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Q3654285 Português

O mistério de Ney Matogrosso jamais se revela completamente



Decifrá-lo é impossível. Recriá-lo, não.



Jesuíta Barbosa, ator, intérprete de Ney Matogrosso em "Homem com H"


[...] Uma das cenas mais marcantes das filmagens aconteceu quando eu contracenei com Bruno Montaleone, que interpreta o Marco de Maria. Os dois estão na cama. Ney abre o exame com o resultado negativo para o HIV. Silêncio. O de seu parceiro, no entanto, tinha dado positivo. Ney fica sem chão porque pensou que contrairia o vírus como muitos dos seus amigos e amores naquele período. Lembro que no dia em que fizemos essa cena, o Ney Matogrosso real estava numa cadeira sentado junto à equipe de filmagem, na frente da cama, olhando para mim e para o Montaleone. Não tinha como não sentir ou abstrair de sua presença no set. As poucas pessoas da equipe que acompanhavam a gravação estavam muito concentradas. Foi um momento doloroso para os dois e importantíssimo para a história que estávamos contando.


Apesar de estar inteiro na cena, meus olhos desviavam para observar as reações de Ney. Pensava no que ele estaria sentindo e trazia aquela tensão para a minha interpretação. Entendi que aquilo que estávamos encenando não era uma lembrança distante do passado, mas algo que ainda estava muito vivo.


Em um determinado momento, Ney se levantou da cadeira. Parecia inquieto. Ele foi tomado pela cena, pela suposta ficção, e começou a chorar compulsivamente. "Eu não sou assim, eu não sou assim." Repetia a mesma frase várias vezes. Por um momento, pensei que ele estava se referindo à minha interpretação. Mas não era isso, ele não estava julgando a cena. Estava, na verdade, protestando contra aquele sentimento que o fazia chorar. Pude ver um Ney Matogrosso vulnerável, com medo e angustiado. Peguei aquela frase que não estava no roteiro e a inseri no filme: "Eu não sou assim." Então, quando você, leitor, assistir a esta cena, saiba que a frase foi dita pelo Ney Matogrosso real na coxia do set. Aquilo foi uma simbiose, uma troca de experiências e de sensações. Foi uma recriação da vida e certamente um dos momentos mais importantes que vivi fazendo cinema.


Assisti ao primeiro corte do filme ao lado do Ney. Estava muito nervoso e ele segurou na minha mão. Chorei muito e quis o colo dele. E ele me deu colo, me amparou. Ele também estava emocionado. Este homem, que sabe acolher o outro em momentos de fraqueza, é também caloroso e diacrítico. Homem cujo peito transborda amor neste mundo hostil. Um homem-águia voando leve, muito leve. Águia que, às vezes, faz uma bela manobra, vem e pousa.



(Disponível em:

https://piaui.folha.uol.com.br/o-misterio-de-ney-matogrosso-jamais-se-revela-completamente/. Acesso em 21 ago. 2025. Adaptado.)

O tempo e o modo verbais não são meros artefatos gramaticais. Eles conferem sentido ao texto. A respeito do excerto a seguir, analise as assertivas:
Em um determinado momento, Ney se levantou da cadeira. Parecia inquieto.

I.O verbo levantar-se está conjugado no pretérito perfeito do indicativo, sinalizando um fato pontual, iniciado e finalizado.
II.O verbo parecer está conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo. Apesar de o fato estar acabado no passado, ele revela um sentido de incerteza a respeito da inquietação do sujeito.
III.O período poderia ser reescrito da seguinte maneira, sem prejuízo no sentido: Em um determinado momento, Ney se levantaria da cadeira, parecendo inquieto.

É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3653998 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.


