Questões de Concurso Para prefeitura de gentil - rs

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Q3327905 Matemática Financeira
Anne contraiu um empréstimo de R$ 12.000,00 sob uma taxa de juros simples mensal de 9% e pretende quitar sua dívida em 7 meses. Assinalar a alternativa que corresponde ao montante que Anne deverá pagar.
Alternativas
Q3327904 Matemática
Determinado terreno, de formato retangular, será dividido para a construção de campos esportivos. O terreno tem as medidas apresentadas e será dividido conforme a imagem abaixo. As partes A e B são do mesmo tamanho, e cada uma delas é da metade do tamanho da parte C. A parte D tem o dobro do tamanho da parte C, e a parte E, o dobro da D.

Q15.png (189×110)

Considerando−se as informações acima, assinalar a alternativa que apresenta, respectivamente, as medidas da área e do perímetro da parte B.
Alternativas
Q3327903 Matemática
Tatiane viu no aplicativo de música em seu celular a quantidade de tempo que passou ouvindo música em determinada semana. Ao verificar o celular, deparou−se com o seguinte quadro:

Q14.png (216×174)

Com base nas informações apresentadas, assinalar a média de tempo que Tatiane passou ouvindo música diariamente.
Alternativas
Q3327902 Matemática
Uma empresa fabrica chapéus e os comercializa por unidade. Após realizar uma análise de custos e lucros, constatou−se que cada chapéu dessa linha é vendido por R$ 60,00. Além disso, o custo total de produção dessa linha é representado pela expressão 800 + 20x. Com base nessas informações, qual alternativa apresenta a equação do lucro?
Alternativas
Q3327901 Matemática
Marcelo e Juliano estão brincando de jogar bolinhas de papel em uma lata de lixo. Sabendo−se que cada um jogou 20 vezes e que Marcelo acertou 9 vezes e Juliano 13, assinalar a alternativa que apresenta a porcentagem de acertos de cada um, respectivamente. 
Alternativas
Q3327893 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A palavra “irrisório”, no 3º parágrafo, dependendo do contexto, tem como possíveis sinônimos, EXCETO: 
Alternativas
Q3327892 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na crônica, a preocupação com forma está acima da linguagem acessível e clara.
( ) A crônica está diretamente ligada ao cotidiano.
( ) Muitos críticos consideram a crônica um gênero menor.
Alternativas
Q3327891 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A partir das ideias apresentadas no texto, é CORRETO inferir que:
Alternativas
Q3327890 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


Assinalar a alternativa que apresenta a classe das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q3327889 Nutrição
Considerando−se as boas práticas nos serviços de alimentação com o intuito de evitar a proliferação de roedores, assinalar, entre as seguintes, a prática mais adequada.
Alternativas
Q3327888 Conhecimentos de Serviços Gerais
Ao final do expediente, deve−se organizar a ordem de higienização dos seguintes utensílios: copos, panelas e talheres. Considerando−se os princípios de boas práticas de higienização, a sequência de higienização mais adequada é:
Alternativas
Q3327887 Nutrição
Latas de alimentos danificadas, com amassados e estufadas, são um ambiente propício para o crescimento da bactéria causadora da seguinte doença: 
Alternativas
Q3327885 Conhecimentos de Serviços Gerais
Considerando−se as boas práticas, ao realizar a limpeza do piso de uma sala de trabalho, entre as seguintes, a ação mais recomendada é:
Alternativas
Q3327884 Engenharia Hidráulica
Analisar o trecho abaixo e assinalar a alternativa que apresenta o nome da ferramenta descrita.

É usada em instalações hidráulicas para realizar a troca de canos e reparar o encanamento em geral. Também serve para desemperrar torneiras ou registros, sendo uma ferramenta extremamente útil em caso de vazamento de água.
Alternativas
Q3327883 Engenharia Civil
É uma máquina utilizada em obras de construção civil de ampla escala, em conjunto com outros maquinários auxiliares, para nivelamento e acerto do solo. Porém, sua principal aplicação encontra−se em obras de conclusão de terraplenagem e acerto de declives, estendendo−se à mistura de materiais, limpeza de terrenos, cotes de talude e manutenção de estradas. Que máquina é essa?
Alternativas
Q3327882 Engenharia Mecânica
Entre os componentes abaixo, qual é o único que não está inserido no sistema de lubrificação de máquinas?
Alternativas
Q3327880 Legislação de Trânsito
De acordo com a Lei nº 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro, o uso de luzes em veículos obedecerá à seguinte determinação:
Alternativas
Q3327879 Nutrição
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.

_____________ é um eletrodoméstico fundamental na cozinha, projetado para processar e misturar alimentos de maneira eficiente. Consiste em um recipiente transparente com uma lâmina giratória central acionada por um motor elétrico.
Alternativas
Respostas
121: C
122: A
123: B
124: A
125: A
126: D
127: D
128: B
129: D
130: A
131: D
132: C
133: A
134: D
135: B
136: B
137: A
138: D
139: C
140: A