Questões de Concurso
Para prefeitura de fraiburgo - sc
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Para uma área de 100 m2 , quantas horas de mão de obra serão necessárias para realizar o serviço?
1. Índice de Aproveitamento: a proporção entre a área máxima da edificação projetada sobre o lote e a área deste mesmo lote. 2. Recuo: a distância entre o limite extremo da área ocupada por edificação e a divisa do lote. 3. Taxa de Permeabilidade: a proporção de área do lote que não recebe pavimentação para absorção de Águas Pluviais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A posse dar-se-á até_________________ dias da data da nomeação, mediante assinatura do respectivo termo, no qual deverá declarar ter conhecimento das atribuições, dos deveres, das responsabilidades e dos direitos inerentes ao cargo para o qual foi aprovado.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Identifique os itens que representam opções válidas dessa barra de ferramentas. 1. Aumentar ou diminuir o tamanho da fonte. 2. Modificar a fonte. 3. Realçar o texto com uma cor escolhida pelo usuário.
Assinale a alternativa que indica todos os itens corretos.
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando as diversas Concepções de Linguagem e o ensino de Língua Portuguesa.
( ) Na Concepção da Linguagem como Instrumento de Comunicação, o fundamental é transmitir a mensagem, levando-se em conta as experiências pessoais dos falantes e o diálogo entre eles. O professor precisa enfatizar o ensino da gramática normativa.
( ) Na Concepção da Linguagem como Expressão do Pensamento, a língua é compreendida como homogênea e estática, pois não considera que a produção de um enunciado possui uma finalidade social. O ensino é prescritivo e o professor deve evidenciar trabalhos com a variedade culta da língua.
( ) Do ponto de vista da Concepção da Linguagem como Forma de Interação, a linguagem é um lugar de interação humana; através dela o sujeito que fala pratica ações que não conseguiria praticar a não ser falando. O professor deve trabalhar a leitura, interpretação e produção de textos variados.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Em relação à Interdisciplinaridade e o ensino de Língua Portuguesa, é correto afirmar que:
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Quanto à Tipologia Textual, é correto afirmar que:
1. O texto dissertativo é essencialmente argumentativo e prescinde de conhecimento prévio sobre o assunto.
2. Manuais com instruções para funcionamento de aparelhos eletrônicos, receitas culinárias e bulas de medicamentos são exemplos de textos descritivos.
3. Sobre o texto narrativo é correto dizer que o enredo é prioritário.
4. Linguagem direta e uso de imperativos são características de textos injuntivos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Considere o seguinte excerto:
“Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas da prostração e do declínio cognitivo” […].
O termo “se”, em destaque acima, refere-se:
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Analise as afirmativas abaixo de acordo com o texto.
1. Medicações podem ser substituídas por exercícios.
2. Depressão e esquizofrenia são doenças mentais.
3. O texto é assertivo em relação aos benefícios dos exercícios físicos para os neurônios.
4. Os exercícios físicos estimulam somente o bem-estar dos esquizofrênicos.
5. Os exercícios atuam sobremaneira na produção de neurotransmissores.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A metodologia que fundamenta a tendência pedagógica conhecida como histórico-crítica é intitulada de:
Consta no artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente que o direito à liberdade das crianças e dos adolescentes compreende os seguintes aspectos:
1. Ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.
2. Opinião e expressão.
3. Crença e culto religioso.
4. Brincar, praticar esportes e divertir-se sempre acompanhado de um adulto responsável.
5. Participar da vida política, na forma da lei, podendo votar e ser votado.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São exemplos dessas doenças:
A infecção pelo papiloma vírus humano (HPV) é transmitida principalmente através de relações sexuais desprotegidas.
Esse vírus está associado a diversos tipos de câncer, principalmente o(a):