Questões de Concurso

Foram encontradas 4.005 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3853034 Filosofia

Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:


Ribeiro, em seu artigo intitulado “Inteligência Artificial, Ética e Tecnologia”, mostra--nos, baseando-se no filósofo canadense Andrew Feenberg “que, nas sociedades tradicionais, são os mitos e costumes que moldam a forma das pessoas pensarem. Já na sociedade moderna, a ênfase passou a recair sobre a utilidade dos costumes e das instituições, que aliada à crença na ciência e na tecnologia, formou a base do modelo de pensamento que propiciou o surgimento da sociedade industrial. Quase três séculos depois, o mundo se vê às voltas com os resultados do modelo de desenvolvimento tecnológico que adotou, ao lidar com questionamentos que ultrapassam a esfera do utilitarismo. A filosofia da tecnologia surge a partir da necessidade de obter respostas para os problemas que despontam em uma sociedade com base tecnológica, tais como o tipo de mundo e de vida que ela oferece, cujos padrões de conforto, segurança e satisfação de desejos podem se mostrar predatórios, além de se distribuírem de forma notavelmente desigual entre seus membros, criando um paradoxo que desafia a viabilidade do próprio mundo que criou. A filosofia da tecnologia busca integrar a autoconsciência dessa sociedade, ao promover a reflexão sobre pontos normalmente considerados fora de questão, abrindo espaço para o pensamento crítico sobre a tecnologia e oferecendo opções para um desenvolvimento sustentável e socialmente mais justo.”


Ribeiro, Martha Vieira. Inteligência Artificial, Ética e Tecnologia: a contribuição da filosofia da tecnologia para a discussão da ética em IA. Revista de estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/polemos/article/ view/56920/42398. Acesso em: 19 out. 2025.


Considerando as ideias do texto, assinale a alternativa que expressa adequadamente a relação proposta pela autora entre o desenvolvimento tecnológico e as práticas sociais e éticas contemporâneas. 


Alternativas
Q3850955 Filosofia
 partir do ensaio: As raízes clássicas da historiografia moderna, do historiador italiano Arnaldo Momigliano, somos convidados e convidadas a compreender um pouco do contexto de sistematização da tradição herodoteana e tucidideana acerca do pensamento histórico ao longo do processo histórico desde a chamada antiguidade clássica. Exercícios epistémicos como esse nos permitem considerar uma tradição racional protagonizada por pensadores da Grécia Antiga, e lê-los como parte fundamental para a formação do pensamento racional no Ocidente, introduzindo debates sobre ética, conhecimento, politica e a natureza da realidade. A partir do século V a.C., a investigação filosófica deixou de se basear apenas em explicações míticas e passou a buscar argumentos l6gicos e métodos sistemáticos para compreender o mundo.

Considerando essa tradição clássica e seu legado para a história da filosofia, marque a alternativa que apresenta um pensador que não pertence ao contexto da filosofia grega antiga. 
Alternativas
Q3845962 Filosofia
A Inteligência Artificial (IA) tem sido incorporada a diversas áreas da sociedade, influenciando decisões automatizadas e o tratamento de grandes volumes de dados. Esse avanço tecnológico ampliou debates sobre responsabilidades, limites e impactos sociais do uso dessas ferramentas. Nesse contexto, diferentes instituições discutem princípios éticos que devem orientar o desenvolvimento e a aplicação da IA.
Analise as afirmativas a seguir:
I.A transparência e a possibilidade de compreender decisões automatizadas são temas centrais discutidos no campo da ética da Inteligência Artificial.
II.O viés algorítmico pode ocorrer quando sistemas de IA são treinados com bases de dados que reproduzem desigualdades sociais existentes.
III.A ética da Inteligência Artificial exclui discussões sobre privacidade de dados, por se tratar de um tema restrito ao campo jurídico.
IV.Organizações internacionais defendem que a IA deve ser utilizada sem restrições éticas, desde que promova avanços tecnológicos e econômicos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3836799 Filosofia
Johan Huizinga, em "Homo Ludens", define o jogo como um elemento cultural fundamental. Assinale a alternativa que explica corretamente o conceito de "Círculo Mágico" proposto pelo autor.
Alternativas
Q3825526 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
O texto 5A2-1 afirma que a filosofia é útil porque ajuda a abandonar ingenuidades e preconceitos do senso comum. No ensino de filosofia, isso significa que o professor deve
Alternativas
Q3825525 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC indica que o ensino de filosofia deve desenvolver a capacidade de analisar argumentos, interpretar discursos e compreender contextos sociopolíticos. De acordo com o texto 5A2-I, a abordagem pedagógica que atende adequadamente a tais competências seria(m)
Alternativas
Q3825524 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC propõe que a filosofia ajude os estudantes a compreender práticas sociais, valores e a organização política. Essa orientação converge com o apresentado no texto 5A2-I porque
Alternativas
Q3825523 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Segundo a BNCC, o ensino de filosofia deve promover autonomia intelectual e capacidade de argumentação. Essa afirmação se alinha ao exposto no texto 5A2-I porque ambos
Alternativas
Q3825522 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Com base no texto 5A2-I, assinale a opção que apresenta o recurso didático adequado ao processo de formação crítica dos alunos.
Alternativas
Q3825521 Filosofia
Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio, assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido. 
Alternativas
Q3825520 Filosofia
        Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu analisar com a turma uma música amplamente difundida pela indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade. 
Alternativas
Q3825516 Filosofia
        O técnico, representado no sentido mais amplo e segundo suas múltiplas manifestações, é considerado como o plano que o ser humano projeta; este plano finalmente o força a decidir entre tornar-se escravo de seu plano ou permanecer senhor dele.

         Pela representação da totalidade do universo técnico, reduz-se tudo ao ser humano e chega-se, quando muito, a reivindicar uma ética para o universo da técnica. Cativos dessa representação, confirmamo-nos na convicção de que a técnica é apenas um negócio do ser humano. Passa-se por alto o apelo do ser, que fala na essência da técnica.

        Distanciemo-nos, afinal, do hábito de representar o elemento técnico apenas tecnicamente, isto é, a partir do ser humano e de suas máquinas. Ouçamos o apelo cujo alvo em nossa época não é apenas o ser humano, mas tudo o que é, natureza e história, sob o ponto de vista de seu ser.

Martin Heidegger. O princípio da identidade. In: Martin Heidegger.
Conferências e escritos filosóficos. Coleção Os Pensadores, v. 45.
São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 381-382 (com adaptações). 
Com base no excerto apresentado, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825515 Filosofia
        Digo que um animal, uma espécie, um indivíduo está corrompido quando perde seus instintos, quando escolhe, prefere o que lhe é desvantajoso. Uma história dos “sentimentos superiores”, dos “ideais da humanidade” — e é possível que eu tenha de escrevê-la — também seria quase a explicação de por que o homem se acha tão corrompido.

         A vida mesma é, para mim, instinto de crescimento, de duração, de acumulação de forças, de poder: onde falta a vontade de poder, há declínio. Meu argumento é que a todos os supremos valores da humanidade falta essa vontade — que valores de declínio, valores niilistas preponderam sob os nomes mais sagrados.

Friedrich Nietzsche. O anticristo. Paulo César de Souza (Trad.). São Paulo: Cia. das Letras, 2007, p. 6.
Considerando o trecho precedente e o lugar que ele ocupa na filosofia moral nietzschiana, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825514 Filosofia
        Em seu célebre diálogo Górgias, Platão atribui a Sócrates a seguinte declaração:
         “Pelo menos eu não quereria nem um nem outro, mas se fosse necessário ou cometer injustiça ou sofrê-la, preferiria sofrer a cometer injustiça. Cometer injustiça é pior que sofrê-la.”
Considerando a declaração atribuída a Sócrates no diálogo Górgias, de Platão, assinale a opção correta acerca do pensamento platônico sobre a justiça e a injustiça.
Alternativas
Q3825513 Filosofia
O poema é belo, ou seja, o leitor não quer que ele seja diferente.
Simone Weil. Espera de Deus. Karin Andrea de Guise (Trad.). Petrópolis: Vozes, 2019, p. 114.
Com base no trecho apresentado, da filósofa Simone Weil, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825511 Filosofia
Assinale a opção correta em relação à compreensão filosófica de Francis Bacon e René Descartes, expoentes de duas das principais correntes da filosofia moderna europeia.
Alternativas
Q3825510 Filosofia
        Esclarecimento (aufklärung) é a saída do ser humano de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso do próprio entendimento sem a direção de outrem. O ser humano é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Sapere aude! Tenha coragem de fazer uso de seu próprio entendimento! Esse é o lema do esclarecimento.

