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Q4341383 Português
Em textos formais, o emprego do acento grave exige a identificação da relação sintática estabelecida entre o termo regente e o termo regido, bem como o reconhecimento das situações em que ocorre a fusão da preposição a com outro elemento. Considerando as regras de emprego e de não emprego da crase, analise cuidadosamente as construções apresentadas nas alternativas.
Assinale a alternativa em que o emprego da crase está corretamente realizado de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4341382 Português
Em textos formais, a relação estabelecida entre determinados nomes e seus complementos exige o emprego de preposições específicas, conforme a regência nominal prescrita pela norma-padrão. Considerando esse princípio, observe atentamente as construções apresentadas nas alternativas a seguir.
Assinale a alternativa em que a regência nominal está devidamente empregada de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4341381 Português
Leia a construção apresentada a seguir, extraída de uma situação hipotética de atendimento administrativo, e observe a organização das formas verbais empregadas. "A equipe estará analisando os documentos recebidos e estará encaminhando as solicitações aos setores responsáveis, enquanto os servidores estarão verificando os dados cadastrais dos requerentes."
Considerando os vícios de linguagem tradicionalmente classificados pela norma de uso formal da língua portuguesa, analise a oração acima e identifique o vício de linguagem presente na construção.
Alternativas
Q4341380 Português
Leia atentamente a oração apresentada a seguir e observe a relação estabelecida entre suas partes.
"O relatório foi elaborado conforme determinavam as normas estabelecidas pelo órgão fiscalizador."
Considerando a relação semântica estabelecida pela oração subordinada, assinale a alternativa que identifica corretamente sua classificação.
Alternativas
Q4341379 Português
Na análise sintática, a classificação do predicado deve considerar a relação estabelecida entre o verbo e os demais termos da oração, especialmente a existência de um predicativo.
Essa análise permite distinguir estruturas em que o verbo constitui o núcleo significativo da predicação daquelas em que um nome atribui característica ao sujeito ou ao objeto. Assinale a alternativa em que há emprego de predicado verbo-nominal. 
Alternativas
Q4341378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Ao longo da conversa entre as crianças, diferentes ideias sobre nacionalidade, origem familiar e aparência física são apresentadas e confrontadas. A partir do desenvolvimento desse diálogo, é possível observar uma mudança na compreensão inicial das crianças sobre identidade e pertencimento.
Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa que interpreta essa questão central da narrativa.
Alternativas
Q4341377 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
O desfecho da narrativa desloca a discussão das crianças para uma questão mais ampla sobre identidade e pertencimento. Depois de várias tentativas de estabelecer diferenças entre brasileiros a partir de suas origens, características físicas e referências culturais, surge uma pergunta que retoma o problema apresentado desde o início. Assinale a alternativa que interpreta o sentido do desfecho da narrativa. 
Alternativas
Q4341376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Em determinado momento, o menino assume uma postura de grande segurança ao discutir a origem dos judeus e a localização de diferentes países. Considerando esse trecho, assinale a alternativa que caracteriza o comportamento do menino.
Alternativas
Q4341375 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Embora o texto apresente informações e reflexões relacionadas à nacionalidade, é necessário considerar sua organização predominante para classificá-lo quanto à tipologia textual. A partir dessas características estruturais e discursivas, assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo textual predominante em "Nacionalidade". 
Alternativas
Q4341374 Pedagogia
Em um projeto de Educação Digital, estudantes dos Anos Iniciais foram convidados a produzir uma pequena revista digital sobre situações do cotidiano escolar. Cada grupo deveria escolher um tema, pesquisar informações, elaborar uma pauta, registrar fotografias e pequenos vídeos, produzir uma história em quadrinhos ou uma animação em stop-motion e, ao final, organizar o material em formato digital para apresentação à comunidade escolar. Durante o desenvolvimento, o professor percebeu que alguns estudantes estavam mais preocupados com os efeitos visuais do que com a mensagem que pretendiam comunicar. Em outra equipe, uma fotografia obtida na internet foi incorporada à produção sem que sua origem fosse identificada. Considerando a passagem do consumo para a produção de conteúdos digitais, a autoria multimídia e o uso funcional, ético, seguro e inclusivo das tecnologias, analise as afirmativas a seguir.
I.A atividade favorece o protagonismo digital quando os estudantes participam de decisões sobre conteúdo, linguagem, organização e forma de apresentação, assumindo também responsabilidades relacionadas ao material produzido e compartilhado.
II.Na produção de uma animação em stop-motion, o planejamento pode envolver a definição da sequência narrativa, dos enquadramentos e das imagens que serão registradas, enquanto a edição permite organizar e ajustar o material obtido durante a produção.
III.A utilização de uma fotografia encontrada na internet pode ser incorporada à produção escolar sem identificação de origem quando houver alteração de enquadramento, filtros ou outros elementos visuais realizados pelos estudantes.
IV.O uso inclusivo de dispositivos digitais pode envolver a adaptação de recursos e estratégias de interação às necessidades dos estudantes, considerando, por exemplo, recursos de acessibilidade disponíveis no dispositivo ou no software utilizado.
V.A produção de podcasts, histórias em quadrinhos, livros digitais e registros audiovisuais desenvolve autoria multimídia quando o estudante aprende a operar os aplicativos empregados, sendo a construção da mensagem uma etapa complementar ao domínio técnico das ferramentas.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4341373 Pedagogia
Durante uma aula de Educação Digital, uma turma foi orientada a produzir uma apresentação multimídia sobre manifestações culturais brasileiras. Para montar o trabalho, alguns estudantes encontraram imagens em mecanismos de busca, copiaram trechos de páginas da Internet e receberam, por meio de um aplicativo de mensagens, um vídeo de autoria desconhecida. Paralelamente, um perfil que os alunos não conheciam passou a enviar mensagens convidando-os para participar de um grupo privado e solicitando fotografias pessoais. O professor decidiu aproveitar a situação para trabalhar direitos autorais, licenças abertas, avaliação da confiabilidade das informações e segurança nas interações on-line. Considerando práticas adequadas de Educação Digital, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4341372 Pedagogia
Durante uma sequência de Educação Digital, o professor propôs às crianças o desafio de construir, com materiais reutilizáveis, um pequeno dispositivo que indicasse quando uma caixa de coleta de papel estivesse aberta. A turma recebeu papelão, tampinhas, palitos, fios, fita adesiva, uma pilha, LEDs, interruptores simples e alguns componentes retirados de equipamentos que seriam descartados. Antes da montagem, os grupos discutiram o problema, desenharam possibilidades e escolheram os materiais. Após a primeira construção, um dos circuitos não acendeu o LED. Em vez de substituir imediatamente o protótipo, os estudantes foram orientados a observar as conexões, formular hipóteses, testar alterações e registrar o que havia funcionado ou não. Considerando os princípios da Cultura Maker, da aprendizagem pelo fazer e da utilização pedagógica de materiais não estruturados e circuitos simples, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras ou F para as falsas.
(__)A sequência proposta contempla uma dinâmica maker ao articular definição de um problema, planejamento, construção de um protótipo, experimentação e revisão da solução a partir dos resultados observados.
(__)O emprego de materiais reutilizáveis pode integrar uma atividade maker quando sua escolha estiver relacionada ao problema investigado e favorecer decisões de projeto, construção, adaptação e experimentação por parte dos estudantes.
(__)A utilização de materiais de baixo custo descaracteriza uma proposta maker, pois a aprendizagem pelo fazer depende da disponibilidade de equipamentos próprios de laboratórios de fabricação digital.
(__)Diante de um circuito que não produziu o efeito esperado, solicitar que os estudantes examinem conexões, formulem hipóteses e realizem novos testes pode transformar o erro em elemento do processo de investigação e aprendizagem.
(__)Em uma atividade com materiais não estruturados, a criatividade pedagógica está associada principalmente à variedade de objetos disponíveis, enquanto a definição do problema e a finalidade da construção possuem papel secundário na organização da proposta.
(__)Em um circuito escolar simples, a associação entre fonte de energia, condutores, elemento de controle e componente de saída pode ser explorada para que os estudantes relacionem a montagem física ao funcionamento esperado do dispositivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q4341367 Direito Digital
Durante uma atividade de Educação Digital, uma escola pretende utilizar uma plataforma on-line para organizar produções dos estudantes. Para cadastrar as crianças, o sistema solicita nome, fotografia, data de nascimento, turma, endereço residencial e outras informações. A professora responsável pela atividade percebe que parte desses dados não parece necessária para a finalidade pedagógica e decide discutir com a equipe escolar quais cuidados devem ser observados no tratamento de dados pessoais de crianças. Considerando a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e sua aplicação ao contexto educacional, analise as afirmativas a seguir:
I.Para dados pessoais de crianças, a autorização de um professor responsável pela turma pode substituir o consentimento específico e em destaque de pelo menos um dos pais ou responsável legal, desde que a atividade tenha finalidade exclusivamente pedagógica.
II.Uma vez obtido o consentimento do responsável legal para determinada atividade escolar, a instituição pode ampliar posteriormente a finalidade do tratamento dos dados coletados, sem necessidade de nova análise sobre a compatibilidade desse uso.
III.Em uma atividade digital, a divulgação da fotografia de uma criança para fins pedagógicos pode ser tratada como questão exclusivamente técnica da plataforma, sem necessidade de considerar as regras relativas à proteção de dados pessoais.
IV.Ao planejar uma atividade digital destinada a crianças, a escola pode avaliar quais informações são efetivamente necessárias para a finalidade proposta, evitando a coleta de dados que não guardem relação pertinente com a atividade.
V.A comunicação sobre o tratamento de dados de crianças deve considerar linguagem simples, clara e acessível, de modo compatível com as características do público envolvido e, quando adequado, pode utilizar recursos audiovisuais.
VI.A utilização de dados pessoais de crianças em uma plataforma educacional pode ser analisada à luz do melhor interesse da criança, juntamente com a finalidade do tratamento, a necessidade dos dados e a hipótese legal aplicável ao caso.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4341178 Biologia
Durante uma aula de Ciências, o professor explicou que os termos sexo, reprodução e cópula podem aparecer relacionados, mas apresentam significados distintos na linguagem científica. Considerando essa distinção, associe os conceitos da coluna I às características apresentadas na coluna II.

