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O indicador que é calculado multiplicando-se o número de casos incidentes devido a acidentes e doenças pela duração média da doença e um fator de ponderação, refletindo a severidade da doença em uma escala que varia de 0 (saúde perfeita) a 1 (óbito), é denominado:
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de coeficiente de prevalência.
A ferramenta de abordagem familiar utilizada para melhor conhecer a estrutura (arquitetura familiar) é:
São objetivos de como explorar os aspectos subjetivos da doença, EXCETO:
São atributos da atenção primária à saúde, EXCETO:
São indicações do uso dos inibidores da enzima conversora da angiotensina para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica, EXCETO:
São características de boa técnica de amamentação, EXCETO:
Assinale a alternativa que apresenta um fator de risco associado com a progressão da hepatite B crônica.
São condições que levam a suspeitar de doença laríngea grave como causa de rouquidão, EXCETO:
Criança, 7 anos de idade, apresenta Tax = 39,5 ºC, petéquias no palato, exantema micropapular difuso com intensificação nas dobras flexurais e palidez peribucal há quatro dias.
O diagnóstico provável é:
Análise a planilha a seguir gerada pelo Excel.
A |
B |
C |
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1 |
5 |
6 |
4 |
2 |
3 |
8 |
3 |
Qual é o resultado da célula E1=SOMASE(A1:C2;”>=5”)?
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 6 a 10.
Ter carro ainda é símbolo de status, diz especialista
Os governos precisam conscientizar a população para que priorize o transporte público, disse hoje (7/12/16) o pesquisador da Universidade Técnica de Berlim, Marcus Jeutner, ao participar, em São Paulo, do Seminário Desafios Contemporêneos: Empresas, Mobilidade Urbana e Direitos Humanos, promovido pelo Instituto Ethos. “As pessoas querem ter um carro porque é um símbolo de status. Elas querem mostrar para os vizinhos que podem ter, financiar um carro”, afirmou.
Especialista em mobilidade urbana, o alemão Jeutner é autor de estudo sobre o assunto, produzido na cidade de Chennai, na Índia. “Os carros são bons, eu gosto de dirigir. Mas estamos aumentando custos e causando problemas. É uma questão de educação, explicar [à população] que o uso do carro é pior”, disse. Jeutner é defensor do conceito de cidades inteligentes, que apresentam áreas dedicadas à circulação de pessoas a pé.
Segundo o especialista, as prefeituras erram ao buscar implementar o conceito de cidades inteligentes a partir das melhores práticas de exemplo, como o de Londres. “Nós não focamos na estrutura já existente, combinamos uma ideia adaptada aos desafios locais, ao contexto local. Gosto de me basear nos piores planos e replicar o que pode ser melhorado, não repetir os mesmos erros”, acrescentou.
Segundo a última pesquisa feita em Chennai, em 2008, 26% da população opta por ônibus, 25% utiliza motocicleta, 6% prefere carro e 5% anda de trem. A maior parcela, 28%, anda a pé, já que o custo do transporte público ainda é alto para grande parte dos indianos. “As pessoas não gostam do transporte público, se puderem pagar, preferem o transporte individual, como motocicleta”, ressaltou.
Em comparação, na capital paulista, a circulação dos automóveis reduziu 1,3%, passando de 80,2% em 2014 para 78,9% no ano passado, segundo estudo divulgado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O percentual de motocicletas aumentou 1,2%, um salto de 15,1% em 2014 para 16,3% no ano passado.
Intermodalidade
No seu estudo em Chennai, o especialista concluiu que a intermodalidade “é uma dor de cabeça” para o gestor público, já que o seu mau funcionamento está entre as razões que mais afastam os usuários. “No centro de Chennai, o trem não tem conexão, [o pedestre] tem de cruzar ruas sem faixa de pedestres, andar por viaduto, não tem mapas sobre trajetos dos ônibus”, conta.
Jeutner explicou que a infraestrutura é o esqueleto das cidades, pois a partir dela é possível direcionar o crescimento urbano. No caso do município indiano, as ferrovias que existem há mais de 100 anos determinaram os caminhos da expansão, das periferias e grande número de indústrias, localizadas nos arredores.
Com aumento de renda da população, a quantidade de carros em circulação elevou e foram criadas novas ruas, que se tornaram, desordenadamente, cheias e caóticas. “Em Chennai, as pessoas não confiam no transporte público, elas acabam preferindo o carro e levam três horas [nos seus deslocamentos], assim como ocorre em São Paulo”, disse.
Tanto em São Paulo, quanto em Chennai, o transporte público com intermodalidade são as melhores alternativas ao carro. “Pensem na perda de produtividade das pessoas que estão travadas no trânsito. Elas poderiam brincar com o filho, estudar, trabalhar. Isso causa impacto muito grande na economia global”, afirmou o especialista.
EBC. Ter carro ainda é símbolo de status, diz especialista.
Agência Brasil. Disponível em:<https://goo.gl/5SZzGL> .
Acesso em: 7 dez. 2016 (fragmento adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. Status é o principal motivo pelo qual as pessoas compram carros.
II. Para o especialista, o transporte a pé é a melhor opção para as pessoas.
III. A estrutura existente nas cidades estabelece a direção de suas expansões.
De acordo com o texto, estão incorretas as afirmativas:
( ) O agente etiológico é um vírus. ( ) Os reservatórios são os animais sinantrópicos domésticos e selvagens, sendo os principais os roedores das espécies Rattus norvegicus (ratazana ou rato de esgoto), Rattus rattus (rato de telhado ou rato preto) e Mus musculus (camundongo ou catita). ( ) A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. ( ) As medidas de prevenção e controle devem ser direcionadas aos reservatórios, à melhoria das condições de proteção dos trabalhadores expostos e das condições higienicossanitárias da população e às medidas corretivas sobre o meio ambiente, diminuindo sua capacidade de suporte para a instalação e proliferação de roedores.
Assinale a sequência CORRETA.
I. Doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve e autolimitada, uma pequena parte progride para doença grave. II. O vetor é o único elo vulnerável da cadeia de transmissão da doença. Assim, o controle da incidência de dengue está centrado na redução da densidade de infestação dos seus vetores. III. A transmissão se faz pela picada dos mosquitos A. aegypti, no ciclo homem-A. aegypti-homem. Foram registrados casos de transmissão vertical (gestante-bebê) e por transfusão sanguínea.
Estão corretas as afirmativas:
Renata Evangelista
As mineiras estão tornando-se mães mais tarde e o fenômeno da gravidez na adolescência está diminuindo no Estado. Os dados fazem parte do Levantamento Estatísticas do Registro Civil de 2015 e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (24).
Segundo a pesquisa, os partos realizados em mulheres com idades entre 30 a 34 anos subiram 6% nos últimos dez anos, saltando de 16% para 22% no ano passado. Em contrapartida, o número de adolescentes grávidas em Minas caiu de 19,9% em 2005 para 14,8% em 2015, percentual que fica abaixo da média nacional, que é de 16,8%. [...]
De acordo com esse trecho de reportagem publicado no Jornal Hoje em dia de 24 de novembro de 2016, é possível concluir que:
Sendo ambas provocadas pelo mesmo vetor, assinale a relação correta entre as duas doenças.