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Q4102493 Direito Constitucional

Algumas são as previsões na Lei Orgânica que se direcionam especificamente aos Vereadores, como as previstas em quanto aos seguintes itens:


I. Os Vereadores, no exercício de sua competência, têm livre acesso aos órgãos da administração direta e indireta do Município, mesmo sem prévio aviso;


II. Os Vereadores são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município;


III. É vedado ao Vereador, desde a expedição do diploma, celebrar contrato com a Administração Pública, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes.


Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4102492 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Pode-se afirmar, conforme a Lei Orgânica, que sempre que o Prefeito manifestar o propósito de, pessoalmente, apresentar seu relatório anual sobre a sua gestão no exercício anterior ou expor assuntos de interesse público perante a Câmara, comunicá-lo-á ao Presidente do Legislativo Municipal, que o receberá:
Alternativas
Q4102491 Direito Constitucional
Considerando o Poder Legislativo no âmbito municipal, representado pela Câmara Municipal, a qual é composta pelos Vereadores que foram devidamente eleitos, analise as alternativas que seguem e assinale a que apresenta informação considerada INCORRETA, com base na Lei Orgânica.
Alternativas
Q4102490 Noções de Informática

Um médico de uma Unidade de Pronto Atendimento precisa localizar rapidamente, na internet, um artigo científico publicado no portal da Fiocruz sobre manejo clínico de arboviroses. Para tornar a pesquisa mais precisa no Google Chrome, ele decide utilizar recursos da barra de endereços/pesquisa do navegador e operadores de busca do Google. Considerando o funcionamento padrão do Chrome e dos mecanismos de pesquisa, analise as assertivas a seguir:


I. Para pesquisar de forma restrita e exclusiva dentro do site da Fiocruz, o médico deve utilizar o operador procurar:fiocruz.br antes do termo desejado.


II. A barra de endereços do Chrome serve apenas para digitar URLs completas (como https://fiocruz.br/); caso o médico digite uma palavra-chave nela, o navegador exibirá uma mensagem de erro.


Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4102489 Noções de Informática

Um servidor abriu uma pasta de trabalho no Microsoft Excel 365 contendo diversas planilhas organizadas em guias na parte inferior da tela. Sobre as opções de seleção e agrupamento de planilhas, analise as partes que seguem:


(1ª parte): Para selecionar duas ou mais guias de planilhas que estejam em posições consecutivas, o usuário deve clicar na primeira guia e, mantendo a tecla Shift pressionada, clicar na última guia do intervalo desejado.


(2ª parte): Quando o usuário seleciona múltiplas guias simultaneamente, o Excel entra no modo de “grupo”, o que significa que qualquer dado ou formatação aplicada na planilha ativa será replicada automaticamente nas outras abas agrupadas.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4102488 Noções de Informática

Durante o processo de encerramento das atividades diárias, um servidor público salvou o relatório em que estava trabalhando e clicou na guia Arquivo do Microsoft Word 365 para realizar ajustes de segurança e verificar o histórico de outros arquivos da repartição. Considerando as funcionalidades e a organização visual da tela que se abre ao acessar essa guia, analise as assertivas:


I. A área central da guia exibe uma lista de documentos que permite ao usuário alternar entre a visualização de arquivos acessados recentemente e arquivos fixados.


II. A opção Novo permite tanto abrir documentos em branco quanto baixar e utilizar modelos pré-formatados, como currículos, relatórios e calendários.


III. O recurso para criptografar o documento com senha está localizado no menu Segurança, dentro do comando Proteger Documento.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4102487 Noções de Informática
Um servidor de uma unidade de saúde trabalha simultaneamente com o sistema de triagem de pacientes, uma planilha de escala de médicos e um editor de texto para relatórios operacionais. Para organizar melhor suas demandas diárias e evitar a mistura de atendimento com tarefas burocráticas, ele decidiu utilizar um recurso nativo do Windows 11 que permite criar e gerenciar múltiplas áreas de trabalho isoladas na mesma máquina. O recurso do Windows 11 utilizado pelo servidor para essa finalidade é denominado:
Alternativas
Q4102486 Noções de Informática
Durante o monitoramento de endemias, um servidor gerou uma planilha eletrônica com os índices de infestação pelo mosquito Aedes aegypti nos bairros do município. Para organizá-lo na rede, ele tentou nomear o arquivo como [Centro] Aedes aegypti 2026/atual.pdf. No entanto, o sistema operacional Windows 11 impediu o salvamento do arquivo devido a um caractere inválido. Diante disso, assinale a alternativa que explica CORRETAMENTE o motivo desse bloquei
Alternativas
Q4102485 Matemática
Um arquivo central utiliza caixas organizadoras em formato cúbico para o armazenamento de documentos históricos. Cada uma dessas caixas possui uma aresta interna medindo exatamente 40 centímetros. Para fins de otimização e cálculo de carga nas prateleiras, a equipe de logística precisa saber o volume interno disponível em cada unidade. Diante disso, qual é o volume total, em centímetros cúbicos, de uma única caixa organizadora utilizada pelo setor, considerando que ela deve ser preenchida até o limite de sua borda superior?
Alternativas
Q4102484 Matemática Financeira
Um edital de aquisição de insumos hospitalares previu um valor máximo de referência de R$ 500.000,00. Após a fase de lances da licitação, a empresa vencedora apresentou uma proposta final com um desconto total de 18,5% sobre o valor inicialmente orçado pela Administração Pública. Diante do resultado da sessão pública e considerando a economia gerada para o erário público e o valor nominal, em reais, que a Administração deverá desembolsar para a contratação efetiva desses insumos após a aplicação do referido desconto?
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Q4102483 Matemática
Em uma repartição, 60 processos estão aguardando análise, sendo que 15 deles tratam de solicitações de licença-capacitação e os demais referem-se a pedidos de aposentadoria. Um servidor da unidade decide retirar, de forma aleatória, um processo da pilha para iniciar o despacho imediato. Diante disso, qual é a probabilidade exata de que o processo selecionado ao acaso pelo servidor seja especificamente um dos que tratam de licença-capacitação, expressando o resultado em termos de porcentagem para o relatório de produtividade?
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Q4102482 Matemática
Uma praça pública que possui o formato de um retângulo passará por um processo de revitalização do seu piso. As dimensões do terreno são de 40 metros de comprimento por 25 metros de largura. A Administração pretende instalar uma borda de proteção em todo o contorno da praça e, simultaneamente, cobrir toda a superfície central com grama sintética. Considerando os dados métricos fornecidos pela planta baixa do projeto e paisagismo, qual é o valor numérico que representa a área total, em metros quadrados, que será destinada ao plantio da grama?
Alternativas
Q4102481 Matemática
Em um depósito de materiais de escritório, o estoque total de resmas de papel A4 e pastas suspensas soma 1.200 unidades. Sabe-se que a quantidade de pastas suspensas supera o triplo da quantidade de resmas de papel em exatamente 200 unidades, devido a uma remessa extraordinária recebida no último trimestre para a organização de arquivos inativos. Com base nessas informações sobre o inventário físico atual do setor, qual é a quantidade exata de resmas de papel A4 que se encontram armazenadas no depósito no momento da contagem?
Alternativas
Q4102480 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

A análise da estrutura e dos processos de formação das palavras permite compreender como os morfemas constroem o sentido dos vocábulos no texto. Com base nos conceitos de morfologia e nos termos empregados no texto, analise as afirmações a seguir:


I. O elemento “des” em desigualdades é um prefixo que acrescenta à palavra a ideia de intensidade.


II. Na palavra analisar, o elemento sublinhado corresponde a vogal temática do verbo.


III. A palavra alunos apresenta desinência de gênero masculino marcada pela letra “s”.


Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q4102479 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

Analise o uso do conectivo destacado no seguinte trecho do último parágrafo: Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial. Do ponto de vista da coesão textual, a substituição de apesar de mantém a coerência e a correção gramatical do trecho em:
Alternativas
Q4102478 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto afirma que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos, aproximando-se da Meta 8 do PNE. Em seguida, pondera que esse dado não mostra desigualdades locais (como os 9,4 anos na zona rural). A relação lógica e a hierarquia de ideias estabelecidas entre essas duas informações configuram uma relação de:
Alternativas
Q4102476 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No segundo parágrafo, ao tratar da faixa de 0 a 3 anos, o texto afirma: Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte. A articulação dessas informações permite depreender que:
Alternativas
Q4102475 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No terceiro parágrafo, o autor contextualiza a oscilação dos índices de frequência escolar com a seguinte construção: Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%). Do ponto de vista semântico e relacional, a expressão entre nesse contexto específico, assume o valor de:
Alternativas
Q4102474 Sociologia

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

Analise as assertivas abaixo sobre os motivos que levam os jovens de 15 a 29 anos a interromperem os estudos antes da conclusão do Ensino Médio:


I. O imperativo econômico de inserção no mercado de trabalho formal ou informal atua como principal vetor de evasão escolar entre a população masculina.


II. O trabalho não remunerado, manifestado em responsabilidades domésticas e de cuidado, configura-se como um entrave cultural e social preponderante para a continuidade dos estudos por parte das mulheres.


III. As razões para o abandono escolar são simétricas entre os gêneros, visto que tanto homens quanto mulheres prioritariamente deixam a escola para assumir funções de provedores financeiros ou do lar.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4102473 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades

    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência escolar bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado, gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também é clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera as desigualdades racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas na Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

O Plano Nacional de Educação estabelece diretrizes e metas para diferentes etapas e modalidades da educação brasileira. Com base nos dados divulgados pela Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2025 apresentados no texto, analise as partes que seguem:


(1ª parte): O aumento da taxa de frequência escolar bruta na faixa de 0 a 3 anos (de 2016 para 2024) comprova que a Meta 1 do PNE foi atingida antes do prazo previsto.


(2ª parte): O comportamento do indicador de frequência escolar para os jovens de 18 a 24 anos revela que houve uma evolução linear e constante, aproximando a juventude brasileira das metas de universalização do Ensino Superior.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Respostas
121: D
122: B
123: A
124: D
125: C
126: C
127: B
128: B
129: A
130: D
131: B
132: A
133: C
134: A
135: C
136: D
137: B
138: D
139: B
140: C