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Para prefeitura de inhumas - go
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O documento “A Educação que Nós Surdos Queremos” (FENEIS, 1999) foi produzido por lideranças da comunidade surda durante o Pré-Congresso de 1999. Esse evento antecedeu o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre (RS). Segundo Lopes (2007, p. 33), o documento apresentava a explanação sobre o modo “como os surdos gostariam de ser narrados; diretrizes surdas para educação (desde a educação infantil); discussões acerca da Língua Brasileira de Sinais; o direito a intérpretes e a necessidade do reconhecimento, pelo Estado, da LIBRAS como uma língua oficial.
Fonte: KRAEMER, Graciele Marjana; LOPES, Luciane Bresciani; ZILIO, Virgínia Maria. Formação docente e educação de surdos no Brasil: desafios para uma proposta educacional bilíngue. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 33, p. 1-17, 2020.
Em relação à educação de surdos, há uma construção de planos e políticas educacionais pautada na Lei nº
O oralismo tem sido e continua sendo, ainda hoje, em boa parte do mundo, a ideologia dominante dentro da educação dos surdos. A concepção do sujeito surdo ali presente diz respeito exclusivamente a uma dimensão clínica — a surdez como deficiência, os surdos como sujeitos patológicos — numa perspectiva terapêutica — a surdez deve reeducar-se e/ou curar-se, os surdos devem ser reeducados e/ou curados. E a conjunção de ideias clínicas e de ideias terapêuticas conduziu, historicamente, a uma transformação progressiva e sistemática do contexto escolar e de suas discussões e enunciados, em contextos médico-hospitalares.
Fonte: LANE, 1993 apud In: SKLIAR, C.B. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. p. 51-73.
Tal fato pode ser constatado quando, em 1988, os diretores das mais renomadas escolas para surdos da Europa propuseram acabar com
[...] os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf.>. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado]
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem como função
Para os surdos, as modificações trazidas pelas novas tecnologias não foram apenas educativas sociais e laborais, mas, sobretudo de inserção comunicativa em muitas das atividades de vida diária antes inacessíveis, pois, a distância e o tempo se encurtam pela Internet e surgiram novas maneiras de se relacionar.
Disponível em: <https://libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoPedagogico/educac ao DeSurdosENovasTecnologias/assets/719/TextoEduTecnologia1_Texto_bas e_ Atualizado_1_.pdf>. Acesso em: 29 ago. 2023.
A primeira tecnologia utilizada pelos surdos para comunicação à distância foi
Aspectos Linguísticos da Tradução
[…] o significado do signo linguístico não é mais que sua tradução por um outro signo que lhe pode ser substituído, especialmente um signo no qual ele se ache desenvolvido de modo mais completo`, como insistentemente afirmou Peirce, o mais profundo investigador da ciência dos signos.
Fonte: JAKOBSON, R. Linguística. Poética. Cinema. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2007, p. 64. [Adaptado].
Sobre os diferentes tipos de tradução, os três tipos definidos pelo autor são
A educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua cultura, em sua sociedade. Formas de educação que produzem e praticam, para que elas reproduzam, entre todos os que ensinam-e-aprendem, o saber que atravessa as palavras da tribo, os códigos sociais de conduta, as regras do trabalho, os segredos da arte ou da religião, do artesanato ou da tecnologia que qualquer povo precisa para reinventar, todos os dias, a vida do grupo e a de cada um de seus sujeitos, através de trocas sem fim com a natureza e entre os homens, trocas que existem dentro do mundo social onde a própria educação habita, e desde onde ajuda a explicar — às vezes a ocultar, às vezes a inculcar — de geração em geração, a necessidade da existência de sua ordem.
BRANDÃO, C. Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 2001.
De acordo com o texto, a educação é conceituada como sendo
Observe os mapas a seguir.

BARREIRA, C.C.M.; TEIXEIRA, R.A. A dinâmica espacial na Região
Metropolitana de Goiânia: reestruturação e fragmentação do município de
Inhumas/GO. In: MARAFON, G.J. et al. Pesquisa qualitativa em geografia:
reflexões teórico-conceituais e aplicadas. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2013, p.
401.
Os mapas representam um processo histórico-geográfico de
O Cerrado goiano sofreu muitas alterações com a ocupação humana. Um dos impactos ambientais mais graves na região foi causado por uma atividade que contamina os rios com mercúrio e provoca o assoreamento dos cursos de água (bloqueio por terra).
Disponível em: <https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/biomas/biom a_cerrado/bioma_cerrado_ameacas/>. Acesso em: 30 jan. 2024.
O texto se refere à qual atividade?
Um dos textos historiográficos mais conhecidos acerca da formação da nação brasileira é como se deve escrever a história do Brasil, do viajante e biólogo Phillipe Von Martius. Este opúsculo, como bem sabemos, é de suma importância para o projeto de escrita da história do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) na medida em que responde às inquietações decorrentes do processo de constituição do Estado nacional. A fórmula de Martius, narrativa, permeada pelo “encontro” entre as três raças, abriu um campo representativo da nacionalidade, sob o domínio da estética romântica.
SANDES, Noé Freire; ARRAIS, Cristiano Alencar. História e memória em Goiás no século XIX uma consciência da mágoa e da esperança. VARIA HISTÓRIA, Belo Horizonte, vol. 29, nº 51, p.847-861, set/dez 2013, p. 03.
O texto se refere a uma historiografia que forjou uma suposta convivência pacífica entre