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A tira a seguir retrata:

(http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/car-tum/cartunsdiarios/#5/8/2017)
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)
Assinala a alternativa correta.
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)
Leia o texto a seguir:
VIBRAÇÕES
Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias.
Sonoridade, colorido: eis o sentimento.
Dai o simbolismo popular das cores.
(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)