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“Não importam as diferenças, não importam as deficiências: o ser humano tem direito de viver e conviver com outros seres humanos, sem discriminação e sem segregações odiosas. E quanto mais “diferente” o ser humano, quanto mais deficiências ele tem, mais esse direito se impõe. E este é um direito natural, que nem precisaria estar positivado em lei. Não precisava constar na Constituição” (Sartoretto, 2011).
A partir deste enunciado, assinale a questão que está de acordo com esse e outros princípios da educação inclusiva:
Na Educação Infantil, as crianças constroem noções de identidade e subjetividade que precisam ser apoiadas.
A postura do professor na condução das atividades de rotina é essencial ao aprendizado. Ao definir o currículo, as redes estaduais, municipais e a equipe gestora de cada escola vão decidir os objetos de conhecimento do patrimônio social, científico e cultural que serão apresentados às crianças. Isso significa que, embora haja uma valorização das atividades do cotidiano enquanto eixos estruturantes da educação e da formação das crianças, não se pode utilizar apenas essas referências no dia a dia da escola, o que empobreceria o cotidiano.
As crianças devem ser estimuladas a explorar livremente, porém, em contextos cuidadosamente planejados pelo professor.
Esse propósitoe se expressa, principalmente:
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
As Diretrizes buscam promover a equidade de aprendizagem, garantindo que conteúdos básicos sejam ensinados para todos os alunos, sem deixar de levar em consideração os diversos contextos nos quais eles estão inseridos.
Mesmo depois que o Brasil elaborou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Diretrizes continuam valendo, porque os documentos são complementares: as Diretrizes dão a estrutura e a Base apresenta:
O pedagogo, como articulador de ações educativas, deve auxiliar à comunidade escolar a redefinir a sua prática, no sentido de desmistificar as relações que se configuram no seu interior, buscando compreendê-las a partir dos pressupostos teóricos que apontem para a democratização do espaço escolar.
Pensar alternativas, criar espaços e tempos de reflexão implica corresponsabilizar-se na efetiva aprendizagem dos alunos. E não perder de vista a perspectiva de que o trabalho pedagógico requer uma capacidade contínua de análise, reflexão e ação contextualizadas. (adaptado: Lucia Cavichioli Pereira e Eliane Cleide da Silva Czernisz)
É fundamental que este profissional supere práticas cotidianas isoladas, sem reflexão e planejamento, que muitas vezes ficam circunscritas a atividades de reorganização de horários, atendimento de salas que estão sem professores etc., deixando em último plano o que seria o foco principal do seu trabalho, que é ser:
A Aprendizagem Baseada em Projetos é uma proposta pedagógica que defende a ideia de que a aprendizagem significativa deve ser baseada na solução de problemas.
A ABP funciona de uma forma bastante diferente da metodologia tradicional. Ela elimina as barreiras entre as diversas disciplinas curriculares e utiliza as contribuições das diversas áreas do conhecimento para propor e solucionar problemas.
Em termos de procedimentos, esta metodologia também traz diferenças em relação à pedagogia tradicional. O início do processo ocorre com o aluno:
As avaliações dos resultados pedagógicos são de extrema importância, podendo ser externas ou internas. As externas, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), entre outras, são válidas, mas não podem ser usadas como o único meio de avaliação da performance de uma escola.
A análise dos resultados da avaliação da aprendizagem dos alunos e avaliação pedagógica dos professores serve principalmente para que se tenha uma visão ampla da educação no país. E consequentemente, para que seja possível saber o que fazer para melhorar as políticas públicas nesta área.
As escolas também precisam fazer uma avaliação interna. A junção de todos os resultados encontrados é que garantirá um bom aprendizado para os alunos e um avanço na qualidade do ensino de uma instituição.
A avaliação da aprendizagem dos alunos deve servir para fazer a avaliação da aprendizagem dos alunos como um todo, e em cada área de estudo.
Para tanto, é muito importante o uso de:
Um aspecto fundamental quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avaliam as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento.
Uma questão importante é a da relação entre a concepção de conhecimento e a forma de organizar o currículo e de avaliar as aprendizagens dos alunos.
O Conselho Nacional de Educação, em mais de um Parecer em que a avaliação do rendimento escolar é analisada, demonstra a visão de avaliação recomendada aos Sistemas de Ensino e às escolas (públicas e particulares), destacando seu caráter formativo predominando sobre o:
A concepção de criança, na Educação Infantil, é de um ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos, assimila valores e que, ainda, constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social.
Esse conjunto de aspirações não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo.
Ao contrário, impõe-se a necessidade de imprimir às práticas pedagógicas, sempre uma:
Um currículo construído na perspectiva da Educação Integral precisa dar respostas teóricas e práticas para o por quê, o quê, onde, quando e como ensinar e avaliar aprendizagens. Mas não só: estas precisam estar contextualizadas, oferecendo oportunidades para que os alunos se desenvolvam integralmente.
O currículo da Educação Integral tem por objetivo garantir a construção de sentido e significado das aprendizagens para os estudantes. Este currículo deve ser capaz de articular três elementos: a visão de desenvolvimento integral como objetivo das aprendizagens, o uso de metodologias mais ativas para manter o interesse e a curiosidade dos estudantes, e:
Para a Profª Sônia Barreira (Escola da Vila/SP), escola forte em conteúdo é aquela que expande a noção de conteúdo para além dos conceitos e fatos, e que entende que as escolhas na forma de ensinar não são neutras, elas têm impacto sobre o tipo e o grau de aprendizagem em curso.
Quando uma escola baseia suas escolhas curriculares na tradição e nos livros didáticos pode passar a impressão de estabilidade e garantia de que essa escolha contempla melhor as necessidades atuais e futuras do aluno. Na prática, isso não acontece. Em um mundo em mutação intensa e constante, as decisões curriculares precisam ser dinâmicas e acompanhadas de profunda reflexão sobre os parâmetros que utiliza para seleção dos conteúdos a serem ensinados.
A ordem em que os conteúdos aparecem no currículo da escola revela os valores do projeto pedagógico. E os métodos não são apenas formas distintas para se ensinar o mesmo.
Para o ensino:
Avançar na compreensão de currículo como categoria técnica e instrumental (derivada da concepção cartesiana) ou como uma categoria puramente sociológica (derivada, sobretudo, da concepção crítica) constitui um dos principais desafios que se apresentam no campo da educação. A releitura dos conceitos de tempo e espaço da escola passa pela necessária releitura dessas concepções de currículo.
As discussões que estão em curso, e que incluem novas questões ao tema do currículo, estão auxiliando essa necessária atualização conceitual. São elas: