Questões de Concurso
Para agsus
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Em relação a indicadores e informação em saúde, julgue o item subsequente.
Para fins de gestão do SUS, a informação em saúde deve ser entendida apenas como o produto final de sistemas de informação automatizados, não sendo influenciada por processos como coleta, registro, crítica, validação e análise dos dados, que são etapas essencialmente técnicas e sem impacto na qualidade da decisão.
Indicadores de saúde consistem em construções quantitativas que resultam da relação entre pelo menos duas variáveis, permitindo sintetizar aspectos complexos do estado de saúde, de seus determinantes ou do desempenho dos serviços, e são fundamentais para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações em saúde.
Como o foco da vigilância em saúde ambiental está centrado na ocorrência de doenças já instaladas na população, é desnecessário o monitoramento contínuo de fatores ambientais, bastando as ações de combate a surtos ou epidemias.
O monitoramento de fatores ambientais em saúde é uma atribuição exclusiva dos órgãos ambientais, não cabendo ao setor de saúde qualquer participação na coleta, análise ou interpretação de dados ambientais.
São objetivos da vigilância em saúde ambiental a identificação e o monitoramento de fatores ambientais que possam interferir na saúde humana, como qualidade da água, do ar, do solo, presença de vetores e riscos decorrentes de desastres naturais ou tecnológicos.
A água com boa aparência (transparente, sem cor e sem odor) é automaticamente considerada própria para consumo humano, independentemente de análises laboratoriais de parâmetros microbiológicos e químicos.
A presença de Escherichia coli em amostras de água para consumo humano representa risco à saúde pública, pois é um importante indicador de contaminação fecal recente, o que aumenta a probabilidade da presença de outros patógenos.
A Portaria GM/MS n.º 888/2021 estabelece padrões de potabilidade para a água destinada ao consumo humano, incluindo limites máximos permitidos segundo parâmetros microbiológicos, químicos e físicos, visando à proteção da saúde da população.
Em oficinas técnicas, deve-se priorizar a transmissão unilateral de conteúdo para evitar a dispersão de discussões.
A definição de objetivos educacionais mensuráveis permite que se avalie o impacto da capacitação sobre as práticas profissionais.
O planejamento educativo pode ser realizado sem participação da equipe multiprofissional, visto que a transmissão de informação é uma atividade individual.
A linguagem técnica deve ser priorizada, independentemente do perfil sociocultural do público, de forma a garantir a fidelidade conceitual do conteúdo transmitido.
No SUS, os serviços de saúde são organizados em rede para possibilitar a continuidade do cuidado entre diferentes pontos de atenção.
Requisitos técnicos definidos em normas podem ser substituídos por critérios internos sem necessidade de justificativa formal.
A verificação de conformidade regulatória deve ser realizada apenas após a conclusão da execução do projeto.
A integração entre processos reduz retrabalho decorrente de falhas de comunicação entre setores.
O monitoramento dispensa análise de dados quando se atingem metas quantitativas.
O monitoramento de ações em saúde pode subsidiar reprogramação físico-financeira quando for evidenciado desalinhamento entre produção assistencial e planejamento orçamentário.
No planejamento de ações do SUS, pode-se utilizar análise de perfil epidemiológico para a definição de prioridades territoriais.
Impactos socioambientais não interferem em cobertura vacinal, visto que a imunização depende apenas da disponibilidade de vacinas.