Questões de Concurso Para prefeitura de mandirituba - pr

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Q3746848 Legislação Municipal

De acordo com a Lei Orgânica de Mandirituba, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.



( ) São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo.


( ) O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação dos projetos de sua iniciativa considerados de seu interesse, sem qualquer justificativa ou fundamentação para a solicitação.


( ) A sede do município é a cidade de Mandirituba, na Praça Bom Jesus nº 44, centro.


( ) É da competência administrativa comum do Município, da União e do Estado, observada a lei complementar federal, preservar as florestas, a fauna, a flora e mananciais.


( ) Ao Município, compete modificar e aprimorar a legislação federal e a estadual no for pertinente, visando adaptá-las à realidade local.  

Alternativas
Q3746847 Legislação Municipal

De acordo com o artigo 7º da Lei Orgânica de Mandirituba, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Compete privativamente ao Município de Mandirituba:



I. instituir e arrecadar tributos de sua competência, aplicando suas rendas.


II. criar, organizar e suprimir distritos, observando a legislação estadual pertinente.


III. legislar sobre assuntos de interesse global.


IV. regulamentar o serviço de carros de aluguel, inclusive o uso de taxímetro.


V. adquirir bens, inclusive por meio de desapropriação.  

Alternativas
Q3746846 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a origem do nome “Mandirituba”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3746845 Conhecimentos Gerais

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o expresidente Jair Bolsonaro por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor da condenação.


Apenas __________ divergiu, votando pela absolvição.  

Alternativas
Q3746844 Atualidades
Em 10 de setembro de 2025, um ativista político norte-americano de direita, autor e personalidade da mídia, foi assassinado por disparo de arma de fogo enquanto discursava para uma audiência na Universidade do Vale de Utah em Orem, Estados Unidos. Qual o nome do ativista que foi morto?
Alternativas
Q3746843 Segurança da Informação

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


A ________ garante a identidade de uma pessoa ou entidade no meio digital por meio de um certificado emitido por uma autoridade certificadora. A _________ é utilizada para assinar eletronicamente documentos, comprovando a autoria e impedindo alterações indevidas. Esse processo assegura a _________ e a _________ das informações que são pilares fundamentais da Segurança da Informação. 

Alternativas
Q3746842 Segurança da Informação

Considere as situações a seguir relacionadas à Segurança da Informação em uma empresa:



I. Durante a transmissão de dados entre dois setores parte das informações foi corrompida, resultando em registros de clientes alterados incorretamente no banco de dados.


II. Um colaborador acessou documentos restritos de outro departamento, mesmo não possuindo autorização para tal consulta. A partir das informações apresentadas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.



( ) A situação I representa uma violação do princípio da integridade.


( ) A situação II caracteriza uma violação do princípio da confidencialidade.


( ) Em ambas as situações ocorreu também violação da integridade, pois os dados ficaram corrompidos.


( ) Nenhuma das situações apresentadas está relacionada ao princípio da autenticidade, que visa garantir que a informação é proveniente de uma fonte legítima.  

Alternativas
Q3746841 Noções de Informática

Considere a planilha a seguir criada no Microsoft Excel 365 para controle acadêmico:  



Imagem associada para resolução da questão



O professor determinou os seguintes critérios de avaliação:


1. Aprovado: média das 4 provas ≥ 6 e número de faltas ≤ 10.


2. Reprovado por Nota: média < 6, independentemente das faltas.


3. Reprovado por Falta: faltas > 10, independentemente da média.



Com base na planilha e nas regras apresentadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente as fórmulas a serem aplicadas em:


Coluna F (Média): calcular a média das colunas B até E. 


Coluna H (Situação): aplicar a regra de decisão conforme os critérios estabelecidos.  

Alternativas
Q3746840 Noções de Informática

Considere a seguinte hierarquia de pastas no sistema operacional Windows 10: 



Imagem associada para resolução da questão



Com base nas informações apresentadas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.



I. Se a pasta “Relatórios” for excluída, os arquivos “vendas2024.xlsx” e “anual2023.pdf” também serão removidos.


II. Caso o usuário mova manualmente o arquivo “slides.pdf” da pasta “Apresentações” para a pasta “Textos”, o novo caminho será: C:\Projetos\Documentos\Textos\slides.pdf.


III. É possível renomear o arquivo “resumo.docx” para “resumo_final.pdf” apenas alterando a extensão manualmente, sem modificar o conteúdo do arquivo garantindo sua exibição corretamente.


IV. O caminho absoluto do arquivo “anual2023.pdf” é C:\Projetos\Documentos\Relatórios\anual2023.pdf. 

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Q3746839 Noções de Informática

O Microsoft 365 reúne aplicativos que permitem criar, editar e compartilhar documentos de diferentes formatos. Entre os mais conhecidos estão o Word, o Excel e o PowerPoint, cada um voltado a um tipo de tarefa. Nesse contexto, observe as colunas com os nomes dos aplicativos e algumas de suas características e assinale a alternativa com a sequência correta.



1. Microsoft Word.


2. Microsoft Excel.


3. Microsoft PowerPoint.



( ) Possui recursos como “Controle de Alterações” e criação automática de sumário, muito utilizado em trabalhos acadêmicos.


( ) Permite o uso de funções como PROCV, SOMASE e a criação de Tabelas Dinâmicas para análise de dados.


( ) Disponibiliza a guia “Transições” e a guia “Animações”, que permitem aplicar efeitos nas apresentações.


( ) Suporta a inserção de comentários em células, além de validação de dados para controle de entrada de informações.


( ) Possibilita inserir notas do apresentador, que ficam visíveis apenas para quem expõe a apresentação em modo de exibição.  

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Q3746838 Matemática

As alturas dos jogadores de um time de vôlei são: 1,92m; 1,98m; 2,03m; 2,05m; 1,88m e 1,96m. Logo, a diferença entre a altura do maior jogador e a altura média do time é igual a

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Q3746837 Raciocínio Lógico

Quantos anagramas distintos podem ser formados com as letras da palavra MANDIRITUBA?  

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Q3746836 Matemática

Uma senha de 6 algarismos foi formada a partir dos elementos a15 e a16 de uma progressão aritmética que tem como primeiro termo 23 e razão 18. Então, a senha é formada por

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Q3746835 Matemática

Sabendo que log 2 = 0,30 e log 3 = 0,47, temos log 48 igual a igual a 

Alternativas
Q3746834 Matemática

Uma função é dada por f(x) = 3x-5 . A diferença f(10) - f(5) é igual a 

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Q3746833 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo...”, o uso dos dois-pontos cumpre a função sintática e semântica de  
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Q3746832 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Ao afirmar que o tédio “virou inimigo público #1” e que “férias e caminhadas viraram 'retiros de crescimento pessoal'“, a autora emprega um recurso argumentativo para 
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Q3746831 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Considere o período: “O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.”. Assinale a alternativa que faz a análise sintática e interpretativa mais precisa do trecho.  
Alternativas
Q3746830 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental...”, a palavra “Como” estabelece uma relação sintático-semântica de
Alternativas
Q3746829 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

De acordo com a análise do texto “A Fobia do Nada”, qual é a ideia central defendida pela autora para explicar por que executivos e outros profissionais evitam períodos sem uma ocupação definida?  
Alternativas
Respostas
21: E
22: B
23: D
24: A
25: C
26: A
27: C
28: D
29: D
30: B
31: D
32: C
33: C
34: D
35: B
36: E
37: A
38: C
39: D
40: B