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Q3360873 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja palavra possua prefixo:
Alternativas
Q3360872 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente a justificativa correta para o uso da crase no período: Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.
Alternativas
Q3360871 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde. 
Alternativas
Q3360870 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”.
Alternativas
Q3360869 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Q3360868 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3360867 Português
Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos


      A antiga secretária do campo de concentração de Stutthof, uma das últimas pessoas a ser condenada por crimes na Alemanha nazi, morreu aos 99 anos, anunciou hoje o tribunal onde foi julgada. Acusada de cumplicidade no assassínio de mais de 10.000 pessoas no campo de Stutthof, na atual Polónia perto de Gdansk (Danzig na altura), Irmgard Furchner foi condenada no final de dezembro de 2022 pelo tribunal de Itzehoe (norte da Alemanha) a uma pena de dois anos de prisão suspensa, sentença confirmada em recurso em agosto de 2024.

    Uma porta-voz do tribunal de Itzehoe confirmou à AFP que Furchner tinha morrido, conforme noticiado inicialmente pelo Schleswig-Holsteinische Zeitungsverlag (SHZ), um grupo de jornais locais do norte da Alemanha.

    Com 18 anos de idade no início dos acontecimentos (1943) e 19 anos no final (1945), Furchner era dactilógrafa e secretária de Paul Werner Hoppe, comandante do campo de Stutthof, onde pereceram cerca de 65.000 pessoas, na sua maioria judeus, guerrilheiros polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.

     Devido à sua idade na altura dos acontecimentos, foi julgada por um tribunal especial de menores. A pena suspensa de dois anos teve em conta “a posição subordinada da arguida e a sua eventual reduzida capacidade de resistência devido à doutrinação” da época. A sua defesa tinha apresentado um recurso, que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal, com o fundamento de que não era claro nem estava provado que tivesse conhecimento do que se passava no campo, ou que o seu trabalho colaborasse num processo de assassínio sistemático.

    Irmgard Furchner não falou durante o julgamento nem admitiu qualquer culpa, mas nas últimas audiências disse estar “arrependida de tudo o que aconteceu” e “lamentou ter estado em Stutthof nessa altura”. No primeiro dia do seu julgamento, não compareceu em tribunal, fugindo sozinha do lar de idosos onde residia, sendo encontrada algumas horas mais tarde.

    O caso Furchner reavivou a questão de saber por que razão a justiça alemã demorou tanto tempo a levar ao tribunal os cúmplices dos crimes cometidos pelo nacional-socialismo. Um acórdão do Supremo Tribunal de 1969 - já antes tinham sido proferidas algumas condenações relacionadas com o Holocausto - dificultou a acusação dos autores dos crimes, exigindo que estes provassem a sua cumplicidade em casos específicos e demonstrassem a relação de causalidade entre as suas ações e os crimes.

    Isto levou a que vários processos fossem arquivados, incluindo contra guardas que tinham participado na seleção na rampa de Auschwitz (local à chegada do campo de concentração onde as pessoas eram selecionadas). Uma nova reviravolta na doutrina jurídica surgiu em 2011, quando John Demjanjuk, um antigo guarda de Sobibor, foi condenado por cumplicidade em 28.000 casos de homicídio sem prova de um nexo de causalidade entre as suas ações e as mortes.

    Mais tarde, numa revisão de outra condenação contra um guarda de Auschwitz Oskar Groning, o Supremo decidiu que era suficiente que o arguido tivesse feito parte da máquina da morte e que tivesse ajudado, com o seu trabalho, a perpetrar um grande número de assassínios num curto espaço de tempo. Desde então, houve mais de uma dúzia de julgamentos de pessoas idosas em que as antigas vítimas testemunharam sobre os crimes.

   Em junho de 2024, o tribunal de Hanau, perto de Frankfurt, recusou a comparência de um antigo guarda do campo de Sachsenhausen, de 99 anos, que foi considerado incapaz de comparecer no julgamento por razões de saúde.