Coluna I

1.Sexo.
2.Reprodução.
3.Cópula.

Coluna II

(__)Processo que possibilita a geração de descendentes e pode ocorrer sem a participação de dois progenitores.
(__)Refere-se às características físicas, fisiológicas e genéticas que permitem diferenciar machos e fêmeas.
(__)Envolve o contato entre os órgãos genitais, podendo ocorrer com ou sem finalidade reprodutiva.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4341177 Pedagogia
O desenvolvimento do planejamento educacional no Brasil remonta ao início da década de 1930, fundamentado na compreensão de sua importância para a concretização das ações pretendidas. Nesse contexto, destacam-se a necessidade de flexibilidade, a adaptação das estratégias, a organização estatal e o alinhamento com os interesses sociais. Esse processo relaciona-se aos sistemas educacional, econômico, sociocultural e, sobretudo, político.

Fonte: REIS, Iraildes Maria Barbosa; MARTINS, Selma Pereira; LIMA, Zélia Maria Barbosa; SILVA, Jeromice Moreira da. Planejamento educacional: conceitos, contribuições e eficácia na prática pedagógica. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, São Paulo, v. 10, n. 4, p. 2009-2021, 2024.

No âmbito educacional, o planejamento apresenta diferentes dimensões, abrangendo desde o contexto nacional até o planejamento das aulas. Considerando essas informações, avalie as asserções a seguir:

I.O planejamento educacional constitui um processo contínuo, organizado e indispensável, destinado a atender às necessidades individuais e coletivas da sociedade.

PORQUE

II.Esse processo pode ser compreendido em uma perspectiva macro, relacionada ao planejamento nacional conduzido pela União, e em uma perspectiva micro, que abrange as políticas públicas estaduais e municipais, além do planejamento e da avaliação realizados no contexto escolar.

A respeito dessas asserções e da relação estabelecida entre elas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4341176 Pedagogia
O plano de aula pode ser definido como a previsão dos conteúdos e das atividades de uma ou mais aulas que compõem uma disciplina ou unidade de estudo.

Fonte: GÓES, Fernanda dos Santos Nogueira de; ANDRADE, Luciane Sá de; MISHIMA, Silvana Martins (org.). Plano de aula: apoio e fundamentos para a prática docente. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP, 2015.

A identificação constitui um elemento fundamental do plano de aula. Assinale a alternativa CORRETA que apresenta uma informação que deve constar especificamente nessa parte do planejamento.
Alternativas
Q4341175 Pedagogia
A realização de atividades experimentais no ambiente escolar exige organização e cumprimento das normas de segurança. Associe os momentos indicados na coluna I (momentos da atividade) às respectivas ações apresentadas na coluna II (ações).

Coluna I

1.Antes de iniciar a atividade.
2.Durante a realização da atividade.

Coluna II

(__)Revisar atentamente o roteiro da atividade.
(__)Certificar-se de que todas as medidas de segurança foram adotadas para evitar acontecimentos inesperados.
(__)Registrar, em um caderno de anotações, os procedimentos, os dados e as demais informações relevantes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q4341174 Biologia
Sob o ponto de vista nutricional, algumas substâncias exercem função energética, como os carboidratos. Muitos deles são utilizados como fonte de energia pelas células animais e vegetais. No que se refere à classificação dos carboidratos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4341173 Biologia
O Sistema de Classificação em Cinco Reinos, proposto por Robert H. Whittaker, considera critérios como o tipo e a organização celular e o modo de nutrição dos organismos. Nesse sistema, alguns reinos reúnem apenas seres unicelulares ou pluricelulares, enquanto outros abrangem ambas as formas de organização. Os reinos que apresentam organismos tanto unicelulares quanto pluricelulares são:
Alternativas
Q4341172 Biologia
A função de circulação é realizada pelo sistema cardiovascular, dividido em dois distritos: o sanguíneo e o linfático. No distrito sanguíneo, ou sistema vascular sanguíneo, encontra-se o coração, órgão central da circulação. Partindo do coração e considerando a sequência dos vasos sanguíneos, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o percurso do sangue até seu retorno ao coração.
Alternativas
Respostas
3561: D
3562: B
3563: C
3564: B
3565: D
3566: C
3567: B
3568: A
3569: C
3570: D
3571: D
3572: B
3573: C
3574: C
3575: D
3576: A
3577: B
3578: D
3579: D
3580: D