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Q4013897 Medicina
Paciente feminina, 47 anos chega trazida pelo servico de emergência, após acidente automobilístico carro X poste, sem TCE aparente. Encontra-se, sonolenta com pouca resposta aos estímulos (Glasgow Coma Scale: 9), Pressão arterial 80x40 mmHg, Frequência cardiaca: 128 bpm, Frequência respiratória de 26 irpm. Sem sinais de exteriorização de sangramentos e sem escoriações.
Em relação ao manejo desse paciente, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4013893 Radiologia
Mulher, 78 anos, em uso de anticoagulante por FA. Hematoquezia volumosa e instabilidade, apesar de reposição. Sangramento persiste.
Qual exame é mais útil para localizar sangramento ativo e guiar terapia? 
Alternativas
Q4013892 Medicina
Paciente em choque séptico de provável pneumonia recebeu piperacilina-tazobactam + vancomicina. Em 48h, aspirado traqueal com Streptococcus pneumoniae sensivel; hemoculturas negativas; melhora clinica.
A conduta mais adequada é: 
Alternativas
Q4013891 Medicina
Homem, 72 anos, choque séptico. Após reposição volêmica adequada, usa noradrenalina 0,7 mcg/kg/min + vasopressina 0,03 U/min e mantém PAM 58-60.
A conduta adjuvante mais apropriada é: 
Alternativas
Q4013890 Medicina
Mulher, 58 anos, choque séptico. Lactato 5,0 mmol/L. PA 78x40 mmHg. Suspeita de foco pulmonar.
Qual conduta inicial está mais alinhada ao bundle? 
Alternativas
Q4013888 Medicina
Homem, 66 anos, sepse abdominal. Após 30 mL/kg de cristaloide e noradrenalina, mantém oligúria (0,2 mL/kg/h). Creatinina subiu de 1,0 para 2,8 mg/dL em 24h. Sedimento urinário com cilindros granulosos “muddy brown”. FeNa 2,2% (sem diuréticos).
Qual o diagnóstico mais provável e conduta inicial mais adequados? 
Alternativas
Q4013884 Medicina
Homem, 70 anos, DPOC GOLD IV. Em VNI ha 1 h. Gasometria inicial: pH 7,24 / PaCO2 78. Após 1 h: pH 7,20 / PaCO2 86, sonolento, secreção abundante.
A conduta adequada é:
Alternativas
Q4013883 Medicina
Mulher, 28 anos, asmática. Inicialmente sibilante; após 40 min piora: sonolenta, FR caiu, ausculta com tórax silencioso. Gasometria: pH 7,22 / PaCO262 / PaO258 (com O2 suplementar).
A interpretação e a conduta devem ser: 
Alternativas
Q4013882 Medicina
Homem, 63 anos, COVID confirmado. Em HFNC, FiO2 0,90, fluxo 60 L/min, SatO2 90%, FR 40, grande uso de musculatura acessoria, rebaixando progressivamente.
A conduta adequada é:  
Alternativas
Q4013881 Medicina
Homem, 39 anos, febre e tosse há 5 dias. Agora com dispneia, FR 32, SatO2 89% em ar ambiente, tiragem. Imagem: RX com infiltrado bilateral interstício-alveolar.
A conduta inicial CORRETA é: 
Alternativas
Q4013879 Medicina
Mulher, 64 anos, pneumonia, FR 34, uso de musculatura acessória, SatO2: 86% em méascara 10 L/min. Esta alerta, porém exausta. Gasometria: pH 7,46 / PaCO 31/ PaO 55. Qual a melhor conduta inicial em ambiente monitorado? 
Alternativas
Q4013875 Medicina
PA 210%125 mmHg associada a edema agudo de pulmão sugere: 
Alternativas
Q4013870 Medicina
ulher, 61 anos, choque séptico de provável foco pulmonar. Ainda sem antibiótico. Dois acessos periféricos calibrosos disponíveis. Qual a conduta microbiológica correta antes do antibiótico? 
Alternativas
Q4013853 Medicina
Uma mulher de 34 anos apresenta crises de cefaleia desde a adolescência. As crises são pulsáteis, geralmente unilaterais, acompanhadas de fotofobia, fonofobia e náuseas, durando até 12 horas. Há 6 meses, as crises aumentaram de frequéncia e hoje ocorrem cerca de 10 dias por mês. Ela suspendeu café e reduziu horas de tela sem melhora. Usa sumatriptana nas crises, com boa resposta, mas esta preocupada com a recorrência cada vez maior. Exame neurolégico normal.
Qual a alternativa CORRETA com a melhor conduta neste momento?
Alternativas
Q4013812 Enfermagem

