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Exames anteriores mostram urocultura positiva em três episódios distintos, com intervalo superior a quatro semanas entre eles. No momento, está assintomática.
A conduta mais adequada nesse momento consiste em
A conduta ambulatorial mais adequada é
A conduta mais adequada consiste em
Refere distensão e gases abdominais frequentes, especialmente após as refeições, sintomas presentes há mais de seis meses. Nas últimas três semanas, passou a apresentar episódios de diarreia intermitente, com fezes pastosas e presença de muco, sem sangue ou febre. Nega uso recente de antibióticos ou sangramento digestivo. Ao exame, encontra-se pálida, com leve dor à palpação do quadrante inferior esquerdo.
Diante do quadro descrito, a próxima etapa mais apropriada na investigação diagnóstica consiste em
Diante da persistência do quadro, foram solicitados exames complementares, incluindo sorologias e biópsia de duodeno, cujo laudo descreve: “achatamento das vilosidades, hiperplasia das criptas e infiltrado linfocitário intraepitelial difuso.”
Diante do quadro apresentado, a conduta mais apropriada é
Com base nas recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2024/2025, a conduta mais apropriada é
Considerando sua faixa etária e condição clínica, a orientação vacinal mais adequada, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2024/2025, é
Ao exame físico: pressão arterial de 130 x 80 mmHg, IMC de 27 kg/m². Exames laboratoriais: colesterol total 240 mg/dL, HDL 48 mg/dL, LDL 160 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, glicemia e função hepática normais. Ultrassonografia abdominal revelou esteatose hepática leve.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais apropriada para esse paciente é
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é
Ao exame físico, apresenta-se ictérica (1+/4+), com aranhas vasculares em tórax anterior, macicez e abolição do murmúrio vesicular na base do hemitórax direito até o terço inferior, abdome globoso com circulação colateral e ascite volumosa, edema com cacifo 2+/4+ em membros inferiores até joelhos. Radiografia de tórax evidencia derrame pleural à direita ocupando aproximadamente 40% do hemitórax. Toracocentese realizada obteve 1200 mL de líquido citrino, não purulento.
Exames do líquido pleural: aspecto translúcido amarelo-citrino, pH 7,48, densidade 1,010, proteína total 2,1 g/dL, glicose 95 mg/dL, LDH 85 UI/L, colesterol 38 mg/dL, triglicerídeos 45 mg/dL, contagem de células 180 células/mm³ (linfócitos 65%, neutrófilos 20%, células mesoteliais 15%), ausência de hemácias. Exames séricos simultâneos: proteína total 5,8 g/dL, albumina 2,3 g/dL, LDH 180 UI/L (valor de referência até 200 UI/L), bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,1 mg/dL), AST 98 UI/L, ALT 76 UI/L, INR 1,8.
O diagnóstico mais provável, pela descrição do caso e pela análise do líquido pleural, é
A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é
Ao exame físico, apresenta-se lúcida e orientada, eupneica em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base direita, ptose palpebral bilateral acentuada, oftalmoparesia com limitação da abdução ocular bilateral, voz anasalada, fraqueza muscular proximal grau 4 em membros superiores e grau 4+ em membros inferiores. Frequência respiratória de 18 irpm, saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, capacidade vital forçada de 2,8 litros (85% do predito). Gasometria arterial: pH 7,42, PaCO2 38 mmHg, PaO2 88 mmHg, HCO3 24 mEq/L, SatO2 96%. Radiografia de tórax evidenciou infiltrado em lobo inferior direito.
A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é
Ao exame físico, apresenta palidez cutaneomucosa, linfonodomegalia cervical e hepatoesplenomegalia. A investigação confirmou tuberculose disseminada e foi iniciado esquema RIPE. No quinto dia de tratamento, evoluiu com icterícia, náuseas intensas e vômitos, sendo suspensa a medicação tuberculostática.
