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Q3825261 Português




Fonte: Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wpcontent/uploads/2025/07/anuario-2025.pdf. Acesso em 22/11/2025. 

Considerando o infográfico sobre violência contra mulheres no Brasil (Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025), assinale a alternativa que apresenta a melhor reescrita das informações em um único parágrafo, com uso adequado de conectores, mantendo coesão, precisão e progressão temática. 
Alternativas
Q3825260 Português




Fonte: Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wpcontent/uploads/2025/07/anuario-2025.pdf. Acesso em 22/11/2025. 

O infográfico apresenta dados estatísticos sobre feminicídios, violência doméstica e estupros no Brasil. Além das informações explícitas, o material constrói sentidos por meio de pressuposições, implícitos e escolhas modalizadoras que orientam a leitura. Considerando esses elementos discursivos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825259 Português


Disponível em: https://blogdojadir.com.br/2018/12/nao-ta-facil-praninguem/. Acesso em: 30/08/2025.


O texto apresentado utiliza personagens com aparência de flores, distribuídos em quadros sucessivos, com cenas encadeadas e humor crítico. A narrativa combina desenho, expressões faciais, falas em balões e legendas na parte superior de cada quadro. Considerando tais características, o gênero textual representado é: 
Alternativas
Q3825258 Português


Disponível em: https://blogdojadir.com.br/2018/12/nao-ta-facil-praninguem/. Acesso em: 30/08/2025.


No texto, a integração entre linguagem verbal e não verbal desempenha papel central na construção do humor e da crítica social. Considerando essa articulação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3825257 Português
Leia o Texto a seguir, trecho da música “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, e responda à questão.



Maria da Vila Matilde

Elza Soares


Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
Eu digo que não te conheço
E jogo água fervendo
Se você se aventurar
Eu solto o cachorro
E, apontando pra você
Eu grito: péguix...
Eu quero ver
Você pular, você correr
Na frente dos vizinhos
Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim
Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
[...]



Compositores: Douglas Germano
Letra de Maria da Vila Matilde © Alternetmusic Producoes E
Gravacao Ltda
Fonte: Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/mariada-vila-matilde/ Acesso em 20/11/2025.

Considere o verso “Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”, da canção Maria da Vila Matilde, de Elza Soares, e analise as afirmações a seguir sobre o emprego de “cê”:

I. O uso de “cê” corresponde a uma forma reduzida de “você”, típica da oralidade e de situações de menor formalidade.
II. O emprego de “cê” caracteriza erro gramatical e interfere negativamente na compreensão do verso.
III. Essa forma reduzida constitui marca de variação linguística legítima, registrada amplamente na fala cotidiana em vários contextos urbanos.
IV. O uso de “cê” indica regionalismo específico que limita a compreensão da canção a determinadas áreas do país.

Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825256 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Leia o trecho:

"Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher.

Mas do desejo inflamado que tivera por ela." Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3825255 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Sobre o trecho: “E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos”, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) O uso de “tosquiou-lhe” contribui para representar a mulher como alguém destituído de autonomia, aproximando a ação de um tratamento dado a animais.
( ) O ato de cortar os cabelos é apresentado como um gesto de cuidado e proteção do marido.
( ) O verbo “tosquiar” reforça o caráter agressivo da ação, revelando a intenção de controle sobre o corpo dela.
( ) O gesto do marido é descrito como iniciativa consensual entre o casal.
( ) A escolha lexical demonstra o comportamento autoritário do marido.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3825254 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Na frase “Esquiva como um gato, não mais atravessava praças”, a palavra “esquiva” funciona como:
Alternativas
Q3825253 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
A motivação do marido para voltar a presentear a mulher com itens de beleza decorre principalmente de: 
Alternativas
Q3825252 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
O comportamento do marido ao longo do conto revela uma atitude central que orienta suas ações. Essa atitude pode ser interpretada como: 
Alternativas
Q3825251 Pedagogia
Sobre a Lei 9.394/96, que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825250 Pedagogia
A formação docente em geral e a ligada aos saberes históricos, em particular, enfrentam desafios específicos na atualidade, entre os quais se destacam: 
Alternativas
Q3825249 História
Uma das formas mais recorrentes de organização dos currículos escolares de história está ligada à história política. No âmbito do que ali se coloca, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825248 História
 Em 1985 deu-se uma inflexão na história recente do Brasil, com a retomada de cenários democráticos, como as eleições diretas, uma nova Constituição, etc. Sobre tais experiências, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825247 História
O período entre 1964 e 1985, no Brasil, foi marcado por intensas experiências políticas, econômicas e culturais. Sobre isso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825246 História
A história econômica brasileira é atravessada pela ligação com fluxos e influxos internacionais e pela própria dinâmica interna. Sobre isso, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825245 História
A experiência da escravidão no Brasil atravessa a sua história. Além da escravização de indígenas, os colonizadores organizaram uma dinâmica em torno do tráfico de pessoas capturadas na África que foi responsável, em grande medida, pelo gigantesco acúmulo de capital que marcou a Idade Moderna. Sobre tais questões, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825244 História
Os europeus que colonizaram o que hoje entendemos ser as Américas se defrontaram com a grande diversidade social dos povos originários, mas em geral, se voltaram para aquelas experiências com preconceitos e violência. Sobre a dinâmica própria dos povos originários e suas lutas de resistência, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825243 História
As experiências históricas europeias por mil anos após o fim do Império Romano do Ocidente são, habitualmente, nomeadas como a Idade Média. Sobre aquele importante período da história é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3825242 História
Os debates sobre questões teóricas e metodológicas cresceram desde o século XIX, e hoje,ocupam lugar central na formação do profissional da nossa área. Sobre relações possíveis entre teoria, metodologia e ensino de história, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
261: D
262: A
263: C
264: E
265: B
266: A
267: B
268: C
269: D
270: A
271: D
272: B
273: E
274: C
275: A
276: E
277: B
278: C
279: A
280: B