Questões de Concurso
Para prefeitura de estrela dalva - mg
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Durante uma reunião de equipe em uma empresa de tecnologia, o gerente de TI declarou:
"Se o computador central for reiniciado, então o sistema será atualizado."
Ao final do expediente, a equipe constatou que o sistema não foi atualizado. Diante disso, um dos analistas concluiu: "Logo, o computador central não foi reiniciado."
Com base nessa situação, avalie a validade do raciocínio apresentado e assinale a alternativa correta.
O setor de Tecnologia da Informação (TI) de uma empresa é composto por 7 profissionais: Ana, José, Carlos, Danilo, João, Francisco e Vitor. A diretoria precisa formar uma comissão de 3 profissionais para desenvolver um projeto de modernização. No entanto, há uma restrição: Ana e Vitor não podem participar juntos da mesma comissão.
Com base nessa condição, quantas comissões distintas podem ser formadas?
Foi realizada uma pesquisa sobre hábitos de leitura com 100 estudantes de uma faculdade. Os dados revelaram:
60 estudantes leem livros de ficção.
45 leem livros de não ficção.
20 leem ambos os tipos de livros.
Com base nas informações e nos conceitos de conjuntos, analise as afirmativas a seguir:
I.O número de estudantes que leem apenas livros de ficção é igual a 40.
II.O número total de estudantes que leem ao menos um dos dois tipos de livros é igual a 85.
III.O número de estudantes que não leem nenhum dos dois tipos de livros é igual a 25.
Assinale a alternativa correta.
Em áreas como matemática, estatística, engenharia e ciências da computação, entender bem como os números são classificados é essencial para resolver problemas e interpretar resultados com precisão. Desde os números naturais, usados na contagem do dia a dia, até os números reais, que representam grandezas contínuas, os conjuntos numéricos se organizam em uma estrutura lógica com relações importantes de inclusão e exclusão entre si. Com base nessa lógica dos conjuntos numéricos, analise as afirmativas a seguir:
I.O conjunto dos números inteiros é subconjunto próprio do conjunto dos números racionais.
II.Todo número natural é também um número inteiro.
III.Os números irracionais não podem ser expressos como fração de dois inteiros.
IV.A união dos conjuntos dos números racionais e irracionais forma o conjunto dos números reais.
Assinale a alternativa correta.
Analise as afirmativas a seguir, referentes a sequências lógicas formadas por números e letras:
I.A sequência de números 2, 4, 8, 16, 32, ... é uma progressão aritmética com razão 2.
II.A sequência Z, X, V, T, R, ... apresenta uma lógica de regressão alternada de letras do alfabeto.
III.A sequência numérica 1, 4, 9, 16, 25, ... corresponde aos quadrados dos números naturais.
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
O texto aborda o fenômeno do rust out e suas implicações na vida profissional e institucional, destacando causas, características e consequências.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, "restando" pouco tempo para pesquisa e atividades criativas.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e "à" busca por estímulos externos.
Em relação ao sinal indicativo de crase destacado, é correto afirmar que, nesta frase, ocorre:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores.
Em relação às concordâncias verbal e nominal do trecho citado, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
Do ponto de vista da coerência e coesão textual entre os trechos mencionados, é correto afirmar que:
A Diretriz Nacional para Atuação Integrada estabelece atribuições para fortalecer a articulação entre ACE e ACS. Considerando o disposto nessa norma, analise as afirmativas a seguir.
I.A realização de ações de campo para pesquisa entomológica, como a coleta de larvas de mosquitos, e malacológica, como a coleta de caramujos, é uma atividade típica do Agente de Combate a Endemias.
II.O acompanhamento de condicionalidades de programas sociais em parceria com os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma atividade típica do Agente Comunitário de Saúde.
III.A participação no planejamento e no mapeamento demográfico e social do território é uma atividade que deve ser realizada de forma compartilhada tanto pelo ACE quanto pelo ACS.
Está correto o que se afirma em: