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I - Adolescentes se arriscam menos, principalmente quando estão em grupo. Adolescentes apresentam outros comportamentos de risco como uso de álcool e ou drogas ilícitas, brincadeiras pouco seguras, nadar sozinho, esportes radicais etc.
II - Crianças tem atração por água, sendo que as menores de 5 anos apresentam maior risco de se afogar. Anatomicamente, apresentam a cabeça e os membros superiores como as partes mais pesadas do corpo. Por isso, perdem o equilíbrio com frequência ao se inclinarem para frente, e também com frequência não conseguem se erguer. Isso faz com que pequenas quantidades de água em baldes, bacias, banheira, vasos sanitários, seja suficiente para que ocorra um afogamento.
III - É comum acontecer afogamento entre crianças ou adolescentes? Infelizmente, sim. No Brasil, o afogamento é a 1° causa de morte na faixa de 1 a 4 anos, a 2° entre 5 e 9 anos e a 3° entre 10 e 14 anos de idades.
I - Etiologia das cardiopatias congênitas: Os fatores ambientais comuns incluem doença materna (p. ex., diabetes, rubeola, lúpus eritematoso sistêmico) ou ingestão materna de agentes teratogênicos (p. ex., lítio, isotretinoína, anticonvulsivantes). A idade materna é um fator de risco conhecido para certas doenças genéticas, sobretudo síndrome de Down, que podem incluir cardiopatias.
II - Fisiopatologia das anomalias cardíacas congênitas: A cianose aparece quando a hemoglobina (Hb) desoxigenada é > 5 g/dL (> 50 g/L). As complicações da cianose persistente incluem policitemia, baqueteamento dos dedos, tromboembolia (incluindo infarto), doenças hemorrágicas, abscesso cerebral e hiperuricemia. Na tetrologia de Fallot não corrigida, o lactente pode apresentar crises hipercianóticas ou outros defeitos congênitos complexos com estenose subpulmonar dinâmica e defeito ventricular.
III - Sinais e sintomas de cardiopatia congênita: Sopros - A maioria das derivações da esquerda para a direita e das lesões obstrutivas produz – sopro sistólico. Sopros sistólicos e frêmitos são mais audíveis na superfície mais próxima ao seu ponto de origem, ajudando a diagnosticar a localização. A elevação do fluxo através da valva pulmonar ou aórtica produz sopro mesossistólico crescendo-decrescendo (ejeção sistólica). Fluxo regurgitante na valva atrioventricular ou o fluxo através de defeito do septo ventricular muscular causa sopro holossistólico (pansistólico) que encobre o primeiro som do coração (S1) à medida que sua intensidade aumenta.
I - Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP) foi elaborado pela Academia Americana de Pediatria (AAP) em 2000 como uma ferramenta de diagnóstico a fim de possibilitar ao prestador de socorro médico a articulação formal da impressão geral e clínica da criança, estabelecendo a gravidade, categoria da fisiopatologia e determinação do tipo e urgência da intervenção a ser realizada.
II - Os critérios para avaliação do Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP) são – 1. Aparência: Compreende estado mental e tônus muscular. 2. Trabalho: Respiratório. 3. Corda Pele.
III - Na avaliação inicial devemos fazer o ABCDE do trauma – Airway; Breathing; Circulation; Disability e Exposure.
I - A maioria dos casos de bronquiolite é causada por vírus da influenza A e B, vírus da parainfluenza tipos 1 e 2, metapneumovírus humano, adenovírus e Mycoplasma pneumoniae.
II - As causas menos frequentes de bronquiolite e causada por vírus sincicial respiratório (VSR), Rinovírus e Vírus da parainfluenza tipo 3.
III - O vírus se alastra do trato respiratório alto para o médio e pequenos brônquios e bronquíolos, causando necrose epitelial e iniciando uma resposta inflamatória. O aparecimento de edema e exsudato é o resultado da obstrução parcial mais pronunciada na expiração e leva ao aprisionamento do ar nos alvéolos. A obstrução completa e a absorção do ar aprisionado podem levar a múltiplas áreas de atelectasia, o que pode ser exacerbado ao respirar concentrações altas de oxigênio inspirado.