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Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção
Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.
Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.
Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.
Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.
Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.
Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.
Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".
Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025.
Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção
Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.
Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.
Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.
Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.
Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.
Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.
Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".
Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025.
Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção
Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.
Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.
Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.
Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.
Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.
Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.
Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".
Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025.
Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção
Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.
Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.
Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.
Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.
Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.
Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.
Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".
Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025.
Qual função deve ser utilizada para retornar esse valor?
Sobre o gerenciamento de arquivos e pastas no sistema operacional Windows, analise os itens a seguir:
I. Ao mover um arquivo dentro do Explorador de Arquivos, o usuário está realizando a ação de criar um atalho.
II. A extensão de arquivo que representa um documento de texto criado por processadores de texto, como o Microsoft Word, é .dll.
III. Quando um usuário cria uma nova pasta dentro de outra pasta já existente, essa nova pasta é chamada de diretório raiz.
Pode-se afirmar que:

Tirinha de Bob Thaves, disponível em https://www.estadao. com.br/cultura/quadrinhos/ acesso em 24 de novembro de 2025.
Sobre o processo de formação de vocábulos da língua portuguesa e os elementos mórficos que os formam, está correto o que se afirma em:
Analise os itens quanto à classificação das orações destacadas:
I. A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de artificial. – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA.
II. Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados [...]. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL FINAL.
III. Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional [...]. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONFORMATIVA.
IV. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas. ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA.
Estão corretos apenas os itens: