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Q1653170 Pedagogia
O currículo oculto é constituído por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do currículo oficial, explícito, contribuem de forma implícita para aprendizagens sociais relevantes. Para a perspectiva crítica, o que se aprende no currículo oculto são, fundamentalmente:
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Q1653169 Pedagogia
A década de 60 foi de grandes transformações em diversos âmbitos, em nível mundial. Não poderia ser diferente com a Educação. Importantes movimentos sociais e culturais tiveram aí sua gênese. Não por coincidência foi também nessa década que surgiram estudos que criticavam o pensamento e a estrutura educacional tradicionais. Os modelos tradicionais de currículo restringiam-se à atividade técnica de como fazer o currículo. As teorias críticas sobre o currículo, em contraste, começam por colocar em questão, principalmente, os pressupostos dos presentes arranjos sociais e educacionais. (Tomaz Tadeu da Silva – Adaptado)
Para as teorias críticas, o importante não é desenvolver técnicas de como fazer o currículo, mas desenvolver conceitos que nos permitam compreender:
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Q1653168 Pedagogia
Questão 45 A escola é um local fundamental para se utilizar as bases e saberes da Comunicação Não-Violenta (CNV). Isso ocorre porque julgamentos, críticas, diagnósticos e interpretações dos outros são expressões alienadas de nossas próprias necessidades e valores. Quando os outros ouvem críticas, tendem a investir sua energia na autodefesa ou no contraataque. E o espaço escolar é permeado pelas relações interpessoais em formação. “Quando […] alguém realmente o escuta sem julgá-lo, sem tentar assumir a responsabilidade por você, sem tentar moldá-lo, é muito bom. […] Quando sinto que fui ouvido e escutado, consigo perceber meu mundo de uma maneira nova e ir em frente. É espantoso como problemas que parecem insolúveis se tornam solúveis quando alguém escuta. Como confusões que parecem irremediáveis viram riachos relativamente claros correndo, quando se é escutado”. (Carl Rogers)
O trecho atribuído a Carl Rogers é um exemplo de capacidade a ser desenvolvida por quem trabalha em ambientes coletivos, como a escola, que é:
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Q1653167 Pedagogia
“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão. Uma de suas tarefas primordiais é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se “aproximar” dos objetos cognoscíveis. E esta rigorosidade metódica não tem nada que ver com o discurso “bancário” meramente transferidor do perfil do objeto ou do conteúdo. É exatamente neste sentido que ensinar não se esgota no “tratamento” do objeto ou do conteúdo, superficialmente feito, mas se alonga à produção das condições em que aprender criticamente é possível. E essas condições implicam ou exigem a presença de educadores e de educandos criadores, instigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e persistentes. Faz parte das condições em que aprender criticamente é possível, a pressuposição por parte dos educandos de que o educador já teve ou continua tendo experiência da produção de certos saberes e que estes não podem a eles, os educandos, ser simplesmente transferidos.” (Paulo Freire)
Para Paulo Freire, nas condições de verdadeira aprendizagem, os educandos vão se transformando em:
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Q1653166 Pedagogia
Os sete saberes necessários à educação enunciados por MORIN, são:  As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão.
 Os princípios do conhecimento pertinente.  Ensinar a condição humana.  Ensinar a identidade terrena.  Enfrentar as incertezas.  Ensinar a compreensão.  A Ética do gênero humano
Eles constituem eixos e, ao mesmo tempo, caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação, e que estão preocupados com o futuro das crianças e dos adolescentes.
Para o autor:
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Q1653165 Pedagogia
estruturas: administrativas e pedagógicas. As primeiras asseguram, praticamente, a locação e a gestão de recursos humanos, físicos e financeiros. Fazem parte, ainda, das estruturas administrativas todos os elementos que têm uma forma material como, por exemplo, a arquitetura do edifício escolar e a maneira como ele se apresenta do ponto de vista de sua imagem: equipamentos e materiais didáticos, mobiliário, distribuição das dependências escolares e espaços livres, cores, limpeza e saneamento básico (água, esgoto, lixo e energia elétrica). As pedagógicas, que, teoricamente, determinam a ação das administrativas, "organizam as funções educativas para que a escola atinja de forma eficiente e eficaz as suas finalidades" (Alves). As estruturas pedagógicas referem-se, fundamentalmente, às interações políticas, às questões de ensino-aprendizagem e às de currículo. Nas estruturas pedagógicas incluem-se todos os setores necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico. É preciso ficar claro que a escola é uma organização orientada por finalidades, controlada e permeada pelas questões do poder.
A partir da análise da estrutura organizacional da escola, pode-se identificar:
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Q1653164 Pedagogia
A importância dos princípios abaixo relacionados está em garantir sua operacionalização nas estruturas escolares, pois uma coisa é estar no papel, na legislação, na proposta, no currículo, e outra é estar ocorrendo na dinâmica interna da escola, no real, no concreto. (Ilma Passos Veiga – adaptação)
 Igualdade de condições para acesso e permanência na escola.  Qualidade que não pode ser privilégio de minorias econômicas e sociais.  Gestão democrática é um princípio consagrado pela Constituição vigente e abrange as dimensões pedagógica, administrativa e financeira.  Liberdade é outro princípio constitucional. O princípio da liberdade está sempre associado à ideia de autonomia.  Valorização do magistério é um princípio central na discussão do projeto político-pedagógico.
Esses princípios deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita e, portanto, fazer parte do(dos, da):
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Q1653163 Pedagogia
“O projeto político-pedagógico vai além de um simples agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. O projeto não é algo que é construído e em seguida arquivado ou encaminhado às autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo educativo da escola. O projeto busca um rumo, uma direção. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população majoritária. É político no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade. Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade.” (Ilma Passos Veiga)
Político e pedagógico têm, assim, uma significação:
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Q1653162 Pedagogia
Segundo a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no TÍTULO III - Do Direito à Educação e do Dever de Educar, o Art. 6º determina que é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos:
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Q1653161 Pedagogia
Uma metodologia de aprendizagem em que os alunos se envolvam com tarefas e desafios para resolver um problema ou desenvolver um plano que tenha ligação com a sua vida fora da sala de aula. E que, no processo, eles lidem com questões interdisciplinares, tomem decisões e ajam sozinhos e em equipe. Por meio das atividades são trabalhadas, também, suas habilidades de pensamento crítico e criativo e a percepção de que existem várias maneiras de se realizar uma tarefa. Os alunos são avaliados de acordo com o desempenho durante as atividades e na entrega dos trabalhos finais.
A descrição acima traduz a concepção de aprendizagem:
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Q1653160 Pedagogia
A combinação de Metodologias Ativas com tecnologias digitais móveis é hoje estratégica para a inovação pedagógica. As tecnologias ampliam as possibilidades de pesquisa, autoria, comunicação e compartilhamento em rede, publicação, multiplicação de espaços e tempos; monitoram cada etapa do processo, tornam os resultados visíveis, os avanços e as dificuldades. As tecnologias digitais diluem, ampliam e redefinem a troca entre os espaços formais e informais por meio de redes sociais e ambientes abertos de compartilhamento e coautoria. A chegada das tecnologias móveis à sala de aula traz tensões, novas possibilidades e grandes desafios. Elas são cada vez mais fáceis de usar, permitem a colaboração entre pessoas próximas e distantes, ampliam a noção de espaço escolar, integram alunos e professores de países, línguas e culturas diferentes. A convergência digital exige mudanças muito mais profundas que afetam a escola em todas as suas dimensões, tais como:
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Q1653159 Pedagogia
Metodologias são grandes diretrizes que orientam os processos de ensino e aprendizagem e que se concretizam em estratégias, abordagens e técnicas concretas, específicas e diferenciadas. Metodologias Ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva dos estudantes na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e compostas por elementos diferentes.
As Metodologias Ativas, num mundo conectado e digital, expressam-se por meio de modelos de ensino:
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Q1653158 Pedagogia
As pesquisas atuais da neurociência comprovam que o processo de aprendizagem é único e diferente para cada ser humano, e que cada pessoa aprende o que é mais relevante e o que faz sentido para si, o que gera conexões cognitivas e emocionais. Aprendemos o que nos interessa, o que encontra ressonância íntima, o que está próximo do estágio de desenvolvimento em que nos encontramos. Em um sentido amplo, toda aprendizagem é ativa em algum grau, porque exige do aprendiz e do docente formas diferentes de movimentação interna e externa, de motivação, seleção, interpretação, comparação, avaliação, aplicação. “A curiosidade, o que é diferente e se destaca no entorno, desperta a emoção. E, com a emoção, se abrem as janelas da atenção, foco necessário para a construção do conhecimento” (MORA, 2013).
