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Q4416364 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Não há sinonímia em:
Alternativas
Q4416363 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Não há relação correta entre referente e referido em:
Alternativas
Q4416362 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Sobre: "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", é incorreto afirmar.
Alternativas
Q4416361 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Observe na estrutura o uso do acento grave: "(...) que ela não poderia ir à balada de adultos (...)", é possível afirmar sobre o excerto e a aplicação do acento: 
Alternativas
Q4416360 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
"Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não (...)", só há falha na análise do excerto em:
Alternativas
Q4416359 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
O artigo termina com a frase: "Resposta sincera? Apesar de vocês.", o que pode ser entendida como:
Alternativas
Q4416358 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Sobre: "Mas os riscos também o são (...)" (p.8), é inadequado afirmar que: 
Alternativas
Q4416357 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Sobre os travessões, no quarto parágrafo, pode-se afirmar:
Alternativas
Q4416356 Não definido
Pais, façam o favor de serem chatos: pais siderados ou inibidos diante da tarefa de educar são um perigo


   Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se não víssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca. São os anos 1960 e a cena da série "Mad Men" (2007-2015, disponível na Netflix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela époса.
    Enquanto a propaganda do Marlboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra "onde os homens se encontram" estava mais para "fazenda branca" do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra oS interesses financeiros dos gigantes do tabaco- indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.
     Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vício nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clínicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão, dificuldades nas relações sociais, sexuais, escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência. A pesquisa internacional TIC Kids On-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.
   Vale ressaltar que as mídias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.
     Tanto pior, pois fica ainda mais difícil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.
    Uso restrito e mediado durante toda a infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.
     Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.
      É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.
      Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que seus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. O que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?
      Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador. 
    Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de idade que ela não poderia ir à balada de adultos, que "todas-as-minhas-amigas-vão-papai!", meu marido recebe um telefonema.
    Pais que deixaram os filhos irem -e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha. Resposta sincera? Apesar de vocês.


Vera laconelli Diretora do Instituto Gerar, autora de "O Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXI". É doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/10/2019).
Sobre o conteúdo e a estrutura textual, não se pode afirmar:
Alternativas
Q4416283 Não definido
Constituem-se infrações éticas gerais do Fonoaudiólogo, exceto:
Alternativas
Q4416282 Não definido
São princípios gerais e dialéticos adotados pela fonoaudiologia, exceto:
Alternativas
Q4416281 Não definido
Nos termos da Lei n.º 8.080 de 19 de setembro de 1990, Lei Orgânica de Saúde, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4416280 Não definido

Analise os itens sobre os princípios que norteiam as ações e serviços públicos de saúde, que integram o Sistema único de Saúde:



I- capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência.


II- direito à informação, às pessoas assistidas, sobre a sua saúde.


III- centralização político-administrativo, com direção única em cada esfera do governo.


IV- igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.



Estão corretos os itens:

Alternativas
Q4416279 Não definido
Marque a alternativa errada sobre as competências do Sistema Único de Saúde:
Alternativas
Q4416278 Não definido
Sobre o neurinoma de acústico, marque a alternativa errada:
Alternativas
Q4416277 Não definido
Sobre perda auditiva induzida pelo ruído (PAIR), marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4416276 Não definido

Analise as assertivas sobre os desvios fonológicos:



I- O diagnóstico de um desvio fonológico é feito independentemente do tamanho do léxico da criança.


II- O programa terapêutico baseia-se sempre numa avaliação e análise fonológicas, e estas definem os objetivos do tratamento.


III- Crianças com desvios fonológicos apresentam disfunção neurológica detectável relevante para a produção da fala.


IV- Crianças com desvios fonológicos têm também dificuldades em outras áreas de linguagem como, por exemplo, sintaxe, morfologia e léxico.



Estão corretas as assertivas:

Alternativas
Q4416275 Não definido
Sobre disartrias, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4416274 Não definido

Analise os itens:



I- O BERA é composto por 6 ondas, numeradas com algarismos romanos.


II- A audiometria tonal é um indispensável teste que permite a medição da audição periférica, através da obtenção dos limiares auditivos aéreos e ósseos.


III- As emissões otoacústicas evocadas por transiente, também conhecidas como emissões transitórias, são obtidas através de estímulo click.


IV- A única indicação do BERA é para monitorar cirurgia da fossa craniana posterior.



Estão corretos os itens:

Alternativas
Q4416273 Não definido

Analise as assertivas:



I- A ecolalia é um sintoma marcante da afasia transcortical sensorial.


II- A afasia global ocorre por lesão perissilviana do hemisfério dominante.


III- A afasia de condução é muito comum e decorre de lesão do fascículo arqueado.


IV- A afasia nominal é a perda da capacidade para evocar nomes, principalmente substantivos.



Estão corretas:

Alternativas
Respostas
361: D
362: C
363: D
364: C
365: B
366: C
367: D
368: A
369: B
370: D
371: C
372: C
373: C
374: A
375: B
376: C
377: C
378: B
379: D
380: A