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Q4235593 Não definido

Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção


    Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.

    Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.

    Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.

    Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.

    Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.

    Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.

    Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".


Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025. 

A defesa do “letramento digital”, no texto, indica uma concepção de ensino de Língua Portuguesa que, nesse contexto,
Alternativas
Q4235592 Não definido

Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção


    Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.

    Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.

    Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.

    Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.

    Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.

    Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.

    Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".


Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025. 

Do ponto de vista linguístico-discursivo, o texto ratifica que o papel do professor centra-se em
Alternativas
Q4235591 Não definido

Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção


    Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.

    Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.

    Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.

    Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.

    Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.

    Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.

    Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".


Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025. 

A relação entre professor, tecnologia e construção ativa do conhecimento dialoga também com teorias de ensino que
Alternativas
Q4235590 Não definido

Texto 1 - Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua construção


    Em setembro, celebramos o aniversário do patrono da Educação, o educador Paulo Freire. Revisitando sua obra e legado, Paulo Freire é sem dúvidas uma referência para o Brasil e para o mundo, quando pensamos no poder transformador da educação e em toda sua potencialidade.

    Em tempos de tanto debate sobre a substituição dos professores em sala de aula, notamos o quanto a educação brasileira carece dessa persona que orienta, desenvolve estratégias e se preocupa com a aprendizagem de cada universo de significado e significante que está presente ali em sua turma. Cada estudante carrega consigo sua trajetória, e o maior sonho da pessoa educadora é poder contribuir de alguma maneira com esse caminhar.

    Com as inovações tecnológicas, já existem escolas que afirmam substituir os professores por inteligências artificiais, e podem por sua vez, reforçar essa sensação de desespero entre os docentes. Passado o primeiro momento de medo e de choque, comuns na essência humana, notamos algumas possibilidades, que, a depender da leitura, já foram postuladas por Paulo Freire: os professores não devem transferir conhecimento e contribuir para uma educação bancária, em que só há o depósito de informações nos estudantes. A pessoa educadora tem a chance de ser uma mediadora, de apontar os caminhos do aprender.

    Quando vislumbramos essa perspectiva, o que a gente nota é que a tecnologia está presente cada vez mais no nosso dia a dia, e que a escola, espaço propício para essa construção de possibilidades, deve acompanhar as transformações que ocorrem para além de seus muros.

    Nesse caso, para além de fomentar essa ideia apocalíptica de substituição dos professores por máquinas, podemos promover o letramento digital desses profissionais da educação, com formação continuada, com experiências de aprendizagem significativas também aos educadores. Falamos tanto sobre acolhimento e cuidado com nossos estudantes (e devemos continuar falando), mas pouco se fala sobre uma escuta ativa e um acolhimento aos professores que estão em constante pressão, expostos à cobrança de nunca estarem preparados o suficiente para lidar com os desafios do futuro.

    Enquanto tratarmos os professores com essa lógica punitivista, sem escutar suas dores, suas necessidades, aflições, e sobretudo, sem incentivar a busca por novas ferramentas, assim como nos esforçamos para despertar o interesse dos estudantes, essa equação não fecha, e teremos uma legião de profissionais sem se lembrar do real motivo pelo qual escolheram construir sua carreira na Educação.

    Que neste mês de setembro, mês do nosso grande mestre Paulo Freire, possamos nos recordar que "Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender".


Bianca Silva (17.nov.2025). (Adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/blogs/politicas-e-justica/2025/11/, acesso em 20 de novembro de 2025. 