   Nos achamos tão livres como donos de tablets e celulares, vamos a qualquer lugar na internet, lutamos pelas causas mesmo de países do outro lado do planeta, participamos de protestos globais e mal percebemos que criamos uma pós-submissão. Ou um tipo mais perigoso e insidioso de submissão. Temos nos esforçado livremente e com grande afinco para alcançar a meta de trabalhar 24×7. Vinte e quatro horas por sete dias da semana. Nenhum capitalista havia sonhado tanto. O chefe nos alcança em qualquer lugar, a qualquer hora. O expediente nunca mais acaba. Já não há espaço de trabalho e espaço de lazer, não há nem mesmo casa. Tudo se confunde. A internet foi usada para borrar as fronteiras também do mundo interno, que agora é um fora. Estamos sempre, de algum modo, trabalhando, fazendo networking, debatendo (ou brigando), intervindo, tentando não perder nada, principalmente a notícia ordinária. Consumimo-nos animadamente, ao ritmo de emoticons. E, assim, perdemos só a alma. E alcançamos uma façanha inédita: ser senhor e escravo ao mesmo tempo.

  Como na época da aceleração os anos já não começam nem terminam, apenas se emendam, tanto quanto os meses e como os dias, a metade de 2016 chegou quando parecia que ainda era março. Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-ecorrendo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.

   Os cliques da internet tornaram-se os remos das antigas galés. Remem remem remem. Cliquem cliquem cliquem para não ficar para trás e morrer. Mas o presente, nessa velocidade, é um pretérito contínuo. Se a internet parece ter encolhido o mundo, e milhares de quilômetros podem ser reduzidos a um clique, como diz o clichê e alguns anúncios publicitários, nosso mundo interno ficou a oceanos de nós. Conectados ao planeta inteiro, estamos desconectados do eu e também do outro. Incapazes da alteridade, o outro se tornou alguém a ser destruído, bloqueado ou mesmo deletado. Falamos muito, mas sozinhos. Escassas são as conversas, a rede tornou-se em parte um interminável discurso autorreferente, um delírio narcisista. E narciso é um eu sem eu. Porque para existir eu é preciso o outro.

  Há tanta informação disponível, mas talvez estejamos nos imbecilizando. Porque nos falta contemplação, nos falta o vazio que impele à criação, nos falta silêncios. Nos falta até o tédio. Sem experiência não há conhecimento. E talvez uma parcela do ativismo seja uma ilusão de ativismo, porque sem o outro. Talvez parte do que acreditamos ser ativismo seja, ao contrário, passividade. Um novo tipo de passividade, cheia de gritos, de certezas e de pontos de exclamação. [...].


Fonte: BRUM, Eliane. Exaustos-e-correndo-e-dopados. El País Brasil, 4 jul. 2016.

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/04/politica/1467642464_246482.html. Acesso em: 20 ago. 2025 
No segmento “O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico”, observa-se o uso de diferentes tempos verbais. A variação entre os tempos verbais nos verbos destacados indica que:
Alternativas
Q3653905 Português

“Olhos fechados

Pra te encontrar

Não estou ao seu lado

Mas posso sonhar

Aonde quer que eu

Levo você no olhar” (Paralamas do Sucesso)


Em relação às palavras destacadas na letra de música acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3653827 Português

“Não se preocupe. Aja de acordo com a ética. Mesmo que todos se abstivessem de suas obrigações, você não deveria desistir, como já fizera diversas outras vezes.”


Em relação às formas verbais destacadas no enunciado acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3653826 Português
“No nosso país, ainda há criança sem escola.” Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho destacado acima, com alterações de tempo e número, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa
Alternativas
Q3653643 Português
Texto para a questão.


Hipopótamos à solta


    De fato, parece que algumas pessoas são dotadas do dom da premonição. No século XVIII o brilhante Chesterton já filosofava sobre a onda de estupidez que ele antevia, assustadora, no horizonte da humanidade. “Chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a grama é verde” – disse. Giorgia Meloni, a primeira-ministra italiana, também citou a obviedade galopante num de seus discursos com a frase “ainda teremos batalhas com fogo e espadas para provar que dois mais dois são quatro”.

    Aqui no Brasil o implacável Nelson Rodrigues já havia denunciado essa coisa ululante e a ela até dedicou um livro. Parece que, por umas décadas, o óbvio permaneceu adormecido em companhia da burrice. Mas eis que, na virada do século, ganhou novas forças e faz grande reestreia. 

    Enquanto degusto meu café com pão, criei o hábito de deixar a TV ligada como fundo sonoro do amanhecer, inteirando-me dos fatos recentes através dos repórteres e apresentadores. Alertado, apuro os ouvidos. Pelo visto, tudo indica que o discurso do óbvio acompanhado de sua fiel amiga platitude arrumou emprego fixo nas emissoras.

    Parece que os repórteres da TV são entusiastas dessa nova modalidade e ando colecionando suas pérolas. Outro dia, no jornal da noite, falando de assaltos, dispararam uma informação excepcional: “por causa de seu valor, o ouro é muito visado pelos ladrões”. E outro, comentando a irresponsabilidade de certos motoristas, não deixou por menos e fez um alerta aos distraídos pedestres: “...um atropelamento pode causar muitos danos à vítima.”

     Enfim, o óbvio se insinua sorrateiro nas falas dos incautos e, como um tiro de canhão, alcança nossas orelhas. Informando aos telespectadores sobre a circulação nos logradouros públicos – como dizem os burocratas - disse a repórter: “o trânsito está bastante pesado agora na avenida por causa dos automóveis e caminhões”. Suspirei aliviado. Ainda bem: já pensou se fosse por conta de elefantes, hipopótamos e rinocerontes caminhando calmamente no asfalto pelos quatro cantos da cidade?


Fernando Fabbrini – Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2025/4/3/hipopotamos-a-solta 
Com base nas regras de concordância verbal, assinale a alternativa que apresenta a análise correta da forma verbal “havia” empregada em “Aqui no Brasil o implacável Nelson Rodrigues já havia denunciado essa coisa ululante e a ela até dedicou um livro”.
Alternativas
Q3653642 Português
Texto para a questão.


Hipopótamos à solta


    De fato, parece que algumas pessoas são dotadas do dom da premonição. No século XVIII o brilhante Chesterton já filosofava sobre a onda de estupidez que ele antevia, assustadora, no horizonte da humanidade. “Chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a grama é verde” – disse. Giorgia Meloni, a primeira-ministra italiana, também citou a obviedade galopante num de seus discursos com a frase “ainda teremos batalhas com fogo e espadas para provar que dois mais dois são quatro”.

    Aqui no Brasil o implacável Nelson Rodrigues já havia denunciado essa coisa ululante e a ela até dedicou um livro. Parece que, por umas décadas, o óbvio permaneceu adormecido em companhia da burrice. Mas eis que, na virada do século, ganhou novas forças e faz grande reestreia. 

    Enquanto degusto meu café com pão, criei o hábito de deixar a TV ligada como fundo sonoro do amanhecer, inteirando-me dos fatos recentes através dos repórteres e apresentadores. Alertado, apuro os ouvidos. Pelo visto, tudo indica que o discurso do óbvio acompanhado de sua fiel amiga platitude arrumou emprego fixo nas emissoras.

    Parece que os repórteres da TV são entusiastas dessa nova modalidade e ando colecionando suas pérolas. Outro dia, no jornal da noite, falando de assaltos, dispararam uma informação excepcional: “por causa de seu valor, o ouro é muito visado pelos ladrões”. E outro, comentando a irresponsabilidade de certos motoristas, não deixou por menos e fez um alerta aos distraídos pedestres: “...um atropelamento pode causar muitos danos à vítima.”

     Enfim, o óbvio se insinua sorrateiro nas falas dos incautos e, como um tiro de canhão, alcança nossas orelhas. Informando aos telespectadores sobre a circulação nos logradouros públicos – como dizem os burocratas - disse a repórter: “o trânsito está bastante pesado agora na avenida por causa dos automóveis e caminhões”. Suspirei aliviado. Ainda bem: já pensou se fosse por conta de elefantes, hipopótamos e rinocerontes caminhando calmamente no asfalto pelos quatro cantos da cidade?


Fernando Fabbrini – Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2025/4/3/hipopotamos-a-solta 
No trecho “Mas eis que, na virada do século, ganhou novas forças e faz grande reestreia”, observa-se o uso de tempos verbais distintos para narrar eventos relacionados a um mesmo contexto. Com base na análise sintática e nos efeitos de sentido gerados pelos tempos e modos verbais empregados, é correto afirmar que
Alternativas
Q3653085 Português

Leia a citação a seguir, de Gilbert Keith Chesterton, para responder às questão:



O certo é certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é errado, mesmo que todos estejam errados sobre isso.


(Disponível em: https://www. chesterton.org. Tradução livre)

Considere o enunciado a seguir, em que devem ser empregados os verbos destacados na citação:



Na ocasião, os técnicos recomendaram que se ___________ alguma coisa para contornar as dificuldades que os usuários porventura ____________ enfrentando.



Assinale a alternativa em que esses verbos preenchem as lacunas de acordo com a norma-padrão de correlação verbal.

Alternativas
Q3649794 Português
Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui corretamente o verbo destacado na frase, de acordo com a normapadrão. 
Alternativas
Q3649161 Português
Marque a opção que apresenta o verbo para completar a frase corretamente: “Ontem eu _____ cedo na escola.” 
Alternativas
Q3649155 Português
Analise a afirmativa a seguir.

“Ontem ele _____ sair; hoje ele não ______.”

Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3647663 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
Analise os trechos a seguir e identifique aquele em que ocorre verbo impessoal.
Alternativas
Q3647622 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A grande honraria do serviço público

Em um cenário adverso, o funcionalismo público se reinventa e prova que sua missão é mais atual (e necessária) do que nunca!

Servir ao público. Por definição, o ofício do servidor público é direto, transparente. O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado em junho de 1994, é um dos principais (senão o principal) documentos norteadores das ações do servidor público federal e ele preconiza que "a dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores (....) Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos". 

Segundo dados do IBGE, em 2016, aproximadamente dez milhões de brasileiros tentaram algum concurso público. Sonho de boa parte da população brasileira, o serviço público quase sempre é sinônimo de estabilidade e bons salários, certo? Não necessariamente. Pelo menos é esta a opinião de Paulo Contente, funcionário público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, há mais de três décadas. Os motivos que o trouxeram à SUDAM foram a possibilidade de servir ao povo e estar disponível para exercer uma atividade em favor da sociedade. "Nestes 34 anos de SUDAM, minha disposição de trabalhar aqui foi sempre pensando no pequeno, no ribeirinho, que precisa que o governo chegue a ele. A cada dia que eu chego aqui, eu sempre tenho como prioridade que meu trabalho, que as minhas ações, podem contribuir para a melhoria de vida de alguém − especialmente porque eu trabalho em um órgão cuja missão é trabalhar para o desenvolvimento da Amazônia, sobretudo melhorar a qualidade de vida do ser humano, destas pessoas". Ao ser questionado sobre o que deve motivar o jovem a ser servidor público, Contente compartilha um conselho muito inspirador. "A pessoa que quer destinar sua vida ou parte dela a ser um funcionário público tem que ter e querer estar disponível para servir. Não se deve entrar no serviço público almejando apenas a estabilidade ou no salário. É preciso sentir-se útil à sociedade e também emprestar seus conhecimentos em favor da sociedade. Se você não tiver essa disposição, é melhor que não seja funcionário público, porque você vai sentir que está carregando um peso, quando o objetivo é fazer com que você trabalhe com alegria!"

http://antigo.sudam.gov.br/index.php/ultimas-noticias/17-ultimas-noticia s/1141-a-grande-honraria-do-servico-publico
"Os motivos que o trouxeram à SUDAM foram a possibilidade de servir ao povo e estar disponível para exercer uma atividade em favor da sociedade." 
Observe a concordância do verbo 'trazer' no enunciado acima e analise a concordância estabelecida nas reescritas a seguir:

I. Um dos motivos que o trouxeram à SUDAM...
II. Um dos motivos que o trouxe à SUDAM..
III. Cada um dos motivos que o trouxeram à SUDAM...
IV. Cada um dos motivos que o trouxe à SUDAM...

