Questões de Concurso Para prefeitura de ponta grossa - pr

Foram encontradas 474 questões

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Q4318641 Atualidades
Conforme notícia divulgada pelo Senado Federal em julho de 2026, durante audiência pública sobre apostas esportivas on-line (“bets”), especialistas destacaram como uma das principais preocupações 
Alternativas
Q4318640 Atualidades
Conforme notícia publicada pela Prefeitura de Ponta Grossa/PR em julho de 2026, os cursos gratuitos ofertados pelo Programa Qualifica+ têm como principal objetivo 
Alternativas
Q4318639 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com o art. 73 da Lei Orgânica do Município de Ponta Grossa/PR, assinale a alternativa que não apresenta uma competência atribuída aos Secretários Municipais. 
Alternativas
Q4318638 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
De acordo com o artigo nº 148 da Lei Orgânica do Município de Ponta Grossa/PR, assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida pelo Município e incentivada com a colaboração da __________, visando ao pleno e integral desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e __________.  
Alternativas
Q4318637 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta. Nos termos do art. 3º da Lei Orgânica do Município de Ponta Grossa/PR, são objetivos dos cidadãos do Município:

I. a universalização do acesso ao ensino superior público.
II. a erradicação da pobreza e da marginalização.
III. a redução das desigualdades nas áreas urbana e rural.
IV. a promoção da pessoa humana, sem distinção de origem, raça, religião, sexo, cor, idade, saúde, riqueza, cultura ou qualquer outra forma de discriminação.
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Q4318636 Segurança da Informação
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Em um ambiente profissional, a segurança da informação não é responsabilidade exclusiva do setor de _________. A proteção das informações deve ser mantida em todo o ambiente organizacional e depende da atuação de _________ que utilizam, armazenam ou compartilham dados. Dessa forma, o cumprimento das políticas e procedimentos de segurança constitui uma responsabilidade _________.  
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Q4318635 Noções de Informática
O Windows 11 (versão português) disponibiliza diversos atalhos de teclado que auxiliam na execução rápida de tarefas e no acesso aos recursos do sistema operacional. Nesse contexto, relacione corretamente os atalhos com suas respectivas funções e assinale a alternativa com a sequência correta (o sinal de + significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).

1. Windows + I
2. Windows + V
3. Windows + L
4. Windows + D

( ) Bloqueia o computador e exibe a tela de bloqueio.
( ) Exibe o histórico da Área de Transferência.
( ) Exibe ou oculta a Área de Trabalho.
( ) Abre o aplicativo Configurações. 
Alternativas
Q4318634 Noções de Informática
Considere as imagens a seguir, extraídas do Microsoft Excel 365 (versão português). 

Q13.png (355×541)
Fonte: Microsoft Excel 365 (versão português).

Considerando as informações apresentadas e os recursos disponíveis no menu “Classificar e Filtrar”, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) O comando “Filtro” pode ser utilizado para exibir apenas os registros que atendam a critérios definidos pelo usuário.
( ) O comando “Classificar do Menor para o Maior” pode ser utilizado para ordenar os valores da coluna “Quantidade” em ordem crescente.
( ) A aplicação de um filtro exclui da planilha os registros que não atendem ao critério selecionado.
( ) O comando “Classificação Personalizada” permite definir critérios específicos para ordenar os dados da tabela. 
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Q4318633 Noções de Informática
Considere o seguinte cenário: uma servidora municipal precisa acessar documentos de trabalho a partir de diferentes dispositivos. Para isso, ela utiliza o Google Drive para armazenar arquivos e sincronizá-los pela Internet. Considerando as informações apresentadas acima, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O serviço descrito caracteriza uma forma de armazenamento em nuvem.
II. Os arquivos armazenados nesse tipo de serviço podem ser acessados pela Internet, desde que o usuário possua as permissões necessárias.
III. A utilização de serviços em nuvem pode facilitar o compartilhamento e a sincronização de arquivos entre dispositivos.
IV. Os arquivos armazenados no Google Drive podem ser sincronizados entre diferentes dispositivos utilizados pelo usuário.
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Q4318632 Noções de Informática
Considere a imagem a seguir, extraída do Microsoft Word 365 (versão português).

Q11.png (292×117)
Fonte: Grupo Revisão de Texto – Microsoft Word 365.

A respeito dos recursos disponíveis no grupo “Revisão de Texto” apresentado na imagem, assinale a alternativa correta.
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Q4318631 Matemática
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Dobrando o raio de uma roda, o número de voltas para percorrer uma mesma distância é reduzido pela metade.
( ) Mantida a distância, velocidade e tempo são grandezas inversamente proporcionais.
( ) Se duas grandezas são inversamente proporcionais, aumentando uma em 20%, a outra diminui exatamente 20%.  
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Q4318630 Matemática
Sabendo que z = x + 6i possui módulo igual a 10, determine o maior valor possível de x. 
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Q4318629 Matemática
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Um reservatório com capacidade de 2,8 m³ comporta exatamente 2.800 litros.
II. Uma placa com área de 0,45 m² possui exatamente 4.500 cm².
III. Uma barra com comprimento de 4,25 m mede 425 mm.
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Q4318628 Matemática
Em um triângulo, dois ângulos internos medem 48° e 71°. O terceiro ângulo mede  
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Q4318627 Matemática
Considere um cubo cuja área total é igual a 864 cm². Seu volume é  
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Q4318626 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
Ao cruzar os dados quantitativos apresentados, o texto sugere que a “resiliência da política” durante o torneio se manifesta de forma específica. Sobre isso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4318625 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
Analise a estrutura sintática do seguinte período: “Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos”. A oração iniciada pela conjunção em destaque classifica-se como
Alternativas
Q4318624 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
O autor utiliza o exemplo da Copa do Mundo de 2022 no Qatar para reforçar um argumento sobre a edição de 2026. É correto inferir que a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol em 2026 é mais imediata porque 
Alternativas
Q4318623 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
No trecho: “A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais...”, a palavra em destaque poderia ser substituída, sem alteração do sentido original, por: 
Alternativas
Q4318622 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
De acordo com o texto, qual é a principal mudança observada no comportamento digital dos brasileiros com o início da Copa do Mundo de 2026? 
Alternativas
Respostas
41: B
42: C
43: A
44: D
45: C
46: D
47: B
48: A
49: D
50: C
51: A
52: C
53: B
54: C
55: C
56: B
57: A
58: B
59: C
60: D