         A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma parte tão grande dos seres humanos, depois que a natureza os libertou há muito de uma direção alheia, no entanto, continuem de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam por que é tão fácil que outros se tornem tutores deles. É tão cômodo ser menor.

Immanuel Kant. Resposta à pergunta: o que é esclarecimento? Floriano de Sousa Fernandes (Trad.). In:
Immanuel Kant. Textos seletos. Petrópolis: Vozes, 1985, p. 100 (com adaptações).
A partir do trecho apresentado, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825509 Filosofia
        É evidente que o ser humano — muito mais do que a abelha ou do que qualquer outro animal gregário — é um animal político. A natureza nada faz sem um propósito e o ser humano é o único entre os animais que tem o dom da palavra (logos). Ora, a simples voz (phoné) pode indicar a dor e o prazer — e outros animais a possuem —, mas a palavra tem a finalidade de expressar o conveniente e o nocivo — e, portanto, também o justo e o injusto; a característica específica do ser humano em comparação com os outros animais é que somente ele tem o sentimento do bem e do mal, do justo e do injusto e de outras qualidades morais, e é a comunidade de seres com tais sentimentos morais que constitui a família e a cidade (pólis).

Aristóteles. Política. Mário da Gama Kury (Trad.). Brasília: UnB, 1997, p. 15 (com adaptações). 
Com base no trecho precedente e na filosofia política de Aristóteles, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825508 Filosofia
Texto 5A1-I

Em torno a Zeus, os deuses, no paço
assoalhado de ouro, vão deliberando.
E olham para Troia. Zeus fala:
“Cabe a nós decidir que curso dar às coisas.
Incitar a guerra cruel e a discórdia atroz,
ou, sobre os dois lados, fazer que a paz
impere? Se todos aprovarem esta última saída,
a cidade de Troia continuará a existir
e Menelau terá de volta Helena, sua mulher.”

Homero. Ilíada. Haroldo de Campos (Trad.).
São Paulo: Editora Arx, 2008, p. 147 (com adaptações).

Texto 5A1-II

Bem primeiro nasceu Caos, depois Terra (Gaia), a
                                                  [origem de todos.
Terra pariu Céu (Urano) constelado, para cercá-la toda
                                                                    [ao redor.
Pariu altas Montanhas, belos abrigos das Deusas ninfas.
E pariu a infecunda planície impetuosa de ondas: o
                                                                    [Mar.
Hesíodo. Teogonia. Jaa Torrano (Trad.).
São Paulo: Editora Iluminuras, 2006, p. 109 (com adaptações). 

Texto 5A1-III

      Tales de Mileto: “A água é o princípio (arkhé).”
      Xenófanes de Colofão: “Tudo vem da terra e na terra
termina.”
      Anaximandro de Mileto: “O princípio dos seres é o
ilimitado.”
Os pré-socráticos. Seleção de textos e supervisão de José Cavalcante de Souza.
Coleção Os Pensadores, v. 1. 1.ª ed., São Paulo: Abril Cultural, 1973 (com adaptações)
Considerando os textos 5A1-I, 5A1-II e 5A1-III, no contexto do surgimento da filosofia no mundo grego antigo, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3817067 Filosofia
O critério de demarcação que distingue uma teoria científica de uma pseudocientífica não é a sua confirmabilidade, mas sim a possibilidade lógica de a teoria ser contestada ou refutada pela experiência, princípio denominado: 
Alternativas
Respostas
201: B
202: A
203: B
204: C
205: D
206: C
207: A
208: E
209: E
210: E
211: E
212: B
213: B
214: A
215: C
216: D
217: D
218: E
219: A
220: C