Questões de Concurso
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Em relação aos testes dos miótomos, assinale a alternativa que indica o músculo testado pela extensão de joelho e as raízes nervosas avaliadas nesse movimento, respectivamente.
O entorse de tornozelo é um dos principais agravos que acometem bailarinos, e decorre de movimento brusco que ultrapassa os limites normais da mobilidade articular. Pode ser classificado em três graus. Em relação ao entorse de tornozelo, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No 1º grau, a dor é intensa, há perda de função, edema imediato e limitação do movimento.
( ) O 3º grau é caracterizado por pequena falência das fibras colágenas dentro do ligamento.
( ) No 2º grau, ocorre arrancamento parcial do ligamento e possivelmente da cápsula articular, com considerável perda da força.
( ) Os sintomas dos agravos de 2º grau consistem em dor, de leve a moderada, pequena perda das funções e edema reduzido.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise as seguintes assertivas sobre números naturais e suas operações e assinale a alternativa correta.
I. O dobro de 2.024 é maior que o triplo de 1.600.
II. 2.024 é um número divisível por 11.
III. 2.024 não é divisível por 5, porém é divisível por 4.
Renan mediu o tamanho do seu passo: 72 cm. Então, resolveu contar quantos passos ele dá da porta de sua casa até a porta de seu trabalho e totalizou 3.825 passos. A distância entre a porta da casa de Renan e a porta de seu trabalho, em metros, é:
A Figura 2 a seguir mostra a forma e as medidas de um terreno.
Figura 2
Supondo que uma edificação deva ser construída ocupando 50% da área total do terreno, essa edificação terá ____ m².
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Quatro máquinas injetoras produzem 240 peças de um componente de calçado a cada 2 horas. Qual é o tempo aproximado, em horas, que 3 máquinas injetoras levarão para produzir 8.400 peças iguais às primeiras?
Analise a Figura 1 a seguir:
Figura 1
Assinale a alternativa que indica corretamente o valor das interrogações.
Com base na Lei Estadual nº 18.381/2014, analise as seguintes assertivas:
I. O PalcoParaná tem sede e foro no Município de Curitiba.
II. O PalcoParaná é uma pessoa jurídica de direito privado, sob a modalidade de serviço social autônomo, organização sem fins lucrativos, de interesse coletivo, com a finalidade de desenvolver e fomentar atividades dirigidas à produção de espetáculos e concertos e à prestação de serviços relacionados às expressões artísticas e culturais, e com prazo de duração indeterminado.
III. O PalcoParaná, como serviço social autônomo, se vincula, por cooperação, à Secretaria de Estado da Educação (SEED), a quem caberá o controle de suas atividades-fim, bem como a supervisão do contrato de gestão.
Quais estão corretas?
Com base nas disposições do Capítulo I – Do Poder Legislativo, do Título IV – Da Organização dos Poderes, das Constituição Federal vigente, analise as afirmações abaixo:
1. O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional.
2. Cada Estado e o Distrito Federal elegerão quinze Deputados Federais, com mandato de quatro anos.
3. Cada Estado e o Distrito Federal elegerão três Senadores, com mandato de oito anos.
4. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo, eleitos, pelo sistema proporcional, em cada Estado, em cada Território e no Distrito Federal.
5. O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal, eleitos segundo o princípio majoritário.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é é:
Nos termos da Lei Estadual nº 18.381/2014, o Presidente do Conselho de Administração PalcoParaná é o:
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo a respeito da palavra sublinhada no trecho “há benefícios físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico”:
I. A palavra “notórios” é um adjetivo e tem a função sintática de adjunto adnominal.
II. Um sinônimo possível para a palavra é “consideráveis”.
III. A palavra “notórios” pode ser flexionada em gênero e número.
Quais estão corretas?
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “conjecturado” (l. 25) sem causa alteração de sentido significativa ao trecho do texto em que ocorre.
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego correto do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 04, 10 e 13.
Exercício físico como deleite?
Por Carlos Alberto Gianotti
- Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
- se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
- desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
- ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
- Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
- parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
- concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
- há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
- ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
- acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
- em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
- Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
- ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
- maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
- corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
- é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
- pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
- conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
- espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
- girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
- Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
- edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
- Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
- nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
- da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
- físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
- de um prazer é um grande autoengano.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Para o autor do texto, concluir provas de corrida nos dá apenas a sensação de estarmos no sacrificando.
II. De acordo com o texto, apesar dos benefícios, ainda assim, trata-se de uma falácia afirmar que há prazer no exercício físico.
III. O autor traz uma fala do Dr. Dráuzio Varela que afirma que os seres humanos não devem praticar exercícios, pois isso não é natural para eles.
Quais estão corretas?
O conceito refere-se a:
Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre a conduta fisioterapêutica adequada ao tratamento da Artrite Reumatoide (AR), é correto afirmar que, EXCETO:
Sobre o envelhecimento da população brasileira, analise os itens a seguir:
I. Ao longo do tempo a base da pirâmide etária foi se estreitando devido à redução da fecundidade e dos nascimentos no Brasil. II. O índice de envelhecimento é calculado pela razão entre o grupo de idosos de 65 anos ou mais de idade em relação à população de 0 a 14 anos. Portanto, quanto maior o valor do indicador, mais envelhecida é a população. III. No Brasil, o índice de envelhecimento chegou a 55,2 em 2022, indicando que há 55,2 idosos para cada 100 crianças de 0 a 14 anos. Em 2010, o índice de envelhecimento era menor, correspondendo a 30,7.
Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre a Artrogripose múltipla congênita (AMC), analise os itens a seguir:
I. O termo artrogripose deriva de duas palavras Gregas que significam “juntas encurvadas” ou “fletidas”. Não é classificada como doença especifica, pois são conhecidas inúmeras patologias de base: neuropática, miopática e inflamatória que cursam com artrogripose II. Inicialmente o fisioterapeuta executa alongamentos passivos e mobilizações suaves das articulações comprometidas. Deve-se tomar precaução para alongar apenas até o final da amplitude, mantendo o alongamento com um gesso ou uma órtese. Alongamento agressivo resultará em dano à cápsula e aos tecidos moles periarticulares. Posteriormente incentiva-se os movimentos ativos de membros e tronco. III. O fisioterapeuta trabalha para contribuir na construção de um tronco estável, que é a chave para deambulação independente. IV. Decúbito ventral deve ser promovido o mais precocemente possível, com a finalidade tanto de alongar as estruturas da porção anterior dos quadris, como de manter a extensão desta articulação após cirurgia de correção da deformidade em flexão. V. É preferível incentivar a criança a conseguir deambular sem apoios, mas se for estritamente necessário, pode-se introduzir suportes como: andador, muletas com apoio de antebraço, tutor longo.
Estão CORRETOS:
Sobre o tratamento fisioterapêutico da Gota, é correto afirmar que, EXCETO:
Dentre os principais recursos fisioterapêuticos utilizados no puerpério imediato, pode-se citar:
I. Crioterapia. II. Eletroterapia, em especial com a aplicação de eletroestimulação nervosa transcutânea – ENT. III. Cinesioterapia incluindo a movimentação precoce. IV. O treinamento dos músculos do assoalho pélvico e dos músculos abdominais. V. Exercícios respiratórios.
Estão CORRETAS: