Questões de Concurso Para prefeitura de são francisco - pb

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Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



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É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693553 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Caso a voz verbal da oração “o monstro come vocês!” fosse alterada, o resultado seria: “vocês serão comidos pelo monstro!”. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693552 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

No período composto retirado do Texto III: “Se vocês não se comportarem, o monstro come vocês!”, a oração em destaque se classifica como:
Alternativas
Q3693551 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Acerca do Texto III, analise as assertivas a seguir.

I- O substantivo “monstro” é empregado na tira de forma ambígua.
II- A frustração dos monstros é importante para o estabelecimento da coerência do texto.
III- O humor da tira gira em torno de uma quebra de expectativa.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693423 Serviço Social
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, lançada na sua versão final em 2008, define novos caminhos a serem trilhados pela Educação Especial no Brasil para a efetivação da educação inclusiva na rede regular de ensino.

Com base no texto, é possível afirmar que esse documento: 
Alternativas
Q3693422 Pedagogia
A Lei nº 9.394, aprovada em 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Normatizando o sistema educacional brasileiro, prevê os seus princípios, diretrizes, estrutura e a organização do ensino no país.

O seu artigo 2º estabelece que a educação, dever da família e do Estado, tem como finalidade:
Alternativas
Q3693421 Serviço Social
Os “Subsídios para a Atuação de Assistentes Sociais na Política de Educação” é um importante documento do conjunto CFESSCRESS, elaborado com o objetivo de contribuir para o exercício do profissional de Serviço Social na área da Educação.

Examine as assertivas a seguir que contemplam o conteúdo desse documento.

I- Na perspectiva do Projeto Ético-Político do Serviço Social, a atuação do Assistente Social na educação deve ser orientada pela concepção de educação emancipadora, que permita às pessoas desenvolverem suas potencialidades e capacidades como gênero humano.
II- A inserção de Assistentes Sociais na área da educação tem atendido, sobretudo, às demandas socioinstitucionais voltadas à ampliação das condições de acesso e à permanência da população na política de educação.
III- A ação do Assistente Social no campo da educação deve ser conduzida de maneira desvinculada das dimensões ética, política e teórica, ficando restrita, apenas, à dimensão técnica, que representa o aspecto mais importante da prática.
IV- O exercício profissional de assistentes sociais na defesa da gestão democrática das unidades escolares e da própria política de educação não pode estar desvinculado dos processos de luta e defesa da democracia.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693420 Serviço Social
No Brasil, a atuação do assistente social na política de educação apresenta uma trajetória histórica, marcada por conquistas e por diferentes tendências que delineiam seu percurso nessa área.

A respeito da trajetória histórica de inserção do assistente social na política de educação, constata-se que:

I- O início das experiências de atuação profissional em unidades de ensino deu-se nos anos de 1940, fundamentada pela vertente conservadora, através de práticas de adequação e integração dos estudantes e de suas famílias ao meio escolar.
II- O avanço do exercício do Serviço Social na educação, com o abandono das práticas conservadoras, ocorre, apenas, após a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996.
III- O crescimento da inserção do profissional de Serviço Social no campo da educação ocorreu a partir dos anos 2000, impulsionado pelas discussões continuadas promovidas pelas entidades da categoria e suas produções teóricas acerca da temática.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693419 Serviço Social
A Lei nº 13.935/2019, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica, representa uma importante conquista para a categoria dos Assistentes Sociais e para a política pública de educação.

Sobre o referido arsenal jurídico, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693418 Serviço Social
A Resolução CFESS nº 557/2009, que trata sobre a emissão de pareceres, laudos, opiniões técnicas conjuntos entre o Assistente Social e outros profissionais, norteia a categoria para os limites e possibilidades para a atuação multiprofissional.

Com base nas garantias previstas nessa Resolução, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- No atendimento multiprofissional apesar da avaliação e discussão da situação ter a obrigatoriedade da presença do Assistente Social, deve-se respeitar a conclusão manifestada por escrito pela equipe multiprofissional, a partir da discussão coletiva da matéria.

