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Q3400507 Legislação Municipal
Baseando-se na Lei Orgânica do Município, as ações e os serviços públicos de saúde são integrantes de uma rede regionalizada e hierarquizada, constituem um sistema único e organizado, de acordo com as seguintes diretrizes:

I. Atendimento parcial, com prioridades desalinhadas, com prejuízo dos serviços assistenciais, conforme realidade epidemiológica. 
II. Comando único exercido pela secretaria municipal de segurança.
III. Centralização, com direção múltipla em cada esfera de governo.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3400506 Legislação Municipal
A respeito da defesa do cidadão e da saúde, fundamentando-se na Lei Orgânica do Município, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A segurança social tem como base o primado do trabalho e por objetivo o bem estar e a justiça social. 
( ) O Executivo Municipal não dará apoio financeiro a segurança pública do Município. 
( ) O Município não implantará política especial de proteção e atendimento aos deficientes, haja vista o custo do processo de implantação ser caro para o município. 
Alternativas
Q3400505 Direito Constitucional
Sobre as relações internacionais constantes na Constituição Federal, no que diz respeito aos princípios, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

( ) Dependência nacional.
( ) Prevalência dos direitos humanos.
( ) Não concessão de asilo político.
Alternativas
Q3400504 Matemática
Eduarda precisa pegar 3 ônibus para chegar ao seu trabalho. Para chegar ao ponto do segundo ônibus, ela tem 4 opções diferentes de ônibus. Para chegar ao ponto do terceiro ônibus, ela tem 2 opções diferentes. Por fim, para chegar ao serviço, ela dispõe de 3 opções diferentes. Sabendo-se disso, de quantas maneiras diferentes Eduarda pode fazer seu trajeto para o serviço? 
Alternativas
Q3400503 Matemática
Em uma pesquisa realizada com 1.200 pessoas sobre a utilização de certo produto, a razão entre a quantidade de pessoas que responderam “sim” e a quantidade de pessoas que responderam “não” é igual a 3/5. Sendo assim, sabendo-se que todos responderam a pergunta, ao todo, quantas pessoas responderam “sim” nessa pesquisa?
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Q3400502 Noções de Informática
O gestor de uma indústria que produz motores elétricos desenvolveu a planilha abaixo contendo o histórico de vendas durante o ano de 2023. Considerando-se que o gestor utilizou o Microsoft Excel 2019 para obter a quantidade média de vendas durante o ano, qual das fórmulas a seguir pode-se inserir na célula B14 para obtê-la?

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Alternativas
Q3400501 Noções de Informática
O disco do computador de um usuário está quase cheio e ele precisa ficar constantemente excluindo arquivos para liberar espaço para armazenamento permanente. Para resolver esse problema, um profissional de TI sugere que ele aumente a capacidade de armazenamento do seu computador. Considerando-se os seguintes componentes de hardware, a qual deles o profissional está se referindo?
Alternativas
Q3400500 Noções de Informática
No editor de texto Word 2016, qual grupo de funcionalidades não está localizado na guia “Inserir”?
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Q3400499 Gestão de Pessoas
Assinalar a alternativa que está de acordo com as concepções de um profissional que busca uma comunicação eficaz e um relacionamento interpessoal saudável no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q3400498 Direito Financeiro
O Pronampe oferece diversas vantagens para o fortalecimento e a manutenção das micro e pequenas empresas, contribuindo para a estabilidade e o crescimento do setor empresarial brasileiro. Atualmente, é uma política pública permanente, que se caracteriza primariamente como um(a):
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Q3400497 Meio Ambiente
Um levantamento feito pelo MapBiomas Brasil mostrou que, no primeiro semestre de 2023, 2,15 milhões de hectares no Brasil foram queimados. O instituto, formado por organizações não governamentais (ONGs), universidades e empresas de tecnologia, apontou que o número representa uma diminuição de 1% do total da área queimada no mesmo período do ano passado. Qual foi o estado que teve a maior proporção de queimadas?
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Q3400496 Português
A respeito dos numerais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Na frase "Neste semestre, estudarei 5 matérias na faculdade.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 6 meses.
( ) Na frase "Morei naquela casa por um biênio.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 3 anos.
( ) Na frase "Este saco tem duas centenas de bolas.”, os termos sublinhados correspondem a um conjunto de 300 unidades.
Alternativas
Q3400495 Português
Adjetivos são palavras que se relacionam, normalmente, a um substantivo, qualificando-o, isto é, atribuindo características. No contexto das alternativas abaixo, assinalar aquela em que os termos sublinhados pertencem a essa classe gramatical:
Alternativas
Q3400494 Português
Em relação às normas de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3400493 Português

Assinalar a alternativa que apresenta a figura de linguagem contida na tirinha abaixo:



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Alternativas
Q3400492 Português

Considerando-se as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:



I. Palavras que têm duas vogais juntas em sílabas diferentes continuam sendo acentuadas, como nas palavras: crêem, dêem e lêem.


II. O acento diferencial só é obrigatório no verbo “pôr” (colocar) e na forma verbal “pôde” (passado do verbo “poder”).


III. As paroxítonas com “i” e o “u” tônicos são acentuadas, como nas palavras: baiúca, bocaiúva e feiúra.



Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q3400491 Português

Da leitura do trecho abaixo, é CORRETO afirmarmos que:



“De madrugada começava pela missa da Lapa; apenas acabava ia (a/à) das 8 na Sé, e daí saindo pilhava ainda (a/à) das 9 em Santo Antônio.” (Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida). 

Alternativas
Q3400490 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400489 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3400488 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto: 


 “[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo) 

“Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo) 

Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo)




Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

Alternativas
Respostas
141: D
142: B
143: D
144: C
145: B
146: A
147: A
148: C
149: A
150: D
151: X
152: C
153: D
154: A
155: B
156: B
157: C
158: B
159: A
160: B