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I) Elevar a permeabilidade do solo e controlar a temperatura e a umidade do ar: A impermeabilização indiscriminada do solo urbano é um dos agentes que aumentam o escoamento superficial e as enchentes. Além disso, as árvores são contribuintes chaves para a moderação dos extremos climáticos dos grandes centros urbanos.
II) Interceptar a água da chuva: As copas das árvores fracionam a água das chuvas, o que diminui a energia do impacto da gota no solo minimizando o problema de erosão.
III) Proporcionar sombra: Áreas arborizadas quando comparadas àquelas expostas diretamente ao sol sofrem menos com os fenômenos de contração e dilatação, diminuindo seu desgaste. A copa das árvores filtra os raios solares diminuindo os efeitos da foto exposição humana que, em excesso, pode causar doenças de pele e de visão.
IV) Funcionar como corredor ecológico: A arborização viabiliza a conexão entre as populações de fauna de fragmentos maiores.
V) Agir como barreira contra, ventos, ruídos e alta luminosidade: As árvores modificam os ventos pela obstrução, deflexão, condução ou filtragem do seu fluxo, assim, a vegetação quando arranjada adequadamente pode proteger as construções da ação dos ventos ou direcionar a passagem destes por um determinado local.
VI) Diminuir a poluição do ar: As árvores retêm em suas folhas os particulados em suspensão no ar, frequentes em cidades com grande tráfego de veículos.
VII) Sequestrar e armazenar carbono: Por meio da fotossíntese, as árvores capturam o gás carbônico da atmosfera e o utilizam na formação de suas estruturas vegetativas.
VIII) Bem-estar psicológico: A presença de espécies arbóreas na paisagem promove beleza cênica, melhoria estética (especialmente na época de floração) e funcionalidade do ambiente e, em consequência, um aumento da qualidade de vida da população.
Assinale a alternativa correta sobre os benefícios e suas definições expostos acima:
I. Alimentação: alimento, bebida, condimento e tempero.
II. Ornamental: jardinagem, floricultura, decoração, arborização e/ou paisagismo.
III. Forrageira: forragem para animais de criação, incluindo a produção de mel pelas abelhas.
IV. Medicinal: medicina popular e/ou produto bioquímico de interesse farmacêutico, drogas tanto para tratamento dehumanos quanto de uso veterinário.
V. Produto bioquímico: composto químico de interesse para indústria de plásticos, revestimentos, tintas e vernizes, cosmética, perfumaria etc., por exemplo, borracha, óleos essenciais, gorduras e óleos não comestíveis, material naval, ceras, tanino, corante, látex, entre outros.
VI. Artesanato: confecção de utensílios, tecidos, tapetes, cordas, cestas, vassouras, enchimento para almofadas, cortiça, e também madeira, desde que em pequena escala, sem o uso de tronco inteiro.
VII. Propágulos: produção de mudas e sementes para uso em áreas de restauração e/ou conservação de vegetaçãonativa.
I. Argissolos: Grupamento de solos com B textural, com argila de atividade baixa ou alta conjugada com saturação por bases baixa ou caráter alítico. Desenvolvimento (expressão) de horizonte diagnóstico B textural em vinculação com atributos que evidenciam a baixa atividade da fração argila ou o caráter alítico.
II. Cambissolos: Grupamento de solos pouco desenvolvidos com horizonte B incipiente. Pedogênese pouco avançada evidenciada pelo desenvolvimento da estrutura do solo, alteração do material de origem expressa pela quase ausência da estrutura da rocha ou da estratificação dos sedimentos, croma mais alto, matizes mais vermelhos ou conteúdo de argila mais elevados que os horizontes subjacentes.
III. Gleissolos: Grupamento de solos com expressiva gleização. Hidromorfia expressa por forte gleização, resultante de processos de intensa redução de compostos de ferro, em presença de matéria orgânica, com ou sem alternância de oxidação, por efeito de flutuação de nível do lençol freático, em condições de regime de excesso de umidade permanente ou periódico.
IV. Latossolos: Grupamento de solos com B latossólico. Evolução muito avançada com atuação expressiva de processo de latolização (ferralitização ou laterização), resultando em intemperização intensa dos constituintes minerais primários, e mesmo secundários menos resistentes, e concentração relativa de argilominerais resistentes e, ou, óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio, com inexpressiva mobilização ou migração de argila, ferrólise, gleização ou plintitização.
V. Neossolos: Grupamento de solos pouco evoluídos, sem horizonte B diagnóstico definido. Insuficiência de expressão dos atributos diagnósticos que caracterizam os diversos processos de formação. Exígua diferenciação de horizontes, com individualização de horizonte A seguido de C ou R. Predomínio de características herdadas do material originário.