Foram encontradas 131.882 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3711157 Pedagogia
Conforme as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal no 9.394/1996), art. 2o , a educação é dever da família e do Estado, inspirada nos princípios
Alternativas
Q3711156 Pedagogia
No trato diário com os públicos interno e externo e com colegas de trabalho, age corretamente um agente escolar que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711123 Pedagogia
A Geografia tem como tarefa compreender a complexidade das cidades. Para isso, busca ampliar sua temática e as abordagens teóricas, conservando, no entanto, seu objeto de estudo – o espaço geográfico. Assim, na investigação geográfica, busca-se compreender, pela análise da cidade, a lógica que orienta a produção e a reprodução do espaço urbano, ressaltando suas dimensões materiais e simbólicas. Produzir espaço, produzir cidades é produzir na macro e na microescala, em todas as dimensões, a material, a simbólica e cultural e a social, pois elas estão ligadas à dinâmica interna da cidade – produção, circulação e moradia. A produção desse espaço, no capitalismo, depende da atuação de seus agentes – os donos de capital, o Estado, as incorporadoras imobiliárias, os segmentos populares; administrando diversos interesses em conflito e de acordo com a correlação de forças, promovendo a expansão horizontal da malha, a especialização dos lugares, a valorização e a segregação de suas partes.

CAVALCANTI, L. S. Aprender sobre a cidade: a Geografia Urbana Brasileira e a formação de jovens escolares.

Revista Geográfica de América Central, Número Especial EGAL, Costa Rica, jul.-dez. 2011 (adaptado).
Considerando o texto e a realidade do Ensino Fundamental, qual das práticas pedagógicas abaixo está mais alinhada ao objetivo de desenvolver, com os estudantes, uma análise crítica sobre a organização do espaço urbano?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711108 Pedagogia
 A presença de um estudante cego na sala de aula inquietou um professor de Geografia sobre como trabalhar formas de relevo. A dificuldade se fazia porque no material didático tais formas eram apresentadas quase sempre de modo visual, por meio de mapas e imagens de satélites. O docente, aportando-se em seu processo de formação continuada, e conhecendo os preceitos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, entendia que devia incluir esse estudante na compreensão daquele objeto do conhecimento.
Para a adequada identificação das formas predominantes do relevo brasileiro por esse estudante, o professor
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711099 Pedagogia
A imagem e seus aportes ao desenvolvimento
do pensamento e das funções mentais
no ensino de Geografia

O que é relevante na relação entre a percepção, o ensino de Geografia e as imagens? Ora, existe uma articulação direta entre a percepção, os processos cognitivos e a linguagem. É a partir da visão e da percepção que se estrutura o pensamento visual. Assim, ao ler um desenho, uma fotografia ou um mapa, a criança vai desenvolvendo suas funções. Por isso, a imagem entra como mediadora na estruturação do pensamento: a criança lê a imagem, atribui sentido e estrutura o seu pensamento. A percepção dos estudantes sobre as cidades, por exemplo, pode ser questionada, construída e (re)construída a partir das imagens. Uma fotografia, uma pintura e/ou um vídeo da cidade oferecem a possibilidade de questionar os sentidos atribuídos à paisagem urbana observada, ao pensamento que se tem formado, mas que pode ser alterado, constituindo, assim, um outro modo de olhar e compreender a cidade.
PIRES, C. Disponível em: www.revistaedugeo.com.br.
Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).

Considerando os aportes teórico-metodológicos do texto e uma proposta de linguagem audiovisual a ser utilizada como suporte didático em uma aula de Geografia, um professor, ao abordar uma problemática do tema socioambiental, utilizou como recurso metodológico o(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711089 Pedagogia
TEXTO 1

Ensino de geografia e geografia humanista

Aproximações a partir da teoria paulofreiriana e dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia
A geografia humanista destaca-se pela ênfase dada ao ser humano, aos seus valores, às experiências e ao universo vivido. Em âmbito científico, aquilo que era visto com contornos claros, limitados e precisos, abriu a possibilidade de incorporação de variáveis relativas aos aspectos do inconsciente, do imaginário e das emoções, em fluxos que quebraram a rigidez, permitiram a flexibilidade e a singularidade do ser. Essas questões, antes inconcebíveis, na atualidade se enquadram ao lado de áreas de prestígio, por exemplo bioengenharia, pensamento quântico e ciberespaço. No que se refere à geografia escolar, pode-se afirmar que a fenomenologia, assim como o materialismo histórico-dialético, contribuiu para uma nova forma de pensar o ensino, a aprendizagem e a relação entre ambos, não somente em nível acadêmico, como também em âmbito escolar. Assim, os diversos horizontes do pensamento geográfico influenciam o ensino de Geografia, tanto na sistematização de conteúdos, habilidades e competências, como no modo de ensinar e aprender. Embora saibamos que a geografia humanista influenciou e vem influenciando o ensino de Geografia, de modo direto ou indireto, nas escolas brasileiras, acreditamos que ainda exista uma carência acerca de sua sistematização e organização.
SUESS, R. C.; LEITE, C. M. C. Ensino de geografia e geografia humanista: aproximações a partir da teoria paulofreiriana e
dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia. Rev. Bras. Educ. Geog., n. 15, jan.-jun., 2018 (adaptado).