A concordância está adequada em:
Alternativas
Q3647462 Português
Texto para a questão.


BIÓLOGO CRIA SACOLA QUE SE TRANSFORMA EM COMIDA PARA PEIXES

Kevin Kumala criou o produto após observar a imensa quantidade de acúmulo de lixo nos mares


    Um dos produtos que mais poluem os oceanos e os rios é o plástico, que se tornou uma grande dor de cabeça para os ambientalistas. Para diminuir o impacto negativo desse material no ecossistema, um biólogo da Indonésia desenvolveu uma sacola feita de mandioca, que, ao ser jogada no mar e nos rios, pode servir de alimento para os peixes.

    Kevin Kumala conta que criou o produto em viagem a Bali, ilha em que nasceu, após retornar dos Estados Unidos, e observar a imensa quantidade de acúmulo de lixo na região. Kumala possui uma empresa de canudos, sacolas e talheres, todos feitos com materiais biodegradáveis, que se desfazem em até 100 dias.

    A sacola foi um dos seus últimos produtos criados. O site da empresa Avani ressalta que, desde 2016, quando foi criada, evitou-se a fabricação de três toneladas de produtos não sustentáveis. “Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e para encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores-chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, destaca a página da Avani na internet.

    Kumala assinala que suas sacolas são fortes, resistentes e têm a mesma elasticidade comparada às que são feitas de plástico. “Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) de produtos secos”, explica, em uma postagem do Instagram da empresa.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2020/02/10/interna_ciencia_saude,827050/biologo-cria-sacola-que-setransforma-em-comida-para-peixes.shtml. Acesso em: 1º mar.2025.
Atente-se à estrutura verbal ressaltada no contexto do excerto a seguir, de modo a assinalar o item correto.

“Kumala assinala que suas sacolas são fortes, resistentes e têm a mesma elasticidade comparada às que são feitas de plástico.”
Alternativas
Q3646767 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas do período abaixo:
“_______, _______ bastante atenção: nunca _______ do seu potencial. _______-se às suas tarefas com muito afinco e não _______ para trás qualquer resquício de atitudes que _______ desavença. _______-se bons hábitos!”
Alternativas
Q3646766 Português
“As grandes cidades estão cada vez mais congestionadas, embora o trânsito prejudique a saúde ambiental e a do homem.”
Assinale a alternativa cujas formas verbais substituem corretamente as palavras destacadas no período acima, na mesma ordem, mantendo o paralelismo dos tempos verbais.
Alternativas
Q3646757 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola

        A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas, e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na escola?
    
        O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...) A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas. Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência, surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação (sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um dos capítulos do relatório ODITE. (...)
    
        Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades. Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)

PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/>  
“Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de lado questões importantes.”
No trecho acima, transcrito do texto, as formas verbais destacadas exprimem ações:
Alternativas
Q3645920 Português

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas da frase a seguir, na mesma ordem.


“Se você se _______ tranquilo, quando ela _______, poderá _______ com mais eficiência.” 

Alternativas
Q3645918 Português
Assinale a alternativa em que ambas as formas verbais entre parênteses completam corretamente a lacuna na frase correspondente.
Alternativas
Q3645917 Português

“Há uma gota de sangue em cada poema.” (Mário de Andrade)


Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do enunciado acima, com alterações de número e de tempo verbal, mantendo-se o mesmo sentido e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

Alternativas
Respostas
1181: E
1182: D
1183: E
1184: D
1185: E
1186: E
1187: C
1188: C
1189: A
1190: E
1191: E
1192: B
1193: C
1194: B
1195: B
1196: C
1197: D
1198: D
1199: D
1200: B