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Q2337730 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
Fica claro no texto que a preocupação eminente de seu autor é: 
Alternativas
Q2337729 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
O tipo textual predominante responsável pela composição do texto é o:
Alternativas
Q2337728 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
A configuração do texto permite-nos classificálo corretamente como pertencente ao gênero:
Alternativas
Q2337727 Português
Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar


Por que não temos líderes no Brasil que nos motivem para um futuro promissor?


Por que não temos bons professores?


Por que nossos poucos cientistas não falam em público e não são mais úteis e conhecidos?


Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e Decorar.


Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com propriedade, simplesmente não é ensinado nem diariamente treinado. Quem fala é sempre o Professor.


A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas para falar são totalmente diferentes das sinapses para ouvir.


O fato de que você memorizou algo, nunca significa que saberá falar algo com propriedade.


Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês, aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue falar.


Muito menos expor uma ideia nova para um investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar um acordo favorável para o Brasil.


Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler e escrever ou mais, mas nada fazemos.


Aprender a Falar em público com clareza, com consistência, repetindo os pontos chaves, convencendo o outro que suas ideias funcionam, responder as perguntas feitas, simplesmente não é ensinado.


Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte minha.


Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business School onde há 100 anos nos treinam todo dia a solucionar problemas reais, a expor e convencer nossos colegas de nossas soluções, e refutar delicadamente opiniões contrárias.


Todo santo dia.


O professor somente falava nos últimos 10 minutos da aula.


Normalmente apontando o que havíamos esquecido de analisar, elogiando um aluno ou outro.


Por isso no nosso ensino não resolvemos nada, muito menos implantamos nossos grandes problemas nacionais porque ninguém explica direito, porque ninguém entende direito, e assim nada é solucionado.


Só ouvido.


Não temos os famosos debates de pontos de vistas diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em Stanford, Oxford e Harvard.


Temos um sistema educacional voltado a Ouvir, como em todo regime antidemocrático.


Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi dito.


Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
É notório que o texto pertence ao domínio discursivo: 
Alternativas
Q2337726 Pedagogia
Considerando que a Lei nº 9.394/1996, em seu art. 13, trata das incumbências dos docentes, isto é, das responsabilidades atribuídas aos professores que se acham efetivamente em sala de aula, identifique tais incumbências como verdadeiras (V) ou falsas (F) nas funções abaixo relacionadas:

( ) Elaborar e executar sua proposta pedagógica.
( ) Prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento.
( ) Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola.
( ) Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q2337723 Pedagogia
Sabendo que as vinte metas constantes no Plano Nacional de Educação (2014–2024) podem ser divididas a grosso modo em quatro grandes blocos - garantia do direito à educação básica de qualidade; redução das desigualdades e da valorização da diversidade; valorização dos profissionais da educação; e educação superior - indique a opção na qual não consta meta integrante do bloco que busca garantir o direito à educação básica de qualidade:
Alternativas
Q2337722 Pedagogia
Analise o texto a seguir e depois assinale a alternativa cujo enunciado sintetiza adequadamente o paradigma atual.

