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Q4197455 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa cujo verbo foi conjugado incorretamente. 
Alternativas
Q4197454 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa que apresenta uma trissílaba.
Alternativas
Q4197453 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
“A perda já é irreversível”, isso quer dizer que 
Alternativas
Q4197452 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa correta sobre o uso de “mau” e “mal”. 
Alternativas
Q4197451 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
POSSIVELMENTE é grafado com –ss, assim como
Alternativas
Q4197450 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa correta sobre o uso de “mais” e “mas”.
Alternativas
Q4197449 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
“Possivelmente as perdas poderão ser significativas...” isso quer dizer que
Alternativas
Q4197448 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que foi separada por sílabas corretamente. 
Alternativas
Q4197447 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa que não apresenta nenhum erro ortográfico.
Alternativas
Q4197446 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

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Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
SOJA é grafado com –j, assim como 
Alternativas
Q1363066 Enfermagem
Cabem ao técnico de enfermagem algumas ações em prol do controle dos cânceres do colo do útero e de mama. A respeito disso, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1363065 Enfermagem
Dentre diversos métodos contraceptivos utilizados, alguns também tem função de atuarem contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Assinale a alternativa correta do método que representa essa dupla função, prevenção de DSTs e de gravidez:
Alternativas
Q1363064 Enfermagem
Assinale a alternativa errada, no que diz respeito às habilidades que o profissional de saúde deve desenvolver nas práticas em saúde sexual e reprodutiva:
Alternativas
Q1363063 Enfermagem
Um adulto de 65 anos comentou com o técnico de enfermagem que está com dificuldade para caminhar e para ter equilíbrio. O técnico lhe mencionou os riscos de queda e pediu a descrição de sua residência, para que pudesse, desde já, orientar as melhores condutas, a fim de evitar quedas. Foi realizada a seguinte descrição:
“Eu moro com minha filha, meu genro e minhas duas netas, que são crianças ainda. A casa não é muito grande, minha filha gosta bastante de usar tapetes em todos os cômodos, às vezes tropeço em uns brinquedos que ficam no chão. Para chegar em meu quarto, tenho que subir um lance de escadas, que não são muito iluminadas. O banheiro é coletivo, eu uso chinelo de dedo no banho, ahh... uso o mesmo chinelo há 10 anos, esse chinelo é bom mesmo, resistente!”
Quais os fatores de risco que o técnico de enfermagem deve mencionar para o idoso, visando orientá-lo na realização de mudanças?
Alternativas
Q1363062 Enfermagem
Assinale a alternativa CORRETA, que indica o principal vetor e reservatório da febre amarela urbana:
Alternativas
Q1363061 Enfermagem
O tétano tem como agente etiológico o Clostridium tetani, bacilo gram-positivo, anaeróbio esporulado, que ocasiona hiperexcitabilidade do sistema nervoso central, levando a dificuldade de deglutição e contraturas musculares. Quanto às medidas a serem adotadas com o paciente, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1363060 Enfermagem
Um paciente necessita de uma alta concentração de oxigênio, sendo recomendável a utilização um dispositivo com capacidade de oxigênio de até 95%. Assinale a alternativa CORRETA, que indique qual dispositivo deve ser usado:
Alternativas
Q1363059 Enfermagem
Sobre a técnica ideal utilizada no curativo de feridas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1363058 Enfermagem

Associe os itens a seguir e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:


MATERIAL BIOLÓGICO


I. Urina.

II. Fezes.

III. Secreções.

IV. Sangue.


EXAME SOLICITADO


a. Líquor.

b. EAS.

c. Parasitológico.

d. Sorologia.

Alternativas
Q1363057 Enfermagem
Foi prescrito pelo médico um soro fisiológico 0,9% de 500ml para ser infundido em 12 horas. Qual deve ser o gotejamento desse soro, em macrogotas? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
361: D
362: A
363: B
364: A
365: C
366: A
367: B
368: C
369: D
370: B
371: B
372: C
373: D
374: D
375: A
376: D
377: C
378: B
379: A
380: A