Questões de Concurso Para prefeitura de edéia - go

Foram encontradas 319 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1319938 Português

ORA DIREIS OUVIR ESTRELAS

Olavo Bilac


"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso! ”E eu vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las, muita vez desperto

E abro as janelas, pálido de espanto...


E conversamos toda a noite, enquanto

A Via-Láctea, como um pálio aberto,

Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto

Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!

Que conversas com elas? Que sentido

Tem o que dizem, quando estão contigo?"


E eu vos direi: "Amai para entendê-las!

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas."

(Ora direis ouvir estrelas: Coleção de Sonetos, Via Láctea. Soneto XIII. Olavo Bilac, 1888)

Considerando que o texto tem uma linguagem literária, depreende-se que o
Alternativas
Q1319937 Português
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
    Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
     O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
     Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
     A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
     As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Nesse texto, os fragmentos: “Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui.” / “Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos.” Conforme a tipologia textual são:
Alternativas
Q1319936 Português
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
    Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
     O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
     Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
     A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
     As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Esse texto tem a principal finalidade de
Alternativas
Q1319935 Português
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
    Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
     O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
     Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
     A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
     As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Quanto ao gênero do discurso, esse texto é um/uma
Alternativas
Q1319899 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Acerca do estágio probatório previsto pelo Estatuto dos Servidores Públicos de Edéia, assinale a única afirmativa incorreta
Alternativas
Q1319896 Administração de Recursos Materiais
Os Recursos Materiais são aqueles que:
Alternativas
Q1319895 Direito Constitucional
O Executivo, Legislativo e o Judiciário são considerados
Alternativas
Q1319894 Direito Administrativo
Assinale a alternativa que trata do Princípio da Publicidade
Alternativas
Q1319893 Direito Administrativo
O Poder de Polícia trata-se de atividade estatal que limita o exercício dos direitos individuais em prol do interesse coletivo. Assinale a alternativa que contemple corretamente as características (atributos) do Poder de Polícia:
Alternativas
Q1319892 Direito Administrativo
De acordo com os elementos dos atos administrativos, assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna abaixo. O elemento __________ é o conteúdo do ato; é a própria alteração na ordem jurídica; é aquilo de que o ato dispõe.
Alternativas
Q1319891 Arquivologia
Assinale a alternativa que contemple a correta definição de Arquivo.
Alternativas
Q1319890 Redação Oficial
Redação Oficial é a maneira pela qual o poder Público redige atos normativos e comunicações. Sendo assim, assinale a alternativa que contemple um dos atributos exigidos na redação oficial.
Alternativas
Q1319889 Matemática
Um menino de 1,50 m de altura observa em um dia ensolarado, a sombra de uma árvore e a sua própria sombra. Não dispondo de fita métrica ou de trena, ele toma uma corda, mede sua sombra e a compara com a da árvore, verificando esta ser 12 vezes maior que a sua. Nessas condições a altura da árvore é igual à:
Alternativas
Q1319888 Matemática
Três rolos de fio medindo respectivamente 40 m, 50 m e 170 m, foram cortados em pedaços iguais e com maior tamanho possível, sem deixar sobras. Nessas condições o número de pedaços obtidos e o tamanho de cada um deles serão, respectivamente, iguais à:
Alternativas
Q1319885 Matemática
O gráfico a seguir apresenta a frequência absoluta dos salários dos funcionários de uma empresa, observe:
Imagem associada para resolução da questão

Com base nos dados do gráfico podemos afirmar que a média aritmética salarial dos trabalhadores que recebem abaixo de R$ 1.300,00 é igual à:

Alternativas
Q1319884 Matemática
Usando seis dos algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 sem repeti-los, a quantidade de números pares que podem ser formados é igual à:
Alternativas
Q1319883 Matemática
No alto de uma torre de transmissão de rádio, duas luzes “piscam” com frequências diferentes. A primeira luz pisca 12 vezes por minuto e a segunda pisca 16 vezes por minuto. Se em um dado momento as duas luzes piscam simultaneamente, então, elas voltarão a piscar simultaneamente após:
Alternativas
Q1319882 Matemática
Um quadro foi vendido por R$ 880,00, dado que o lucro obtido na venda foi de 25% sobre o valor de custo, então podemos afirmar que o valor de custo do quadro foi igual à:
Alternativas
Respostas
261: A
262: B
263: C
264: C
265: D
266: D
267: C
268: B
269: D
270: A
271: B
272: C
273: A
274: C
275: B
276: D
277: D
278: C
279: A
280: B