TEXTO 2
 Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de Geografia
O ensino de Geografia pelo marxismo promove a compreensão da totalidade concreta e a propagação de valores fundamentais, como solidariedade, liberdade, justiça e igualdade. A ciência geográfica fundamenta-se na compreensão do espaço como totalidade. Ensinar Geografia significa possibilitar a compreensão do espaço nos aspectos materiais e imateriais, ou em termos marxistas, compreender dialeticamente a realidade. O ensino de Geografia colabora para o exame crítico das condições materiais e imateriais dos sujeitos com suas relações originárias de suas situações econômica, cultural, social, histórica e espacial. Ensinar Geografia é permitir aos sujeitos compreenderem-se como criadores de sua própria história e espacialidade. Mas não se trata de criação individual, pois a coletividade é mola propulsora dessa construção.
BARBOSA, T.; AZEVEDO, J. R. N. Contribuições marxistas para pensarmos o ensino de geografia.
Rev. Bras. Educ. Geog., n. 2, jul.-dez., 2011 (adaptado).

Ao analisar os excertos dos textos, os quais versam sobre duas correntes do pensamento geográfico, um docente concluiu que
Alternativas
Q3711060 Pedagogia
O conceito de língua de acolhimento refere-se à aprendizagem de uma língua não materna em contextos de migração. O objetivo principal dessa formação linguística e cultural é a inserção dos sujeitos migrantes à sociedade de acolhimento. Dito de outro modo, o que caracteriza o ensino de língua de acolhimento é principalmente a especificidade do público a ser atendido. Trata-se, pois, de pessoas que chegam ao novo país, geralmente com poucos recursos financeiros e desgastadas pelo processo migratório, tendo, em alguns casos, essa condição agravada pelo rompimento brusco de laços familiares, linguísticos e culturais. Desse modo, o conhecimento da língua do país de acolhimento não é apenas uma condição necessária e indispensável para ser autônomo. Trata-se da apropriação da língua do país de acolhimento como uma forma de inserção e de compreensão ampliada daquele novo espaço. A necessidade de comunicação diária no trabalho, no transporte, nas questões ligadas à saúde e às relações interpessoais faz parte desse processo de aprendizagem do que denominamos “língua de acolhimento”.

BARBOSA, L. M. A.; SILVA, J. F. S. Português como Língua de Acolhimento
na Educação Básica: reflexões iniciais sobre PLAc.
Disponível em:  https://avamec.mec.gov.br. Acesso em: 19 maio 2025 (adaptado).
As aulas de Português como Língua de Acolhimento (PLAc) contemplam práticas pedagógicas voltadas a sujeitos cuja língua materna não é o português, com o objetivo de promover inserção social, cultural e comunicativa no país de acolhimento. Ainda que esse conceito tenha sido desenvolvido em contextos de migração internacional, ele também pode oferecer fundamentos teóricos e metodológicos para o ensino de Língua Portuguesa a povos indígenas no Brasil. Esses povos, que falam línguas originárias e vivenciam relações históricas marcadas por apagamentos linguísticos e sociais, encontram na escola um espaço em que o português se apresenta, muitas vezes, como uma língua de poder, e não de pertencimento.

Considerando o texto e os aspectos geopolíticos envolvidos no ensino de português a povos indígenas, é correto afirmar que o ensino de PLAc em contextos indígenas deve
Alternativas
Q3711059 Pedagogia
O conceito de língua de acolhimento refere-se à aprendizagem de uma língua não materna em contextos de migração. O objetivo principal dessa formação linguística e cultural é a inserção dos sujeitos migrantes à sociedade de acolhimento. Dito de outro modo, o que caracteriza o ensino de língua de acolhimento é principalmente a especificidade do público a ser atendido. Trata-se, pois, de pessoas que chegam ao novo país, geralmente com poucos recursos financeiros e desgastadas pelo processo migratório, tendo, em alguns casos, essa condição agravada pelo rompimento brusco de laços familiares, linguísticos e culturais. Desse modo, o conhecimento da língua do país de acolhimento não é apenas uma condição necessária e indispensável para ser autônomo. Trata-se da apropriação da língua do país de acolhimento como uma forma de inserção e de compreensão ampliada daquele novo espaço. A necessidade de comunicação diária no trabalho, no transporte, nas questões ligadas à saúde e às relações interpessoais faz parte desse processo de aprendizagem do que denominamos “língua de acolhimento”.

