Foram encontradas 2.211.911 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4355930 Português
Prática aliada à teoria: como é o ensino lúdico e criativo?


        A aprendizagem “mão na massa”, também conhecida como aprendizagem criativa, é uma metodologia ativa que consiste em construir o saber na prática. No processo, o contexto, as habilidades e diferenças dos envolvidos são trabalhados juntamente com a teoria. Atividades como a criação de jogos, recortes, receitas culinárias para o aprendizado de unidades de medida e até fotografias caracterizam-se como exemplos dessa vertente da educação. As metodologias ativas de aprendizagem são uma corrente da técnica pedagógica que se baseia no desenvolvimento das habilidades, e menos na transmissão tradicional do conhecimento. Autores como o estadunidense John Dewey, o brasileiro Paulo Freire – referência na educação do país – e o suíço Jean Piaget são nomes que ajudaram na construção desse modelo, ainda que não usassem o conceito em seus estudos.

        O modo de ensinar mais tradicional se baseia na construção de uma hierarquia, na qual o educador é o centro do aprendizado e aquele que detém a sabedoria. Os alunos, por sua vez, seriam receptores das informações, dadas em aulas expositivas – de forma verbal –, e teriam o dever de memorizar o que foi passado. As diferenças individuais não são consideradas e busca- -se o padrão. Segundo Paulo Freire, essa vertente é chamada de educação bancária.

        O avanço da tecnologia e o aparecimento de novas dinâmicas sociais e necessidades, como a sustentabilidade e a inclusão, abriram caminho para outro estilo de educar, com o desenvolvimento de outras atividades. Fraulein Vidigal de Paula, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), defende o deslocamento do estudante para o papel de protagonista: “Esse aspecto facilita o processo de aprendizagem, quando você parte também do princípio de que o propósito da educação não é só favorecer a aquisição de alguns conhecimentos prévios, armazenados pela cultura, mas também transformar e empoderar”.

        Nas metodologias ativas, os educandos são incentivados a ter consciência de que estão em um processo de troca de informações e construção do entendimento sobre o mundo. “Elas vão levar em conta esse indivíduo, não só como alguém que possui um cérebro, um conjunto de olhos e ouvidos e mãos para registrar. A intenção é mobilizar esse organismo por inteiro.” Entretanto, Fraulein destaca que o objetivo não é deixar os alunos resolverem tudo sozinhos, mas fornecer uma base teórica que cultive as ideias.

        Para a professora, a aprendizagem “mão na massa” desafia o aprendiz a pensar as propostas de outras maneiras, o que o torna ativo na aprendizagem: “Ele tem que fazer algo, realizar uma atividade que consiste em resolver um problema já pré- -moldado, uma situação pensada, problemas abertos em que se vai sair da sala de aula”. O termo foi proposto por Mitchel Resnick, cientista de computação e professor da cátedra Lego Papert de Pesquisa de Aprendizagem no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Seymour Papert, Jean Piaget, Paulo Freire e Maria Montessori o inspiram nessa linha de pesquisa, que entende que o corpo teórico (a educação) está em constante mudança. O estilo possui quatro fundamentos: projetos (as atividades desenvolvidas), paixão (a criação de conexões positivas entre o aluno e o conteúdo), pares (estímulo ao trabalho em grupo, comunicação, escuta e expressão) e pensar brincando (experimentação lúdica).

        Fraulein entende que a imprevisibilidade nas relações sociais é um benefício para o aperfeiçoamento de habilidades socioemocionais. “Digamos que o conjunto das mais variadas emoções pode vir à tona e ser mobilizado ali. Elas (as emoções) vão também exigir que as pessoas envolvidas se conheçam melhor, lidem com alguém que tem dificuldades e o outro que tem mais habilidades e também negociar o processo”, explica.

        Segundo ela, é essencial que o educador tenha contato com a aprendizagem “mão na massa” desde a sua formação, como a oferta de recursos para o trabalho: “Se tem o ensino para alguém das metodologias ativas, o processo de formação dele deve passar pelo uso dessas mesmas estratégias formativas. Também há ali um adulto em processo de aprendizagem”. As práticas podem ser feitas durante a graduação, por meio de cursos ou pela formação continuada – atualização e melhoramento dos conhecimentos docentes, por exemplo. 


(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
A expressão “educação bancária” (3º§), criada por Paulo Freire, é exemplo de figura de linguagem que:
Alternativas
Q4355929 Português
Prática aliada à teoria: como é o ensino lúdico e criativo?


        A aprendizagem “mão na massa”, também conhecida como aprendizagem criativa, é uma metodologia ativa que consiste em construir o saber na prática. No processo, o contexto, as habilidades e diferenças dos envolvidos são trabalhados juntamente com a teoria. Atividades como a criação de jogos, recortes, receitas culinárias para o aprendizado de unidades de medida e até fotografias caracterizam-se como exemplos dessa vertente da educação. As metodologias ativas de aprendizagem são uma corrente da técnica pedagógica que se baseia no desenvolvimento das habilidades, e menos na transmissão tradicional do conhecimento. Autores como o estadunidense John Dewey, o brasileiro Paulo Freire – referência na educação do país – e o suíço Jean Piaget são nomes que ajudaram na construção desse modelo, ainda que não usassem o conceito em seus estudos.

        O modo de ensinar mais tradicional se baseia na construção de uma hierarquia, na qual o educador é o centro do aprendizado e aquele que detém a sabedoria. Os alunos, por sua vez, seriam receptores das informações, dadas em aulas expositivas – de forma verbal –, e teriam o dever de memorizar o que foi passado. As diferenças individuais não são consideradas e busca- -se o padrão. Segundo Paulo Freire, essa vertente é chamada de educação bancária.

        O avanço da tecnologia e o aparecimento de novas dinâmicas sociais e necessidades, como a sustentabilidade e a inclusão, abriram caminho para outro estilo de educar, com o desenvolvimento de outras atividades. Fraulein Vidigal de Paula, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), defende o deslocamento do estudante para o papel de protagonista: “Esse aspecto facilita o processo de aprendizagem, quando você parte também do princípio de que o propósito da educação não é só favorecer a aquisição de alguns conhecimentos prévios, armazenados pela cultura, mas também transformar e empoderar”.

        Nas metodologias ativas, os educandos são incentivados a ter consciência de que estão em um processo de troca de informações e construção do entendimento sobre o mundo. “Elas vão levar em conta esse indivíduo, não só como alguém que possui um cérebro, um conjunto de olhos e ouvidos e mãos para registrar. A intenção é mobilizar esse organismo por inteiro.” Entretanto, Fraulein destaca que o objetivo não é deixar os alunos resolverem tudo sozinhos, mas fornecer uma base teórica que cultive as ideias.

        Para a professora, a aprendizagem “mão na massa” desafia o aprendiz a pensar as propostas de outras maneiras, o que o torna ativo na aprendizagem: “Ele tem que fazer algo, realizar uma atividade que consiste em resolver um problema já pré- -moldado, uma situação pensada, problemas abertos em que se vai sair da sala de aula”. O termo foi proposto por Mitchel Resnick, cientista de computação e professor da cátedra Lego Papert de Pesquisa de Aprendizagem no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Seymour Papert, Jean Piaget, Paulo Freire e Maria Montessori o inspiram nessa linha de pesquisa, que entende que o corpo teórico (a educação) está em constante mudança. O estilo possui quatro fundamentos: projetos (as atividades desenvolvidas), paixão (a criação de conexões positivas entre o aluno e o conteúdo), pares (estímulo ao trabalho em grupo, comunicação, escuta e expressão) e pensar brincando (experimentação lúdica).

        Fraulein entende que a imprevisibilidade nas relações sociais é um benefício para o aperfeiçoamento de habilidades socioemocionais. “Digamos que o conjunto das mais variadas emoções pode vir à tona e ser mobilizado ali. Elas (as emoções) vão também exigir que as pessoas envolvidas se conheçam melhor, lidem com alguém que tem dificuldades e o outro que tem mais habilidades e também negociar o processo”, explica.

        Segundo ela, é essencial que o educador tenha contato com a aprendizagem “mão na massa” desde a sua formação, como a oferta de recursos para o trabalho: “Se tem o ensino para alguém das metodologias ativas, o processo de formação dele deve passar pelo uso dessas mesmas estratégias formativas. Também há ali um adulto em processo de aprendizagem”. As práticas podem ser feitas durante a graduação, por meio de cursos ou pela formação continuada – atualização e melhoramento dos conhecimentos docentes, por exemplo. 


(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
De acordo com a visão exposta no último parágrafo do texto, a eficácia da implementação das metodologias ativas no sistema educacional depende, fundamentalmente, da:
Alternativas
Q4355928 Português
Prática aliada à teoria: como é o ensino lúdico e criativo?


        A aprendizagem “mão na massa”, também conhecida como aprendizagem criativa, é uma metodologia ativa que consiste em construir o saber na prática. No processo, o contexto, as habilidades e diferenças dos envolvidos são trabalhados juntamente com a teoria. Atividades como a criação de jogos, recortes, receitas culinárias para o aprendizado de unidades de medida e até fotografias caracterizam-se como exemplos dessa vertente da educação. As metodologias ativas de aprendizagem são uma corrente da técnica pedagógica que se baseia no desenvolvimento das habilidades, e menos na transmissão tradicional do conhecimento. Autores como o estadunidense John Dewey, o brasileiro Paulo Freire – referência na educação do país – e o suíço Jean Piaget são nomes que ajudaram na construção desse modelo, ainda que não usassem o conceito em seus estudos.

