Questões de Concurso Para prefeitura de bombinhas - sc

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Q4126281 Matemática
Durante uma atividade, uma professora escreveu no quadro quatro números: dois no Sistema de Numeração Decimal e dois no Sistema de Numeração Romano:
● 56
● XLIX
● LXII
● 38
Em seguida, ela pediu aos alunos que escrevessem todos esses números em ordem crescente. Assinale a alternativa que contém a ordem correta em que os alunos devem escrever os números, conforme solicitado pela professora:
Alternativas
Q4126280 Matemática
Para uma determinada receita, são necessários ¾ de litro de leite. Joana já colocou ⅖ de litro de leite na receita. Qual a quantidade de litro de leite que ainda falta para completar a quantidade descrita na receita? 
Alternativas
Q4126279 Matemática
Um mergulhador está a -28 metros de profundidade. Ele sobe 12 metros, depois desce 17 metros e em seguida sobe o dobro do que havia subido da primeira vez. Em que profundidade ele termina após essas variações mencionadas? 
Alternativas
Q4126278 Matemática

Dadas as expressões numéricas:


A = 25 - [10 + (7 - 4)]


B = 174 + 64 x 2 - 13


Assinale a alternativa que contém o valor de A + B 

Alternativas
Q4126277 Matemática Financeira
Francine comprou um automóvel no valor de R$83.500,00. Para o financiamento, foi acrescido um juro total de 12%, sendo o valor final parcelado em 35 vezes. Qual valor a ser pago em cada uma das 35 parcelas? 
Alternativas
Q4126275 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
de-escrever-a-
mao.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-
bar-mobile&utm_campaign=materias) 
Na oração “Andamos a tarde toda.”, há um:
Alternativas
Q4126274 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
de-escrever-a-
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bar-mobile&utm_campaign=materias) 

Analise:


“Ora gosta de bolos, ora gosta de pães.”


Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da oração acima: 

Alternativas
Q4126272 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
de-escrever-a-
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bar-mobile&utm_campaign=materias) 

Analise a citação e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do termo destacado:


“(...) e esse esforço extra estimula mais o cérebro.” 

Alternativas
Q4126271 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
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Assinale a alternativa que não apresenta um sinônimo da palavra “empecilho”
Alternativas
Q4126268 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
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bar-mobile&utm_campaign=materias) 
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4126267 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
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Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto: 
Alternativas
Q4125934 Antropologia
Em relação à chamada "História Local", fundamental para a preservação patrimonial, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q4125933 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Conforme a Lei Complementar 399/2023 do município de Bombinhas, são atribuições do historiador:  
Alternativas
Q4125932 Arquitetura
No que tange à proteção do entorno de bens tombados, conforme a doutrina do Direito Patrimonial e as normas do IPHAN, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4125931 Arquivologia
Sobre a Preservação Digital, identifique o que é verdadeiro e o que é falso:
( ) A "Estratégia de Migração" consiste em converter arquivos de formatos obsoletos para formatos modernos e abertos.
( ) A "Emulação" foca em manter o software original rodando em novos sistemas para preservar a experiência de uso.
( ) A fragilidade dos suportes magnéticos (como CDs e HDs) exige cópias de segurança (backups) constantes e redundantes.
( ) Documentos nato-digitais (criados originalmente em meio eletrônico) não necessitam de metadados de preservação. 
A sequência correta é:  
Alternativas
Q4125930 Arquivologia
Sobre a Gestão de Riscos em acervos museológicos e arquivísticos, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4125929 Filosofia
A "Operação Historiográfica", conforme definida por Michel de Certeau, pressupõe que a produção do conhecimento histórico está intrinsecamente ligada a:
Alternativas
Q4125928 Conhecimentos Gerais
Sobre o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), metodologia utilizada pelo IPHAN, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4125927 História
Sobre alguns dos grandes intérpretes da formação do Brasil e suas obras fundamentais, analise as proposições abaixo:
( ) Francisco Adolfo de Varnhagen, em sua obra História Geral do Brasil, consolidou uma visão oficial e monárquica, centrada na ação heróica dos colonizadores portugueses e na importância do Estado.
( ) Em Casa-Grande & Senzala, Gilberto Freyre utiliza uma abordagem sociológica e antropológica para enfatizar a miscigenação como um elemento de equilíbrio social, embora sua obra seja criticada por alguns por suavizar a violência da escravidão.
( ) Sérgio Buarque de Holanda, na obra Raízes do Brasil, introduz o conceito de "homem cordial", que descreve a tendência do brasileiro em agir pela afetividade e pelo personalismo, o que dificultaria a distinção entre as esferas pública e privada.
( ) Caio Prado Júnior, em Formação do Brasil Contemporâneo, propõe que a colonização brasileira se caracterizava pela exploração voltada ao mercado externo, sendo o país uma colônia de povoamento desde o seu início.
sequência correta é:  
Alternativas
Q4125926 História
No âmbito da salvaguarda do patrimônio, a "Teoria do Restauro" de Cesare Brandi postula que a restauração deve visar:
Alternativas
Respostas
501: A
502: A
503: A
504: D
505: C
506: D
507: B
508: C
509: D
510: C
511: A
512: B
513: C
514: A
515: D
516: D
517: B
518: D
519: B
520: A