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Texto II

Disponível em: https://x.com/HistoriaNoPaint/status/988828134719008768. Acesso em: 26 set. 2024.
Texto II

Disponível em: https://x.com/HistoriaNoPaint/status/988828134719008768. Acesso em: 26 set. 2024.
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
I- Em “As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação”, há uma oração coordenada sindética adversativa.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo quando se classifica como oração subordinada adverbial temporal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva subjetiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
“As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sem dúvida sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade”.
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
I- Bakhtin e Volóchinov (2006, p. 127) dizem que “a língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual dos falantes”, “mas pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações” (Bakhtin; Volóchinov, 2006, p. 125). Dessa forma, é impossível compreendê-la sem levar em consideração os aspectos sociais e ideológicos que a constituem.
Fonte: BAKHTIN, M./VOLOCHINOV, M. Marxismo e filosofia da linguagem.12ª ed. São Paulo: Hucitec, 2006 [1929].
II- Diferentemente das concepções anteriores, em que a língua era entendida somente como o dispositivo para exteriorizar o pensamento ou para transmitir informações, na concepção dialógica, a linguagem é considerada como forma de interação em que há sujeitos envolvidos, já que eles “são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos” (Koch; Elias, 2006, p. 10).Assim, essa concepção atual situa a linguagem como um espaço de interação humana.
Fonte: KOCH, I. G. V.A interação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2006.
III- A linguagem como forma de interação considera “o sujeito que fala e pratica ações que não conseguiria levar a cabo a não ser falando; e com ela o falante age sobre o ouvinte, constituindo compromissos e vínculos que não preexistiam à fala” (Geraldi, 1984, p. 41). Nesta perspectiva, outros elementos devem ser considerados na enunciação, tais como as condições de produção do discurso, as relações de sentido estabelecidas entre os interlocutores, a intenção, os discursos que circulam socialmente e são materializados na linguagem.
Fonte: GERALDI, João Wanderley. (Org.). O texto na sala de aula: leitura e produção. Cascavel:Assoeste, 1984.
É CORRETO o que se afirma em:
I- De forma geral, as condições às quais o produtor de textos precisa atender estão relacionadas aos seguintes aspectos: conteúdo temático, interlocutor visado objetivo a ser atingido, gênero textual, suporte e o tom a ser dispensado ao texto. Mesmo assim, é preciso destacar que estas condições não são rígidas, pois elas costumam variar bastante nos contextos de produção.
II- As condições de produção compõem o contexto interlocutivo e são acionadas pelos sujeitos, de forma consciente ou inconsciente, no decorrer do processo de elaboração do texto oral ou escrito.
III- O texto é a materialização de uma mensagem, isto é, um fato do discurso: uma passagem falada, escrita ou representada de forma não-verbal que forma um todo significativo, independentemente da sua extensão.
IV- Um texto só se constitui por múltiplos atos de fala, escrita ou representação não-verbal.
De acordo com as características apresentadas, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: MOITA LOPES, L. P. Linguagem, interação e formação do professor. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 75, nº 179/180/181, p. 301-371, jan./dez. 1994.
BRASIL. Educação é a Base. Brasília: MEC, 2017.
Levando em consideração a afirmação de Moita Lopes (1994) e sabendo que a BNCC (Brasil, 2017) estabelece uma concepção de língua e linguagem que deve ser adotada nas aulas de língua portuguesa, analise as assertivas.
I- Independentemente da escolha da perspectiva de língua/linguagem adotada pelo docente, as práticas pedagógicas serão sempre funcionalistas.
II- ABNCC orienta o trabalho docente a partir do texto, numa perspectiva enunciativo-discursiva da língua/linguagem.
III- Apresença dos eixos análise linguística e semiótica revela a preocupação da BNCC em contemplar o trabalho docente com textos verbais e não-verbais na sala de aula.
IV- Moita Lopes defende, no trecho apresentado, a ideia de que o professor deve assumir mais de uma concepção de linguagem, visto que no processo educacional este aspecto é secundário.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
"The novel received critical acclaim for its intricate plot and deep character development; consequently, it was nominated for several prestigious literary awards."
In the sentence below, identify the correctly analyzed morphological structure of the suffixed words:
"The happiness of the children was reflected in their joyful laughter."
"I have been working on this project for two weeks, but I can't finish it before next Monday because my colleagues aren't helping me," John explained yesterday.
Original Passage: "The team discussed the project for several hours. They wanted to ensure that it was both innovative and feasible. However, the budget constraints made the planning difficult, and the members had to reconsider their approach. After some adjustments, the plan was finally approved by the committee, who appreciated its practicality."
One challenge in English language teaching is the overemphasis on certain "standard" forms of English, often British or American, to the exclusion of other varieties. This can lead to a narrow understanding of the language and limit students' ability to interact in global contexts where English is spoken in diverse forms. By exposing students to different accents, dialects, and usages, teachers can prepare them for real-world communication, where English functions as a global lingua franca. This approach also promotes linguistic tolerance and awareness, teaching students that no variety is inherently superior to another, but that different varieties serve different communicative purposes.
For example, a Brazilian student learning British English may encounter challenges when interacting with a Nigerian English speaker due to different pronunciations and expressions. Thus, it's important that students not only learn the grammatical structure of English but also develop the ability to adapt to and understand different varieties of English. This adaptability enhances their global communication skills.
Additionally, the Base Nacional Comum Curricular (BNCC) encourages teaching English as a means of fostering global citizenship and intercultural communication, which implicitly requires an understanding of linguistic variation. Recognizing English as a plural language, with many forms and functions, aligns with the goal of preparing students for global engagement.
Canagarajah, S. (2006). The Place of World Englishes in Composition: Pluralization Continued.College Composition and Communication, 57(4), 586-619.
Why is it important to include linguistic variation in English language teaching, particularly in non-English-speaking countries?