Questões de Concurso Para prefeitura de itabira - mg

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Q2726867 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.


I. O convívio liberal entre homens e mulheres não condiz com os fatos apresentados nas pesquisas.

II. Crianças e mulheres, maiores vítimas dos casos de estupro, são abusadas, em sua maioria, por familiares.

III. Ter a liberdade de andar com pequenos biquínis ou seminuas no Carnaval faz com que as mulheres tenham uma falsa ideia de segurança no convívio com os homens.


Estão de acordo com a opinião do autor as afirmativas:

Alternativas
Q2726866 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

São características citadas pelo autor sobre a maioria dos estupros, EXCETO:

Alternativas
Q2726865 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.


I. Um dos motivos apontados como causa dos estupros é o excesso de confiança.

II. Para a maioria dos entrevistados, a mulher é atacada por mostrar excessivamente o corpo.

III. Os estupros mencionados nas pesquisas se referem apenas aos cometidos contra as mulheres.


De acordo com o texto, estão incorretas as afirmativas:

Alternativas
Q1700013 Segurança e Saúde no Trabalho
Em ambientes confinados, o vigia deve desempenhar as seguintes funções, EXCETO:
Alternativas
Q1700012 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
Para atividades na postura sentada, as pernas devem ser acomodadas dentro de um espaço sob a superfície de trabalho. Esse espaço é importante para permitir uma postura adequada, sem inclinar o corpo para frente. A largura desse espaço deve ser _____ cm, no mínimo. A profundidade deve ser pelo menos ____ cm na parte superior e _____ cm na parte inferior, junto aos pés.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente o enunciado.
Alternativas
Q1700011 Segurança e Saúde no Trabalho
Afunção integradora da atividade de trabalho é o elemento central que organiza e estrutura os componentes da situação de trabalho.É uma resposta aos constrangimentos determinados exteriormente ao trabalhador e, ao mesmo tempo, é capaz de transformá-los. Estabelece, portanto, por sua própria realização, uma interdependência e uma interação estreita entre esses componentes, unificando a situação. As dimensões técnicas, econômicas e sociais do trabalho só existem efetivamente em função da atividade que as põe em ação e as organiza.
São determinantes da atividade de trabalho, EXCETO:
Alternativas
Q1700010 Segurança e Saúde no Trabalho
A equação de NIOSH foi criada em 1981 e revisada em 1991 por cientistas que se basearam em critérios biomecânicos, fisiológicos e psicofísicos.
Essa equação foi desenvolvida para calcular:
Alternativas
Q1700009 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
Para a ergonomia, as ferramentas manuais não devem exceder _____ kg. Podem surgir dores no pescoço e nos ombros quando se trabalha muito tempo com os braços levantados e sem apoio. Esses problemas ocorrem principalmente com o uso de ferramentas manuais.
Assinale a alternativa completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q1700008 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
Na Norma Regulamentadora da Limpeza Urbana, Portaria SIT Nº 609, de 30 de março de 2017, que trata da NR – Limpeza Urbana, descreve-se que os pontos de descarga da combustão dos veículos de coleta de resíduos devem estar situados em altura ________________________, voltados para cima, devendo possuir catalisador e silencioso, sendo objeto de manutenção periódica.
Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q1700007 Segurança e Saúde no Trabalho
Aanálise ergonômica do trabalho (AET) deve ser realizada para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores e subsidiar a implementação das medidas e adequações necessárias. Conforme previsto na NR-17, essa análise deve incluir as seguintes etapas:
I. Avaliação sobre as condições ambientais, características dos postos de trabalho, condições gerais de máquinas e equipamentos utilizados, riscos envolvidos e tempo de realização da tarefa. II. Avaliação da distância percorrida, aclives, declives e condições das vias, entre outros achados. III. Avaliação da sobrecarga estática e / ou dinâmica de segmentos corporais. IV. Avaliação da organização do trabalho, envolvendo a análise do trabalho prescrito e do real. V. Avaliação e validação da eficácia das recomendações implementadas nos postos de trabalho e atividades.
Está(ão) correta(s) a(s) etapa(s):
Alternativas
Q1700006 Segurança e Saúde no Trabalho
Na NR-17, visa-se o estabelecimento de parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. No item 17.6.3., descrevese que nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, dos ombros, do dorso e dos membros superiores e inferiores, e a partir da análise ergonômica do trabalho, deve ser observado o seguinte:
I. Todo e qualquer sistema de avaliação de desempenho para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie deve levar em consideração as repercussões sobre a saúde dos trabalhadores. II. Devem ser incluídas pausas para descanso. III. Quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção deverá permitir um retorno gradativo aos níveis de produção vigentes na época anterior ao afastamento. IV. O número máximo de toques reais exigidos pelo empregador não deve ser superior a 10.000 por hora trabalhada, sendo considerado toque real.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1700005 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações, antes da sua utilização e periodicamente, com periodicidade mínima de ________ meses.
Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q1700004 Segurança e Saúde no Trabalho
O serviço de proteção radiológica deve possuir, de acordo com o especificado no PPR, equipamentos para:
I. monitoração coletiva dos trabalhadores; II. monitoração da área; III. proteção individual; IV. medições ambientais específicas para práticas de trabalho.
Para esse serviço, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1700003 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
A Portaria Nº 1.719, de 5 de novembro de 2014, na Seção III, referente à Imposição do Embargo ou da Interdição, Art. 5°, afirma que, quando o auditor fiscal do trabalho (AFT) constatar, em verificação física no local de trabalho, grave e iminente risco que justifique embargo ou interdição, deverá lavrar com a urgência que o caso requer Relatório Técnico em _____ vias.
Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q1700002 Segurança e Saúde no Trabalho
As dimensões dos postos de trabalho das máquinas e equipamentos devem, EXCETO:
Alternativas
Q1700001 Segurança e Saúde no Trabalho
O Artigo 5º da Instrução Normativa Nº 88, de 30 de novembro de 2010 (D.O.U. de 1º/11/10 – Seção 1 – Págs.101 e 102), estabelece diretrizes para as análises de acidentes de trabalho efetuadas por auditor fiscal do trabalho (AFT) e modelo de relatório, em que as providências para as análises de acidente de trabalho deverão ser tomadas, a partir do conhecimento do evento, com a urgência requerida por cada caso. Essas análises serão realizadas in loco, devendo o AFT:
I. Investigar a existência de irregularidades e infrações relativas às Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho (NRs) aprovadas pela Portaria MTb Nº 3.214, de 8 de junho de 1978, especialmente as de Nº 1, 4, 5, 7 e 9, e a provável deficiência na capacitação dos trabalhadores ou outros aspectos de gestão de segurança e saúde do trabalho que influenciaram a ocorrência do evento. II. Investigar a influência de possíveis infrações decorrentes do descumprimento da legislação disciplinadora da jornada de trabalho e dos períodos de descanso na ocorrência do evento. III. Entrevistar os trabalhadores e outras pessoas direta ou indiretamente envolvidas para a apuração dos fatos. IV. Relatar as medidas de prevenção que poderiam ter evitado o evento indesejado, bem como as medidas de proteção, que poderiam ter reduzido as suas consequências.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1700000 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a afirmativa a seguir.
O absorvedor de energia é o componente ou elemento de um sistema antiqueda desenhado para dissipar a energia cinética desenvolvida durante uma queda de uma determinada altura (força de pico). É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações: quando o fator de queda for maior que 1 e quando o comprimento do talabarte for maior que ____ m.
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q1699999 Segurança e Saúde no Trabalho
O sistema de proteção individual contra queda (SPIQ) pode ser de restrição de movimentação, de retenção de queda, de posicionamento no trabalho ou de acesso por cordas.
O SPIQ é constituído dos seguintes elementos, EXCETO:
Alternativas
Q1699994 Conhecimentos Gerais
Em 2017, celebrou-se 30 anos da morte de um dos cidadãos mais ilustres de Itabira, o escritor Carlos Drummond de Andrade. A data motivou uma série de homenagens na cidade e no Brasil em geral.
Assinale a alternativa que apresenta duas das obras do autor itabirano
Alternativas
Q1699993 Português
TEXTO II
A cultura do estupro