Ainda na primeira metade do século XX, surgiu o modelo biomédico sobre o conceito de deficiência, interpretando-a como mera barreira ou incapacidade a ser superada pela pessoa que a portava. Em seguida, instalou-se a transição para o modelo social do conceito de deficiência, relacionado à inclusão da pessoa com deficiência e à superação das barreiras estruturais. Atualmente, o paradigma dos direitos humanos é inserido, no intuito de garantir a dignidade, a autonomia e o acesso a todos os direitos sociais da pessoa com deficiência, bem como o combate à violação de seus direitos (SCHMIDT, 1997 apud LOPES, Joseuda B. C. et al. Educação inclusiva. Porto Alegre: Sagah, 2018). 
Alternativas
Q2337721 Pedagogia
Composta por um conjunto sistematizado sobre o funcionamento da vida psíquica através do conceito de inconsciente, essa teoria influenciou grandemente o pensamento educacional, não essencialmente através da aplicação direta de seus postulados ao ensino, mas devido ao fato de promover um estudo do desenvolvimento dos seres humanos, de suas forças interiores e de suas interrelações (GAMEZ, Luciano. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: LTC, 2013). Estamos nos referindo: 
Alternativas
Q2337720 Pedagogia
Em sua teoria histórico-cultural, o psicólogo soviético Lev Vygotsky defendeu veementemente a educação escolar e as mediações por meio dela realizadas como meios para a promoção das funções psicológicas superiores dos alunos (REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva históricocultural da educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012). Com base no arcabouço teórico elaborado por esse estudioso, indique o enunciado que aponta com exatidão para o postulado principal de sua teoria:
Alternativas
Q2337719 Pedagogia
Sabendo que, historicamente, as metodologias analíticas de alfabetização são as que vão das partes para o todo, enquanto as metodologias analíticas são as que partem do todo para as partes (FRADE, Isabel Cristina. Métodos e didáticas de alfabetização: história, características e modos de fazer de professores: caderno do professor. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG, 2005, p. 22ss), correlacione a Coluna B de acordo com a Coluna A, agrupando os diferentes métodos de alfabetização à sua respectiva metodologia:

Coluna A A. Metodologia analítica. S. Metodologia sintética.

Coluna B ( ) método alfabético ( ) método da palavração ( ) método fônico ( ) método da sentenciação ( ) método silábico

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q2337718 Pedagogia
Ao preconizar uma escola centrada no aluno e fundamentada na possibilidade de o aprendiz conduzir o próprio aprendizado, o médico e psicólogo belga Jean-Ovide Decroly propôs o princípio da globalização dos conhecimentos (FERRARI, Márcio. Ovide Decroly: o primeiro a tratar o saber de forma única. Nova Escola, São Paulo, julho de 2018), com base na ideia de que:
Alternativas
Q2337717 Pedagogia
Tendo como fundamento a teoria desenvolvida por Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em seu livro Psicogênese da língua escrita (Porto Alegre: Artes Médicas, 1986), é correto afirmar o que se segue:
Alternativas
Q2337716 Pedagogia
No que se refere à corrente pedagógica inaugurada por Paulo Freire, que estimula a educação problematizadora em vez da educação bancária, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I. Não há uma proposta explícita de didática; o que há, ao invés disso, mais propriamente falando, é uma negação dela.
II. O professor é um coordenador de atividades e animador de discussões, sempre com o objetivo de desmitificar a cultura dominante.
III. Os conteúdos partem de temas geradores (universo temático), extraídos do contexto social e vivencial dos alunos, com enfoque em temas sociopolíticos.
IV. A escola segue um tipo de educação informal, anarquista, antiautoritária e antiburocrática, visando à transformação da personalidade do aluno num sentido libertário e autogestionário.
Alternativas
Q2337715 Pedagogia

Leia a letra da música a seguir, composta por Zé Dantas e Luiz Gonzaga. 


ABC DO SERTÃO


Lá no meu sertão pros caboclo lê

Têm que aprender um outro ABC.

O jota é ji, o ele é lê,

O esse é si, mas o erre tem nome de rê

Até o ípsilon lá é psilone

O eme é mê, o ene é nê

O efe é fê, o gê chama-se guê.

Na escola é engraçado ouvir-se tanto “ê”:

A, bê, cê, dê, fê, guê, lê, mê,

Nê, pê, quê, rê, tê, vê e zê.


O método de alfabetização descrito na letra é compatível com o: 

Alternativas
Q2337714 Pedagogia
LDB atual (Lei nº 9.394/1996), em seu art. 2º, parágrafo único, determina que dois são os objetivos precípuos da educação básica: alfabetização plena e formação de leitores. No ensino fundamental de nove anos, o período conhecido como ciclo de alfabetização compreendia, segundo o Plano Nacional Para a Alfabetização na Idade Certa – PNAIC, o tempo sequencial de três anos (1º ao 3º ano do ensino fundamental). Extinto o PNAIC, esse ciclo deve realizar-se agora, segundo propõe a BNCC (BRASIL, 2018):
Alternativas
Q2337713 Pedagogia
Analise a seguinte situação didática:

Quando ministra suas aulas nos anos iniciais do ensino fundamental, a professora Maricléia segue um estilo pedagógico conservador, de cunho magistrocêntrico, com foco mais na teoria do que na prática, pois entende que o objetivo da escola é formar o aluno intelectual e moralmente para assumir o papel dele na sociedade. Para essa mestra, a relação professor-aluno deve ser sempre verticalizada, marcada pela autoridade e pela disciplina.

Com base nas características apresentadas neste estudo de caso, é possível afirmar que, conforme classificação feita por Dermeval SAVIANI (História das ideias pedagógicas no Brasil. 4.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2013), a tendência pedagógica seguida pela professora Maricléia é a:
Alternativas
Q2337712 Pedagogia
Com base na sutil distinção feita por Magda SOARES entre os conceitos de alfabetização e letramento (cf. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003), julgue as asserções a seguir como Certas (C) ou Erradas (E).

( ) Alfabetização é o processo de aprender a ler e escrever, enquanto letramento é a capacidade de aplicar essas habilidades em contextos escolares.
( ) Alfabetização e letramento são conceitos sinônimos, de sorte que podem ser utilizados de forma intercambiável.
( ) Alfabetização é a capacidade de ler e escrever na língua materna, enquanto letramento é a capacidade de ler e escrever em língua estrangeira.
( ) Alfabetização é a aquisição do sistema de escrita alfabética, enquanto letramento é a utilização da leitura e da escrita como prática social.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q2337711 Direito Tributário
Considere a seguinte situação hipotética: dona Anastácia, moradora da cidade de Santana do PiauíPI estava em viagem ao Município de Gramado-RS, quando veio a falecer. Ela deixou um único bem, que foi um imóvel residencial localizado na cidade de Anápolis-GO. Sua única filha, residente na cidade de São Bernardo do Campo-SP ingressou com inventário no juízo competente. De acordo com as disposições constitucionais aplicáveis, é correto dizer que a competência para a cobrança do imposto sobre a transmissão causa mortis e doação (ITCMD) será:
Alternativas
Q2337710 Direito Tributário
Considere a seguinte situação hipotética: Tânia possui débito para com o Município em que reside referente ao imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) referente aos anos de 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023, no valor total de R$ 7.214,35. Procurando resolver suas pendências, Tânia procurou a Prefeitura de seu Município e imprimiu, por conta própria, um documento de arrecadação municipal (Dam) referente a cobrança de IPTU com o valor de R$ 2.000,00, o qual pagou em seguida. De acordo com as disposições aplicáveis do Código Tributário Nacional, assinale a alternativa que informa corretamente qual deve ser a atitude da autoridade administrativa competente diante do pagamento incompleto de Tânia: 
Alternativas
Q2337709 Direito Tributário
Observe os itens abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta:

I. A vedação à cobrança de tributos instituídos pela União no mesmo exercício em que foi publicada a lei que os instituiu ou aumentou não abrange os empréstimos compulsórios que visem atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência.
II. É vedada a cobrança de IPTU antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada lei que o instituiu e fixou sua base de cálculo, independentemente de ser ou não o mesmo exercício.
III. É vedado à União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional, mas admitese a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento socioeconômico entre as diferentes regiões do País. 
Alternativas
Respostas
381: C
382: E
383: D
384: B
385: A
386: E
387: C
388: C
389: D
390: E
391: B
392: A
393: C
394: C
395: D
396: E
397: B
398: C
399: B
400: E