o autor afirma que:
"O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela."
A principal estratégia argumentativa utilizada nesse trecho consiste em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Durante a substituição do telhado de um prédio público, parte da equipe executaria serviços sobre a cobertura, a mais de três metros de altura. Antes do início da atividade, o técnico em segurança do trabalho reuniu os trabalhadores para reforçar a obrigatoriedade do cumprimento das normas de segurança, destacando que a prevenção de acidentes depende tanto do uso adequado dos equipamentos quanto da adoção de procedimentos seguros durante toda a execução do serviço.
Considerando as normas de segurança aplicáveis aos trabalhos em altura, assinale a alternativa correta.
Nesse caso, a conduta correta consiste em:
Durante a implantação de um sistema de drenagem pluvial em uma via urbana, o projeto previa a construção de diversas caixas de inspeção distribuídas ao longo da tubulação. O engenheiro explicou que esses dispositivos facilitam as atividades de manutenção preventiva e corretiva, reduzindo custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema.
A principal finalidade das caixas de inspeção é:
Uma equipe da Prefeitura foi designada para realizar a recuperação de uma laje que apresentava infiltrações recorrentes durante períodos de chuva intensa. Após vistoria técnica, verificou-se que a impermeabilização existente havia perdido sua eficiência, permitindo a passagem de água para o interior da edificação e provocando deterioração dos revestimentos e da estrutura de concreto.
A finalidade principal da impermeabilização é:
Durante a reforma de uma escola municipal, a equipe iniciou os serviços de assentamento de piso cerâmico em uma das salas de aula. Entretanto, antes da aplicação da argamassa colante, o encarregado observou que o contrapiso apresentava pequenas ondulações, resíduos de argamassa endurecida e pontos de baixa resistência, fatores que poderiam comprometer a aderência das placas cerâmicas e reduzir a vida útil do revestimento.
Diante dessa situação, a conduta tecnicamente mais adequada é:
Essa providência é tecnicamente necessária porque:
Ao executar uma parede de blocos cerâmicos, o pedreiro utilizava constantemente linha, nível e prumo, interrompendo o serviço sempre que identificava pequenos desalinhamentos. Embora esse procedimento aumentasse o tempo de execução, o profissional explicou que corrigir os desvios durante a obra evita retrabalhos e melhora a qualidade final da edificação.
A utilização contínua desses instrumentos durante o levantamento da alvenaria tem como principal objetivo:
Durante a construção de um prédio público, o engenheiro responsável determinou a execução correta dos baldrames antes do levantamento das paredes. Explicou aos trabalhadores que essa etapa possui papel fundamental na segurança da edificação, pois faz parte da estrutura responsável pela transmissão dos esforços para as fundações.
Nesse contexto, é correto afirmar que o baldrame tem como principal função:
Na execução de uma calçada de concreto destinada ao acesso de uma escola municipal, o responsável pela obra orientou que o concreto fosse preparado rigorosamente de acordo com o traço especificado no projeto, utilizando materiais limpos e de boa procedência. Explicou ainda que a utilização de componentes inadequados ou em proporções incorretas pode reduzir significativamente a resistência e a durabilidade da estrutura.
Considerando a composição do concreto convencional empregado na construção civil, assinale a alternativa correta.