BARBOSA, L. M. A.; SILVA, J. F. S. Português como Língua de Acolhimento
na Educação Básica: reflexões iniciais sobre PLAc.
Disponível em:  https://avamec.mec.gov.br. Acesso em: 19 maio 2025 (adaptado).
O ensino de Língua Portuguesa em comunidades quilombolas exige práticas pedagógicas que considerem não apenas o domínio da norma-padrão, mas também as dimensões históricas, identitárias e sociolinguísticas desses territórios. Nessas comunidades, o pretuguês – variedade linguística de base africana resultante de processos de resistência e de ressignificação – expressa práticas comunicativas que desafiam a hegemonia da norma culta e revelam outras formas legítimas de uso da língua. No contexto de políticas de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), a valorização de repertórios diversos é central para uma educação linguística equitativa e comprometida com os direitos linguísticos dos sujeitos. 

Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que apresenta uma abordagem pedagógica coerente com os princípios de equidade linguística e de inclusão educacional.
Alternativas
Q3711055 Pedagogia


TEXTO 1


Letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.


SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.



TEXTO 2


Hoje, como antes, o termo “multiletramentos” remete a duas ordens de significação: a da multimodalidade e a das diferenças socioculturais. Isso quer dizer: estamos diante de um conceito que não se traduz diretamente. Multiletramentos = muitos tipos de letramentos que poderiam estar ligados à recepção e produção de textos/discursos em diversas modalidades de linguagem, mas que remetem a duas caraterísticas de produção e circulação dos textos/discursos hoje – a multissemiose ou multimodalidade, devidas em grande parte às novas tecnologias digitais e à diversidade de contextos e culturas em que esses textos/discursos circulam.



ROJO, R. H. R.; MOURA, E. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola, 2019.

Considerando os textos 1 e 2, avalie as propostas e identifique aquela que representa uma prática inclusiva de estudantes com deficiência.
Alternativas
Q3711049 Pedagogia
O letramento literário configura a existência de um repertório textual, a posse de habilidades de trabalho linguístico-formal, o conhecimento de estratégias de construção de texto e de mundo que permitem a emersão do imaginário no campo simbólico.


PAULINO, G. et al. A formação de professores leitores literários: uma ligação entre infância e idade adulta?
Educação em Revista, n. 30, dez. 1999.
Com base no conceito de letramento literário apresentado no texto, qual alternativa apresenta uma atividade de leitura adequada para promover a construção da autonomia do estudante da Educação Básica?
Alternativas
Q3711040 Pedagogia
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.; 
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
Based on the concept of learning presented in the text, the pedagogical intervention which promotes curricular accessibility for students with disabilities is the one that
Alternativas
Q3711039 Pedagogia
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.; 
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
A teacher in middle school wishes to promote the linguistic development of their students based on the learning theory underlying the text. In this sense, it is coherent for them to develop as a pedagogical practice
Alternativas
Q3711038 Pedagogia
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.; 
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
Considering the learning theory presented in the text, a pedagogically grounded proposal for application in the school context involves the
Alternativas
Q3711037 Pedagogia
One could imagine that using digital tools was an additional learning experience for the students in itself. Recent literature has also shown that being able to recognize what can be improved requires being trained to do so. As such, students watching themselves on video could not yield possible improvements that could be made, because noticing them also requires a learning process. It could also be hypothesized that compared to university students, elementary school students are less able to seize the benefit of video recording as a peer and self-evaluation tool. In addition, they had to manage their image, which was an extra effort as well, due to intimidation and possible lack of confidence in front of the camera, although students may have a positive attitude toward videos. One could therefore claim, but obviously without being certain, that a related form of learning took place: the management of technologies for learning, and the management of one’s image.


BOBKINA, J.; DOMÍNGUEZ ROMERO, E. The Role of Video Technology in Supporting Young Learners’
Oral Skills in English as Foreign Language Classrooms. Computers and Education, 2023.

While completing a supervised practicum in a public school, a pre-service teacher reads the text and begins to consider the pedagogical use of video in oral language development. What reflects an informed approach to using video in this context?
Alternativas
Q3711029 Pedagogia
A Digital Learning Platform (DLP) is one effective avenue for enhancing language learning. It connects real learning resources with the digital world for teaching and learning. By converting as many physical learning resources into digital formats as possible, the DLP offers an innovative combination of different learning concepts and structures. It can also ensure that different groups of learners have equal access to learning resources through interaction, communication, and knowledge sharing.

DLPs have transformed English language learning with their numerous advantages, although there are also some notable drawbacks. These platforms offer unmatched accessibility and flexibility, enabling learners to access materials anytime and anywhere and to progress at their own pace. They feature diverse resources such as videos, interactive exercises, quizzes, and reading materials, with multimedia integration enhancing comprehension and retention. Personalized learning experiences are supported through adaptive technologies and immediate feedback. Gamification and interactive activities boost engagement and motivation, while cost-effectiveness and global networking opportunities are notable benefits.

However, there are downsides to consider. Digital platforms may lack the personal touch and immediate feedback of face-to-face interactions, potentially reducing social learning opportunities. Technical issues such as internet reliability and online distractions can pose barriers, requiring learners to stay disciplined and motivated. Quality and credibility can vary, raising concerns about fraudulent or poorly designed courses. Assessment challenges, including cheating and assessing practical language skills, also exist. Moreover, self-study can sometimes leave learners feeling isolated and struggling with complex topics. Balancing digital resources with other learning methods can help address these challenges and ensure a more comprehensive language learning experience.


POONPON, K. et al. TIGA-Based English Learning Platform for Language Learner Competency Development in a Digital
Environment. International Journal of Learning, Teaching and Educational Research, n. 6, June 30, 2024 (adapted). 
In order to benefit from the resources offered by platforms to evaluate students’ work in an innovative way and also to avoid the drawbacks reported in the text, the teacher could
Alternativas
Q3711019 Pedagogia
Garcia (2009) é quem expande o conceito de translinguagem, que parte de uma visão heteroglóssica, em que o sujeito possui um único repertório linguístico e suas práticas linguísticas e dinâmicas semióticas são superiores às línguas convencionais de países e estados. Liberali (2013) defende esta perspectiva e enfatiza a necessidade de termos que considerar o currículo da educação multi/bilíngue a partir das atividades e práticas sociais e permitir aos alunos expandirem seu repertório e suas formas de participação. A educação bilíngue consiste em um programa educacional formal que se faz presente pelo aprendizado de componentes curriculares pela instrução em duas línguas e não manter o foco apenas no aprendizado da língua. Aqui no Brasil, podemos distinguir a educação bilíngue em dois grandes grupos: dominante (educação bilíngue de línguas de prestígio, frequentemente de escolas particulares de elite em que se objetiva o aprendizado de uma segunda língua, como o inglês) e minoritários (educação indígena, migrantes de crise, educação em regiões de fronteiras, educação de surdos).

Projeto-piloto: escola bilíngue com adequações. Disponível em: www.ibipora.pr.gov.br. Acesso em: 2 maio 2025 (adaptado).
Which interdisciplinary project reflects the bilingual approach described in the text?
Alternativas
Q3711012 Pedagogia

In a high school EFL 50-minute lesson, the teacher selects a short authentic news article on climate change to introduce some reading strategies. The teacher begins by activating students’ background knowledge through a quick discussion in English about environmental issues. Then, she explains two key reading strategies — skimming and scanning — using visual aids and simple English definitions.


Students are first asked to skim the text in pairs to get the main idea, take some notes, and discuss the overall topic. Then, they scan the article to answer questions such as “What year was the article published?” or “Which countries are mentioned?”. The teacher monitors the group work, encouraging students to interact in English and supporting them when needed. Afterwards, the class discusses the purpose of each strategy and how they help understand texts more efficiently.

Considering the teaching situation, we can affirm that the lesson is based on the
Alternativas
Q3710764 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) redefine o ensino de Geografia ao estabelecer competências e habilidades que visam desenvolver o raciocínio espacial, a compreensão das interações entre sociedade e natureza e o protagonismo dos estudantes na leitura crítica do mundo.


Com base nos princípios e diretrizes da BNCC aplicáveis à Geografia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3710762 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (Lei nº 8.069/1990) estabelece princípios e normas voltados à proteção integral, à garantia de direitos e à promoção do desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes.
Com base nas disposições do ECA, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3710758 Pedagogia

O ensino de Geografia, no contexto da Educação Básica, tem a função de contribuir para a formação crítica e cidadã dos estudantes, possibilitando-lhes compreender as relações entre sociedade e natureza e as dinâmicas espaciais que configuram o mundo contemporâneo.


Considerando esse papel formativo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
17801: C
17802: E
17803: C
17804: A
17805: C
17806: B
17807: C
17808: C
17809: C
17810: A
17811: D
17812: B
17813: C
17814: C
17815: B
17816: B
17817: A
17818: B
17819: C
17820: C