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Q3584091 Legislação Municipal
Segundo a Lei Orgânica do Município de Alto Araguaia/MT, o ensino fundamental e a educação infantil são de atuações prioritárias do município. Um dos princípios norteadores do ensino é a sua: 
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Q3584090 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Alto Araguaia/MT, a expansão social do mercado consumidor e a defesa do meio ambiente e dos recursos naturais são metas relativas ao: 
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Q3584089 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal de 1988, o repúdio ao terrorismo e ao racismo e a prevalência dos direitos humanos são considerados:
Alternativas
Q3584088 Direito Constitucional
Os direitos fundamentais inseridos na Constituição Federal de 1988, que estão diretamente ligados à pessoa humana no que diz respeito ao direito à liberdade e à dignidade, são conhecidos como:
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Q3584087 Direito Administrativo
Na classificação dos atos administrativos quanto à exequibilidade, aqueles que estão em condições de produzir efeitos jurídicos, pois já possuem todos os ciclos completados, denominam-se:
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Q3584086 Segurança da Informação
No que refere à segurança em redes e na internet, uma técnica de crime cibernético usa fraude e engano visando a manipular as vítimas para que cliquem em links maliciosos ou divulguem informações pessoais confidenciais. É um ataque em que o invasor usa truques de engenharia social para enganar as vítimas e fazê-las revelar dados privados ou clicar em um link malicioso, e que possui três componentes, primeiro, o ataque é realizado por meio de comunicações eletrônicas, como um e-mail ou uma chamada telefônica; segundo, o invasor se disfarça como uma pessoa ou organização em que você confia; terceiro, o objetivo é obter informações pessoais confidenciais, como credenciais de login ou números de cartão de crédito.

Essa técnica é conhecida como:
Alternativas
Q3584085 Noções de Informática
No uso dos recursos do software Impress da suíte LibreOffice versão 7.6.4.1 BR (x32_64), um funcionário de nível superior da Prefeitura do Alto do Araguaia está elaborando uma apresentação de slides. Nessa atividade, enquanto o acionamento de um ícone tem por objetivo alterar a cor da linha de um objeto, o acionamento de outro possibilita exportar a apresentação em edição para um documento em formato PDF.

Esses ícones são, respectivamente: 
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Q3584084 Noções de Informática
A planilha da figura foi criada no Excel 2019 BR, tendo sido realizados os procedimentos listados a seguir.

I. Em F9, foi inserida uma fórmula, usando o conceito de referência absoluta, que multiplica o valor do código em D9 pelo salário-mínimo de referência mostrado em F6. Em seguida, a fórmula em F9 foi selecionada e copiada para F10, F11 e F12.
II. Para finalizar, em F4, foi inserida uma fórmula que determina o maior valor entre os valores mostrados em F9, F10, F11 e F12. 

Imagem associada para resolução da questão

Nessas condições, as fórmulas inseridas em F9 e F12 são, respectivamente:
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Q3584083 Noções de Informática
Durante a digitação de um texto no editor Writer da suíte LibreOffice versão 7.6.4.1 BR (x32_64), um funcionário da Prefeitura do Alto do Araguaia inseriu no título do documento a citação “alto araguaia – mato grosso” em letras minúsculas. Precisando mostrar essa citação em letras maiúsculas, ele fez a necessária seleção e executou um atalho de teclado por três vezes em sequência, o que resultou na exibição em caixa alta, como “ALTO ARAGUAIA – MATO GROSSO”. Para finalizar, ele acionou um ícone existente na Faixa de Opções que equivale a executar o atalho de teclado Ctrl + S.

O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente:
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Q3584082 Noções de Informática
No uso do sistema operacional Ubuntu Linux, em um microcomputador Intel, o comando “mkdir araguaia”, executado na linha de prompt, tem a seguinte função: 
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Q3584081 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Na palavra LIBERTAÇÃO, o elemento destacado é um sufixo. Esse mesmo elemento mórfico, com função análoga, está presente em:
Alternativas
Q3584080 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade” (4.º parágrafo), a expressão destacada serve para introduzir a noção semântica de:
Alternativas
Q3584079 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Na expressão “valores proteicos da carne” (4.º parágrafo), à luz do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, há uma razão para a palavra em destaque não ser acentuada. Outra palavra que também não é acentuada pela mesma razão é:
Alternativas
Q3584078 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos” (4.º parágrafo), a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3584077 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção” (4.º parágrafo), o conectivo destacado expressa sentido:
Alternativas
Q3584076 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Em “Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio” (3.º parágrafo), o elemento destacado introduz uma oração subordinada: 
Alternativas
Q3584075 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O último parágrafo do texto estabelece uma relação discursiva específica com os trechos anteriores. Trata-se de uma relação de:
Alternativas
Q3584074 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
Com relação aos gêneros do discurso, esse texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3584073 Português
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A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto organiza-se em torno de uma tese, acompanhada de fundamentos para a sua defesa. Esses traços caracterizam um modo de organização discursivo específico, que é o:
Alternativas
Q3584072 Português
Leia o texto a seguir:


A desconexão humana com o sofrimento animal


Por Mauro Falcão


Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência?

Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão.

O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.

A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão.

Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial.

Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
O texto defende a tese de que os/as: 
Alternativas
Respostas
181: D
182: C
183: A
184: B
185: C
186: D
187: B
188: A
189: A
190: C
191: A
192: C
193: B
194: A
195: C
196: A
197: B
198: D
199: A
200: D