Questões de Concurso Para prefeitura de gaspar - sc

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Q2046022 Português
Fogo: da catástrofe à conservação ambiental

O fogo em vegetação é um fator ecológico que pode ser benéfico ou maléfico, dependendo de como, onde, quando e por que ele ocorre. Se descontrolado, torna-se incêndio florestal e causa destruição; se bem planejado, pode contribuir para a manutenção do clima e conservar a sociobiodivesidade. Assim, o manejo do fogo - que, no Brasil, pode estar prestes a ganhar legislação federal própria - deve considerar as necessidades ambientais e sociais, para reduzir seus efeitos negativos.

O mundo enfrenta incêndios cada vez mais catastróficos, com efeitos severos sobre clima, biodiversidade e pessoas. Esse agravamento dos efeitos negativos do fogo está relacionado às alterações climáticas (ventos mais fortes, regime pluviométrico alterado e temperaturas elevadas), associadas à ampliação das fontes de ignição, provenientes do aumento populacional e da ocupação irregular de novas áreas.

As alterações climáticas tornam a vegetação mais seca - que se torna matéria combustível -, facilitam a propagação do fogo e tornam mais difícil seu combate - mesmo que este último conte com aumento de investimentos financeiros, aporte de pessoal e mais infraestrutura. Além disso, a meta de 'fogo-zero' em vegetação gera um processo de retroalimentação positiva aos incêndios, pois mais combustível fica acumulado no ambiente.

Como exemplo, podem ser citados os incêndios: em Portugal, em 2017; na Austrália, em 2019 e no ano seguinte; no Pantanal brasileiro, em 2020; e na Grécia e Califórnia, em 2021. Em 2022, também não faltaram exemplos ruins: novamente na Califórnia (EUA), na Sibéria, em Chernobyl (Ucrânia) e vários países da Europa.

No Brasil, podemos citar o incêndio que atingiu o Parque Nacional de Brasília, afetando aproximadamente 30% de sua área, e os da Amazônia, onde o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais registrou a maior quantidade de focos de calor dos últimos 12 anos.

Situações extremas como essas atingiram vidas humanas, geraram perda de solo fértil, alteraram a qualidade e quantidade de água, bem como aumentaram as emissões de gases de efeito estufa.

É inegável que o medo que o fogo exerce contribui para sua predominante visão negativa. O fogo foi usado indiscriminadamente em guerras, controle e dominação, provocando devastação social e ambiental. O processo de colonização do Brasil iniciou-se em um bioma considerado sensível ao fogo, a Mata Atlântica, no litoral, onde incêndios impactavam bens de consumo e exportação, como lenha, pau-brasil e madeiras de importância naval.

Há, porém, a possibilidade de empregá-lo como uma forma de conservação ambiental embora, claro, seja necessário tomar todo o cuidado e ter certificação de que o uso do fogo é seguro tanto para pessoas quanto para ecossistemas. Dessa forma, não se argumenta em favor de queimadas em qualquer lugar, horário e feitas de qualquer forma, visto que é justamente isso que se busca prevenir por meio do uso do fogo como meio de conservação ambiental.

SILVA, Camila Souza. Et al. Fogo: da catástrofe à conservação ambiental. Ciência hoje. Disponível em: ental ://cienciahoje.org.br/artigo/fogo-da-catastrofe-a-conservacao-ambiental/ Acesso em: 04 nov., 2022.
A partir da leitura do texto "Fogo: da catástrofe à conservação ambiental", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O fogo pode ser positivo ou negativo, considerando-se alguns fatores, como o motivo de ter iniciado, a região onde ocorre e quando ele ocorre.
(__)Os efeitos negativos do fogo dizem respeito, exclusivamente, aos fatores ambientais, pois os biomas são extremamente afetados.
(__)Um dos principais argumentos contra o uso do fogo como meio de conservação ambiental é o medo causado pelo histórico do uso desse elemento.
(__)É importante atear fogo em diversos locais, indiscriminadamente, a fim de proteger as pessoas que moram nas redondezas desses locais de perigos que vivem na vegetação.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q2046018 Português
Fogo: da catástrofe à conservação ambiental

O fogo em vegetação é um fator ecológico que pode ser benéfico ou maléfico, dependendo de como, onde, quando e por que ele ocorre. Se descontrolado, torna-se incêndio florestal e causa destruição; se bem planejado, pode contribuir para a manutenção do clima e conservar a sociobiodivesidade. Assim, o manejo do fogo - que, no Brasil, pode estar prestes a ganhar legislação federal própria - deve considerar as necessidades ambientais e sociais, para reduzir seus efeitos negativos.

