Questões de Concurso Para prefeitura de morro redondo - rs

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Q4289889 Português

Gravidez reduz oportunidades e autonomia de

meninas, mostra pesquisa


     A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, a pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo.

     De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação.

     "Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos", disse.

    Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral е profissional dessas jovens.

       A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação. O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens.

     Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável.

     Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.

    "Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público", avaliou.

   O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho. Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-

08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostrapesquisa (adaptado).


Considere o seguinte período retirado do texto: Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. Sobre a oração sublinhada e sua relação lógica com a oração principal, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F): 

() A oração sublinhada expressa uma ideia de concessão, visto que introduz uma ressalva que não impede a ocorrência do fato principal.
() O conectivo sublinhado estabelece uma relação de causa, demonstrando que a semelhança de partida é o motivo do acúmulo de perdas.
() A estrutura sublinhada indica uma quebra de expectativa, demonstrando que condições iniciais parecidas não garantem desfechos equivalentes.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4289888 Português

Gravidez reduz oportunidades e autonomia de

meninas, mostra pesquisa


     A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, a pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo.

     De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação.

     "Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos", disse.

    Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral е profissional dessas jovens.

       A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação. O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens.

     Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável.

     Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.

    "Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público", avaliou.

   O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho. Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-

08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostrapesquisa (adaptado).


A respeito da palavra interrupção, utilizada no primeiro parágrafo do texto, analise as seguintes afirmações sobre sua estrutura:

I. Trata-se de uma palavra formada por derivação prefixal e sufixal na Língua Portuguesa.
II. O vocábulo é estruturado com o prefixo inter- (indicador de posição intermediária ou limite) e o sufixo -ção (indicador de ação).
III. Trata-se de uma derivação regressiva, visto que surge a partir do encurtamento fônico do verbo interromper.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4289887 Português

Gravidez reduz oportunidades e autonomia de

meninas, mostra pesquisa


     A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, a pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo.

     De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação.

     "Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos", disse.

    Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral е profissional dessas jovens.

       A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação. O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens.

     Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável.

     Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.

    "Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público", avaliou.

   O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho. Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-

08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostrapesquisa (adaptado).


 No segundo parágrafo, a CEO da Plan Brasil define a gravidez na infância ou adolescência como um ponto de inflexão. No contexto em que se insere, a expressão destacada significa:

Alternativas
Q4289886 Português

Gravidez reduz oportunidades e autonomia de

meninas, mostra pesquisa


     A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, a pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo.

     De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação.

     "Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos", disse.

    Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral е profissional dessas jovens.

       A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação. O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens.

     Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável.

     Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.

    "Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público", avaliou.

   O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho. Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-

08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostrapesquisa (adaptado).


A partir da perspectiva contida no sexto parágrafo do texto, ao tratar da realidade de grávidas menores de 14 anos que não conseguiram acessar a interrupção legal da gestação, analise as seguintes assertivas:
I. A interrupção da gravidez resultante de abuso sexual em menores de 14 anos é amparada pela legislação brasileira.
II. O texto subentende que o sistema público de saúde e as redes de proteção falham em operacionalizar os direitos garantidos por lei.
III. É possível subentender que os profissionais de saúde agem com eficiência ao exigir a conclusão de todas as gestações nessa faixa etária.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4289885 Português

Gravidez reduz oportunidades e autonomia de

meninas, mostra pesquisa


     A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, a pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo.

     De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação.

     "Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos", disse.

    Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral е profissional dessas jovens.

       A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação. O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens.

     Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável.

     Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.

    "Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público", avaliou.

   O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho. Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-

08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostrapesquisa (adaptado).


Ao analisar as informações e a argumentação do texto, conclui-se que o seu tema central reside na:
Alternativas
Q4289694 Pedagogia
Analise o texto a seguir:

A transição do modelo médico para o modelo social da deficiência representou uma mudança significativa na compreensão das barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência. Enquanto o primeiro se concentrava na limitação individual e em estratégias de normalização ou reabilitação, o segundo passou a reconhecer que a exclusão decorre, sobretudo, das barreiras físicas, comunicacionais, pedagógicas, atitudinais e institucionais existentes na sociedade. No campo educacional, essa transformação desloca o foco da adaptação do estudante para a revisão das práticas escolares, das políticas públicas e da organização dos sistemas de ensino, visando assegurar o acesso, a participação, a aprendizagem ео desenvolvimento de todos.

Com base na evolução histórica dos modelos de compreensão da deficiência e nos pressupostos da educação inclusiva, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4289693 Pedagogia
Durante o primeiro trimestre letivo, uma Professora percebeu que um estudante apresentava dificuldades persistentes na leitura, na escrita e na organização das ideias ao realizar atividades escolares. Apesar dessas dificuldades, o estudante demonstrava curiosidade, participava das aulas, resolvia problemas do cotidiano e apresentava bom desempenho em atividades que não exigiam leitura ou produção escrita. Após um diálogo com a família e a equipe pedagógica, a escola passou a adotar estratégias diferenciadas de ensino e acompanhamento individualizado. Considerando essa situação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4289692 Pedagogia
Acerca do conceito de integração na Educação Especial, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) O conceito de integração está historicamente relacionado ao princípio da normalização, difundido inicialmente nos países escandinavos na década de 1960.
( ) Na perspectiva da integração, cabia predominantemente à sociedade adaptar-se às necessidades das pessoas com deficiência, eliminando barreiras físicas, pedagógicas e atitudinais.
( ) O princípio da normalização buscava proporcionar às pessoas com deficiência condições de vida o mais próximas possível daquelas consideradas normais pela sociedade.
( ) A perspectiva da integração foi posteriormente questionada pelas concepções inclusivas, que passaram a enfatizar a transformação dos sistemas sociais e educacionais, e não apenas a adaptação do indivíduo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4289691 Pedagogia
Uma escola observou que parte dos Professores atribuía as dificuldades de aprendizagem de alguns estudantes exclusivamente às condições socioeconômicas e familiares, considerando que pouco poderia ser feito pela instituição para modificar esse cenário. Em contraposição, a equipe gestora propôs ações de aproximação com as famílias, criação de espaços permanentes de diálogo e desenvolvimento de estratégias pedagógicas articuladas entre escola e comunidade. Considerando as concepções contemporâneas sobre a relação entre escola, família e desenvolvimento infantil, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4289690 Pedagogia
Uma Professora dos Anos Iniciais organizou um projeto em que diferentes componentes curriculares utilizavam a literatura infantil como recurso pedagógico. Durante as atividades, os estudantes participaram de contação de histórias, dramatizações, produção de desenhos, rodas de conversa e interpretação de músicas relacionadas às narrativas. O objetivo era ampliar as formas de leitura do mundo, estimular a imaginação e favorecer a participação de todos os estudantes, respeitando suas diferentes formas de expressão e aprendizagem. Considerando os pressupostos das práticas educativas inclusivas, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4289689 Pedagogia
Acerca do desenvolvimento cognitivo na primeira infância, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) As pesquisas contemporâneas demonstram que os bebês possuem capacidades cognitivas desde o nascimento, incluindo habilidades para processar estímulos sensoriais e aprender com as experiências.
( ) O desenvolvimento cognitivo se inicia apenas quando a criança adquire linguagem oral, pois antes desse período predominam exclusivamente respostas reflexas.
( ) A interação entre predisposições biológicas e experiências vivenciadas contribui para o desenvolvimento progressivo das capacidades cognitivas dos bebês.
( ) O reconhecimento das competências cognitivas precoces reforça a importância de ambientes que favoreçam interações, exploração e aprendizagem desde os primeiros anos de vida. 

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4289688 Pedagogia
Diferentes teorias educacionais fundamentam distintas formas de compreender o processo de ensino e aprendizagem, influenciando a organização curricular, a prática pedagógica e o papel atribuído aos Professores e aos estudantes. Enquanto algumas perspectivas enfatizam a transmissão sistemática dos conhecimentos produzidos historicamente, outras defendem a aprendizagem como resultado da interação social, da problematização da realidade ou da construção ativa do conhecimento. Considerando essas diferentes concepções teóricas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4289687 Pedagogia
Considere o texto a seguir:

A disciplinaridade didático-pedagógica, ao fragmentar oS conhecimentos e desvinculá-los das experiências concretas dos estudantes, tende a privilegiar uma formação centrada na especialização precoce e em resultados imediatos. Esse cenário é reforçado por valores como o individualismo e a competitividade, característicos da lógica capіtalista, constituindo obstáculos à consolidação de uma educação omnilateral, comprometida com o desenvolvimento integral do ser humano.

Considerando os pressupostos da educação omnilateral e suas implicações para a prática pedagógica, assinale a alternativa CORREТА. 
Alternativas
Q4289686 Pedagogia
A legislação educacional brasileira estabelece que o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia do Atendimento Educacional Especializado (AEE) aos educandos com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, assegurando sua oferta de forma transversal aos diferentes níveis, etapas e modalidades da educação. Considerando esse dispositivo legal, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4289685 Pedagogia
Uma Professora organizou uma atividade utilizando uma bola confeccionada com diferentes texturas, cores, enchimento de fibra e um guiso em seu interior. Na brincadeira, as crianças eram incentivadas a localizar a bola pelo som, explorar suas características táteis e realizar movimentos de alcance, manipulação e lançamento. Nessa situação, o recurso pedagógico contribui, CORRETAMENTE, para o desenvolvimento de: 
Alternativas
Q4289684 Pedagogia
São princípios por meio dos quais o ensino será ministrado de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), EXCETO:
Alternativas
Q4289683 Pedagogia
A educação escolar pressupõe o encontro com seres humanos em relação. Sem esse relacionamento, podemos ter outra coisa (instrução, informação, etc.), já que esta é uma das instâncias do processo de humanização, em que o humano se torna humano e constrói sua identidade a partir da convivência com outros seres humanos. Considerando isso, sobre o relacionamento interpessoal, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A falta de relações humanas entre Professor e aluno não representa entraves para o trabalho educativo.
( ) A educação escolar envolve todas as dimensões do sujeito, seja em termos mais individuais (intelectual, física, afetiva, ética, estética, lúdica, religiosa) ou mais sociais (sociopolítico-econômico-cultural).
(  O relacionamento interpessoal é algo que sempre dá para se planejar ou prever em termos de ações concretas.
( ) Idas ao pátio para aproximação não formal não se configuram como uma estratégia de relacionamento interpessoal.
( ) Algumas práticas podem ajudar na construção do relacionamento interpessoal, como por exemplo, iniciar as crianças desde cedo no trabalho em grupo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4289682 Pedagogia
Conforme Ilma Passos Alencastro Veiga, a abordagem do Projeto Político-Pedagógico (PPP), como organização do trabalho da escola como um todo, está fundada em princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita. Diante disso, NÃO faz parte dos princípios norteadores do PPP:
Alternativas
Q4289681 Pedagogia
Podemos imaginar um dia em que não haja mais nota na escola - ou qualquer tipo de reprovação mas certamente haverá necessidade de continuar existindo avaliação, para se acompanhar o desenvolvimento dos educandos e ajudá-los em suas eventuais dificuldades. Sobre os desafios da mudança da avaliação, analise as partes que seguem:

Por que é tão difícil mudar a avaliação? É muito difícil porque exige, antes de mais nada, uma mudança de postura do educador tanto em relação à avaliação propriamente dita, quanto à educação e à sociedade (no limite) (1ª parte). O substrato de uma nova concepção da avaliação está na tomada de posição: estar a serviço da reprodução ou da transformação! (2ª parte). É portanto, simplesmente uma questão "técnica", como por exemplo, fazer semana de provas, fazer avaliação cumulativa de conteúdos, exames com consulta, em dupla, etc. (3ª parte)

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4289680 Pedagogia
O conhecimento escolar é dinâmico e não uma mera simplificação do conhecimento __________que se adequaria à faixa etária e aos interesses dos ____________ segundo Ilma Passos Alencastro Veiga. Daí, a necessidade de se promover, na escola, uma _____________ aprofundada sobre o processo de produção do ___________, uma vez que ele é, ao mesmo tempo, processo e produto. A análise e a compreensão do processo de produção do conhecimento escolar ampliam a ____________sobre as questões curriculares.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Respostas
261: B
262: C
263: C
264: C
265: C
266: D
267: A
268: C
269: D
270: A
271: C
272: C
273: B
274: B
275: C
276: C
277: A
278: B
279: C
280: B