Fonte: Uma das últimas condenadas por crimes na Alemanha nazi morre aos 99 anos - CNN Portugal
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3360806 Direito Financeiro
Suponha que o Gestor Público pretenda realizar a contratação de uma empresa para prestação de serviços de limpeza e conservação para o exercício financeiro de 2025 (ano corrente), mas verificou que o orçamento público aprovado pelo Poder Legislativo não possuía dotação orçamentária específica para a referida contratação. Diante do fato apresentado, o procedimento a ser adotado seria:
Alternativas
Q3360805 Administração Financeira e Orçamentária
Selecionado o vencedor da licitação, o Ente público deverá realizar o empenho para a despesa contratada. Sobre o empenho da despesa, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3360804 Direito Administrativo
O Agente Público responsável por um processo licitatório identificou, ao longo do procedimento, uma ilegalidade insanável no certame, ou seja, uma informação incorreta no Termo de Referência, que poderia comprometer todas as demais etapas e documentos posteriores, levando os licitantes a erro na proposta de preços. Diante da constatação do vício insanável, o ato administrativo do Agente deve ser: 
Alternativas
Q3360803 Direito Administrativo
Ato administrativo é a declaração do Estado ou de quem o represente, que produz efeitos jurídicos imediatos, desde que cumpridos os requisitos previstos em lei. Assinale a única alternativa correta no que diz respeito ao ato administrativo de homologação de uma licitação:
Alternativas
Q3360802 Direito Administrativo
A concessão de serviço público corresponde a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade concorrência ou diálogo competitivo, a pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado, enquanto permissão de serviço público se refere a delegação, a título precário, mediante licitação, da prestação de serviços públicos, feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco. Assinale a alternativa que não apresenta um critério de julgamento da licitação para concessão de serviços públicos:
Alternativas
Q3360801 Direito Administrativo
Celebrados dois contratos para fornecimento de bens e outro para prestação de serviços continuados de apoio administrativo. Os dados dos contratos são os seguintes:

- Valor inicial do contrato para fornecimento de bens: R$ 400.000,00.
- Valor inicial atualizado do contrato para fornecimento de bens: R$ 600.000,00.
- Valor inicial do contrato de serviços continuados de apoio: R$ 1.800.000,00.
- Valor inicial atualizado do contrato de serviços continuados de apoio: R$ 2.000.000,00.

Com base nos dispositivos da Lei Federal nº 14.133/2021, os contratados ficam obrigados a aceitar, nas mesmas condições, acréscimos e supressões contratuais, nos valores máximos de:
Alternativas
Q3360800 Direito Administrativo
A duração dos contratos regidos por esta Lei será a prevista em edital, e deverão ser observadas, no momento da contratação e a cada exercício financeiro, a disponibilidade de créditos orçamentários, bem como a previsão no plano plurianual, quando ultrapassar 1 (um) exercício financeiro. Sobre a duração dos contratos decorrentes de licitação prevista na Lei Federal nº 14.133/2021, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3360799 Direito Administrativo
A critério da autoridade competente, em cada caso, poderá ser exigida, mediante previsão no edital, prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e fornecimentos, com o objetivo de assegurar o fiel cumprimento das obrigações contratuais assumidas pela contratada. Sobre a garantia contratual, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3360798 Direito Administrativo
O instrumento de contrato é obrigatório, mas a legislação prevê situações em que o termo de contrato poderá ser substituído por carta-contrato, nota de empenho de despesa, autorização de compra ou ordem de execução de serviço. Assinale a única alternativa que o instrumento de contrato poderá ser substituído por outro instrumento hábil:
Alternativas
Q3360797 Direito Administrativo
A Administração convocará regularmente o licitante vencedor para assinar o termo de contrato ou para aceitar ou retirar o instrumento equivalente, dentro do prazo e nas condições estabelecidas no edital de licitação, sob pena de decair o direito à contratação. Sobre a assinatura do termo de contrato decorrente de licitação, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3360796 Direito Administrativo
O sistema de registro de preços representa o conjunto de procedimentos para realização de registro formal de preços relativos a prestação de serviços e a aquisição e locação de bens para contratações futuras. Assinale a única alternativa correta no que se refere ao sistema de registro de preços: 
Alternativas
Q3360795 Direito Administrativo
Nos casos expressamente previstos na legislação, a Administração Pública poderá dispensar a realização da licitação. Uma das hipóteses previstas para dispensa é o valor da contratação. Suponha que um Ente público queira adquirir combustível para os veículos oficiais. No caso mencionado, o valor máximo para que a contratação ocorra mediante dispensa de licitação será de:
Alternativas
Q3360794 Direito Administrativo
Nos casos em que a competição restar inviável, a licitação será inexigível, mas a legislação obriga a elaboração de documentos como o de formalização da demanda e a realização do levantamento da estimativa da despesa. Assinale a única alternativa que NÃO apresenta uma hipótese de inexigibilidade de licitação prevista na Lei Federal nº 14.133/2021:
Alternativas
Respostas
281: C
282: B
283: C
284: A
285: D
286: B
287: C
288: B
289: B
290: C
291: A
292: E
293: D
294: C
295: C
296: E
297: B
298: A
299: D
300: D