Para os adeptos das Metodologias Ativas, a aprendizagem mais profunda requer espaços de práticas frequentes (aprender fazendo) e de
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Q1653157 Pedagogia
“A partir da reforma instituída pela Lei n. 5.692, de 11 de agosto de 1971, a concepção produtivista pretendeu moldar todo o ensino brasileiro por meio da pedagogia tecnicista que, convertida em pedagogia oficial, foi encampada pelo aparelho de Estado que procurou difundila e implementá-la em todas as escolas do país. Na medida em que se processava a abertura “lenta, gradual e segura” que desembocou na Nova República, as orientações pedagógicas das escolas foram sendo flexibilizadas mantendo-se, porém, como diretriz básica da política educacional, a tendência produtivista.” (Dermeval Saviani)
À escola, então, cabia formar:
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Q1653156 Pedagogia
Do ponto de vista da Pedagogia, as diferentes concepções de educação podem ser agrupadas em duas grandes tendências: a primeira seria composta pelas concepções pedagógicas que dariam prioridade à teoria sobre a prática, subordinando esta àquela sendo que, no limite, dissolveriam a prática na teoria. A segunda tendência, inversamente, compõe-se das concepções que subordinam a teoria à prática e, no limite, dissolvem a teoria na prática. No primeiro grupo estariam as diversas modalidades de pedagogia tradicional, sejam elas situadas na vertente religiosa ou na leiga. No segundo grupo se situariam as diferentes modalidades da pedagogia nova. (Dermeval Saviani – adaptado)
Nesse sentido, pode-se considerar que, no primeiro caso, a preocupação se centra nas teorias do ensino, enquanto, no segundo caso, a ênfase é posta nas teorias:
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Q1653155 Pedagogia
A avaliação como prática de investigação tem o sentido de romper as barreiras entre os participantes do processo de ensino e aprendizagem e entre os conhecimentos presentes no contexto escolar. Desta forma, os mecanismos de percepção e de leitura da realidade são ampliados, facilitando a identificação dos sinais de que algum aluno esteja sendo posto à margem do processo e das pistas para viabilizar a reconstrução de seu trajeto, como parte da dinâmica coletiva instaurada na sala de aula.” (Maria Teresa Esteban)
No contexto apresentado, a finalidade é que todos os alunos possam ampliar continuamente os conhecimentos que possuem, cada um:
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Q1653154 Pedagogia
“É preciso destacar que hoje, no Brasil, algumas prefeituras progressistas retomam o sentido pedagógico e metodológico defendido por Comenius, e os resultados são extremamente favoráveis aos que foram historicamente segredados, discriminados e excluídos na escola. Não se trata de resolver o problema do fracasso escolar abrindo as porteiras e deixando passar todo mundo; trata-se, sim, de pôr em discussão as consequências sociais da reprovação e da repetência e, obviamente, da investigação dos determinantes sociais, culturais, econômicos e políticos que facilitam a vida escolar de alguns e colocam barreiras ao sucesso escolar de outros. Trata-se de levar às últimas consequências a máxima comeniana de que é preciso ensinar tudo a todos.” (Regina Leite Garcia)
O melhor exemplo de política pública que atende ao que está mencionado acima, diz respeito à Lei de Diretrizes e Bases da Educação – 9394/96 que, em seu Art. 23, dispõe que a Educação Básica poderá organizar-se em:
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Q1653153 Matemática
Em uma urna existem 3 bolas vermelhas, 4 azuis e 5 brancas, todas de mesmo tamanho e feitas do mesmo material. Duas bolas dessa urna serão sorteadas. Após a primeira ser sorteada, ela será reposta na urna e uma segunda bola será sorteada. A probabilidade de que a primeira sorteada seja vermelha e a segunda seja azul é de, aproximadamente:
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Q1653152 Raciocínio Lógico
A sequência de números apresentados nos triângulos a seguir apresenta uma certa regra lógica. De acordo com essa mesma lógica, o número que deve estar na base do último triângulo, é o:
Imagem associada para resolução da questão
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Q1653151 Raciocínio Lógico
A negação lógica da proposição “Portugal está na Europa e Pedra não é mineral” é:
Alternativas
Respostas
1981: B
1982: E
1983: A
1984: B
1985: E
1986: C
1987: A
1988: D
1989: A
1990: E
1991: E
1992: D
1993: C
1994: B
1995: D
1996: C
1997: B
1998: B
1999: E
2000: C