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Qual é a senha correta?
Leia o texto a seguir

Disponível em: https://www.iguatamaagora.com.br/noticia/828/metaacolhercampanha-de-prevencao-ao-feminicidio. Acesso em: 30 nov. 2025.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
É bem-vinda a lei que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos de todos os Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O projeto estabelece que a gestão pública deve obedecer a determinadas técnicas de linguagem em textos dirigidos aos cidadãos, como redigir frases curtas em ordem direta e trocar termos técnicos e jargões por sinônimos. Também não é permitido usar novas formas de flexão de gênero contrárias a normas gramaticais.
Esta última regra despertou controvérsia por se referir à chamada linguagem neutra, que propõe mudanças na língua para incluir pessoas que não se identificam com o gênero feminino ou masculino – o pronome “todos” vira “todes”, adjetivos como “bonito” e “bonita” viram “bonite” ou “bonitx”, e, além de “ele” e “ela”, acrescenta-se o “elu”.
Por óbvio, línguas não são imutáveis, mas alterações ocorrem de forma gradual, e é a partir do uso popular generalizado que elas são incorporadas aos dicionários. Ademais, mudanças na concordância entre as palavras – uma das consequências do gênero neutro em línguas latinas, como o português – são raras. Há um movimento em prol de maior entendimento entre Estado e sociedade. Facilitar o acesso a direitos e deveres passa necessariamente por facilitar a comunicação.
FOLHA DE S. PAULO. Editorial: o que a Folha pensa – Estado precisa falar a língua da população. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/11/estado-precisa-falar-a-linguada-populacao.shtml. Acesso em: 2 dez. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
É bem-vinda a lei que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos de todos os Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O projeto estabelece que a gestão pública deve obedecer a determinadas técnicas de linguagem em textos dirigidos aos cidadãos, como redigir frases curtas em ordem direta e trocar termos técnicos e jargões por sinônimos. Também não é permitido usar novas formas de flexão de gênero contrárias a normas gramaticais.
Esta última regra despertou controvérsia por se referir à chamada linguagem neutra, que propõe mudanças na língua para incluir pessoas que não se identificam com o gênero feminino ou masculino – o pronome “todos” vira “todes”, adjetivos como “bonito” e “bonita” viram “bonite” ou “bonitx”, e, além de “ele” e “ela”, acrescenta-se o “elu”.
Por óbvio, línguas não são imutáveis, mas alterações ocorrem de forma gradual, e é a partir do uso popular generalizado que elas são incorporadas aos dicionários. Ademais, mudanças na concordância entre as palavras – uma das consequências do gênero neutro em línguas latinas, como o português – são raras. Há um movimento em prol de maior entendimento entre Estado e sociedade. Facilitar o acesso a direitos e deveres passa necessariamente por facilitar a comunicação.
FOLHA DE S. PAULO. Editorial: o que a Folha pensa – Estado precisa falar a língua da população. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/11/estado-precisa-falar-a-linguada-populacao.shtml. Acesso em: 2 dez. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O velhinho (sei que eu não deveria falar “velhinho”, não é politicamente correto, deveria falar “o cidadão da terceira idade” ou o “idoso”; mas o da minha estória era um “velhinho” mesmo...), pois o velhinho, após 50 anos de ausência, voltava pela primeira vez ao sítio onde passara sua infância. Visitava as matas, os caminhos, o riachinho. Quantas vezes o saltara com um pulo! E resolveu fazer o que sempre fizera: pulou... e caiu no meio. Assentado na água ele comentou: “E não é que o danado do riachinho nesses anos todos alargou e eu não havia notado?”.
Aconteceu coisa parecida comigo, não com um riachinho, mas com um bujão de gás. Quantas vezes levantei um bujão de gás com u’a mão só. E foi o que fiz, corrijo-me, foi o que tentei fazer. Não realizei a proeza porque, no momento mesmo em que peguei o bujão, uma mordida no nervo da minha coluna me obrigou a largá-lo no chão. E lá fui eu, gemendo e andando como um caranguejo. Aí, como o velhinho, esse velhinho que lhes escreve, lamenta que os bujões tenham dobrado de peso sem que eu tenha sido avisado. Daí pra frente tem sido dor, tudo por causa do maldito bujão.
Já passei por várias experiências de dor. Hérnia de disco. Um ortopedista me disse que só opera hérnia de disco quando o sofredor está a ponto de cometer suicídio. Tudo, menos dor. Cálculo renal. No hospital aplicaram-me seis ampolas de Buscopan. Foi igual a água. Aí eu estava verde e comecei a vomitar de dor. O médico então disse à enfermeira: “Aplique uma Dolantina nele...” Ela aplicou. Não se passaram nem cinco minutos. Eu estava no Paraíso. Senti, então, a felicidade indescritível que não depende de prazer algum. Bastava não ter dor. Sem dor o universo é maravilhoso.
ALVES, Rubem. A dor. Folha de S. Paulo, 21 mar. 2006. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2103200611.htm. Acesso em: 28 nov. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O velhinho (sei que eu não deveria falar “velhinho”, não é politicamente correto, deveria falar “o cidadão da terceira idade” ou o “idoso”; mas o da minha estória era um “velhinho” mesmo...), pois o velhinho, após 50 anos de ausência, voltava pela primeira vez ao sítio onde passara sua infância. Visitava as matas, os caminhos, o riachinho. Quantas vezes o saltara com um pulo! E resolveu fazer o que sempre fizera: pulou... e caiu no meio. Assentado na água ele comentou: “E não é que o danado do riachinho nesses anos todos alargou e eu não havia notado?”.
Aconteceu coisa parecida comigo, não com um riachinho, mas com um bujão de gás. Quantas vezes levantei um bujão de gás com u’a mão só. E foi o que fiz, corrijo-me, foi o que tentei fazer. Não realizei a proeza porque, no momento mesmo em que peguei o bujão, uma mordida no nervo da minha coluna me obrigou a largá-lo no chão. E lá fui eu, gemendo e andando como um caranguejo. Aí, como o velhinho, esse velhinho que lhes escreve, lamenta que os bujões tenham dobrado de peso sem que eu tenha sido avisado. Daí pra frente tem sido dor, tudo por causa do maldito bujão.
Já passei por várias experiências de dor. Hérnia de disco. Um ortopedista me disse que só opera hérnia de disco quando o sofredor está a ponto de cometer suicídio. Tudo, menos dor. Cálculo renal. No hospital aplicaram-me seis ampolas de Buscopan. Foi igual a água. Aí eu estava verde e comecei a vomitar de dor. O médico então disse à enfermeira: “Aplique uma Dolantina nele...” Ela aplicou. Não se passaram nem cinco minutos. Eu estava no Paraíso. Senti, então, a felicidade indescritível que não depende de prazer algum. Bastava não ter dor. Sem dor o universo é maravilhoso.
ALVES, Rubem. A dor. Folha de S. Paulo, 21 mar. 2006. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2103200611.htm. Acesso em: 28 nov. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O velhinho (sei que eu não deveria falar “velhinho”, não é politicamente correto, deveria falar “o cidadão da terceira idade” ou o “idoso”; mas o da minha estória era um “velhinho” mesmo...), pois o velhinho, após 50 anos de ausência, voltava pela primeira vez ao sítio onde passara sua infância. Visitava as matas, os caminhos, o riachinho. Quantas vezes o saltara com um pulo! E resolveu fazer o que sempre fizera: pulou... e caiu no meio. Assentado na água ele comentou: “E não é que o danado do riachinho nesses anos todos alargou e eu não havia notado?”.
Aconteceu coisa parecida comigo, não com um riachinho, mas com um bujão de gás. Quantas vezes levantei um bujão de gás com u’a mão só. E foi o que fiz, corrijo-me, foi o que tentei fazer. Não realizei a proeza porque, no momento mesmo em que peguei o bujão, uma mordida no nervo da minha coluna me obrigou a largá-lo no chão. E lá fui eu, gemendo e andando como um caranguejo. Aí, como o velhinho, esse velhinho que lhes escreve, lamenta que os bujões tenham dobrado de peso sem que eu tenha sido avisado. Daí pra frente tem sido dor, tudo por causa do maldito bujão.
Já passei por várias experiências de dor. Hérnia de disco. Um ortopedista me disse que só opera hérnia de disco quando o sofredor está a ponto de cometer suicídio. Tudo, menos dor. Cálculo renal. No hospital aplicaram-me seis ampolas de Buscopan. Foi igual a água. Aí eu estava verde e comecei a vomitar de dor. O médico então disse à enfermeira: “Aplique uma Dolantina nele...” Ela aplicou. Não se passaram nem cinco minutos. Eu estava no Paraíso. Senti, então, a felicidade indescritível que não depende de prazer algum. Bastava não ter dor. Sem dor o universo é maravilhoso.
ALVES, Rubem. A dor. Folha de S. Paulo, 21 mar. 2006. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2103200611.htm. Acesso em: 28 nov. 2025. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.

BENNET. Pirâmide do mundo capitalista. In: SEABRA, Luciana. O absurdo da desigualdade social. Economia Clara, 4 out. 2010.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Receita
ingredientes
2 conflitos de gerações
4 esperanças perdidas
3 litros de sangue fervido
5 sonhos eróticos
2 canções dos beatles
modo de preparar
dissolva os sonhos eróticos nos dois litros de sangue fervido e deixe gelar seu coração.
leve a mistura ao fogo, adicionando dois conflitos de gerações às esperanças perdidas.
corte tudo em pedacinhos e repita com as canções dos beatles o mesmo processo usado com os sonhos eróticos, mas desta vez deixe ferver um pouco mais e mexa até dissolver.
parte do sangue pode ser substituído por suco de groselha, mas os resultados não serão os mesmos. sirva o poema simples ou com ilusões.
BEHR, Nicolas. Receita. In: 50 POEMAS de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. p. 73-74.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Receita
ingredientes
2 conflitos de gerações
4 esperanças perdidas
3 litros de sangue fervido
5 sonhos eróticos
2 canções dos beatles
modo de preparar
dissolva os sonhos eróticos nos dois litros de sangue fervido e deixe gelar seu coração.
leve a mistura ao fogo, adicionando dois conflitos de gerações às esperanças perdidas.
corte tudo em pedacinhos e repita com as canções dos beatles o mesmo processo usado com os sonhos eróticos, mas desta vez deixe ferver um pouco mais e mexa até dissolver.
parte do sangue pode ser substituído por suco de groselha, mas os resultados não serão os mesmos. sirva o poema simples ou com ilusões.
BEHR, Nicolas. Receita. In: 50 POEMAS de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. p. 73-74.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Receita
ingredientes
2 conflitos de gerações
4 esperanças perdidas
3 litros de sangue fervido
5 sonhos eróticos
2 canções dos beatles
modo de preparar
dissolva os sonhos eróticos nos dois litros de sangue fervido e deixe gelar seu coração.
leve a mistura ao fogo, adicionando dois conflitos de gerações às esperanças perdidas.
corte tudo em pedacinhos e repita com as canções dos beatles o mesmo processo usado com os sonhos eróticos, mas desta vez deixe ferver um pouco mais e mexa até dissolver.
parte do sangue pode ser substituído por suco de groselha, mas os resultados não serão os mesmos. sirva o poema simples ou com ilusões.
BEHR, Nicolas. Receita. In: 50 POEMAS de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. p. 73-74.
Quais as formatações utilizadas no texto abaixo:
“Há duas formas para viver a sua vida. Uma é
que não existe milagre. A outra é acreditar
que todas as coisas são um
.” Albert Einstein
_______________ é uma técnica de representação gráfica que se utiliza símbolos previamente convencionados, permitindo a descrição clara e precisa das etapas ou sequências de um processo.
“é um conjunto de documentos criados ou recebidos por uma organização, firma ou indivíduo, que os mantém ordenadamente como fonte de informação para a execução de suas atividades.” Disponível em: https://pt.wikipedia.org
O texto refere-se a definição de
Observe o Organograma abaixo.

Este organograma é do tipo?