Questões de Concurso Para prefeitura de pinheiro - ma

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Q3427226 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Qual é a principal mensagem que a autora deseja transmitir com o texto? 
Alternativas
Q3427225 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor reflete o ciclo de prosperidade mencionado no texto. 
Alternativas
Q3427224 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Marque a alternativa que explica corretamente a relação entre a fragilidade óssea e as quedas em idosos, conforme apresentado no texto.
Alternativas
Q3427223 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

De acordo com o texto, qual é uma das principais causas das quedas noturnas em idosos?
Alternativas
Q3427222 Português

QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO


À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética.


Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda.


A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico.


Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências.


Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco.


Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico.


Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco.


Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai.


Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente.


São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia.


Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.


(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser evitado)

Assinale a alternativa que melhor sintetiza o tema central do texto. 
Alternativas
Q3425195 Biblioteconomia
Por que é importante que as coleções e serviços da biblioteca pública não sejam objeto de censura ideológica, política ou religiosa: 
Alternativas
Q3425194 Biblioteconomia
De acordo com o manifesto, qual deve ser o papel do bibliotecário na biblioteca pública: 
Alternativas
Q3425193 Biblioteconomia
Qual é a importância da cooperação entre as bibliotecas públicas e outras instituições: 
Alternativas
Q3425192 Biblioteconomia
Por que a biblioteca pública deve ser gratuita por princípio: 
Alternativas
Q3425191 Biblioteconomia
Qual é uma das missões básicas da biblioteca pública relacionada à educação:
Alternativas
Q3425190 Biblioteconomia
Qual é o objetivo principal dos sistemas de classificação bibliográfica como o CDD e o CDU: 
Alternativas
Q3425189 Biblioteconomia
Qual é uma limitação comum associada tanto ao CDD quanto ao CDU: 
Alternativas
Q3425188 Biblioteconomia
Qual das afirmações abaixo é verdadeira sobre a Classificação Decimal Universal (CDU): 
Alternativas
Q3425187 Biblioteconomia
Quem foi o criador do Sistema de Classificação Decimal de Dewey (CDD) e em que ano foi publicado pela primeira vez:
Alternativas
Q3425186 Biblioteconomia
Qual é a principal diferença entre o Sistema de Classificação Decimal de Dewey (CDD) e o Sistema de Classificação Decimal Universal (CDU): 
Alternativas
Q3425185 Biblioteconomia
Qual é uma das funções culturais de uma biblioteca escolar: 
Alternativas
Q3425184 Biblioteconomia
Qual foi a principal inovação de Johann Gutemberg para a produção de livros: 
Alternativas
Q3425183 Biblioteconomia
Durante a Idade Média, por que as bibliotecas ficaram restritas aos mosteiros na Europa Ocidental:
Alternativas
Q3425182 História
Qual evento levou à destruição da maior biblioteca da Antiguidade, localizada em Alexandria:
Alternativas
Q3425181 Biblioteconomia
Qual foi a principal contribuição de Assurbanipal, rei da Assíria, para a história das bibliotecas: 
Alternativas
Respostas
121: A
122: D
123: A
124: B
125: C
126: A
127: B
128: D
129: B
130: C
131: B
132: C
133: A
134: B
135: D
136: C
137: B
138: A
139: C
140: B