O mundo enfrenta incêndios cada vez mais catastróficos, com efeitos severos sobre clima, biodiversidade e pessoas. Esse agravamento dos efeitos negativos do fogo está relacionado às alterações climáticas (ventos mais fortes, regime pluviométrico alterado e temperaturas elevadas), associadas à ampliação das fontes de ignição, provenientes do aumento populacional e da ocupação irregular de novas áreas.

As alterações climáticas tornam a vegetação mais seca - que se torna matéria combustível -, facilitam a propagação do fogo e tornam mais difícil seu combate - mesmo que este último conte com aumento de investimentos financeiros, aporte de pessoal e mais infraestrutura. Além disso, a meta de 'fogo-zero' em vegetação gera um processo de retroalimentação positiva aos incêndios, pois mais combustível fica acumulado no ambiente.

Como exemplo, podem ser citados os incêndios: em Portugal, em 2017; na Austrália, em 2019 e no ano seguinte; no Pantanal brasileiro, em 2020; e na Grécia e Califórnia, em 2021. Em 2022, também não faltaram exemplos ruins: novamente na Califórnia (EUA), na Sibéria, em Chernobyl (Ucrânia) e vários países da Europa.

No Brasil, podemos citar o incêndio que atingiu o Parque Nacional de Brasília, afetando aproximadamente 30% de sua área, e os da Amazônia, onde o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais registrou a maior quantidade de focos de calor dos últimos 12 anos.

Situações extremas como essas atingiram vidas humanas, geraram perda de solo fértil, alteraram a qualidade e quantidade de água, bem como aumentaram as emissões de gases de efeito estufa.

É inegável que o medo que o fogo exerce contribui para sua predominante visão negativa. O fogo foi usado indiscriminadamente em guerras, controle e dominação, provocando devastação social e ambiental. O processo de colonização do Brasil iniciou-se em um bioma considerado sensível ao fogo, a Mata Atlântica, no litoral, onde incêndios impactavam bens de consumo e exportação, como lenha, pau-brasil e madeiras de importância naval.

Há, porém, a possibilidade de empregá-lo como uma forma de conservação ambiental embora, claro, seja necessário tomar todo o cuidado e ter certificação de que o uso do fogo é seguro tanto para pessoas quanto para ecossistemas. Dessa forma, não se argumenta em favor de queimadas em qualquer lugar, horário e feitas de qualquer forma, visto que é justamente isso que se busca prevenir por meio do uso do fogo como meio de conservação ambiental.