No texto, a assertiva da autora na expressão “desespero entre os docentes” diante das inovações tecnológicas está associada à (ao) 
Alternativas
Q4235589 Não definido
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são documentos que orientam a organização curricular da educação básica brasileira, embora possuam naturezas e funções distintas. Enquanto os PCNs tinham um caráter de recomendação e flexibilidade, a BNCC estabelece um conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver. Considerando a função e a estrutura desses documentos, qual alternativa apresenta uma análise correta sobre a relação e a distinção entre a BNCC e os PCNs?
Alternativas
Q4235588 Não definido
A avaliação, no contexto do cotidiano escolar, deve ser concebida como um processo contínuo e formativo, e não apenas como um momento terminal de classificação. A formação do professor, nesse sentido, deve capacitá-lo a utilizar a avaliação como um instrumento de diagnóstico e intervenção pedagógica, que informa tanto o aluno sobre seu progresso quanto o professor sobre a eficácia de sua prática. Em uma escola que adota a avaliação como processo, qual ação pedagógica demonstra a aplicação mais coerente e sofisticada do princípio da avaliação formativa, em detrimento da meramente classificatória?
Alternativas
Q4235587 Não definido
As diferentes abordagens psicológicas estabelecem relações distintas entre desenvolvimento, aprendizagem, pensamento e linguagem. A formação de conceitos, por exemplo, é um processo complexo que revela a interdependência dessas funções. A perspectiva histórico-cultural, em particular, oferece um arcabouço teórico robusto para a compreensão de como a interação social e os instrumentos culturais, notadamente a linguagem, moldam o desenvolvimento cognitivo. Considerando a abordagem histórico-cultural de Vygotsky, qual alternativa apresenta a correta articulação entre linguagem, pensamento e a formação de conceitos científicos no contexto escolar?
Alternativas
Q4235586 Não definido
O debate sobre a função social da educação se polariza entre a perspectiva da reprodução e a da transformação social. A escola, como instituição social básica, é um campo de disputa ideológica, onde a cultura e a organização social são simultaneamente transmitidas e questionadas. Em um cenário de acentuadas desigualdades sociais, a educação para a transformação exige uma postura que transcenda a mera equalização de oportunidades. Qual das proposições a seguir reflete, com maior precisão analítica, o papel da escola que se alinha à perspectiva de transformação social, em contraposição à função de controle e manutenção do status quo?
Alternativas
Q4235585 Não definido
A prática pedagógica brasileira expressa diferentes concepções de sociedade, conhecimento e educação, materializadas nas tendências pedagógicas. Entre elas, a tendência Progressista Crítico-Social dos Conteúdos, sistematizada por Dermeval Saviani, distingue-se das tendências Liberais ao atribuir um papel específico ao conhecimento escolar e à função social da escola. Considerando essas diferenças, assinale a alternativa que expressa corretamente os fundamentos da tendência Crítico-Social dos Conteúdos.
Alternativas
Q4235584 Não definido
Um usuário deseja utilizar uma função no Microsoft Excel que retorna o maior número presente no intervalo A1:A5. No exemplo na imagem abaixo, o resultado a ser retornado é o número 15:
Imagem associada para resolução da questão
Qual função deve ser utilizada para retornar esse valor?
Alternativas
Q4235583 Não definido
Com o crescimento do uso de computadores e dispositivos móveis, tornou-se comum armazenar arquivos de forma remota, permitindo acessá-los de qualquer lugar com conexão à internet. Entre os itens abaixo, qual é considerado um serviço de armazenamento em nuvem?
Alternativas
Q4235582 Não definido

Sobre o gerenciamento de arquivos e pastas no sistema operacional Windows, analise os itens a seguir:



I. Ao mover um arquivo dentro do Explorador de Arquivos, o usuário está realizando a ação de criar um atalho.


II. A extensão de arquivo que representa um documento de texto criado por processadores de texto, como o Microsoft Word, é .dll.


III. Quando um usuário cria uma nova pasta dentro de outra pasta já existente, essa nova pasta é chamada de diretório raiz.



Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4235581 Não definido
Um usuário deseja aumentar o espaço disponível para salvar documentos, fotos e vídeos em seu computador. Para isso, ele precisa realizar uma expansão de armazenamento interno, adicionando um dispositivo capaz de armazenar permanentemente seus arquivos. Qual das opções a seguir representa essa expansão?
Alternativas
Q4235580 Não definido
Quando o objetivo é aumentar a capacidade de processamento, busca-se uma ação que permita ao sistema executar aplicações de forma mais rápida e eficiente, reduzindo gargalos durante a execução de programas pesados ou multitarefas. Dentre as opções a seguir, qual ação é a mais adequada para melhorar a capacidade de processamento do computador? 
Alternativas
Q4235579 Não definido

Imagem associada para resolução da questão


Tirinha de Bob Thaves, disponível em https://www.estadao. com.br/cultura/quadrinhos/ acesso em 24 de novembro de 2025.


Sobre o processo de formação de vocábulos da língua portuguesa e os elementos mórficos que os formam, está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q4235578 Não definido
Texto 1 - Maioria dos escritores profissionais usam IA como ferramenta, aponta pesquisa 

    A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de inteligência artificial, relatando ganhos de produtividade, mas apenas 7% deles afirmam ter publicado algum texto gerado por IA, segundo uma pesquisa publicada na revista americana Publishers Weekly.
    O estudo feito pela plataforma Gotham GhostWriters, com respostas virtuais de profissionais da escrita de ficção e não ficção de todo o mundo, mostra que 61% deles incorporam a IA no dia a dia. São principalmente os ficcionistas que permanecem mais distantes e cautelosos com essas ferramentas.
    O levantamento “A.I. and the Writing Profession” se volta a entender como profissionais da escrita percebem a presença crescente da IA na profissão. A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.
    Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas.
    Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados, enquanto apenas 7% admitem publicar textos gerados diretamente pela tecnologia. O relatório registra que, embora a familiaridade reduza parte da desconfiança, as preocupações ainda são grandes. Nove em cada dez escritores temem a introdução de erros factuais nos textos. A rejeição é quase unânime entre os que não utilizam IA, enquanto apenas 61% dos usuários assíduos consideram o treinamento de modelos injusto.
    Quando o recorte se afunila para os 291 autores de ficção consultados na pesquisa, só 42% dizem recorrer à IA e quase sempre de forma esporádica. Entre eles, a percepção é majoritariamente positiva, já que 60% afirmam que a tecnologia melhora a qualidade da escrita e 87% dizem que aumenta a produtividade.
    Já entre os não usuários, o estudo identifica um repúdio quase unânime, alimentado tanto por preocupações éticas quanto pela avaliação de que textos produzidos por IA têm baixa qualidade.
    Segundo a Publishers Weekly, quase metade dos escritores freelancers relatam queda na demanda por trabalho por causa da IA, e três em cada quatro acreditam que as oportunidades tendem a diminuir com o avanço da tecnologia. Por outro lado, 21% dos usuários intensivos de IA afirmam ter visto o volume de demandas aumentar.

Texto de Aline Esteves, (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/ acesso em 24 de novembro de 2025. 
Está correta a análise da função sintática do termo destacado em: 
Alternativas
Q4235577 Não definido
Texto 1 - Maioria dos escritores profissionais usam IA como ferramenta, aponta pesquisa 

    A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de inteligência artificial, relatando ganhos de produtividade, mas apenas 7% deles afirmam ter publicado algum texto gerado por IA, segundo uma pesquisa publicada na revista americana Publishers Weekly.
    O estudo feito pela plataforma Gotham GhostWriters, com respostas virtuais de profissionais da escrita de ficção e não ficção de todo o mundo, mostra que 61% deles incorporam a IA no dia a dia. São principalmente os ficcionistas que permanecem mais distantes e cautelosos com essas ferramentas.
    O levantamento “A.I. and the Writing Profession” se volta a entender como profissionais da escrita percebem a presença crescente da IA na profissão. A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.
    Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas.
    Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados, enquanto apenas 7% admitem publicar textos gerados diretamente pela tecnologia. O relatório registra que, embora a familiaridade reduza parte da desconfiança, as preocupações ainda são grandes. Nove em cada dez escritores temem a introdução de erros factuais nos textos. A rejeição é quase unânime entre os que não utilizam IA, enquanto apenas 61% dos usuários assíduos consideram o treinamento de modelos injusto.
    Quando o recorte se afunila para os 291 autores de ficção consultados na pesquisa, só 42% dizem recorrer à IA e quase sempre de forma esporádica. Entre eles, a percepção é majoritariamente positiva, já que 60% afirmam que a tecnologia melhora a qualidade da escrita e 87% dizem que aumenta a produtividade.
    Já entre os não usuários, o estudo identifica um repúdio quase unânime, alimentado tanto por preocupações éticas quanto pela avaliação de que textos produzidos por IA têm baixa qualidade.
    Segundo a Publishers Weekly, quase metade dos escritores freelancers relatam queda na demanda por trabalho por causa da IA, e três em cada quatro acreditam que as oportunidades tendem a diminuir com o avanço da tecnologia. Por outro lado, 21% dos usuários intensivos de IA afirmam ter visto o volume de demandas aumentar.

