Questões de Concurso
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I– É dever do jornalista divulgar os fatos que sejam de interesse público, mas não pode submeter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta da informação. II– O jornalista deve divulgar fatos de caráter mórbido quando há relevância social, ao mesmo tempo que deve permitir direito de resposta somente nestes casos. III– O jornalista deve respeitar a privacidade do cidadão e, por outro lado, não pode concordar com a prática de perseguição ou discriminação de quaisquer tipos. IV– A corrupção é uma prática a ser combatida pelo profissional, ao mesmo tempo em que não pode aceitar trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial da categoria.
Considere:
I. conhecer normas do cerimonial público.
II. possuir boa voz e dicção perfeita.
III. saber improvisar.
IV. ter postura correta, demonstrar e possuir confiança.
V. ter zelo com a aparência e trajar roupas discretas.
VI. utilizar de verbos no imperativo, na fala.
VII. saber seguir o roteiro com rigidez, sem improvisos.
São, entre outras, características necessárias a um mestre de cerimônias do Poder Executivo as que constam APENAS em
Considere um jantar com mesa posta para serviço à francesa, tendo como referência a pessoa que se alimenta acomodada:
I. As lâminas das facas devem ser dispostas voltadas para dentro.
II. Os talheres (garfo e faca) de mesa que serão usados para o prato principal são os mais próximos da lateral do
sousplat/prato base.
III. A colher de sopa fica do lado direito das facas, quando for servida uma entrada como sopa ou caldo.
IV. Os talheres de sobremesa ficam na parte superior do sousplat/prato base: primeiro o garfo, com o cabo virado para a esquerda; depois a colher, com o cabo virado para a direita de quem faz a refeição.
V. A taça menor é a de água e fica na parte superior do lado direito, sendo a taça mais próxima de quem faz a refeição.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considere:
Tipo Descrição dos Serviços
I Coffee break a. É um misto de café da manhã e almoço, servido em estilo bufê; não exige a participação de todos os convidados ao mesmo tempo, pois a duração pode se estender. O horário mais usual é das 10h às 14h.
II Coquetel b. Serviço de bufê estrategicamente localizado para que todos possam se servir rapidamente entre os trabalhos profissionais e cursos. Costuma ter a duração máxima de 30 minutos.
III Brunch c. É realizado como prolongamento de determinados eventos como lançamentos de
livros, inaugurações, exposições. Os convidados ficam em pé e circulam à
vontade pelo ambiente; os salgadinhos e bebidas podem ser servidos em
bandejas ou dispostos em uma mesa, no estilo bufê.
A correta correspondência entre os tipos de serviços e sua respectiva descrição é:
Considere:
I. Quem está andando cumprimenta quem está parado.
II. Quem sai despede-se de quem fica.
III. O maior em hierarquia é apresentado ao subordinado.
IV. Por idade, o mais jovem é apresentado ao mais idoso.
V. Cabe ao subordinado em hierarquia, ao idoso ou ao homem estender a mão ou fazer o cumprimento convencional.
Para fins de cumprimentos e apresentações, estão corretas as regras que constam APENAS em
No tocante ao tipo de serviço à mesa, considere:
I. Caracteriza-se pela formalidade e pelo requinte. Os convidados são acomodados em mesas e servidos individualmente por garçons.
II. É desejável o apoio de um garçom para cada seis convidados, no máximo. Os garçons devem servir os pratos pela esquerda e retirá-los pela direita.
III. O número de copos, talheres e pratos necessários para o serviço é maior e obedece à disposição própria.
IV. Aceita duas variações: o garçom serve o convidado ou pode apenas se dirigir às mesas e oferecer a baixela para que o próprio convidado se sirva.
As características contidas nos itens I a IV referem-se ao serviço denominado
Considere o quadro abaixo.
Na coluna da esquerda, estão elencados requisitos de convites protocolares do Poder Executivo, ou seja, aqueles de natureza formal. Ao lado, estão enumeradas as descrições desses requisitos.
Requisitos de convites protocolares Descrições
1 Objetivo I Data, local e horário.
2 Informação II R.S.V.P. indicando o email.
3 Traje III Para que se convida.
4 Confirmação de presença IV Tipo de vestuário adequado à ocasião.
5 Impressão V Em baixo ou alto-relevo.
A correspondência entre os requisitos e a respectiva descrição está correta em:
De acordo com o que estabelece o Decreto no 11.074/1978, competem ao Chefe do Cerimonial do Governo, entre outras, as seguintes atribuições:
I. Dirigir o Cerimonial do Governo e distribuir os serviços a serem executados pelos demais servidores do Cerimonial, sem, contudo, fixar-lhes as respectivas funções, exceto a do Subchefe do Cerimonial, que substituirá o Chefe nas ausências ou impedimentos deste último.
II. Dar conhecimento prévio, ao Chefe do Poder Executivo Estadual, do programa e cerimonial das solenidades e recepções a que ele tiver de comparecer.
III. Resolver os casos omissos nas Normas do Cerimonial Público do Estado de São Paulo.
IV. Atender o Corpo diplomático e o Corpo consular nas solicitações de audiência.
V. Servir pessoalmente como intérprete e tradutor nas visitas diplomáticas e consulares e nas recepções oficiais nos Palácios do Executivo Estadual.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. O cerimonial é a programação das formalidades de um evento propriamente dita. II. O protocolo é o conjunto de regras que direcionarão a produção de um cerimonial. III. O cerimonial é o conjunto de regras que direcionarão a produção de uma cerimônia. IV. O protocolo é a programação das formalidades de um evento propriamente dita.
( ) A divulgação científica trata-se da utilização de técnicas, processos, recursos e canais de comunicação para veicular informações de ciência, tecnologia e inovação ao público leigo. ( ) A comunicação científica refere-se à transferência de informações sobre ciência, tecnologia e inovação a especialistas de áreas específicas do conhecimento. ( ) Os públicos envolvidos nos processos de comunicação científica e de divulgação científica são análogos.
Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre.
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133. Acesso em: 10/06/2019.)
De acordo com o texto, a internet pode se tornar uma arma de guerra poderosa, porque: