Questões de Concurso Para prefeitura de mãe d`água - pb

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Q4300836 Não definido

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

No bloco “Conceitos Essenciais”, afirma-se que a informação “deve ser autêntica, íntegra e primária”. As palavras destacadas devem ser classificadas e analisadas como:
Alternativas
Q4300835 Não definido

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

No Texto III, recursos visuais como colunas em forma de pilares, um grande olho observador e cadeados aparecem ao lado das informações escritas. Sobre a relação entre linguagem verbal e não verbal no infográfico, é CORRETO afirmar que os elementos visuais:
Alternativas
Q4300834 Não definido

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

No bloco “Diretrizes Fundamentais”, lê-se o segmento “Publicidade como Regra, Sigilo como Exceção”. A relação de sentido estabelecida entre as duas partes desse segmento contribui para a coerência do infográfico porque: 
Alternativas
Q4300831 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Com base na leitura global do Texto I, analise as afirmativas a seguir.

I- Alei parte do princípio de que a informação pública pertence ao cidadão, cabendo ao Estado o dever de disponibilizá-la.
II- Segundo os especialistas, a plena aplicação da lei é imediata, bastando sua publicação para que a cultura do sigilo desapareça por completo.
III- O texto reconhece que, além da resistência cultural, há despreparo da estrutura administrativa para atender aos pedidos de informação.

ÉCORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4300830 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
No trecho “qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido”, a palavra “qualquer” classifica-se como:
Alternativas
Q4300829 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Leia: “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar.” No contexto, o termo “fechada” está empregado em sentido:
Alternativas
Q4300827 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
No período “Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação torna real um direito reconhecido pela Constituição”, os termos “real” e “reconhecido” classificam-se, nesta ordem, como:
Alternativas
Q4300826 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Observe o trecho: “A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente.”

Sobre a oração introduzida por “por isso”, é CORRETO afirmar que se trata de oração:
Alternativas
Q4300749 Não definido
A Política de Atendimento à Pessoa Idosa organiza-se por meio de diferentes linhas de ação que têm o objetivo a garantia de proteção integral. Sobre esse tema, analise as proposições seguintes.

I- Serviços especiais de prevenção e atendimento às vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão.
II- Políticas e programas de assistência social, em caráter ordinário, para todas as pessoas idosas.
III- Mobilização da opinião pública no sentido da participação dos diversos segmentos da sociedade no atendimento da pessoa idosa.

Conforme o Estatuto da Pessoa Idosa, constitui linha de ação da Política de Atendimento à Pessoa Idosa, o que se afirma em:
Alternativas
Q4300747 Não definido
Com o avanço da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), a proteção das crianças e adolescentes no ambiente digital tem sido um desafio crescente frente ao qual o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) digital representa uma importante conquista. Nesse contexto, analise as proposições a seguir acerca das obrigações dos fornecedores de produtos ou serviços de tecnologia da informação direcionados a crianças e a adolescentes, ou de acesso provável por eles.

I- Realizar avaliação do conteúdo disponibilizado para crianças e adolescentes de acordo com a faixa etária, para que seja compatível com a respectiva classificação indicativa.
II- Oferecer sistemas e processos projetados para impedir que crianças e adolescentes encontrem, por meio do produto ou serviço, conteúdos ilegais e pornográficos, bem como outros conteúdos manifestamente inadequados à sua faixa etária, conforme as normas de classificação indicativa e a legislação aplicável.
III- Desenvolver, a partir da marca de um milhão de usuários, configurações que evitem o uso compulsivo de produtos ou serviços por crianças e adolescentes.

Conforme a Lei nº 15.211/2025, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, conhecida como ECA digital, é CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4300740 Não definido
A Resolução CFESS nº 1.114/2025 dispõe sobre as condições éticas e técnicas para o exercício profissional da(o) Assistente Social. No que se refere à garantia do sigilo profissional, conforme essa Resolução é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4300734 Não definido
A Copa do Mundo FIFA de 2026 está em sua 23ª edição do torneio. Considere que as edições da Copa sejam numeradas pelos números naturais: 1, 2, 3, …, 23.

Um pesquisador selecionou apenas as edições ímpares a partir da 1ª edição e associou cada uma delas ao respectivo ano de realização. Assim, obteve pares ordenados do tipo:
(EDIÇÃO, ANO)

Sabendo que a Copa ocorre, em regra, a cada 4 anos, e que a 23ª edição corresponde ao ano de 2026, é CORRETO afirmar que o par ordenado correspondente ao 10º termo da sequência das edições ímpares é: 
Alternativas
Q4300733 Não definido
Uma reportagem publicada na revista Ciência Hoje discute o papel das cores nas aranhas, destacando que diferentes padrões de coloração podem estar associados à comunicação, camuflagem e interação com outros organismos (adaptado de Ciência Hoje, 2026).
Fonte: CIÊNCIA HOJE. O papel das cores nas aranhas. Rio de Janeiro, 2026. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-papel-das-cores-nas-aranhas/. Acesso em: 5 jun. 2026.

Durante uma atividade de campo, um pesquisador foi picado por uma aranha pertencente a uma das seguintes colorações predominantes: Azul, Verde, Amarela, Preta e Vermelha. Após o ocorrido, cinco observadores fizeram as seguintes afirmações: 

· Anna: A aranha não era vermelha; 
· João: A aranha era azul; 
· Carlos: A aranha era verde; 
· Diego: A aranha não era azul;
· Pedro: A aranha era Preta. 

Sabe-se que exatamente uma das cinco afirmações é verdadeira e as demais são falsas.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que a aranha que picou o pesquisador possuía coloração predominantemente:

Alternativas
Q4300732 Não definido
A partir de um estudo divulgado pela revista The Economist (2026) sobre possíveis procedimentos odontológicos realizados por neandertais, quando pesquisadores relataram evidências de intervenção deliberada em um molar de um indivíduo neandertal, sugerindo uma forma primitiva de tratamento odontológico, considere a situação hipotética a seguir:
Fonte: THE ECONOMIST. Neanderthals went to the dentist, really. Londres, 13 maio 2026. Disponível em: https://www.economist.com/science-andtechnology/2026/05/13/neanderthals-went-to-the-dentist-really. Acesso em: 5 jun. 2026.

Um grupo de pesquisadores analisou 80 fósseis dentários e classificou os indivíduos segundo a presença de sinais de intervenção nos seguintes dentes:

M1: primeiro molar; M2: segundo molar; M3: terceiro molar.

Os resultados indicam: 

I- 42 indivíduos apresentavam sinais em M1; 
II- 38 indivíduos apresentavam sinais em M2; 
III- 35 indivíduos apresentavam sinais em M3; 
IV- 18 indivíduos apresentavam sinais em M1∩M2;
V- 15 indivíduos apresentavam sinais em M1∩M3;
VI- 12 indivíduos apresentavam sinais em M2∩M3; 
VII- 8 indivíduos apresentavam sinais simultaneamente nos três molares.

Com base nessas informações, em relação ao número de indivíduos que apresentavam sinais em pelo menos um dos três molares, é CORRETO afirmar que o número de indivíduos: 
Alternativas
Q4300730 Não definido
Em uma biblioteca escolar há livros organizados em 8 estantes numeradas de 1 a 8. Durante uma atividade de leitura, 33 estudantes retiraram, cada um, exatamente um livro, e cada livro retirado pertencia a uma dessas 8 estantes.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que, necessariamente:
Alternativas
Q4300726 Não definido
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    AMHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas.

    [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

    O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

     “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant.

    [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
Os fragmentos do Texto IV apresentam usos do se:
I- “A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.”
II- “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”
III- “Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3.”

Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA classificação do item, na ordem de ocorrência.
Alternativas
Q4300723 Não definido
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (332×330)


Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026. 


Q7_11_.png (312×336)


Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026.
No primeiro quadrinho do Texto II, é possível observar que a expressão “mordida do leão” aparece entre aspas. Qual figura de linguagem se observa predominantemente nela?
Alternativas
Q4300719 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
A função da linguagem predominante no Texto I é:
Alternativas
Q4300718 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No trecho “Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças — e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental”, é possível identificar:

I- O uso das vírgulas empregadas para marcar explicação em uma oração com valor adjetivo.
II- O uso dos dois pontos para anunciar um esclarecimento acerca do que foi dito antes.
III- O uso do travessão para enfatizar uma adição, indicando pausa menor quando comparado ao emprego da vírgula.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4300716 Não definido
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No fragmento “Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida”, é possível observar que:

I- “De uso das tecnologias digitais” funciona como complemento nominal de “hábitos”.
II- “Das tecnologias digitais” funciona como complemento nominal e “digitais” funciona como adjunto adnominal.
III- “Uso” e “mental” são palavras que se formaram, respectivamente, por derivação regressiva e derivação sufixal.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
61: B
62: E
63: A
64: D
65: A
66: C
67: D
68: B
69: C
70: A
71: D
72: C
73: A
74: E
75: D
76: D
77: E
78: C
79: A
80: C