Texto de Aline Esteves, (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/ acesso em 24 de novembro de 2025. 
Em “Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing.”. O sinal indicador de crase do enunciado se justifica para atender à regra de regência de um termo subordinante. Nas alternativas abaixo, o sinal indicador de crase se justifica exatamente pela mesma regra. 
Alternativas
Q4235576 Não definido
Texto 1 - Maioria dos escritores profissionais usam IA como ferramenta, aponta pesquisa 

    A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de inteligência artificial, relatando ganhos de produtividade, mas apenas 7% deles afirmam ter publicado algum texto gerado por IA, segundo uma pesquisa publicada na revista americana Publishers Weekly.
    O estudo feito pela plataforma Gotham GhostWriters, com respostas virtuais de profissionais da escrita de ficção e não ficção de todo o mundo, mostra que 61% deles incorporam a IA no dia a dia. São principalmente os ficcionistas que permanecem mais distantes e cautelosos com essas ferramentas.
    O levantamento “A.I. and the Writing Profession” se volta a entender como profissionais da escrita percebem a presença crescente da IA na profissão. A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.
    Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas.
    Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados, enquanto apenas 7% admitem publicar textos gerados diretamente pela tecnologia. O relatório registra que, embora a familiaridade reduza parte da desconfiança, as preocupações ainda são grandes. Nove em cada dez escritores temem a introdução de erros factuais nos textos. A rejeição é quase unânime entre os que não utilizam IA, enquanto apenas 61% dos usuários assíduos consideram o treinamento de modelos injusto.
    Quando o recorte se afunila para os 291 autores de ficção consultados na pesquisa, só 42% dizem recorrer à IA e quase sempre de forma esporádica. Entre eles, a percepção é majoritariamente positiva, já que 60% afirmam que a tecnologia melhora a qualidade da escrita e 87% dizem que aumenta a produtividade.
    Já entre os não usuários, o estudo identifica um repúdio quase unânime, alimentado tanto por preocupações éticas quanto pela avaliação de que textos produzidos por IA têm baixa qualidade.
    Segundo a Publishers Weekly, quase metade dos escritores freelancers relatam queda na demanda por trabalho por causa da IA, e três em cada quatro acreditam que as oportunidades tendem a diminuir com o avanço da tecnologia. Por outro lado, 21% dos usuários intensivos de IA afirmam ter visto o volume de demandas aumentar.

Texto de Aline Esteves, (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/ acesso em 24 de novembro de 2025. 
No enunciado “A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.” Acerca da classificação sintática dos termos destacados, têm-se, respectivamente, 
Alternativas
Q4235575 Não definido
Texto 1 - Maioria dos escritores profissionais usam IA como ferramenta, aponta pesquisa 

    A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de inteligência artificial, relatando ganhos de produtividade, mas apenas 7% deles afirmam ter publicado algum texto gerado por IA, segundo uma pesquisa publicada na revista americana Publishers Weekly.
    O estudo feito pela plataforma Gotham GhostWriters, com respostas virtuais de profissionais da escrita de ficção e não ficção de todo o mundo, mostra que 61% deles incorporam a IA no dia a dia. São principalmente os ficcionistas que permanecem mais distantes e cautelosos com essas ferramentas.
    O levantamento “A.I. and the Writing Profession” se volta a entender como profissionais da escrita percebem a presença crescente da IA na profissão. A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.
    Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas.
    Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados, enquanto apenas 7% admitem publicar textos gerados diretamente pela tecnologia. O relatório registra que, embora a familiaridade reduza parte da desconfiança, as preocupações ainda são grandes. Nove em cada dez escritores temem a introdução de erros factuais nos textos. A rejeição é quase unânime entre os que não utilizam IA, enquanto apenas 61% dos usuários assíduos consideram o treinamento de modelos injusto.
    Quando o recorte se afunila para os 291 autores de ficção consultados na pesquisa, só 42% dizem recorrer à IA e quase sempre de forma esporádica. Entre eles, a percepção é majoritariamente positiva, já que 60% afirmam que a tecnologia melhora a qualidade da escrita e 87% dizem que aumenta a produtividade.
    Já entre os não usuários, o estudo identifica um repúdio quase unânime, alimentado tanto por preocupações éticas quanto pela avaliação de que textos produzidos por IA têm baixa qualidade.
    Segundo a Publishers Weekly, quase metade dos escritores freelancers relatam queda na demanda por trabalho por causa da IA, e três em cada quatro acreditam que as oportunidades tendem a diminuir com o avanço da tecnologia. Por outro lado, 21% dos usuários intensivos de IA afirmam ter visto o volume de demandas aumentar.

Texto de Aline Esteves, (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/ acesso em 24 de novembro de 2025. 

Analise os itens quanto à classificação das orações destacadas:



I. A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de artificial. – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA.


II. Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados [...]. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL FINAL.


III. Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional [...]. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONFORMATIVA.


IV. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas. ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA.



Estão corretos apenas os itens:

Alternativas
Q4235574 Não definido
Texto 1 - Maioria dos escritores profissionais usam IA como ferramenta, aponta pesquisa 

    A maioria dos escritores afirmam recorrer a ferramentas de inteligência artificial, relatando ganhos de produtividade, mas apenas 7% deles afirmam ter publicado algum texto gerado por IA, segundo uma pesquisa publicada na revista americana Publishers Weekly.
    O estudo feito pela plataforma Gotham GhostWriters, com respostas virtuais de profissionais da escrita de ficção e não ficção de todo o mundo, mostra que 61% deles incorporam a IA no dia a dia. São principalmente os ficcionistas que permanecem mais distantes e cautelosos com essas ferramentas.
    O levantamento “A.I. and the Writing Profession” se volta a entender como profissionais da escrita percebem a presença crescente da IA na profissão. A conclusão dos responsáveis pelo estudo é que a categoria enxerga a tecnologia como algo ambíguo, ao mesmo tempo útil e ameaçador.
    Segundo a pesquisa, os escritores que mais recorrem à IA são os de autoajuda profissional, relações públicas e marketing. Entre os que menos incorporam essas ferramentas, segundo o levantamento, estão os editores de texto e jornalistas.
    Já 63% dos escritores afirmam usar IA para produzir rascunhos que depois serão editados, enquanto apenas 7% admitem publicar textos gerados diretamente pela tecnologia. O relatório registra que, embora a familiaridade reduza parte da desconfiança, as preocupações ainda são grandes. Nove em cada dez escritores temem a introdução de erros factuais nos textos. A rejeição é quase unânime entre os que não utilizam IA, enquanto apenas 61% dos usuários assíduos consideram o treinamento de modelos injusto.
    Quando o recorte se afunila para os 291 autores de ficção consultados na pesquisa, só 42% dizem recorrer à IA e quase sempre de forma esporádica. Entre eles, a percepção é majoritariamente positiva, já que 60% afirmam que a tecnologia melhora a qualidade da escrita e 87% dizem que aumenta a produtividade.
    Já entre os não usuários, o estudo identifica um repúdio quase unânime, alimentado tanto por preocupações éticas quanto pela avaliação de que textos produzidos por IA têm baixa qualidade.
    Segundo a Publishers Weekly, quase metade dos escritores freelancers relatam queda na demanda por trabalho por causa da IA, e três em cada quatro acreditam que as oportunidades tendem a diminuir com o avanço da tecnologia. Por outro lado, 21% dos usuários intensivos de IA afirmam ter visto o volume de demandas aumentar.

Texto de Aline Esteves, (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/ acesso em 24 de novembro de 2025. 
Os elementos coesivos de um texto permitem a progressão das ideias, conectando partes desse texto e contribuindo para a coerência. Está corretamente analisado o elemento de coesão referencial em
Alternativas
Respostas
81: B
82: D
83: E
84: C
85: C
86: A
87: D
88: E
89: A
90: B
91: E
92: A
93: C
94: A
95: C
96: D
97: E
98: C
99: A
100: A