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Q3288625 Pedagogia
A interação entre família e escola na Educação Infantil impacta diretamente o desenvolvimento infantil e a adaptação ao ambiente escolar. Nesse contexto, a abordagem que favorece a relação da família com o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, é:
Alternativas
Q3288624 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

No Centro Municipal de Educação Infantil Clarisse Lispector as crianças de quatro anos exibem forte domínio motor em brincadeiras de correr e pular, contudo revelam pouco interesse em jogos simbólicos ou narrativas de histórias. Ao mesmo tempo, demonstram baixa participação em atividades de faz de conta e criação literária, indicando um descompasso entre o avanço físico e o desenvolvimento socioemocional.

Diante desse cenário, considerando as fases do desenvolvimento cognitivo, motor e socioafetivo, é CORRETO
Alternativas
Q3288623 Pedagogia
O impacto da tecnologia no desenvolvimento infantil é um tema amplamente debatido na Educação Infantil. Diante disso, o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve adotar práticas que contemplem a:
Alternativas
Q3288622 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre as transformações cognitivo-sociais na primeira infância.

I. A exploração de objetos variados, com texturas e características múltiplas, favorecem o desenvolvimento do raciocínio lógico e de estratégias de solução de problemas entre a faixa etária de 2 e 3 anos.
II. A evolução do domínio motor acontece sem causar impacto no âmbito socioafetivo, visto que as habilidades de locomoção e manipulação não interferem na interação com outros indivíduos.
III. A observação de adultos e colegas no cotidiano amplia a capacidade de imitação, fator essencial para a aquisição de comportamentos e habilidades sociais.
IV.A progressão da comunicação verbal e da autonomia emocional ocorre independentemente do ambiente, pois esses processos são inatos e não sofrem influência de estímulos externos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3288621 Pedagogia
Uma creche recebe um novo aluno com necessidades educacionais específicas, exigindo adaptações físicas e curriculares. Para garantir a participação efetiva do aluno, o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve: 
Alternativas
Q3288620 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

Em uma turma de crianças entre 4 e 5 anos, os momentos de brincadeiras livres foram gradativamente substituídos por atividades formais de leitura e escrita. Após alguns meses, foi avaliado o envolvimento nas propostas, bem como os conflitos recorrentes entre as crianças e o aumento da dificuldade de atenção. De que forma o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve intervir diante desse quadro?
Alternativas
Q3288619 Pedagogia
Para introduzir o conceito de sustentabilidade no cotidiano das crianças promovendo o aprendizado significativo desse tema na Educação Infantil, é necessário:
Alternativas
Q3288618 Pedagogia
Nas escolas de educação infantil, faz-se necessário um controle criterioso no preparo e no armazenamento das refeições, para evitar riscos de contaminação. Considerando as boas práticas de manipulação, analise as afirmativas abaixo.

I. O cozimento cuidadoso de vegetais preserva parte dos nutrientes e estimula o crescimento microbiano, contribuindo para refeições mais saudáveis.
II. A higienização frequente de louças e bancadas com água tratada e produto indicado minimiza infecções de origem alimentar.
III. O congelamento repetitivo de refeições prontas mantém intactos os valores nutricionais, isento de prejuízos ao sabor e à segurança.
IV.O descongelamento à temperatura ambiente acelera o retorno à consistência, tornando dispensável a refrigeração ou micro-ondas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3288617 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

Durante o período de refeição na creche, várias crianças demonstraram recusa sistemática a legumes e verduras, mesmo após a equipe reestruturar o cardápio, acrescentando novas cores e texturas nos pratos. Alguns familiares relataram dificuldades semelhantes em casa, levantando preocupações quanto ao consumo adequado de micronutrientes para o desenvolvimento infantil.
Para que as crianças se adaptem aos poucos a esses alimentos, respeitando a autonomia infantil e as orientações nutricionais, o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve propor: 
Alternativas
Q3288616 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

Em uma creche municipal, uma criança de 2 anos apresentou irritação ocular esverdeada, levando à suspeita de conjuntivite. A educadora acomodou a criança em um espaço separado e realizou a higienização ocular com compressas adequadas. Diante desse cenário, o papel do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil no controle de contágio é: 
Alternativas
Q3288615 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

Durante uma atividade no parquinho, uma criança escorregou e bateu a cabeça contra o chão. O impacto resultou em um rubor na região frontal, mas a criança permaneceu consciente, sem sinais imediatos de desorientação, tontura ou vômito. Considerando os protocolos de primeiros socorros, a conduta CORRETA do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, é:
Alternativas
Q3288614 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê prioridade absoluta no atendimento e proteção dos direitos da criança, estabelecendo obrigações tanto para a família quanto para o Estado e a sociedade. Nesse contexto, para garantir esse direito, a ação do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve contemplar o: 
Alternativas
Q3288613 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre o brincar na primeira infância.

I. A brincadeira bem planejada, com intencionalidade, amplia a criatividade e a expressão emocional fortalecendo aspectos cognitivos e sociais.
II. A introdução de brinquedos tecnológicos sem qualquer mediação substitui de forma plena as interações físicas e simbólicas.
III. Atividades lúdicas compartilhadas promovem o desenvolvimento de vínculos afetivos e aprimoram a comunicação entre as crianças.
IV.A incorporação de brincadeiras cantadas torna-se dispensável em contextos contemporâneos, considerando a variedade de estímulos que as crianças já recebem no meio familiar.
V. A adoção de brincadeiras livres dispensa qualquer planejamento pedagógico, pois a criança desenvolverá todas as habilidades permitidas de forma totalmente espontânea.
VI.O brincar, quando fundamentado em objetivos pedagógicos, pode integrar conhecimentos de diferentes áreas, consolidando uma prática interdisciplinar.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3288612 Pedagogia
O Auxiliar de Desenvolvimento Infantil tem como atribuição orientar as condutas que asseguram tanto o bem-estar das crianças quanto a integridade dos processos educativos. Nesse contexto, diante de informações transmitidas por familiares sobre a condição de saúde de criança de 02 anos, é necessário:
Alternativas
Q3288412 Matemática
O casal Roberto e Tereza, tiveram cinco filhos, Carlos com 2 anos de idade, Adilson com 6 anos, Maria com 12 anos, Davi com 18 anos e Roberta com 22 anos.
Qual a média aritmética das idades dos cinco filhos, em anos?
Alternativas
Q3288405 Matemática
João e Pedro juntos ganham R$ 850,00 por dia, sendo que Pedro ganha R$ 50,00 a mais do que João. Qual a quantia em R$ recebida por João?
Alternativas
Q3288403 Português
Assinale a única alternativa em que a colocação pronominal foi empregada INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q3288400 Português
Assinale a única alternativa em que os sinais de pontuação foram empregados CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3288397 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


A última crônica (Fernando Sabino)

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, largao no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Elenco de cronistas modernos. 21ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.) 
Infere-se do texto que o desejo do autor para sua última crônica é?
Alternativas
Q3288395 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


A última crônica (Fernando Sabino)

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, largao no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Elenco de cronistas modernos. 21ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.) 
Infere-se do texto que o objetivo do autor com suas crônicas é?
Alternativas
Respostas
2061: B
2062: D
2063: C
2064: D
2065: A
2066: D
2067: D
2068: B
2069: C
2070: B
2071: D
2072: C
2073: D
2074: B
2075: A
2076: C
2077: C
2078: A
2079: C
2080: A