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Um paciente de 45 anos, com histórico de uso nocivo de álcool muito importante (consumo diário de destilados), é admitido na unidade de emergência 48 horas após sua última ingestão alcoólica. Apresenta-se agitado, desorientado no tempo e no espaço, com tremores grosseiros de extremidades, sudorese profusa, taquicardia e relatos de alucinações visuais ("vê bichos na parede"). Ao exame físico, apresenta-se afebril e pressão arterial de 160/100 mmHg.
Considerando o diagnóstico de Delirium Tremens, qual é a conduta terapêutica inicial correta nesse caso?
Homem, 68 anos, há poucos meses com urgência miccional, polaciúria, nictúria, hesitação miccional, jato urinário fraco e sensação de esvaziamento incompleto. Na Escala IPSS (Escore Internacional de Sintomas Prostáticos), faz 18 pontos. PSA 2,3 ng/mL e USG de próstata mostram um volume prostático de 45 cm³.
Qual o tratamento inicial indicado para esse paciente, além de orientações comportamentais?
Criança, 5 anos, com febre de 39ºC há 8 dias, com exsudato amigdaliano, adenopatia cervical anterior, ausência de tosse e importante odinofagia. Levando em consideração os Critérios de Centor Modificado, há alta probabilidade de amigdalite aguda causada por infecção por estreptococos betahemolíticos do grupo A. Contudo, a criança tem alergia a penicilina, com história de reação anafilática.
Qual o tratamento adequado nesse caso?
Homem, 22 anos, sabidamente portador de Anemia Falciforme (Genótipo SS), é admitido na emergência com quadro de febre (38,5°C), dor torácica intensa e tosse produtiva há 12 horas. Ao exame físico: taquipneico (FR: 28 irpm), SatO2: 89% em ar ambiente, e presença de estertores crepitantes em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado alveolar no lobo inferior direito.
Além de oxigenioterapia e analgesia, qual é a conduta imediata adequada para o tratamento desse quadro de síndrome torácica aguda?
Mulher, 78 anos, com histórico de osteoartrite e hipertensão, queixa-se de insônia de início recente, tristeza e ansiedade após o falecimento de um familiar. A filha solicita uma medicação "para os nervos". Ao revisar o prontuário, você nota que a paciente já teve dois episódios de quedas no último ano; orienta, então, terapia cognitivo-comportamental e higiene do sono. Após alguns meses, retornam, dizendo não ter havido melhora e os sintomas persistem incômodos e atrapalhando a qualidade de vida.
Segundo os Critérios de Beers, qual conduta é a adequada nesse caso?
Idosa, 82 anos, com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica classificação GOLD 4E, em uso de formoterol, tiotrópio e budesonida (LABA+LAMA+ICS) em doses otimizadas, em uso de oxigenioterapia domiciliar, vacinação em dia, permanece com grande desconforto devido a uma dispneia de repouso.
Qual medicação pode ser prescrita para os cuidados paliativos e alívio da dispneia nesse caso?
Homem idoso, 69 anos, com doença renal crônica (TFG: 47 mL/min/1,73 m²), apresenta anemia normocrômica e normocítica (Hb 10,2 g/dL, VCM 90 fL, HCM 30 pg, CHCM 33 g/dL), assintomático, com taxas de reticulócitos, vitamina B12, ácido fólico, ferritina e índice de saturação de transferrina normais.
O tratamento indicado, nesse caso, é
Mulher, 35 anos, vegana e testemunha de Jeová, apresenta astenia e parestesia em membros inferiores. Diagnosticada com anemia megaloblástica (hemograma mostra hemoglobina de 8,2 g/dL, hematócrito 25%, VCM 118 fL, HCM e CHCM normais, RDW 19%).
Qual é o tratamento indicado para essa paciente?
Paciente, 21 anos, homem trans em uso atual de hormonização para afirmação de gênero, solicita procedimento de inserção de implante subdérmico de etonogestrel, mas tem dúvidas se essa é uma medicação de que pode fazer uso.
A orientação adequada para essa pessoa deve informar que a medicação é
Homem, 54 anos, em situação de rua, apresenta placas eritemato-descamativas pelo corpo em áreas fotoexpostas, diarreia crônica sanguinolenta, alucinações, delírios, ansiedade e desorientação em tempo e espaço. Testes rápidos de IST todos não reagentes.
Qual o diagnóstico desse paciente?
Homem, 21 anos, sem comorbidades, com febre alta há 2 dias, mialgia, astenia, cefaleia e dor retro-orbitária, sem sinais de alarme ou outras queixas. É realizada prova do laço, que vem positiva. PA: 115 x 72 mmHg. Hemograma mostra hematócrito normal e plaquetas de 90.000.
Qual a conduta indicada, além de dipirona ou paracetamol?
Homem, 67 anos, apresenta, há cerca de 6 meses, dor retroesternal desencadeada por emoções fortes e que demoram pelo menos 20 minutos para passar. A probabilidade pré-teste de essa dor torácica atípica ser uma doença arterial coronariana (DAC) é de 72%
Qual exame tem a melhor razão de verossimilhança e contribuirá para estabelecer o diagnóstico de DAC?
Homem, 45 anos, em tratamento para tuberculose pulmonar há 15 dias com o esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol). Retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de náuseas leves e dor epigástrica ocasional. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, anictérico, com discreta dor à palpação de epigástrio. Exames laboratoriais coletados no dia anterior mostram Transaminases (TGO e TGP) com valores 2 vezes acima do limite superior da normalidade.
Qual é a conduta indicada?
Jovem, 24 anos, apresenta-se com crise de enxaqueca intensa, sem melhora com uso domiciliar de dipirona 1 g VO e naproxeno 500 mg VO. Não houve melhora com medidas nãofarmacológicas e de hidratação intravenosa.
Qual é a opção terapêutica adequada para o manejo desse caso na urgência?
Homem, 32 anos, pesando 62 kg atualmente, com perda ponderal de 7 kg em 3 meses.
Quais diagnósticos diferenciais devem ser investigados inicialmente?
Mulher, 27 anos, trabalha como auxiliar de limpeza numa empresa privada. Apresenta, há algumas semanas, dor intensa no antebraço direito, principalmente ao segurar objetos, o que tem atrapalhado a realização das suas atividades laborais, sintomas que se associam com parestesias e paresia. Teste de Phalen e Tinel negativos, Teste de Finkelstein positivo.
Qual o diagnóstico dessa paciente?
Homem, 69 anos, apresenta-se no pronto-socorro com tontura persistente e sem fatores desencadeantes há um dia. É atendido e liberado com prescrição de betaistina 24 mg/dia. Retorna no dia seguinte com persistência da tontura, associada a náuseas. O Head Impulse Test vem normal. É possível visualizar um nistagmo bidirecional e um Teste de Skew com desvio vertical.
Qual o diagnóstico desse paciente?