Exames laboratoriais revelaram AST 420 U/L, ALT 380 U/L, bilirrubina total 4,2 mg/dL, albumina 2,1 g/dL, hemoglobina 8,5 g/dL e linfócitos totais 800/mm³. Durante a internação, apresentou hipotensão ortostática persistente, hiperpigmentação cutânea difusa e astenia intensa.
Novos exames mostraram sódio 128 mEq/L, potássio 5,8 mEq/L, glicemia 62 mg/dL e cortisol sérico às 8h de 3,2 mcg/dL. Após 4 semanas de jejum prolongado devido à intolerância alimentar e vômitos persistentes, a paciente desenvolveu quadro agudo de desorientação temporoespacial, nistagmo horizontal bilateral e ataxia de marcha com base alargada, sendo incapaz de realizar marcha em tandem.
A conduta terapêutica mais apropriada pela descrição do caso é
Atualmente está clinicamente estável, sem edema residual, mantendo quimioterapia ativa e função hepática e renal normais. IMC: 27 kg/m². Durante a visita de seguimento, discute-se a conduta em relação à profilaxia secundária do tromboembolismo venoso (TEV) após completar 6 meses de anticoagulação plena.
Considerando as evidências e recomendações atuais, a conduta mais adequada é
Histórico adicional: mantém atividade ambulatorial preservada, sem sangramentos recentes nem trombose prévia. Exames: hemoglobina 9,1 g/dL (prévia há 3 meses: 13,0 g/dL), plaquetas 210.000/mm³, creatinina 0,8 mg/dL.
Na avaliação do risco de tromboembolismo venoso (TEV) pelo escore de Khorana, a paciente pontuou 2 pontos por câncer de pâncreas e 1 ponto por hemoglobina <10 g/dL. Durante o round clínico, discutiu-se a necessidade de manter profilaxia primária de TEV após a alta hospitalar.
Considerando as recomendações atuais sobre prevenção de tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes com câncer, a conduta mais adequada é
Ao exame físico: temperatura axilar 39,2 oC, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial 110/70 mmHg. Regular estado geral, corada, hidratada. Orofaringe hiperemiada sem exsudato. Presença de exantema maculopapular eritematoso, evanescente, em tronco e face interna de coxas, não pruriginoso. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Abdômen: fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, baço palpável a 1 cm do rebordo costal esquerdo, indolores. Exame articular: edema e dor à mobilização de punhos, joelhos e tornozelos bilateralmente, sem deformidades. Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, VCM 82 fL, leucócitos 18.500/mm³ (neutrófilos 88%, linfócitos 8%), plaquetas 520.000/mm³, velocidade de hemossedimentação 95 mm/1ª hora, proteína C reativa 145 mg/L (VR: < 5 mg/L), ferritina 8.200 ng/mL (VR: 15-150), fração glicosilada da ferritina 12% (VR: >20%), transaminases (TGO 85 U/L, TGP 92 U/L), bilirrubinas normais, função renal normal. Fator reumatoide negativo, FAN negativo, anti-CCP negativo. Hemoculturas (3 amostras): negativas. Sorologias para HIV, hepatites B e C, Epstein-Barr, citomegalovírus: negativas. Radiografia de tórax: sem alterações. Ecocardiograma transtorácico: derrame pericárdico laminar.
Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais e de imagem, a hipótese diagnóstica mais provável e os principais diagnósticos diferenciais a serem considerados são
Antecedentes cirúrgicos: ressecção ileocecal com anastomose ileocolônica há 3 anos por estenose fibrótica refratária.
Ao exame físico: emagrecido (IMC 18,5 kg/m²), descorado +/4+, desidratado +/4+. Abdomen: presença de orifício fistuloso em flanco direito drenando secreção fecaloide, com pele perilesional hiperemiada, sem sinais de abscesso palpável. Abdomen difusamente doloroso à palpação, sem defesa ou descompressão brusca dolorosa.
Exames laboratoriais: hemoglobina 9,8 g/dL, VCM 78 fL, leucócitos 12.800/mm³ (neutrófilos 76%, linfócitos 18%), plaquetas 485.000/mm³, albumina 2,8 g/dL, proteína C reativa 68 mg/L (VR: < 5 mg/L), calprotectina fecal 850 mcg/g (VR: < 50 mcg/g), vitamina B12 150 pg/mL (VR: 200-900), ácido fólico 22 ng/mL (VR: 2-20). Tomografia de abdome e pélvis com contraste: espessamento parietal do íleo terminal e cólon ascendente, trajeto fistuloso entre alça ileal e parede abdominal anterior (fístula enterocutânea), sem coleções intra-abdominais. Teste respiratório com lactulose: elevação de hidrogênio de 28 ppm acima do basal em 75 minutos.
Considerando o quadro clínico e os achados de imagem e laboratoriais, a abordagem terapêutica mais adequada para esse paciente inclui
Antecedentes pessoais: asma leve intermitente.
Ao exame físico: bom estado geral, eupneica, temperatura axilar 37,8 C, frequência cardíaca 88 bpm, pressão arterial 120/75 mmHg. Orofaringe sem alterações no momento do exame.
Exame dermatológico: presença de múltiplos nódulos eritematosos, levemente elevados, quentes e extremamente dolorosos à palpação, medindo entre 2 e 4 cm de diâmetro, localizados bilateralmente em regiões pré-tibiais e face anterior das pernas, sem ulceração ou drenagem. Ausência de lesões em outras topografias. Membros inferiores sem edema ou sinais flogísticos em articulações.
Exames laboratoriais: hemoglobina 13,8 g/dL, leucócitos 10.200/mm³ (neutrófilos 68%, linfócitos 24%, eosinófilos 2%), plaquetas 298.000/mm³, velocidade de hemossedimentação 48 mm/1ª hora, proteína C reativa 32 mg/L (VR: < 5 mg/L). Radiografia de tórax: sem alterações do parênquima pulmonar ou linfonodomegalias hilares.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, assinale a afirmativa correta a respeito da hipótese diagnóstica mais provável e da principal etiologia associada.
História patológica pregressa: rinite alérgica desde a infância. Ao exame físico dermatológico: múltiplas pápulas e nódulos eritematosos, alguns com centro esbranquiçado e bordas hiperpigmentadas, medindo entre 0,5 e 2 cm de diâmetro, distribuídos simetricamente em superfícies extensoras dos membros superiores e inferiores, face anterior do tronco e região lombar. Observam-se escoriações, crostas hemáticas e áreas de liquenificação sobre algumas lesões. Presença do "sinal da borboleta" no dorso, caracterizado por área relativamente poupada de lesões na região toracolombar mediana de difícil alcance manual. Ausência de lesões em face, palmas e plantas.
Exames laboratoriais: hemoglobina 13,2 g/dL, leucócitos 7.800/mm³ (eosinófilos 6%, linfócitos 28%, neutrófilos 62%), plaquetas 245.000/mm³, ureia 38 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, TGO 28 U/L, TGP 32 U/L, fosfatase alcalina 82 U/L, bilirrubinas totais 0,8 mg/dL, IgE total 680 UI/mL (VR: < 100 UI/mL), TSH 2,1 mUI/L. Biópsia cutânea de lesão nodular: hiperceratose, acantose irregular, discreta espongiose, fibrose dérmica superficial e infiltrado inflamatório perivascular constituído predominantemente por linfócitos e eosinófilos.
Considerando o quadro clínico, os achados laboratoriais e histopatológicos, assinale a afirmativa correta a respeito da hipótese diagnóstica e das características associadas.
Ao exame físico: paciente pálido, sudoreico, consciente, orientado, pressão arterial 94/60 mmHg, frequência cardíaca 112 bpm, saturação de O₂ 97% em ar ambiente. Apresenta circulação colateral abdominal, telangiectasias em tronco e discreta ascite. Toque retal revela melena. Hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas: 78.000/mm³; INR: 1,6; ureia: 68 mg/dL; creatinina: 1,1 mg/dL.
Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais, a conduta inicial mais apropriada no manejo da hemorragia digestiva com suspeita de origem varicosa é