SILVA, Camila Souza. Et al. Fogo: da catástrofe à conservação ambiental. Ciência hoje. Disponível em: ental ://cienciahoje.org.br/artigo/fogo-da-catastrofe-a-conservacao-ambiental/ Acesso em: 04 nov., 2022.
Assinale a alternativa que apresenta correção no emprego do acento grave (crase):
Alternativas
Q2044180 Medicina
Leia as afirmativas abaixo:
Podemos afirmar a respeito da mucopolissacaridose do tipo I:
I.É uma doença lisossômica progressiva, de herança autossômica recessiva, causada pela atividade deficiente da alfa-L-iduronidase (IDUA).
II.Em sua forma atenuada, os sintomas desses pacientes costumam iniciar-se entre os 08 meses e 02 anos de idade e progridem de forma lenta.
III.Em sua forma moderada, esses pacientes costumam apresentar evidência clínica da doença entre os 3 e 8 anos de idade.
IV.A identificação da doença em seu estágio inicial e o encaminhamento ágil e adequado para o atendimento especializado dão à Atenção Básica um caráter essencial para um melhor resultado terapêutico e prognóstico dos casos.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q2044179 Medicina
É uma doença de pele rara caracterizada por grande sensibilidade da pele. É uma enfermidade genética que normalmente se manifesta já em recém-nascido e não tem cura, e sua principal característica é o surgimento de bolhas por toda extensão do corpo e mucosas:
Disponível em: https://casahunter.org.br/doencas-raras/epidermolisebolhosa-hereditaria.php
Alternativas
Q2044178 Medicina
É formada pelas chamadas células escamosas ou espinhosas, que têm configuração poliédrica, achatando-se progressivamente em direção à superfície. Nessa camada, encontram-se, ainda, as citoqueratinas K5 e K14 em pequena quantidade e ocorre síntese das citoqueratinas K1 e K10, características do padrão de diferenciação epitelial que leva à queratinização: 
Alternativas
Q2044177 Medicina
Leia o trecho abaixo:
"Nessa forma clínica as manifestações cutâneas, neurológicas e a baciloscopia apresentam características totalmente contrárias às da forma tuberculoide, ocupando o polo oposto no espectro clínico da hanseníase. Ocorre em indivíduos que não ativam adequadamente a imunidade celular específica contra o M. leprae, evoluindo com intensa multiplicação dos bacilos que são facilmente detectáveis tanto na baciloscopia como na biópsia cutânea".

O trecho acima diz respeito a:
Alternativas
Q2044176 Medicina
"As ______________ são um grupo de doenças caracterizadas pela proliferação e pelo acúmulo de células do sistema mononuclear fagocitário que inclui monócitos/macrófagos, células dendríticas dérmicas/intersticiais e as células de Langerhans".
Disponível em: https://graacc.org.br/histiocitose/#:~:text=As%20histiocitoses% as%%0 3%A3o%20um%20grupo,ou%20generalizadas%2C%20reacionais%20 ou%20neopl%C3%A1sicas.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima:
Alternativas
Q2044175 Medicina
Assinale a alternativa CORRETA a respeito da Hanseníase dimorfa.
Alternativas
Q2044174 Medicina
Em relação a anatomia e fisiologia da pele, assinale a alternativa correta a respeito das glândulas sudoríparas écrinas.
Alternativas
Q2044173 Medicina
Os nervos sensitivos, que sempre são mielinizados, em algumas regiões corpóreas como palmas, plantas, lábios e genitais, formam órgãos terminais específicos. Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos corpúsculos de Meissner.
Alternativas
Q2044172 Medicina
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2044171 Medicina
A respeito da Hanseníase, podemos afirmar:
I.Afeta primariamente os nervos periféricos e a pele, podendo acometer também a mucosa do trato respiratório superior, olhos, linfonodos, testículos e órgãos internos.
II.É causada pelo Mycobacterium bovis, um bacilo álcool-ácido-resistente.
III.A principal fonte de infecção pelo bacilo são indivíduos acometidos pela hanseníase não tratados e com alta carga bacilar.
IV.É uma doença infecciosa de evolução crônica, que embora curável, ainda permanece endêmica em várias regiões do mundo, principalmente na Índia, Brasil e Indonésia.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2044170 Medicina
Observe a unidade epidermomelânica abaixo:
Imagem associada para resolução da questão

Os números 1 e 2 representam, respectivamente, os: 
Alternativas
Q2044169 Medicina
A respeito das micoses cutâneas, podemos afirmar que as dermatofitoses:
Alternativas
Q2044168 Medicina
Leia as afirmativas abaixo:
I.A importância biológica, funcional e estrutural do ferro está relacionada com as funções metabólicas das enzimas cuprodependentes, entre as quais a produção de energia durante a respiração celular.
II.O ferro participa em múltiplos processos vitais desde mecanismos celulares oxidativos até ao transporte de oxigênio nos tecidos.
III.O zinco é um componente estrutural e funcional de várias metaloenzimas e metaloproteínas, participando em muitas reações do metabolismo celular, incluindo função imune, defesa antioxidante, crescimento e desenvolvimento.
IV.Existem distúrbios que alteram a homeostase destes metais, como a doença de Wilson e a doença de Menkes no metabolismo do zinco, a hemocromatose, a anemia ferropriva e a anemia de doença crônica no metabolismo do ferro e a acrodermatite enteropática no metabolismo do cobre.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q2044152 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas. Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.


COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022
Assinale a alternativa que apresenta correção no que diz respeito à colocação pronominal, conforme a norma culta da língua portuguesa: 
Alternativas
Q2044150 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas. Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.


COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022
Leia a tirinha a seguir: Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente no segundo e terceiro quadrinhos:
Alternativas
Q2044149 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas. Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.


COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022
A partir da leitura cuidadosa de "Um remédio eficaz contra covid-19?", assinale a alternativa que corretamente apresenta o tipo textual do texto:
Alternativas
Q2044015 Farmácia
Sobre o descarte de medicamentos, considere as asserções a seguir:
I.O decreto 10.388/2020 rege atualmente o descarte de medicamentos, instituindo a logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso, de uso humano, industrializados e manipulados, e de suas embalagens após o descarte pelos consumidores.
II.Segundo as regras nacionais atuais sobre o descarte de medicamentos, as drogarias e farmácias estabelecidas como pontos fixos de recebimento ficam obrigadas, às suas expensas, a adquirir, disponibilizar e manter, em seus estabelecimentos, dispensadores contentores, na proporção de, no mínimo, um ponto fixo de recebimento para cada dez mil habitantes, nos municípios com população superior a cem mil habitantes.
III.A farmácia deverá garantir que o local de descarte de medicamentos esteja sempre disponível e quando os sacos estiverem completos, deverão ser substituídos. Os sacos completos com os resíduos devem ser lacrados, pesados, etiquetados e armazenados até a data da coleta por parte do sistema de recolhimento dos resíduos recicláveis por parte das prefeituras.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2044014 Farmácia
Dentre as suas atribuições, o farmacêutico é responsável pela avaliação farmacêutica do receituário e, no caso de medicamentos sujeitos ao controle especial, deve observar os critérios a respeito de receituários específicos para a dispensação. A Portaria 344/98 é a legislação que aborda os critérios sobre a prescrição e dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial, classificando as substâncias sob controle especial em diversas listas, às quais se aplicam regras específicas para sua prescrição e dispensação, sendo que tais listas são frequentemente atualizadas pela Anvisa, por meio de publicações de Resolução de Diretoria Colegiada. Sobre a Portaria 344 e os medicamentos sujeitos a controle especial, leia as afirmações a seguir:
I.A lista A2 inclui as substâncias entorpecentes de uso permitido somente em concentrações especiais, sujeitas à notificação de receita "A", com exceção das formulações contendo um ou mais componentes, em que a quantidade não exceda 100 miligramas por unidade posológica, e que a concentração não ultrapasse a 2,5% nas preparações de formas indivisíveis. Essas exceções ficam sujeitas à prescrição da "Receita de Controle Especial".
II.Plantas que podem originar substâncias entorpecentes e/ou psicotrópicas também estão listadas na Portaria 344, a exemplo de Cannabis sativum, Datura suaveolens e Peumus boldus.
III.A lista B1 inclui as substâncias psicotrópicas sujeitas à notificação de "B", com exceção das substâncias DIAZEPAM, CLONAZEPAM e BROMAZEPAM, que ficam sujeitos à prescrição da "Receita de Controle Especial", em duas vias.
IV.A lista E trata das substâncias de uso proscrito no Brasil, a exemplo da cocaína, heroína, MDMA, psilocibina, dentre outras.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1301: C
1302: A
1303: D
1304: D
1305: C
1306: A
1307: A
1308: A
1309: B
1310: D
1311: E
1312: C
1313: B
1314: D
1315: D
1316: C
1317: E
1318: A
1319: D
1320: A