Não podemos perder tempo disputando a realidade. Um ato sexual que acontece sem o consentimento de uma das partes envolvidas é um estupro. Sempre

“Uma rosa, por qualquer outro nome, teria o aroma igualmente doce”. Este trecho de Romeu e Julieta, a peça famosa de William Shakespeare, é frequentemente referenciado em artigos e debates sobre o peso e a volatilidade da linguagem.
Na cena em que esta fala se dá, Julieta – uma Capuleto – argumenta que não importa que Romeu seja um Montéquio, pois o amor que sente é pelo rapaz, e não por seu nome. A beleza da citação é o que ela implica: os nomes que damos às coisas não necessariamente afetam o que as coisas realmente são.
“Estupro, por qualquer outro nome, seria uma ação igualmente violenta.” Seria. Mas, ao contrário das rosas – que reconhecemos como rosas, por isso chamamos de rosas –, relutamos em reconhecer quando um estupro é estupro para poder então chamá-lo de estupro.
Estupro é a prática não consensual do sexo, imposta por violência ou ameaça de qualquer natureza. Qualquer forma de prática sexual sem consentimento de uma das partes configura estupro.
Se aceitarmos que esta é a definição de estupro, quantas já sofremos um, e quantos já cometeram um? Garanto que muita gente. [...]

BURIGO, Joana. A cultura do estupro. Carta Capital. 2 jun. 2016. Disponível em: . Acesso em: 12 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Releia o trecho a seguir.
“Na cena em que esta fala se dá, Julieta – uma Capuleto – argumenta que não importa que Romeu seja um Montéquio, pois o amor que sente é pelo rapaz, e não por seu nome.”
A conjunção “e”, destacada, confere ao trecho um valor:
Alternativas
Respostas
701: B
702: D
703: C
704: D
705: A
706: D
707: C
708: B
709: B
710: C
711: A
712: C
713: B
714: A
715: D
716: D
717: D
718: A
719: C
720: D