        O modo de ensinar mais tradicional se baseia na construção de uma hierarquia, na qual o educador é o centro do aprendizado e aquele que detém a sabedoria. Os alunos, por sua vez, seriam receptores das informações, dadas em aulas expositivas – de forma verbal –, e teriam o dever de memorizar o que foi passado. As diferenças individuais não são consideradas e busca- -se o padrão. Segundo Paulo Freire, essa vertente é chamada de educação bancária.

        O avanço da tecnologia e o aparecimento de novas dinâmicas sociais e necessidades, como a sustentabilidade e a inclusão, abriram caminho para outro estilo de educar, com o desenvolvimento de outras atividades. Fraulein Vidigal de Paula, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), defende o deslocamento do estudante para o papel de protagonista: “Esse aspecto facilita o processo de aprendizagem, quando você parte também do princípio de que o propósito da educação não é só favorecer a aquisição de alguns conhecimentos prévios, armazenados pela cultura, mas também transformar e empoderar”.

        Nas metodologias ativas, os educandos são incentivados a ter consciência de que estão em um processo de troca de informações e construção do entendimento sobre o mundo. “Elas vão levar em conta esse indivíduo, não só como alguém que possui um cérebro, um conjunto de olhos e ouvidos e mãos para registrar. A intenção é mobilizar esse organismo por inteiro.” Entretanto, Fraulein destaca que o objetivo não é deixar os alunos resolverem tudo sozinhos, mas fornecer uma base teórica que cultive as ideias.

        Para a professora, a aprendizagem “mão na massa” desafia o aprendiz a pensar as propostas de outras maneiras, o que o torna ativo na aprendizagem: “Ele tem que fazer algo, realizar uma atividade que consiste em resolver um problema já pré- -moldado, uma situação pensada, problemas abertos em que se vai sair da sala de aula”. O termo foi proposto por Mitchel Resnick, cientista de computação e professor da cátedra Lego Papert de Pesquisa de Aprendizagem no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Seymour Papert, Jean Piaget, Paulo Freire e Maria Montessori o inspiram nessa linha de pesquisa, que entende que o corpo teórico (a educação) está em constante mudança. O estilo possui quatro fundamentos: projetos (as atividades desenvolvidas), paixão (a criação de conexões positivas entre o aluno e o conteúdo), pares (estímulo ao trabalho em grupo, comunicação, escuta e expressão) e pensar brincando (experimentação lúdica).

        Fraulein entende que a imprevisibilidade nas relações sociais é um benefício para o aperfeiçoamento de habilidades socioemocionais. “Digamos que o conjunto das mais variadas emoções pode vir à tona e ser mobilizado ali. Elas (as emoções) vão também exigir que as pessoas envolvidas se conheçam melhor, lidem com alguém que tem dificuldades e o outro que tem mais habilidades e também negociar o processo”, explica.

        Segundo ela, é essencial que o educador tenha contato com a aprendizagem “mão na massa” desde a sua formação, como a oferta de recursos para o trabalho: “Se tem o ensino para alguém das metodologias ativas, o processo de formação dele deve passar pelo uso dessas mesmas estratégias formativas. Também há ali um adulto em processo de aprendizagem”. As práticas podem ser feitas durante a graduação, por meio de cursos ou pela formação continuada – atualização e melhoramento dos conhecimentos docentes, por exemplo. 


(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
No 5º§, ao discutir a aplicação da aprendizagem “mão na massa”, a professora Fraulein Vidigal de Paula faz uma ressalva importante para que a metodologia não seja interpretada de forma equivocada. Segundo a especialista, o objetivo NÃO é:
Alternativas
Q4355834 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A respeito do direito à convivência familiar e comunitária estabelecido expressamente no artigo 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente, analise as afirmações a seguir e classifique-as em Verdadeiro (V) ou Falso (F):

() O ECA estabelece que é direito da criança e do adolescente ser criado e educado no seio de sua própria família, como regra geral.
() A colocação da criança e do adolescente em família substituta possui caráter excepcional.
() O ambiente de criação e educação de crianças e adolescentes deve garantir exclusivamente desenvolvimento físico e intelectual.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4355828 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa que reproduz corretamente algumas hipóteses legais de comunicação obrigatória por parte dos dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental ao Conselho Tutelar.
Alternativas
Q4355827 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Conforme dispõe a Lei nº 10.741/2003 (Estatuto da Pessoa Idosa), a participação das pessoas idosas em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante 
Alternativas
Q4355826 Legislação Federal
No contexto da entrevista social e do preenchimento do Cadastro Único, o correto entendimento sobre os papéis de representação do núcleo familiar é indispensável. Considere as diretrizes sobre Responsável pela Unidade Familiar (RUF) е о Responsável Familiar (RF), analise as afirmações a seguir e classifique-as em Verdadeiro (V) ou Falso (F):

() O Responsável pela Unidade Familiar (RUF) é a pessoa encarregada de prestar as informações ao Cadastro Único em nome da família.
() O Responsável Familiar (RF) pode ser uma pessoa que não resida no domicílio, desde que seja indicada pelos demais membros da família.
() Para assumir a condição de Responsável Familiar (RF), exige-se idade mínim a de 18 anos.
() O Responsável Familiar (RF) deve ser, preferencialmente, o membro da família do sexo masculino.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4355825 Legislação Federal
Nos termos das regras do Programa Bolsa Família, analise as assertivas a seguir acerca dos beneficios que compõem o programa.

I. O Benefício de Renda de Cidadania (BRC), no valor de R$ 142,00 por integrante da família, é destinado a todas as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família.
II. O Beneficio Complementar (BCO) é destinado às famílias beneficiárias cuja soma dos beneficios de Renda de Cidadania vinculados à família atinja ou ultrapasse R$ 700,00.
III. O Beneficio Primeira Infância (BPI), no valor de R$ 150,00 por criança, é destinado às famílias beneficiárias que possuírem, em su composição, crianças com idade entre 0 (zero) e 12 (doze) anos incompletos.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4355824 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Nos termos da Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), _______ é a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e _______  , de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas е tecnologias, bem como de outros serviços е instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na ______ por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
Assinale a alternativa que preenche correta е respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q4355820 Direito Constitucional
De acordo com o art. 6° da Constituição Federal, são direitos sociais a educação, а saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, о transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos _____.
Alternativas
Q4355759 Direito Ambiental
Na padronização de cores da coleta seletiva de lixo, de acordo com a Resolução CONAMA nº 275, de 25 de abril de 2001, a lixeira verde é exclusivamente destinada ao descarte de: 
Alternativas
Q4355753 Português
A lógica de argumentação é um conjunto de técnicas usadas para construir raciocínios lógicos sólidos e persuasivos. Analisando a frase: “Assim como a raiz sustenta a árvore, a educação sustenta a sociedade.” Podemos afirmar que a lógica de argumentação utilizada foi:
Alternativas
Q4355747 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Em: "Já “gandular” é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem...", a palavra destacada recebe o acento indicativo de crase porque:
Alternativas
Q4355745 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Observe a concordância na frase: "...cones de plástico são espalhados ao redor do gramado...". Caso alterássemos a palavra "cones" para o singular "cone", mantendo a correção exigida pelas normas gramaticais, o trecho correto seria: 
Alternativas
Q4355743 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Considere a oração: “A palavra, porém, já era usada antes...”. A palavra destacada estabelece uma relação de coordenação com valor semântico de:
Alternativas
Q4355742 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Assinale a opção em que a palavra retirada do texto está acentuada graficamente pelo mesmo motivo (regra gramatical) que a palavra "árbitro":
Alternativas
Q4355741 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
No trecho: "A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.", a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?
Alternativas
Q4355738 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
A respeito do jogador argentino Bernardo Gandulla, o texto esclarece que:
Alternativas
Q4355737 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Se o goleiro ou a equipe atrasar intencionalmente a cobrança do tiro de meta além dos cinco segundos sinalizados pelo árbitro, qual será a punição na Copa?
Alternativas
Q4355736 Português

O que fazem os gandulas e como atuam na Copa do Mundo de 2026?



No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol —, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de "multiball", cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios — isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o "multiball".

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham — os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula. Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes — há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de "gandul", palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra "gandul" vem do árabe "gandûr", que significa "jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar".

Já "gandular" é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.


Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/o-que-fazem-os-gandulas-e-como-atuam-na-copa-do-mundo-de2026.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Para tentar coibir a "cera" (atraso proposital) durante a Copa do Mundo, qual foi a estratégia adotada pela Fifa?
Alternativas
Respostas
1181: C
1182: D
1183: D
1184: A
1185: D
1186: E
1187: A
1188: A
1189: C
1190: D
1191: D
1192: B
1193: A
1194: E
1195: D
1196: B
1197: C
1198: C
1199: A
1200: C