PORQUE

II- Mesmo sendo matéria de serviço social, a elaboração, emissão e/ ou subscrição de opinião técnica a seu respeito, por meio de pareceres, laudos, perícias e manifestações, não se constitui como atribuição privativa do Assistente Social, cabendo essa competência à equipe multiprofissional, dado o respeito ao trabalho coletivo.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693417 Serviço Social
A Resolução CFESS nº 493/2006, que dispõe sobre as condições éticas e técnicas do exercício profissional do Assistente Social, foi idealizada e aprovada para trazer parâmetros para a atuação do Assistente Social em seus locais de trabalho.

Sobre a referida Resolução, podemos afirmar que:

I- Apesar de estamos vivenciando um contexto de precarização das condições de trabalho da classe trabalhadora, é uma norma de pouco significado para o exercício profissional do Assistente Social na atualidade.
II- Estabelece requisitos como espaço físico adequado, privacidade e condições de trabalho para garantir um atendimento qualificado aos usuários.
III- Dentre as garantias referentes às condições éticas e técnicas, fica facultada, e não obrigatória, a existência de espaço físico para que o Assistente Social realize atendimentos aos usuários do Serviço Social.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693416 Serviço Social
As Diretrizes Curriculares do curso de Serviço Social, aprovadas em novembro de 1996, representam um projeto de formação profissional resultante da trajetória histórica de articulação coletiva da categoria no Brasil (ABEPSS, 2021).
Fonte: ABEPSS. Diretrizes gerais para o curso de Serviço Social. Edição comemorativa trilíngue - 25 anos das diretrizes curriculares da ABEPSS. Rio de Janeiro: ABEPSS, 2021.

A partir desta afirmação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- O projeto de formação profissional orientado pelas Diretrizes Curriculares de1996 se organiza em três núcleos de fundamentação: Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social, Núcleo de fundamentos da formação sócio-histórica da sociedade brasileira e Núcleo de fundamentos do trabalho Profissional.
PORQUE
II- As Diretrizes Curriculares de Serviço Social de 1996 avançam na discussão e no fortalecimento do Serviço Social brasileiro oferecendo uma formação profissional aos assistentes sociais que tem como foco principal o fortalecimento da teoria, estruturada a partir de eixos de estudo organizados em campos de conhecimento distintos e sem conexão.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693415 Serviço Social
As tendências éticas no Serviço Social se configuram de forma específica em cada contexto e momento histórico. Na sua trajetória, a profissão de Serviço Social contou com os Códigos de Ética de 1947, 1965, 1975, 1986 e com o Código atual de 1993, que contribuiu para a construção do projeto de ruptura profissional (BARROCO, 2009).
Fonte: BARROCO, Maria Lúcia. Fundamentos éticos do serviço social. In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Módulo I. Brasília. UNB, 2010.p.165 – 184.

A partir do texto apresentado, examine as assertivas relativas ao Código de Ética de 1993 e marque a alternativa CORRETA sobre esse instrumento.
Alternativas
Q3693414 Serviço Social
A Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993, que regulamenta a profissão de Assistente Social, faz parte do referencial legal que orienta o exercício profissional dessa categoria.

Com base no que está previsto em seu texto, analise as assertivas a seguir.

I- O exercício da profissão de Assistente Social não requer prévio registro nos Conselhos da categoria profissional que tenham jurisdição sobre a área de atuação do interessado.
II- Constitui-se como uma das competências do Assistente Social, planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações profissionais.
III- Entre as atribuições privativas do Assistente Social, está a de encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, a grupos e à população.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693413 Serviço Social
Para Netto (1999), os projetos profissionais apresentam a autoimagem de uma profissão, elegem os valores que a legitimam socialmente, delimitam e priorizam os seus objetivos e funções, formulam os requisitos para o seu exercício, prescrevem normas para o comportamento dos profissionais e estabelecem as balizas da sua relação com os usuários, com as outras profissões e com as instituições sociais.
Fonte: NETTO, José Paulo. A construção do projeto ético-político contemporâneo. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 1. Brasília: CEAD/ABEPSS/CFESS, 1999.

Em relação ao projeto ético-político do Serviço Social, pode-se mencionar como seus elementos constitutivos e os componentes que o materializam os: 
Alternativas
Respostas
381: A
382: D
383: E
384: B
385: A
386: C
387: B
388: E
389: B
390: A
391: E
392: C
393: D
394: B
395: D
396: D
397: A
398: E
399: D
400: B