Em uma UTI cirúrgica, vários pacientes submetidos a grandes cirurgias permanecem ventilados por períodos prolongados. A equipe de controle de infecção identificou que a higienização oral é realizada de forma irregular, variando conforme disponibilidade de tempo dos profissionais. Em alguns turnos, utiliza-se apenas gaze com soro fisiológico, enquanto em outros é empregado antisséptico bucal aquoso. Observou-se ainda que muitos profissionais não realizam aspiração de secreções supraglóticas, mesmo em tubos com essa funcionalidade. Durante visitas multidisciplinares, fisioterapeutas relataram que a equipe de enfermagem frequentemente manipula o circuito e realiza desconexões desnecessárias para posicionamento dos pacientes. Outro achado foi a ausência de protocolo estruturado para desmame ventilatório, resultando em longos períodos de ventilação mecânica.



Com base no Manual da ANVISA 2023 – Prevenção de PAVM, qual comprovado na redução da pneumonia associada à ventilação? 

Alternativas
Q4013811 Enfermagem

Uma UTI adulto de um hospital terciário apresentou aumento significativo dos casos de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM) nos últimos dois meses. Durante a análise das rotinas da unidade, observou-se que os pacientes permanecem sedados profundamente para facilitar a adaptação ao ventilador, sendo raramente realizados testes de despertar diário. A elevação da cabeceira se mantém variável, ficando frequentemente abaixo de 20°, especialmente em pacientes hemodinamicamente instáveis. A equipe relata ainda dificuldades na implementação de protocolos de aspiração subglótica, pois o serviço não dispõe de cateteres apropriados. Além disso, durante a troca dos circuitos respiratórios, alguns profissionais justificam manipulação frequente “para manter a limpeza e prevenir obstruções”.



Considerando as recomendações do Manual da ANVISA 2023 para prevenção da PAVM, qual medida representa a intervenção prioritária e baseada em evidências capaz de reduzir a incidência da infecção? 

Alternativas
Q4013810 Enfermagem

Uma unidade de terapia intensiva adulta apresenta aumento significativo de infecções de corrente sanguínea associadas a cateteres venosos centrais nos últimos três meses. A análise epidemiológica revela que a maior parte dos episódios ocorreu após o quinto dia de permanência do cateter. Em auditorias observacionais, a CCIH identificou que as equipes realizam desinfecção do hub e conexões de forma variável: alguns profissionais utilizam fricção por apenas 3–5 segundos, outros empregam gaze com soro fisiológico na limpeza, e muitos realizam manipulação de múltiplos pontos de acesso para coletas e infusões sem padronização. Também foi observado que alguns cateteres permanecem instalados mesmo sem uso após estabilização clínica dos pacientes. A instituição deseja implementar medidas para reverter o cenário.



De acordo com o Manual da ANVISA 2023 – ICS, qual estratégia representa a ação mais efetiva e baseada em evidências para reduzir a incidência de ICS associada à manutenção de cateteres?

Alternativas
Q4013809 Enfermagem

Durante uma auditoria de boas práticas em um hospital geral de alta complexidade, a equipe de Controle de Infecção Hospitalar observa que diversos setores apresentam inconsistências no processo de preparo da pele para inserção de cateter venoso central (CVC). Em um dos setores, o enfermeiro responsável relata que, devido ao grande fluxo de pacientes instáveis, é frequente a realização de inserções rápidas, sem garantir o tempo correto de secagem do antisséptico antes da punção, apesar de usar solução alcoólica de clorexidina. Em outra unidade, o álcool 70% é utilizado rotineiramente em substituição à clorexidina alcoólica, por falta de reposição de materiais. Durante a análise dos protocolos institucionais, nota-se ainda que a equipe não utiliza barreira estéril máxima em procedimentos realizados em áreas de emergência, pois “o ambiente é dinâmico demais para isso”.



Considerando as recomendações do Manual da ANVISA 2023 – Medidas de Prevenção de Infecções da Corrente Sanguínea, qual conduta mais adequada e prioritária deve ser implementada para reduzir o risco de ICS associada à inserção de CVC?

Alternativas
Q4013808 Enfermagem
Segundo as medidas de prevenção de infecção em serviços de saúde da ANVISA, qual conduta perioperatória é CORRETA para reduzir o risco de infecção de sítio cirúrgico?
Alternativas
Q4013807 Enfermagem
De acordo com as orientações da ANVISA para prevenção de infecção de sítio cirúrgico, qual das medidas abaixo é recomendada para o preparo da pele do paciente antes da incisão cirúrgica?
Alternativas
Respostas
12121: A
12122: B
12123: C
12124: A
12125: B
12126: C
12127: C
12128: C
12129: C
12130: B
12131: C
12132: C
12133: B
12134: B
12135: A
12136: B
12137: B
12138: C
12139: C
12140: B